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Canoas, 30 de janeiro de 2018.

PROPOSTA DE CONCILIAÇÃO JUDICIAL

Com base em um cronograma de acordos na justiça, o presidente da Televisão TVS, o repórter João Lippert, assim como em outros acordos já propostos, propõe o que segue abaixo.

Uma senhora idosa no Rio Grande do Sul locou para o presidente da Televisão TVS, o repórter João Lippert e para a sua família, uma propriedade onde a mesma tem usufruto do imóvel. Até aí, tudo bem.

A locação fora feita em termos de amizade pessoal, mesmo porque, os advogados da Televisão, fizeram o favor de ingressar com uma reintegração de posse na justiça contra uma das filhas de tal senhora e genro, que moraram no imóvel em questão há mais de cinco anos sem pagar aluguel e sem aceitarem pagar.

Entretanto, após ser ingressado com reintegração de posse na justiça, após tal senhora ter de volta o imóvel, propor locação a João Lippert e Televisão TVS e firmar a locação em contrato para o período de cinco anos, tal senhora, em menos de três meses de locação, passou a criar diversos problemas e atritos com seus locatários.

A idosa passou a querer determinar como os locatários deveriam cuidar do imóvel, até mesmo no corte de grama e poda de árvores, querendo sempre saber quem chegava e quem saía do imóvel locado.

Passada esta fase, a idosa passou a perturbar os locatários, ligando seu rádio com volume muito alto, algumas vezes a partir das 06hs da manhã, praticamente todos os dias, o que gerou vários boletins de ocorrência por perturbação. O que aliás, continua a ocorrer. Tal idosa e seus familiares ainda passaram a destruir a cerca viva de boldos-de-jardim, plantada por João Lippert no pátio do imóvel locado, na divida das propriedades, o que configura crime previsto no artigo 163 do Código de Processo Penal: destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia.

Tal senhora foi a mandante de uma invasão de domicílio ao imóvel locado, cometida por um de seus genros, casado com a filha que tal senhora demonstra ter preferência. Naquele ato de invasão, a filha que foi expulsa do imóvel hoje locado se fez cúmplice. Tal como quadrilha, organizaram a invasão, aproveitando-se do movimento de trabalhadores que consertavam o telhado do imóvel locado, e aos gritos, ofensas e ameaças, inclusive de morte, várias lajotas foram retiradas do imóvel locado sem a autorização dos locatários, ou seja, João Lippert e a Televisão TVS. Entretanto, esta não foi a primeira nem a última vez em que os locatários tiveram que suportar ofensas e ameaças da idosa e seus familiares. Outra vez, as ameaças foram feitas pelo filho de tal idosa à Dionéia Rodolfo da Rosa, esposa do repórter João Lippert e coordenadora geral da Televisão TVS, em relação a pedras de areia colocadas na calçada em frente ao imóvel locado, para impedir que tal senhor passasse com seu carro no local, o que é proibido por Lei e o mesmo o fazia tinha o costume de fazer.

Tal senhora ainda ingressou com duas ações de despejo, uma contra João Lippert e outra contra a Televisão TVS, uma já tendo sido arquivada. Ações sem qualquer fundamento, já que todos os aluguéis sempre foram pagos rigorosamente em dia, bem como os impostos, sendo que o imóvel sempre fora bem cuidado pelos locatários, que inclusive fizeram melhorias no local, como colocação de escada para o segundo piso e na área, além de colocação de todas as tomadas que faltavam e lajotas no segundo piso.

Em relação a este ato absurdo de ingressar com ações de despejo contra João Lippert e a Televisão TVS, suspeita-se que a idosa possa ter tido influência do locador do antigo imóvel em que estava instalada a Televisão TVS, porque aquele senhor fez o mesmo. Em relação a isto, a ação indevida de despejo movido pelo antigo locador também foi arquivada, visto que o juiz entendeu, através de todas as provas apresentadas por João Lippert, que não havia razão nenhuma para um despejo.

Com tudo isto, lembramos uma das exigências feitas por Tirone Lemos Michelin em 23 de janeiro de 1999, quando sequestrou João Lippert, a mando dos reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, segundo o próprio sequestrador no ato do crime. Tirone Lemos Michelin exigiu que João Lippert desocupasse o imóvel em que residia na Rua Peru 785 em Canoas, propriedade que a ULBRA deveria ter repassado para o nome de João Lippert e não o fez. No ato do sequestrado, configurado como crime de “extorsão mediante sequestro”, foram feitas várias outras exigências e ameaças a João Lippert e sua família. Clique aqui e leia o relato do sequestro. Assim sendo, todas os boicotes, ameaças e perseguições ao repórter João Lippert, seus filhos e suas empresas, até que provem ao contrário na justiça, podem ser obra do sequestrador, dos mandantes do sequestro em cumplicidade com outras pessoas, como o advogado da ULBRA Domingos Moreira Góes, e até mesmo autoridades.

Entretanto, devido os atos cometidos por tal senhora e seus familiares, a mesma hoje responde um processo cível por quebra de contrato e três processos criminais: dois por contravenções penais (perturbação) e um por ameaça juntamente com seu filho, uma filha e dois genros. A mulher do neto de tal senhora também responde processo criminal. Além destes processos, outros estão em formatação contra tal idosa e alguns de seus filho, familiares e amigos, como um senhor que chamou um magistrado de “meu querido” em sala de audiência, sendo repreendido pelo magistrado no mesmo instante.

Contudo, todos apostavam na condenação do repórter João Lippert na segunda instância. Porém, no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul se fez justiça de fato, e por unanimidade, João Lippert foi absolvido no processo criminal movido pelo Ministério Público Estadual.

Enfim, em relação a tal senhora e seus filhos e familiares, que já respondem processos criminais, além de outros que devem ser ingressados na justiça, como o repórter João Lippert propôs-se a neste ano de 2018 tentar conciliação na justiça em relação aos processos que já tramitam e outros que ainda não ingressaram, João Lippert e a Televisão TVS, com concordância dos acionistas, propõem que seja feito um acordo com tal senhora na justiça, e que para tal, que o advogado de tal senhora entre em contato com o repórter João Lippert por e-mail (tvsinternacional@hotmail.com) para agendar data, hora e local para uma reunião e ter ciência da proposta e comunicar tal senhora dos termos, podendo assim todos os processos cíveis e criminais de ambas as partes serem findados de uma vez por todas. Caso não haja contato do advogado até o dia 10 de fevereiro de 2018, ficará entendido que não há interesse em acordo por parte de tal senhora, e neste caso, todos os processos continuarão a tramitar e outros ainda deverão ser ingressados na justiça.