NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES

CLÓVIS VOESE

Clóvis Voese foi sócio e advogado do IESES - Instituto Educacional Sagrado Espírito Santo. Clóvis Voese participou de diversas negociações do Instituto IESES e ficou com várias documentações do IESES, sem nunca devolver à João Lippert e demais sócios, como contratos da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul e da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.

Clóvis Voese participou de uma reunião em um escritório de advocacia em Novo Hamburgo. A referida reunião em 1999 foi agendada por Domingos Moreira Góes, advogado da ULBRA, juntamente com três advogados da Feevale que afirmaram serem da Universidade Feevale. Na reunião em Novo Hamburgo em 1999, estavam presentes, além de João Lippert os acionistas do IESES Chiara Lippert, Robson Lippert e Clóvis Voese, além de Vanderlei Zanatta, funcionário do IESES na época, e seu pai e Arlindo Zanatta, Edson Carpas, o proprietário do prédio alugado pelo IESES em Novo Hamburgo Arno Schimdt, o empreiteiro Edson Freitas Carpas, Domingos Moreira Góes, seu filho Maurício Góes e os três advogados da Feevale, que negaram-se em dizer seus nomes e negaram-se em assinar ata da reunião. O objetivo da reunião, foi a exigência por parte de Domingos e dos três advogados da Feevale, de que o IESES cancelasse em um prazo máximo de 12 horas as obras da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.

João Lippert e os acionistas do IESES obviamente não concordaram com esta imposição e cerca de cinco dias após a reunião, a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens. Uma central telefônica alugada da Siemens com duzentos e cinquenta ramais também foi destruída. Quando se deu o crime da destruição da escola, faltava cerca de uma semana para a chegada de representantes da fundação européia que suportaria o custo da escola e mais centenas de escolas do IESES no Brasil.

No ato da destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, um dos seguranças de João Lippert viu homens carregando um ônibus com bens da escola, como tintas, fios, lâmpadas fluorescentes, pincéis, rolinhos, algumas cadeiras e classes escolares, computadores, aparelhos de ramais e de fax, nobreaks, tomadas e vários outros materiais da escola. O segurança acionou a brigada militar, que apreendeu o ônibus com todos os bens roubados da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo. A Brigada levou os bens para a Delegacia de Polícia Civil de Novo Hamburgo, onde Robson Lippert, presidente do IESES prestou depoimento. Porém, os bens nunca foram devolvidos ao Instituto IESES e João Lippert nunca conseguiu falar com o delegado na época para esclarecer o não devolvi mento dos bens do IESES. Suspeita-se que os bens tenham sido entregues para a ULBRA ou para a FEEVALE.

A RBS TV com o repórter André Haar filmou e transmitiu a destruição, mas quando foi solicitado cópia das imagens, a RBS alegou que as mesmas haviam sido descartadas e destruídas.

Clique aqui e veja parte do depoimento de Robson Lippert!
Clique aqui e veja a planta do IESES aprovada para Novo Hamburgo!

Devido a como passou a agir Clóvis Voese, suspeita-se que o mesmo tenha envolvimento com a extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert em 1999 e até mesmo suspeita-se que Clóvis Voese tenha envolvimento com outros boicotes cometidos contra João Lippert e suas empresas desde 1998.

Em processos na justiça, Clóvis Voese nunca é localizado para responder as ações. Clóvis Voese está se omitindo de ser intimado e parece que o mesmo está em constante troca de endereço para tal, razão pela qual volta-se a publicar seu nome e sua foto neste site. Anteriormente, sua foto e nome haviam sido retirados de boa vontade pela Televisão TVS, quando o mesmo solicitou por escrito, porém, com está dificuldade da própria justiça de localizá-lo, seu nome e foto voltam a ser publicados e somente serão removidos através de determinação judicial.

CLÓVIS VOESE, ESPOSA OU COMPANHEIRA E FILHOS DEVERÃO
PRESTAR ESCLARECIMENTOS À JUSTIÇA!