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Canoas/RS, 05 de outubro de 2017.

QUEM É EDSON FREITAS CARPA

Mário Edson Freitas Carpa trabalhou nas obras da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul como funcionário da empreiteira que fazia as obras na escola (veja o vídeo com trechos das obras).

Edson Freitas Carpa é sabedor da extorsão mediante sequestro seguida de cárcere privado à mão armada que sofreu João Lippert em 23 de janeiro de 1999 (leia o relato do sequestro), bem como é sabedor do embargo da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul (veja o vídeo do embargo).

Quando João Lippert deu início à implantação da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, João Lippert foi procurado por Edson Freita Carpa que demonstrou interesse em ser o empreiteiro responsável pela obra. Com isto, João Lippert disse que para tal, Edson Freitas Carpa teria que abrir uma empresa.

Deste modo, Edson Freitas Carpa registrou a empreiteira D'Rose, que ficou responsável pelas obras na Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo. Para tal, Edson Freitas Carpas recebeu do IESES, através do advogado na época Clóvis Voese, o valor de R$ 20 mil reais, e receberia o restante após a fundação europeia que suportaria as obras do IESES no Brasil, vistoriar a obra pronta.

(Veja o vídeo do voo de helicópetero sobre a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo com o piloto e vice-presidente do IESES, hoje falecido, Salmeron Kermor Ferreira Alves)

Durante as obras, Edson Carpa passou perguntar insistentemente, praticamente todos os dias, quando os diretores da fundação chegariam no Brasil. Isto foi perguntado mais de dez vezes a João Lippert em uma única semana.

Contudo, estando cerca de 90% da obra concluída, aproximadamente oitenta homens destruíram totalmente a escola, sendo ainda roubados bens materiais do local, como material de construção, tintas, fios, mesas e cadeiras, cerca de cem classes escolares, aparelhos de telefone, computadores, microscópios e outros bens materiais.

A suspeita é de que tais homens que destruíram totalmente a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo fosse funcionários da empreiteira D'Rose, portanto, funcionários de Edson Freitas Carpa, pois após a destruição da obra, cerca de quarenta homens acompanhados por Edson Freitas Carpas, tentaram invadir a propriedade em residia João Lippert na época, situada a Rua Peru 785 em Canoas. Tal invasão e ataque à vida de João Lippert e seus filhos foi impedida pelos três seguranças de João Lippert na época, Paulo Astor Eifler Cordeiro, Almiro Campos Ventura e Gonçalves (falecido).

João Lippert então foi com sua família e os seguranças para o Hotel Plaza São Rafael em Porto Alegre, enquanto eram agilizadas passagens aéreas para Portugal, seguindo conselhos da própria fundação européia que suportaria as obras do Instituto IESES no Brasil.

Entretanto, no Hotel Plaza São Rafael, João Lippert recebeu ameaças de Edson Freitas Carpa. Após João Lippert, seus filhos, esposa na época e seus seguranças estarem instalados nos apartamentos, Edson Freitas Carpas chegou ao hotel, com cerca de trinta a quarenta homens em um ônibus, que aguardavam na rua, pediu para que a recepção passasse ligação para o apartamento de João Lippert, e ao falar com João Lippert, Edson Freitas Carpa disse que se João Lippert não deixasse o hotel, Edson Freitas Carpa e os homens que o acompanhavam iriam invadir o hotel e destruir tudo.

Com isto, a administração do Hotel Plaza São Rafael, mesmo João Lippert pagando pelas estadias, determinou que João Lippert, seus familiares e segurança deixassem o hotel, e para obrigar João Lippert a tal, o hotel cortou o suprimento de água e energia elétrica do andar dos apartamentos em que estava João Lippert e sua família.

João Lippert foi obrigado a deixar o hotel e retornar para sua residência na época, contando apenas com a proteção de seus três seguranças.

No ano de 2010, Edson Freitas Carpa em cumplicidade com sua mulher voltaram a ameaçar João Lippert via telefone e pessoalmente no dia 21/09/2010. Na ocasião, João Lippert estava residindo com seus filhos em uma casa alugada situada na Rua Itú 688 em Canoas.

Ouça as gravações com as ameaças feitas pela mulher que se denominou Manuela para tal:

Ameaça via telefone no dia 16/09/2010

Ameaça via telefone no dia 18/09/2010

Ameaça via telefone no dia 24/09/2010 (duas ligações)

(Veja a denúncia feita na Polícia Civil protocolada em 17/09/2010)

(Veja a denúncia feita na Polícia Civil protocolada em 22/09/2010)

(Veja a denúncia feita na Polícia Civil protocolada em 27/09/2010)

Pela voz da mulher, João Lippert e seus filhos suspeitaram ser Rose, mulher de Edson Freitas Carpa, e tal suspeita confirmou-se no dia 21 de setembro de 2010, quando novamente a mulher denominada Manuela telefonou para a residência de João Lippert, porém, ao Dionéia Rodolfo da Rosa passar o telefone para João Lippert, a mulher desligou. Segundos após a ligação, bateram palmas na frente da residência de João Lippert. Dionéia Rodolfo da Rosa abriu a porta e viu um homem em frente ao portão com um guarda-chuva aberto, que identificou-se com Edson Carpa. Em seguida juntou-se a Edson Freitas Carpa um homem que não se identificou e uma mulher de cabelos pintados de loiro que identificou-se como Manuela. Os três estavam em um carro de cor preta que não foi possível anotar a placa. Edson Freitas Carpas exigia que João Lippert fosse falar com ele, mas devido às ameaças em 1999 e outras via telefone, Dionéia Rodolfo da Rosa comunicou que já existia um processo criminal no Foro de Canoas e que tudo deveria ser discutido em audiência. Mas Edson Freitas Carpa continuava exigindo falar com João Lippert. Naquele momento chegou no local o filho de João Lippert, Robson Lippert, que também foi ameaçado por Edson Freitas Carpas e sua mulher ao entrar no imóvel. Edson Freitas Carpa disse a Robson que se João Lippert não saísse para falar com ele, todos que estivessem na residência iam pagar caro. Com isto, foi acionada a Brigada Militar, porém, até a Brigada chegar Edson Carpa, sua mulher e o outro homem haviam ido embora. Os militares registraram boletim de ocorrência e forneceram um número de telefone para que se caso os ameaçantes retornassem, João Lippert telefonasse e pedisse socorro.

(Veja o boletim de ocorrência da Brigada Militar do dia 22/09/2010)

(Veja o vídeo de Edson Freitas Carpa, sua mulher e um homem na frente da residência de João Lippert na época)

Edson Freitas Carpa e sua mulher deverão esclarecer todas as ameaças e atentados que cometeram contra João Lippert e seus filhos, bem como, apontar nomes dos funcionários da empreiteira que são suspeitos de terem destruído a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul e que tentaram invadir a residência de João Lippert na época na Rua Peru 785, além de outros fatos que deverão ser esclarecidos pelos mesmos.