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Canoas, 28 de junho de 2018.

CRIMES COMETIDOS POR ALGUNS JUÍZES DA PRIMEIRA INSTÂNCIA E EMPRESÁRIOS
QUE NINGUÉM FALA

JUIZ A.R.F.

O juiz do trabalho A.R.F. de Sapucaia do Sul, hoje desembargador do Tribunal Regional do Trabalho, que no ano de 1999 embargou e fechou a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, é suspeito de ter feito acordos financeiros e de favores com os reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat.

O juiz do trabalho A.R.F. de Sapucaia do Sul, hoje desembargador do Tribunal Regional do Trabalho, que no ano de 1999 embargou e fechou a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, é suspeito de ter feito acordos financeiros e de favores com os reitores da ULBRA na época.

Isto ocorreu após o Instituto IESES ter sido impedido de implantar a Universidade IESES em Glorinha, através de uma suposta venda, da noite para o dia, da área de terra destinada ao IESES a um dos diretores do Jornal Correio do Povo em 1998. Posterior ao embargo da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída e saqueada.

A.R.F. é suspeito de ter recebido propina para embargar e fechar a escola em Sapucaia do Sul e promoções no cargo, tornando-se em 2001, o titular da 5ª Vara do Trabalho em Porto Alegre, atuando como juiz convocado no Tribunal Regional do Trabalho, e em 2013, tornando-se desembargador no mesmo Tribunal.

Devido seu status de desembargador, A.R.F. hoje é suspeito de também ter influenciado de alguma forma, os três desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, R.G.L., J.C.F. e N.B.L., que mantiveram a sentença de primeira instância no processo em relação à denúncia de extorsão mediante sequestro que sofreu o repórter João Lippert em 23 de janeiro de 1999. Crime executado por Tirone Lemos Michelin, que apontou no ato do sequestro, os reitores da ULBRA na época, como mandantes do crime.

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EX-JUIZ FÁBIO KOFF JÚNIOR

Fábio Koff Júnior, juiz aposentado, quando atuava como juiz titular da 1ª Vara Cível do Foro de Canoas, ameaçou o repórter João Lippert via telefone, usando para tal o telefone do Foro de Canoas. Após cometer crime e abuso de autoridade, o juiz, em visto em gabinete oficial, insinuou que João Lippert sofria moléstia mental (veja o visto), por ter denunciado o juiz à Corregedoria Geral da Justiça pela ligação feita (veja a denúncia). Nem a Corregedoria Geral da Justiça nem o Conselho Nacional de Justiça puniram Fábio Koff Júnior, e a fatura telefônica do Foro de Canoas do mês de outubro de 2006, que prova a ligação feita, nunca aparece.

As autoridades se negam a requererem e apresentarem a fatura. Em processo criminal contra o hoje juiz aposentado, movido pelo repórter João Lippert, aconteceu o mesmo. A fatura não foi requerida pelo magistrado J.L.J.S., para comprovar o crime e o processo foi simplesmente arquivado, negando-se ainda o magistrado julgador J.L.J.S., que a apelação do repórter João Lippert fosse remetida à instância superior, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.

Cabe salientar que o juiz J.L.J.S., que passou por cima da lei para livrar Fábio Koff Júnior de responder pelo crime cometido quando juiz, também foi representado à Corregedoria Geral da Justiça. Porém, da mesma forma que todas as reclamações feitas pelo repórter João Lippert, a denúncia foi arquivada.

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JUÍZA M.M.G.

A juíza criminal do Foro de Canoas, M.M.G., em sala de audiência com os repórteres João Lippert e Bruna Dartora, na presença de funcionários do Foro de Canoas e da parte contrária no processo, a juíza afirmou que as todas reclamações feitas por João Lippert às Corregedorias eram infundadas.

A juíza havia sido denunciada à Corregedoria Geral da Justiça por suspeita de imparcialidade em processo criminal, no qual acionistas da Televisão TVS eram vítimas.

A parte contrária em questão na audiência, era a pessoa que mandou seu genro invadir a atual sede da Televisão TVS e ameaçar o repórter João Lippert e equipe. Em relação à invasão e ameaça, tramita processo criminal.

Agindo desta forma, a juíza M.M.G., chamou de infundada não somente à denúncia contra a mesma na Corregedoria, mas sim toda e qualquer reclamação feita pelo repórter João Lippert. Um ato gravíssimo e incabível cometido pela magistrada.

Medidas legais estão sendo tomadas na justiça, com base nas palavras da magistrada e com base na prova material, que é a gravação de voz da audiência em questão.

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JUÍZA P.P.K.T.

A juíza criminal do Foro de Canoas, P.P.K.T., procedeu com três condenações injustas contra o repórter João Lippert, em processos instaurados pelo Ministério Público Estadual, acusando João Lippert de denunciação caluniosa. Ao longo dos três processos, o Ministério Público não provou que as denúncias eram caluniosas, justamente porque as denúncias feitas pelo repórter João Lippert sequer foram de fato investigadas, mas mesma assim a magistrada procedeu com as sentenças absurdas.

A juíza P.P.K.T., após a primeira sentença condenatória, foi denunciada pelo repórter João Lippert à Corregedoria Geral da Justiça por suspeita de venda de sentença, e apesar disto não se afastou dos demais processos envolvendo João Lippert.

Sabe-se que quando um magistrado é denunciado, mesmo que a denúncia seja arquivada, o magistrado deve se afastar de qualquer processo que envolve a pessoa que o denunciou, segundo informações de uma juíza criminal.