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Canoas/RS, 02 de outubro de 2017.

QUEM É ÂNGELA MARIA LEDERHÓS SILVA

Ângela Maria Lederhos Silva era investigadora de polícia civil na cidade de Canela/RS no ano de 2005 e o que sabe-se, é que a mesma ainda ocupa tal cargo na polícia civil.

No ano de 2005, João Lippert e a Fundação & Mantenedora TESES alugaram duas peças da residência de Dionéia Rodolfo da Rosa na cidade de Canela, para implantação de escritório provisório para promoverem o show de Zezé Di Camargo & Luciano, que estava em negociação. Show àquele que não foi realizado pela dupla sertaneja.

Tal residência de Dionéia Rodolfo da Rosa situava-se a Rua Augusto Pestana, 1126, nos fundos do pátio, onde na frente tinha outra residência, na qual residia Luiz Alexandre Dartora com sua mãe, Zilda Furlan Dartora, e com sua irmã, Marialva Dartora. Na época, Dionéia Rodolfo da Rosa e Luiz Alexandre Dartora estavam em processo de separação.


Luiz Alexandre Dartora - Zilda Furlan Dartora - Marialva Furlan Dartora

Luiz Alexandre Dartora, Zilda Furlan Dartora e Marialva Dartora passaram a promover danos financeiros contra João Lippert e o TESES, passando a cortarem a água da residência de Dionéia e escritório provisório, além de cortarem os fios da luz, cortar os fios do telefone da empresa a facadas pro mais de duas vezes e colocarem quatro pedras de areia, cada uma pesando cerca de 50kg, na entrada de veículos da residência de Dionéia e escritório provisório para impedir a entrada e saída de veículos.

A filha de Dionéia Rodolfo da Rosa, na época menor de idade, Bruna Dartora, chegou a passar mal com os ataques cometidos por Luiz Alexandre Dartora (seu pai), por Zilda Furlan Dartora (sua avó) e por Marialva Dartora (sua tia), precisando Bruna Dartora ser conduzida ao Hospital de Caridade de Canela, e para isto, sendo necessário acionar a Brigada Militar para que as pedras de areia fossem removidas do local para que Bruna Dartora pudesse ser levada ao hospital.

Todos estes crimes cometidos foram denunciados à Delegacia de Polícia Civil de Canela, através de boletins de ocorrência e a responsável pela área de investigação era Ângela Maria Lederhós Silva e o delegado responsável, Luís Rogério Carvalho de Lima.

Porém, nenhuma providência foi tomada, nem pela investigadora nem pelo delegado. As ocorrências apenas foram registradas e arquivadas, embora a gravidade dos fatos.

Como se não bastasse, em 24 de junho de 2005, o escritório provisório do TESES em Canela invadido por três policiais civis, que se apresentaram como sendo policiais da Delegacia de Canela. Os policiais estavam com arma em punho. Na época, o João Lippert estava doente e acamado com problemas renais. Os policiais invadiram o escritório provisório da empresa, sem mandado judicial. Os policiais cercaram a residência de Dionéia Rodolfo da Rosa, chutaram a porta que estava entreaberta e empurraram Dionéia contra um fogão à lenha aceso. Com a força do empurrão, Dionéia caiu de costas em cima do fogão, onde sofreu queimaduras superficiais. Este fato foi denunciado ao Ministério Público Estadual de Canela, onde o autor e Dionéia foram ouvidos, e aos mesmos foram negados cópia do depoimento. Os policiais, após invadirem o imóvel, foram até o quarto onde o João Lippert estava em repouso, fizeram-no vestir-se na frente de Dionéia Rodolfo da Rosa e de Chiara Aline Lippert. Um dos policiais ainda falava ao celular, citando o nome de Ângela Maria Lederhós Silva e do advogado de Gramado Pedro da Silva Reis, dizendo que estavam com o "indivíduo" e era só aguardar os mesmos na Delegacia de Canela. Salienta-se que tudo foi presenciado pela filha de Dionéia, Bruna Dartora, que na época era menor de idade.

Mediante toda esta situação, vizinhos e curiosos se aglomeravam na rua em frente à residência para saber o que estava ocorrendo, causando a João Lippert muita humilhação, constrangimento e desmoralização.

