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Canoas/RS, 30 de setembro de 2017.


Fazenda Itacolomi em Gravataí/ES e Imóvel a Rua Peru 785 em Canoas/RS

João Lippert e sua família residiam na Fazenda Itacolomi em Gravataí/RS, quando o pró-reitor de administração da ULBRA - Universidade Luterana do Brasil na época, Pedro Menegat, apareceu na Fazenda Itacolomi com uma proposta de emprego a João Lippert. João Lippert receberia um emprego na ULBRA em Canoas/RS e uma propriedade de alvenaria devidamente quitada e passada para o nome de João Lippert, localizada próxima à ULBRA. Para isto, João Lippert deveria desocupar de livre e espontânea vontade a Fazenda Itacolomi, local onde a ULBRA tinha interesse em implantar o Campus ULBRA Gravataí, o que de fato ocorreu.

A Fazenda Itacolomi era um criatório de cobras, que posteriormente foi fechado e após a empresa proprietária do local, Guerino, falir, o local foi considerado massa falida. João Lippert tinha usucapião da área de terra e possuía um laboratório experimental para extração de veneno da abelha, própolis, pólen e geléia real, onde João Lippert desenvolveu fórmulas naturais com produtos derivados da abelha e equipamentos eletroeletrônicos.

Assim, aceita a proposta da ULBRA, através de Pedro Menegat, em 1994 João Lippert mudou-se para Canoas, em uma propriedade localizada a Rua Peru 785 no Bairro São José e passou a trabalhar na ULBRA como pesquisador na área humana e veterinária, atuando também como técnico em laboratório e eletrônica. A propriedade, diferente do que tratado com a ULBRA, era cercada com grades e não muro. João Lippert é que construiu o muro na propriedade com recursos próprios.

(Assista aos vídeos de pesquisas de João Lippert na Fazenda Itacolomi e na ULBRA em Canoas)

Contudo, a ULBRA nunca passou o imóvel para o nome de João Lippert como era o tratado e assinado em cotrato particular de transferência de tecnologia.
(Veja o contrato de transferência de tecnologia)

Assim, após João Lippert ser demitido da ULBRA sem justa causa em 1998, João Lippert constatou no Registro de Imóveis de Canoas, que a propriedade ainda não estava em seu nome. Com isto, João Lippert obrigou-se a ingressar na justiça com uma Ação Declaratória de Posse de Propriedade, que tramitou na 1ª Vara Cível de Canoas sob nº 008/1.05.0000615-4 e o juiz que julgou o processo foi Fábio Koff Júnior, hoje juiz aposentado. Juiz que posteriormente, após ser denunciado por João Lippert à Corregedoria Geral da Justiça ameaçou João Lippert via telefone e em visto em gabinete insinuou que João Lippert sofria de moléstia mental. Saiba mais sobre este assunto, clique aqui.

Fábio Koff Júnior deu sentença improcedente para João Lippert, determinando reintegração de posse do imóvel em favor da ULBRA, e o Tribunal de Justiça, após passados cinco anos da apelação de João Lippert, manteve a sentença de Fábio Koff Júnior, que após afastar-se do processo por sido denunciado por João Lippert, o juiz P.C.F. executou a sentença de reintegração de posse.

Cabe salientar que o todo o processo foi incinerado, com exceção da sentença do Tribunal de Justiça, segundo funcionária do próprio Tribunal de Justiça, que também afirmou que tal ato havia sido por determinação do Desembargador Sergio Luiz Grassi Beck na época.

Assim, em 21 de novembro de 2006, aproximadamente às 8hs30, compareceu na propriedade à Rua Peru 785 em Canoas, a oficial de justiça Márcia Fink, acompanhada de força policial armada, sendo eles o sargento Fontana, o saldado Reduit, além de cerca de mais seis policiais da Brigada Militar, todos com arma em punho, o chaveiro Elias, o fotógrado Adrin, o segurança Mário, além de mais dois homens, que segundo a oficial de justiça também eram oficiais de justiça do Foro de Canoas.

A reintegração de posse foi feita sem a presença de João Lippert que estava trabalhando, fora do prazo determinado no processo e sem apresentação de mandado judicial e identificação da oficial de justiça Márcia Fink e dos outros supostos oficiais de justiça, somente com a presença da filha de João Lippert, Keila Cristine Lippert e da menor na época, Bruna Dartora. Todos os bens foram desmontados e carregados por funcionários da empresa Granero.


