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Canoas/RS, 28 de setembro de 2017.

QUEM É ALFEU VALÉRIO IAMIN

Quando João Lippert sofreu a reintegração de posse no ano de 2006 do imóvel em que residia desde 1994, a Rua Peru 785 em Canoas, imóvel que a ULBRA deveria ter passado para o nome de João Lippert e não o fez, reintegração de posse determinada pelo juiz na época Fábio Koff Júnior, todos os bens móveis de João Lippert foram removidos do local pela empresa Granero e levados para o Depósito Judicial de Canoas, onde na época o Leiloeiro Oficial era o senhor Alfeu Valério Iamin.


Rua Peru 785 em Canoas/RS

O imóvel fazia parte de um contrato de transferência de tecnologia entre a ULBRA e João Lippert. Contrato que não foi cumprido pela ULBRA, já que não passou o imóvel para o nome de João Lippert.

De outro lado, no interior de um guarda-roupa de marca Carrarro, que estava no quarto de João Lippert, estavam guardadas duas minifitas k7 com a gravação da voz de Tirone Lemos Michelin e João Lippert no ato da extorsão mediante sequestro, que Tirone Lemos Michelin cometeu contra João Lippert em 23 de janeiro de 1999.
(Leia o relato do sequestro sofrido por João Lippert)

Contudo, o guarda-roupa e outros bens foram desmontados por funcionários da empresa Granero para transporte, e as duas minifitas k7 desapareceram. Não foram encontradas no Depósito Judicial em Canoas. Após contato com a Granero na época, um advogado disse para João Lippert que a empresa não tinha conhecimento do que aconteceu e que se algum funcionário tivesse pegado as fitas, deveria ter entregue para a Oficial de Justiça Márcia Fink.


Márcia Fink

Em relação às minifitas k7, no ano de 2006, antes de denunciar o sequestro ao Ministério Público Estadual de Canoas, um advogado que não aceitou atuar para João Lippert na época por ter contrato com a ULBRA, aconselhou João Lippert a não colocar a gravação na denúncia ao Ministério Público, porque segundo o advogado, o Ministério Público iria exigir provas no tramitar da investigação e daí sim João Lippert deveria apresentar as minifitas k7. João Lippert seguiu as orientações do advogado, porém, a denúncia feita por João Lippert ao Ministério Público Estadual de Canoas foi simplesmente arquivada em sete dias pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, sem qualquer investigação, e a promotora ainda instaurou processo criminal contra João Lippert pela denúncia feita.


Fernanda Ruttke Dillenburg

Como as minifitas k7 desapareceram na reintegração de posse, as mesmas nunca puderam ser apresentadas à justiça por João Lippert.

Quando João Lippert foi ao Depósito Judicial de Canoas retirar seus bens, dentro do prazo estabelecido e pagando as devidas taxas, o Leiloeiro senhor Alfeu Valério Iamin agiu de forma correta, entregando todos os bens a João Lippert, com exceção das minifitas k7 que não foram localizadas. Entretanto, quando João Lippert ainda estava no Depósito Judicial, o senhor Alfeu Valério Iamin recebeu uma ligação no telefone fixo do local e João Lippert pode perceber que na ligação estava ocorrendo uma discussão entre o Leiloeiro e quem estava do outro lado da linha. Após isto, o senhor Alfeu Valério Iamin disse a João Lippert que estavam ligando para ele, brigando porque o mesmo havia entregue os bens de João Lippert.

Neste caso, o senhor Alfeu Valério Iamin deverá apontar na justiça, quem ligou para o mesmo exigindo que os bens de João Lippert não fossem entregues. Contudo, suspeita-se do na época juiz Fábio Koff Júnior, do juiz P.C.F., do cartorário da 1ª Vara Cível de Canoas, do advogado da ULBRA Domingos Moreira Góes e de Tirone Lemos Michelin, ou ainda um dos três reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, reitores apontados por Tirone Lemos Michelin no ato do sequestro como mandantes daquele crime.


Fábio Koff Júnior - Cartorário - Juiz PCF - Domingos Moreira Góes - Tirone Lemos Michelin - Ruben Eugen Becker - Leandro Eugênio Becker - Pedro Menegat