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Canoas, 26 de novembro de 2018.

NOVO PRAZO PARA O ADVOGADO CLÓVIS VOESE

O advogado Clóvis Voese não aceitou a proposta de acordo do IESES e seu diretor geral João Lippert, em relação à devolução de toda a documentação da instituição e outros cheques. Com isto, conclui-se que o advogado Clóvis Voese realmente está em posse da documentação e dos cheques. De outro lado, suspeita-se que o advogado possa estar sendo pressionado ou ameaçado para não fazer o acordo.

Em relação a isto, diz João Lippert. “Dr. Clóvis. Basta de desacordos. Embora não tive sua resposta, ficando entendido que não aceitou a proposta, lhe dou mais o prazo até sexta-feira, 30 de novembro, para aceitar aquela mesma proposta publicada aqui no site da Televisão TVS (veja aqui) e que lhe foi enviada via e-mail.”

Naquele dia da destruição da escola, o diretor geral do IESES, João Lippert, estava em sua residência à Rua Peru 785 em Canoas com viagem marcada para Portugal e deveria embarcar aproximadamente às 20hs daquele dia. João Lippert soube da destruição da escola pelos seus três seguranças na época, que lhe aconselharam a não ir na escola, em razão de que os homens demonstravam estar muito nervosos, alguns apreciam que estavam sob efeito de álcool ou drogas. João Lippert remarcou a viagem para Portugal para três dias após.

A partir do dia da destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, João Lippert ficou aproximadamente um ano sem falar com Clóvis Voese. Apesar de que de Portugal, várias vezes João Lippert tentou falar com o advogado via telefone. Porém, quando o telefone era atendido era desligado em seguida. Após várias tentativas de falar com Clóvis Voese, João Lippert só conseguiu falar com o mesmo cerca de um ano depois, quando o advogado ligou para João Lippert, para o Hotel Villa Galé em Portugal, para dizer ao mesmo não retornar ao Brasil, pois seria preso e teria que ser ingressado com habeas corpus. Mesmo assim, João Lippert voltou para o Brasil.

No mesmo dia da ligação, estava no mesmo hotel o advogado Pedro da Silva com sua mulher. João Lippert comentou o que Clóvis Voese disse com Pedro da Silva Reis, mas o advogado nada disse a respeito. Como Clóvis Voese sabia em que hotel estava hospedado João Lippert? Suspeita-se que a informação tenha sido passada pelo advogado Pedro da Silva Reis.

Certo dia já no Brasil, João Lippert encontrou o telefone residencial de Clóvis Voese em São Paulo na época. Clóvis atendeu a ligação e desligou ao reconhecer a voz de João Lippert.

Clóvis Voese tinha cargo de confiança no Instituto IESES e hoje é suspeito de ter ficado com todos os documentos do Instituto IESES, como contratos de locação dos prédios das escolas e outros, além de ser suspeito de apropriação indébita de cheques.

De outro lado, em razão de ofensas, calúnias e difamações ditas por escrito por Clóvis Voese em documento à justiça, João Lippert ingressou com processo indenizatório contra Clóvis Voese no ano de 2013. Entretanto, após o tramitar do processo, faltando apenas a sentença do magistrado de primeira instância, Clóvis Voese protocolou petição no processo com alegação de “novos fatos”. Porém, o que Clóvis Voese comunicou na petição foi a condenação de João Lippert em um processo criminal movido pelo Ministério Público Estadual, através da promotora Fernanda Rutkke Dillenburg, por ter João Lippert denunciado o sequestro que sofreu em 1999. Porém, em relação a isto, petição de João Lippert já foi protocolada no processo, requerendo desentranhamento dos documentos juntados por Clóvis Voese em razão do assunto não fazer parte da ação.

A referida condenação alegada por Clóvis Voese como “novos fatos” não tem absolutamente nenhuma relação com o processo indenizatório movido contra Clóvis Voese.

A referida condenação já foi divulgada na Internet pelo próprio repórter João Lippert, justamente por ser totalmente incabível e injusta. João Lippert é inocente da acusação de denunciação caluniosa. Ninguém que fosse culpado, divulgaria ao mundo via Internet uma condenação, se não fosse inocente. Até os desembargadores que julgaram o processo e mantiveram a sentença, sabem que João Lippert é inocente e que o sequestro realmente aconteceu. A prova maior de que o sequestro ocorreu, é que a justiça nunca investigou o crime. No processo da referida condenação, será requerida revisão criminal, pois o crime de extorsão mediante sequestro denunciado por João Lippert nunca foi investigado. Nunca houveram acareações, reconstituição do crime, João Lippert nunca depôs na condição de vítima do crime de sequestro e os acusados nunca depuseram na condição de réus. Somente com a comprovação de que o crime não aconteceu, é que João Lippert poderia ser processado pela denúncia que fez. O que não é o caso.