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Canoas/RS, 09 de agosto de 2017.

HORA DA JUSTIÇA

Processo criminal conta o ex-juiz Fábio Koff Júnior será julgado pela 11ª Vara Criminal do Foro Central de Porto Alegre/RS, por determinação do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.


Processo criminal contra Tirone Lemos Michelin, o sequestrador do repórter João Lippert, foi apelado e está para julgamento no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Tirone Lemos Michelin, bem como os hoje ex-reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, terão que prestar esclarecimentos à justiça.


Silvano Schneider também sabe da extorsão mediante sequestro que sofri em 1999, também deverá prestar esclarecimentos à justiça.

Ivanise Maciel Deckmann, defensora pública, irá responder processo criminal por humilhar, constranger, coagir, ameaçar e ofender o repórter João Lippert nas dependências do Foro de Canoas/RS.


Da mesma forma, a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, também responderá processo criminal por abuso de autoridade e outros, e deverá provar na justiça que o repórter João Lippert não foi sequestrado.


O repórter João Lippert denunciou a ULBRA e seu reitor na época, Ruben Eugen Becker, por lavagem de dinheiro e outros crimes, à Receita Federal. Por conta daquela denúncia e a investigação que foi gerada, os reitores deixaram de ser reitores da ULBRA.

Segundo Arnildo Shildt em depoimento à justiça, negociador da ULBRA que viajou com o repórter João Lippert para a Holanda, as operações bancárias do Instituto IESES no Abn Amro Bank eram legais, mas o mesmo não tinha conhecimento se quem recebeu os recursos financeiros havia sido o Instituto IESES ou a ULBRA. Como o Instituto IESES não recebeu nenhum recurso, a ULBRA é suspeita de ter recebido.


Atual reitora da universidade Feevale também deverá prestar esclarecimentos à justiça, em relação à destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo. O prédio foi totalmente destruído após uma reunião com Domingos Moreira Góes, advogado da ULBRA e três advogados da Feevale, que exigiam a paralisação da implantação da obra da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo. Domingos Moreira Góes e seu filho, que é advogado em Porto Alegre, também deverão prestar esclarecimentos na justiça.