Márcia Fink

No momento da reintegração de posse, na esquina em frente ao imóvel a Rua Perú, tinha uma retroescavadeira estacionada com cinco pessoas, que permaneceram no local durante a reintegração de posse e quando o caminhão da Granero com os bens de João Lippert saiu do local, as cinco pessoas também saíram com a retroescavadeira. Neste caso, suspeita-se que tais pessoas estavam ali, fingindo estarem trabalhando, a pedido ou determinação da ULBRA, para servirem de testemunha.

Quando João Lippert chegou na propriedade, já a encontrou trancada com seguranças da ULBRA dentro da propriedade, e Keila Cristine Lippert e Bruna Dartora estavam na calçada à espera de João Lippert, com algumas malas e bolsas com roupas e com três cães de estimação, que tiveram que ser doados a pessoas que passavam na rua naquele momento. Naquele momento, João Lippert e sua família teve ajuda de uma amiga da família que os levou de carro ao Hotel Sulmaré, onde João Lippert e sua família pernoitaram e após localizaram uma casa simples de madeira para locação.

De outro lado, no interior de um guarda-roupa de marca Carrarro, que estava no quarto de João Lippert, estavam guardadas duas minifitas k7 com a gravação da voz de Tirone Lemos Michelin e João Lippert no ato da extorsão mediante sequestro, que Tirone Lemos Michelin cometeu contra João Lippert em 23 de janeiro de 1999.
(Leia o relato do sequestro sofrido por João Lippert)

Contudo, o guarda-roupa e outros bens foram desmontados por funcionários da empresa Granero para transporte, e as duas minifitas k7 desapareceram. Não foram encontradas no Depósito Judicial em Canoas. Após contato com a Granero na época, um advogado disse para João Lippert que a empresa não tinha conhecimento do que aconteceu e que se algum funcionário tivesse pegado as fitas, deveria ter entregue para a oficial de justiça Márcia Fink.

Em relação às minifitas k7, no ano de 2006, antes de denunciar o sequestro ao Ministério Público Estadual de Canoas, um advogado que não aceitou atuar para João Lippert na época por ter contrato com a ULBRA, aconselhou João Lippert a não colocar a gravação na denúncia ao Ministério Público, porque segundo o advogado, o Ministério Público iria exigir provas no tramitar da investigação e daí sim João Lippert deveria apresentar as minifitas k7. João Lippert seguiu as orientações do advogado, porém, a denúncia feita por João Lippert ao Ministério Público Estadual de Canoas foi simplesmente arquivada em sete dias pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, sem qualquer investigação, e a promotora ainda instaurou processo criminal contra João Lippert pela denúncia feita.


Fernanda Ruttke Dillenburg

Como as minifitas k7 desapareceram na reintegração de posse, as mesmas nunca puderam ser apresentadas à justiça por João Lippert.

Quando João Lippert foi ao Depósito Judicial de Canoas retirar seus bens, dentro do prazo estabelecido e pagando as devidas taxas, o Leiloeiro senhor Alfeu Valério Iamin agiu de forma correta, entregando todos os bens a João Lippert, com exceção das minifitas k7 que não foram localizadas. Entretanto, quando João Lippert ainda estava no Depósito Judicial, o senhor Alfeu Valério Iamin recebeu uma ligação no telefone fixo do local e João Lippert pode perceber que na ligação estava ocorrendo uma discussão entre o Leiloeiro e quem estava do outro lado da linha. Após isto, o senhor Alfeu Valério Iamin disse a João Lippert que estavam ligando para ele, brigando porque o mesmo havia entregue os bens de João Lippert. Suspeita-se do na época juiz Fábio Koff Júnior, do juiz P.C.F., do cartorário da 1ª Vara Cível de Canoas, do advogado da ULBRA Domingos Moreira Góes e de Tirone Lemos Michelin, ou ainda um dos três reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, reitores apontados por Tirone Lemos Michelin no ato do sequestro como mandantes daquele crime.


Fábio Koff Júnior - Cartorário - Juiz PCF - Domingos Moreira Góes - Tirone Lemos Michelin - Ruben Eugen Becker - Leandro Eugênio Becker - Pedro Menegat

Cabe salientar que a reintegração de posse, que ocorreu fora de prazo e de maneira indevida, foi denunciada por João Lippert ao Ministério Público Estadual de Canoas, porém, a denúncia foi simplesmente arquivada pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg.
(Leia a denúncia ao MInistério Público Estadual com detalhes da reintegração de posse)
(Veja os documentos da reintegração de posse)

Em relação a tudo isto, diz João Lippert. "Professor Pedro Menegat. Você me trouxe para a ULBRA para isto? O que você lecionava na ULBRA? Técnicas de sequestro? E se por ventura hoje eu resolvesse esquecer a minha crença e deixar de crer no meu Deus? Como ficaria a situação?"