Os policiais levaram João Lippert e sua filha Chiara Aline Lippert, obrigados e conduzidos até a Delegacia de Polícia Civil de Canela, para prestar depoimento. Os policiais ameaçavam prender João Lippert se o mesmo não fosse conduzido, além de humilhar e constrangê-lo durante todo o caminho do escritório provisório até a Delegacia de Canela.

Na Delegacia de Canela, os policiais continuaram a humilhar, constranger e ofender João Lippert, além de tirarem fotos do mesmo dentro da Delegacia, rirem e debocharem na presença de todos que estavam na Delegacia de Canela, inclusive funcionários que faziam a limpeza no local. Os policiais deixavam a entender, que haviam gravado os telefonemas entre João Lippert e o empresário dos artistas Zezé Di Camargo & Luciano. Os policiais deixaram a entender que o pedido de interrogatório de João Lippert teria partido do advogado Pedro da Silva Reis, de Ângela Maria Lederhós Silva, do delegado Luís Rogério Carvalho de Lima e também dos reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, tudo no intuito de dar um "susto" em João Lippert.


Pedro da Silva Reis - Ângela Maria Lederhós - Luís Rogério Carvalho de Lima - Ruben Eugen Becker - Leandro Eugênio Becker - Pedro Menegat

No momento em que João Lippert estava na Delegacia de Polícia Civil de Canela, o advogado de Gramado Pedro da Silva Reis apareceu de surpresa e pediu ao Delegado Luis Rogério Carvalho de Lima para falar com João Lippert. Tendo a permissão do delegado, o advogado disse estar representando a senhora Ingeborg Rudolf Serdeira, proprietária de uma área de terra em Gramado na Linha Marcondes, que estava sendo adquirida para ser construído o Templo TESES. Pedro da Silva Reis coletou assinatura de João Lippert e comunicou que tal senhora havia sido interditada na justiça e a compra da área de terra estava cancelada. Neste caso, suspeita-se que Pedro da Silva Reis também possa ter tramado esta condução de João Lippert e invasão ao escritório provisório.

João Lippert denunciou o abuso das autoridades da Polícia Civil de Canela à Corregedoria Geral da Polícia Civil de Porto Alegre. Porém, não soube o andamento da denuncia feita e acredita que a denúncia tenha sido apenas arquivada.

Ângela Maria Lederhós Silva é suspeita de distribuir uma matéria caluniosa e difamatória contra João Lippert publicada em 1999 pelo Jornal de Gramado (veja a matéria), ao Hotel Serra Verde e ao Hotel Laje de Pedra, ambos do município de Canela. No Hotel Laje de Pedra, segundo documento apresentado à justiça pelo advogado do hotel, Marco Antonio Lucas, afirmou o advogado que recebeu a matéria do Jornal de Gramado referente ao autor, via fax da Delegacia de Canela.

Ainda segundo informações da administração do Hotel Laje de Pedra, a Delegacia de Canela também havia enviado a matéria do Jornal de Gramado contra João Lippert, via fax para a empresa ZCL – Comércio, Promoções e Produções Ltda. Empresa com a qual João Lippert e o TESES, negociavam o show da dupla Zezé Di Camargo & Luciano no ano de 2005, negociaram um show de Zezé Di Camargo & Luciano. Show não realizado e um dos motivos para que o show não tenha se realizado, foi a matéria do Jornal de Gramado enviada aos mesmos.

Como se não bastasse, no final do ano de 2005, Ângela Maria Lederhós Silva ajuizou uma “Ação Ordinária – Outros” contra João Lippert e contra o TESES sob nº 10500008189, alegando a mesma, que João Lippert passou a perturbar a atividade profissional da mesma com recebimento de comunicados extrajudiciais, ligações e publicações na Internet, no intuito de denegrirem a imagem da mesma, como pessoa e como funcionária pública. Ângela Maria Lederhós ainda alegou que João Lippert ocultava-se de receber intimações. Como a mesma não pode provar as alegações absurdas que fez contra João Lippert e o TESES, a ação foi arquivada.

(Assista ao vídeo da Televisão TVS em que João Lippert, Bruna Dartora e Dionéia Rodolfo da Rosa relatam a invasão policial sem mandado à propriedade em Canela e os fatos que aconteceram na Delegacia de Canela)