NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES

DOMINGOS MOREIRA GÓES

Em 1999, João Lippert estava implantando a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, instituição do qual é diretor geral. João Lippert foi convidado para ser diretor geral do Instituto IESES em 1996, quando esteve em Tóquio no Japão, mas na época agradeceu e recursou o convite, pois trabalhava para a Universidade ULBRA como pesquisador nas áreas humana e veterinária. Com a saída de João Lippert da ULBRA em 1998, o mesmo passou a administrar o Instituto IESES.

Quando a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo já estava com cerca de 90% das obras concluídas, João Lippert foi chamado para uma reunião em Novo Hamburgo. A reunião foi agendada por Domingos Moreira Góes, advogado da ULBRA e coordenador do departamento jurídico da ULBRA na época, e por três advogados que Domingos afirmou serem da Feevale.

Na reunião em Novo Hamburgo em 1999, estavam presentes, além de João Lippert os acionistas do IESES Chiara Lippert, Robson Lippert e Clóvis Voese, além do ex-funcionário do IESES Vanderlei Zanatta e seu pai e Arlindo Zanatta, o proprietário do prédio alugado pelo IESES em Novo Hamburgo Arno Schimdt, o empreiteiro Edson Freitas Carpas, Domingos Moreira Góes, seu filho Maurício Góes e os três advogados da Feevale, que negaram-se em dizer seus nomes e negaram-se em assinar ata da reunião. O objetivo da reunião, foi a exigência por parte de Domingos e dos três advogados da Feevale, de que o IESES cancelasse em um prazo máximo de 12 horas as obras da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.

João Lippert e os acionistas do IESES obviamente não concordaram com esta imposição e cerca de cinco dias após a reunião, a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens. Uma central telefônica alugada da Siemens com duzentos e cinquenta ramais também foi destruída. Quando se deu o crime da destruição da escola, faltava cerca de uma semana para a chegada de representantes da fundação européia que suportaria o custo da escola e mais centenas de escolas do IESES no Brasil.

No ato da destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, um dos seguranças de João Lippert viu homens carregando um ônibus com bens da escola, como tintas, fios, lâmpadas fluorescentes, pincéis, rolinhos, algumas cadeiras e classes escolares, computadores, aparelhos de ramais e de fax, nobreaks, tomadas e vários outros materiais da escola. O segurança acionou a brigada militar, que apreendeu o ônibus com todos os bens roubados da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo. A Brigada levou os bens para a Delegacia de Polícia Civil de Novo Hamburgo, onde Robson Lippert, presidente do IESES prestou depoimento. Porém, os bens nunca foram devolvidos ao Instituto IESES e João Lippert nunca conseguiu falar com o delegado na época para esclarecer o não devolvi mento dos bens do IESES. Suspeita-se que os bens tenham sido entregues para a ULBRA ou para a FEEVALE.

A RBS TV com o repórter André Haar filmou e transmitiu a destruição, mas quando foi solicitado cópia das imagens, a RBS alegou que as mesmas haviam sido descartadas e destruídas.

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Domingos Moreira Góes está envolvido em um processo criminal contra João Lippert como testemunha da acusação. O processo é a respeito da denúncia que fez João Lippert em 2006 ao Ministério Público Estadual de Canoas, para que o crime de sequestro que sofru em 1999 fosse investigado. Em 23 de janeiro de 1999, um sábado, João Lippert foi sequestrado por Tirone Lemos Michelin. Homem que trabalhava para a ULBRA e tinha convívio com João Lippert e sua família, pois João Lippert trabalhou como pesquisador universitário na ULBRA de 1994 a 1998.

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Assim, em 2006 João Lippert decidiu confiar na justiça e denunciar o sequestro que sofreu em 1999 ao Ministério Público Estadual de Canoas. Porém, a afirmação de Tirone Lemos Michelin de que não adiantaria denunciar o crime, pois os reitores tinham autoridades a seu favor, veio a se confirmar, pois o sequestro não foi investigado, João Lippert não foi ouvido como vítima, os reitores da ULBRA e Michelin não foram ouvidos como réus, não houve acareações, não houve reconstituição do crime de sequestro, nem nenhuma outra diligência necessária para se investigar um crime desta gravidade. Crime hediondo imprescritível. Em apenas sete dias do protocolo da denúncia, a promotora Fernanda Ruttke Dillenburg arquivou a denúncia e ainda instaurou processo criminal contra João Lippert por denunciado o sequestro, colocando o sequestrador e os mandantes do crime como vítimas e o João Lippert, a verdadeira vítima, como réu. No processo, Domingos Moreira Góes constou como testemunha das supostas vítimas e depôs contra João Lippert. No processo criminal, João Lippert foi obrigado por determinação do juiz Paulo de Tarso Carpena Lopes a realizar uma perícia médica psiquiátrica no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre em 2008. O laudo, assinado por três médicos peritos, atesta que João Lippert é plenamente capaz de seus atos e não apresenta nenhuma moléstia mental.

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Assim, no ano de 2017, a juíza criminal do Foro de Canoas PPKT, após ser representada por João Lippert na Corregedoria Geral da Justiça por maus procedimentos em um processo, a juíza procedeu com uma sentença condenatória contra João Lippert no referido processo, aumentando a pena para evitar a prescrição. João Lippert recorreu ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e três desembargadores mantiveram a sentença da juíza, usando as mesmas palavras do Ministério Público Estadual. Estão sendo ingressados agora com todos os recursos cabíveis, inclusive para a terceira instância.

DOMINGOS MOREIRA GÓES, ESPOSA OU COMPANHEIRA E FILHOS DEVERÃO
PRESTAR ESCLARECIMENTOS À JUSTIÇA!