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Canoas/RS, 08 de setembro de 2017.

MAIS UMA APELAÇÃO AO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
DO RIO GRANDE DO SUL

Em relação ao processo criminal contra o hoje ex-juiz Fábio Koff Júnior, após o Foro Central de Porto Alegre e o Foro de Canoas se julgarem incompetentes para o tramitar da ação, e após o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul determinar que o processo tramitasse na 11ª Vara do Foro Central Criminal de Porto Alegre, após tudo isto, o juiz criminal J.L.J.S. rejeitou a inicial sem se quer requerer através de Ordem Judicial a cópia ou segunda via da fatura telefônica do Foro de Canoas do mês de outubro de 2006, que comprovaria a ligação feita por Fábio Koff Júnior quando juiz do Foro de Canoas para o celular particular do repórter João Lippert na época, e o juiz criminal J.L.J.S. ainda procedeu com graves acusações contra o repórter João Lippert em sentença.

Advogados do repórter João Lippert apelaram da sentença ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul nesta data, 08/09/2017, com requerimento de desconstituição total da sentença, requerimento de juntada no processo através de Ordem Judicial da fatura telefônica do Foro de Canoas do mês de outubro de 2006, requerimento de perícia na fatura e juntada de laudo pericial da mesma no processo, requerimento de que João Lippert tenha acesso à referida fatura e ao referido laudo pericial, requerimento de retratação no processo do juiz J.L.J.S. e que o mesmo juiz pague multa ao Judiciário no mesmo valor em que condenou o repórter João Lippert por litigância da má-fé.

De outro lado, os primeiros e principais responsáveis por tantas denúncias que o repórter João Lippert teve que fazer contra advogados, promotoras públicas, defensoras públicas, juízes, juízes-corregedores e desembargadores, foram os hoje ex-reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, que além da perseguição implacável contra o repórter João Lippert, ex-funcionário da ULBRA, que se mantém até os dias de hoje, em um ato vil e covarde, ainda mandaram sequestrá-lo em 23 de janeiro de 1999, segundo o próprio sequestrador Tirone Lemos Michelin, quando João Lippert estava implantando a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, que posteriormente foi indevidamente embargada e após totalmente destruída a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.

De outro lado, os primeiros e principais responsáveis por tantas denúncias que o repórter João Lippert teve que fazer contra advogados, promotoras públicas, defensoras públicas, juízes, juízes-corregedores e desembargadores, foram os hoje ex-reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, que além da perseguição implacável contra o repórter João Lippert, ex-funcionário da ULBRA, que se mantém até os dias de hoje, em um ato vil e covarde, ainda mandaram sequestrá-lo em 23 de janeiro de 1999, segundo o próprio sequestrador Tirone Lemos Michelin, quando João Lippert estava implantando a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, que posteriormente foi indevidamente embargada e após totalmente destruída a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.

Tais reitores foram sempre protegidos por alguns homens da justiça, não se sabe a que custo, como dito que seriam por Tirone Lemos Michelin, e até os dias de hoje João Lippert não encontrou a tão almejada justiça brasileira.

Quando reitores da ULBRA, os mesmos assinaram contratos preliminares com praticamente todos os advogados de Canoas/RS, segundo os próprios profissionais, tornando impossível a defesa de João Lippert junto ao Poder Judiciário, além de assinarem convênio com o Ministério Público Estadual após o crime de extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert em 23 de janeiro de 1999.

Os hoje ex-reitores da ULBRA nunca provaram suas inocências dos crimes dos quais foram acusados, bem como nunca responsabilizaram na justiça Tirone Lemos Michelin, que foi o homem que afirmou a João Lippert no ato do crime de extorsão mediante sequestro, que os reitores da ULBRA na época eram os mandantes daquele crime.