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Canoas, 26 de dezembro de 2018.

INCINERAÇÃO INDEVIDA DE PROCESSO PELO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL?

Incineração indevida do processo da casa de João Lippert a Rua Peru 785 em Canoas, por determinação de desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e reintegração de posse da casa, causaram danos irreparáveis a João Lippert.

A casa onde João Lippert morava há mais de dez anos, fazia parte de um contrato entre a Universidade ULBRA e João Lippert. Contrato não cumprido pela universidade, pois nunca passou a propriedade para o nome de João Lippert.

 

O referido processo para tomar posse do imóvel, ingressado por João Lippert em 1998, foi julgado na primeira instância à favor da ULBRA pelo então juiz Fábio Koff Júnior. João Lippert recorreu da sentença e o processo ficou com o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul por quatro anos e oito meses, quando então foi mantida a sentença de primeira instância. 

Segundo informações de funcionários do Foro de Canoas no ano de 2006, somente retornou do Tribunal de Justiça a decisão do mesmo, não o processo completo. Segundo informações de funcionários do Tribunal de Justiça também em 2006, o processo teria sido incinerado por determinação do desembargador Sérgio Grassi Beck.

Em agosto de 2018, a Televisão TVS tentou uma entrevista com o desembargador Sérgio Grassi Beck, mas sem êxito, pois o assessor do mesmo alegou ter falado com o desembargador, que disse não ter conhecimento de nenhuma incineração de processo, muito menos por ordem do mesmo.


Em 2006 houve a reintegração de posse da referida casa de forma indevida e sem mandado, obrigando João Lippert a residir de aluguel até os dias de hoje. Entretanto, anterior a isto, a ULBRA fez convênio com o Ministério Público Estadual (clique aqui e veja o convênio), João Lippert foi sequestrado, João Lippert foi ameaçado pelo então juiz Fábio Koff Júnior, teve a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul fechada pelo juiz André Reverbel Fernandes, a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo totalmente destruída após uma reunião com o advogado da ULBRA na época Domingos Moreira Góes e três advogados da Universidade Feevale, que deram doze horas para João Lippert cancelar a implantação da escola em Novo Hamburgo.

Hoje se tem informação de que dentre os cerca de oitenta homens que destruíram a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, haviam funcionários da Empreiteira De Rose, que trabalhavam na obra, administrados por Edson Freitas Carpas e sua mulher. 

Busca-se informações do paradeiro de Edson Freitas Carpas e de Vanderlei Zanatta, ex-funcionário do IESES. Ambos participaram da referida reunião em Novo Hamburgo.