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Canoas/RS, 01 de outubro de 2017.

QUEM É DOMINGOS MOREIRA GÓES

Domingos Moreira Góes era advogado da Universidade ULBRA e coordenador do departamento jurídico da universidade. É possível que o mesmo ainda atue como advogado para a ULBRA, segundo consultas processuais.

Domingos Moreira Góes foi quem agendou reunião com João Lippert, sócios do Instituto IESES e três supostos advogados da Universidade Feevale.

Na referida reunião que se deu em um escritório em Novo Hamburgo, estavam presentes Domingos Moreira Góes e seu filho, os três supostos advogados da Feevale, o diretor-geral do Instituto IESES João Lippert, o presidente do IESES Robson Lippert, a acionista do IESES Chiara Lippert, o sócio do IESES José Luis Lippert da Silva, o advogado e sócio do IESES na época Clóvis Voese, três seguranças de João Lippert na época (Paulo Astor Eifler Cordeiro - coronel da Brigada Militar reformado, Almiro Campos Ventura - segurança do governador do Rio Grande do Sul aposentado e Gonçalves - aposentado falecido), o funcionário do IESES na época Vanderlei Zanatta e seu pai Arlindo Zanatta, Edson Carpa da Empreiteira D'Rose e sua mulher, o proprietário da Imobiliária Mineiro em 1999 e o proprietário do prédio vendido para o IESES implantar a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.


Domingos Moreira Góes - Clóvis Voese - Paulo Astor Eifler Cordeiro - Almiro Ventura - Vanderlei Zanatta

Na época, o reitor da Universidade Feevale era Lauro Tisher.

O objetivo da reunião foi exigir que a obra da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo fosse imediatamente cancelada. Obviamente, João Lippert e demais sócios do Instituto IESES não aceitaram tal imposição absurda. Cerca de uma semana após tal reunião, a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens, que suspeita-se serem funcionários da empreiteira, e todos os bens que estavam na obra, como material de construção, tintas, fios, mesas e cadeiras, cerca de cem classes escolares, aparelhos de telefone, computadores, microscópios e outros bens materiais, foram saqueados pelos mesmos homens que destruíram a obra.

Porém, quem ficou com todos os bens roubados? A empreiteira? Os funcionários da empreiteira? O delegado de Novo Hamburgo na época? O proprietário do prédio? Ou os reitores da ULBRA na época?

Domingos Moreira Góes também é suspeito de envolvimento com todos os boicotes que sofreu João Lippert, dos quais são suspeitos os hoje ex-reitores da ULBRA Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat. No ato da extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert em 23 de janeiro de 1999, o sequestrador Tirone Lemos Michelin disse que Domingos Moreira Góes seguia os passos de João Lippert, com o objetivo de passar informações aos reitores da ULBRA na época. (Leia o relato do sequestro). Suspeita-se ainda neste caso, que o advogado e sócio do IESES na época, Clóvis Voese, fosse informante de Domingos Moreis Góes.

Como João Lippert não aceitou tal absurdo, cerca de uma semana depois a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens, que suspeita-se serem funcionários da empreiteira, e todos os bens que estavam na obra, como material de construção, tintas, fios, mesas e cadeiras, cerca de cem classes escolares, aparelhos de telefone, computadores, microscópios e outros bens materiais, foram saqueados pelos mesmos homens que destruíram a obra. Porém, quem ficou com todos os bens roubados? A empreiteira? Os funcionários da empreiteira? O delegado de Novo Hamburgo na época? O proprietário do prédio? Ou os reitores da ULBRA na época?

(Assista ao vídeo do voo de helicóptero sobre a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo)