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Canoas, 27 de dezembro de 2018.

DANDO A VOLTA POR CIMA DOS CRIMINOSOS

JOÃO LIPPERT ASSUME A PRESIDÊNCIA DO INSTITUTO IESES

As pessoas que assinaram falsamente como supostas vítimas em processo criminal contra o repórter João Lippert, acusando o mesmo de denunciação caluniosa em relação à denúncia da extorsão mediante sequestro que o mesmo sofreu em 23 de janeiro de 1999: Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, João Rosado Maldonado e Tirone Lemos Michelin, tendo como suas testemunhas Domingos Moreira Góes, Volnei Lauermann Falckembach, Arnildo Shildt e Marcínio Tavares Neto.

Clique aqui e veja o documento de instauração do processo com os nomes das supostas vítimas e testemunhas.

O processo contra o repórter João Lippert foi instaurado pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg. Mesma promotora que recebeu a denúncia do sequestro de João Lippert e nada fez, apenas arquivou a denúncia em sete dias do protocolo. Para instauração do processol, além da denúncia do sequestro, a promotora usou outras denúncias feitas pelo repórter João Lippert, inclusive a denúncia por ameaça via telefone que sofreu João Lippert do na época juiz Fábio Koff Júnior.

Clique aqui e veja a denúncia do sequestro feita ao Ministério Público Estadual de Canoas.
Clique aqui e veja a denúncia contra o juiz Fábio Koff Júnior feita ao Ministério Público Estadual de Canoas.

O juiz Paulo de Tarso Carpena Lopes, no mesmo processo, determinou a realização de perícia médica do repórter João Lippert no Instituto Psiquiátrico Forense. Perícia da qual seria sua curadora a defensora pública Ivanise Maciel Deckmann, que ao invés de defender o repórter João Lippert, o ofendeu e intimidou, na tentativa de desestabilizá-lo. Perícia que foi realizada pelo repórter João Lippert, sem a presença de advogado, que gerou um laudo forense assinado por três médicos peritos atestando ser João Lippert plenamente capaz de seus atos e não apresentar nenhuma moléstia mental.

Clique aqui e veja o laudo forense.

O processo foi sentenciado indevidamente em desfavor do repórter João Lippert pela juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet. Venda de sentença e vingança por ter sido a juíza representada por João Lippert na Corregedoria Geral da Justiça.

O crime de extorsão mediante sequestro nunca foi investigado e João Lippert foi indevidamente condenado. Em relação a isto, estão sendo ingressados com todos os recursos em instâncias superiores e revisão criminal.

A promotora Fernanda Ruttke Dillenburg, a defensora Ivanise Maciel Deckmann, o juiz Paulo de Tarso Carpena Lopes e a juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet deverão responder na justiça por cumplicidade no crime de extorsão mediante sequestro do repórter João Lippert, além de da ex-delegada Helenita Vasconcelos Conrado (a mudinha) e outros.