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Canoas/RS, 03 de outubro de 2017.

QUEM É ELIDES MARIA BONATTO

Elides Maria Bonatto foi casada com João Lippert por muitos anos e é testemunha de todos os boicotes que sofreu o IESES - Instituto Educacional Sagrado Espírito Santo, como impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha, embargo da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul e destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, além de ser testemunhas das operações bancárias que o IESES realizou com o ABN Amro Bank e não recebeu nenhum recurso, bem como da extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert em 23 de janeiro de 1999. Crime aquele cometido por Tirone Lemos Michelin, que no ato do sequestro, além de fazer várias ameaças e exigências, afirmou que o crime era a mando dos reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat. (Leio o relato do sequestro)


Tirone Lemos Michelin - Ruben Eugen Becker - Leandro Eugênio Becker - Pedro Menegat

Entretanto, apesar de tudo isto, em depoimento na justiça, Elides Maria Bonatto faltou com a verdade na justiça, negando todos os crimes que João Lippert sofreu e ainda, como se não bastasse, proferiu com diversas calúnias e inverdades contra João Lippert. Com isto, Elides Maria Bonatto cometeu o crime de FALSO TESTEMUNHO, previsto do Artigo 342 do Código Penal, como segue abaixo. Deste modo, Elides Maria Bonatto passa a ser suspeita de conivência com o crime de extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert.

Art. 342 do Código Penal - Decreto Lei 2848/40 - CP - Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940
Art. 342.  Fazer afirmação falsa, ou negar ou calar a verdade como testemunha, perito, contador, tradutor ou intérprete em processo judicial, ou administrativo, inquérito policial, ou em juízo arbitral: (Redação dada pela Lei nº 10.268, de 28.8.2001)
Pena - reclusão, de um a três anos, e multa. (Vide Lei nº 12.850, de 2.013) (Vigência)
Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 12.850, de 2013) (Vigência)
§ 1º  - Se o crime é cometido com o fim de obter prova destinada a produzir efeito em processo penal:
Pena - reclusão, de 2 (dois) a 6 (seis) anos, e multa.
§ 2º  - As penas aumentam-se de um terço, se o crime é praticado mediante suborno.
§ 3º  - O fato deixa de ser punível, se, antes da sentença, o agente se retrata ou declara a verdade.
§ 1o  As penas aumentam-se de um sexto a um terço, se o crime é praticado mediante suborno ou se cometido com o fim de obter prova destinada a produzir efeito em processo penal, ou em processo civil em que for parte entidade da administração pública direta ou indireta.(Redação dada pela Lei nº 10.268, de 28.8.2001)
§ 2o  O fato deixa de ser punível se, antes da sentença no processo em que ocorreu o ilícito, o agente se retrata ou declara a verdade. (Redação dada pela Lei nº 10.268, de 28.8.2001)

Ainda em relação a Elides Maria Bonatto, em meados de outubro de 2004, a mesma passou a apresentar comportamento muito diferente, esquecendo-se das coisas, alegando ter muitos pesadelos, apresentado comportamento irritadiço e muito agressivo para com João Lippert e seus filhos, Chiara, Robson e Keila. Em momentos de crise, Elides tentava machucar a si própria e tentava machucar João Lippert e seus próprios filhos. Elides sempre falava muito da ex-delegada Helenita Vasconcelos Conrado e mantinha estreito relacionamento de amizade com a mesma. Em uma das crises de Elides, João Lippert e seus filhos, no intuito de esclarecer muitas coisas que Elides dizia e no intuito de fazer a vontade de Elides, chamaram Helenita Vasconcelos Conrado. Porém, Helenita não compareceu e solicitou que a Brigada Militar fosse até a residência da família. A Brigada Militar juntamente com João Lippert e seus filhos levaram Elides para o Hospital Nossa Senhora das Graças em Canoas, onde recebeu atendimento médico e foi encaminhada para o setor de saúde mental, onde os médicos constataram que Elides apresentava problemas psiquiátricos. (Veja alguns documentos médicos de Elides)


Helenita Vasconcelos Conrado

Passados alguns meses, em meados de maio de 2005, Elides passou a ter comportamento muito mais agressivo e violento, obrigando João Lippert e seus filhos a levá-la novamente ao Hospital Nossa Senhora das Graças em Canoas. Após ser atendida, tendo ficado no Hospital Nossa Senhora das Graças por aproximadamente uma semana, o Hospital entrou em contato com João Lippert para avisar que Elides havia desaparecido do Hospital. João Lippert e seus filhos passaram a procurar Elides na casa de parentes, amigos e vizinhos e também pelas ruas de Canoas, até que Elides apareceu em casa no final da tarde. Questionada por João Lippert se a mesma tinha fugido do Hospital, Elides alegou muito alterada, que Helenita Vasconcelos Conrado que havia retirado-a do Hospital e que a mesma não voltaria para lá. Na mesma noite, Elides ameaçou seus próprios filhos, Robson e Keila com um facão. Razão pela qual João Lippert entrou em contato com o Hospital Nossa Senhora das Graças, onde a administração do Hospital alegou que não poderia mais receber Elides, pois a mesma havia fugido do Hospital e que a mesma poderia fugir novamente, recomendando que João Lippert a levasse para o Hospital Psiquiátrico São Pedro em Porto Alegre. Assim, foi entrado em contato com o Hospital Psiquiátrico São Pedro e levado Elides ao Hospital, onde a mesma foi medicada e ficou cinco dias em aguardo de leito, quando foi liberada pelo médico porque não haveria leito tão breve. Observa-se que Elides sempre alegava que estava em contato com Helenita Vasconcelos Conrado e que Helenita "daria um jeito em tudo", alegando que Elides não tinha problemas de saúde e que Helenita iria "colocar na cadeia" João Lippert e seus filhos.

Sem condições na época de internarem Elides em uma clínica psiquiátrica particular e sem leito disponível do Hospital São Pedro, João Lippert e seus filhos só podiam mantê-la em casa, preservando ao máximo pela integridade física de Elides e de si próprios. Porém, não podiam os mesmos obrigar Elides a permanecer dentro de casa sempre. Assim, a mesma saía sempre que queria e frequentava a casa de Helenita Vasconcelos Conrado.

Em novembro de 2004, Elides teria registrado um Boletim de Ocorrência na 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas contra João Lippert e seus filhos, Chiara, Robson e Keila, por lesões corporais, do qual Elides teria realizado exame de corpo de delito, o qual não teria acusado lesões. Este feito gerou processo criminal contra João Lippert e seus filhos, que foi devidamente arquivado pelo juiz Charles Abadie Von Ameln, por serem João Lippert e seus filhos inocentes das acusações.

(Veja a sentença de arquivamento extinta a punibilidade de João Lippert e seus filhos)

Ainda em relação a isto, segundo Elides, Helenita Vasconcelos Conrado teria medicado-a com medicamentos calmantes sem qualquer prescrição médica e levado-a até a 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, na época na Avenida Boqueirão, para registrar o Boletim de Ocorrência contra João Lippert e seus filhos. Ainda segundo Elides, a mesma não se recordava claramente do que foi dito para o registro do Boletim de Ocorrência, que a mesma sentia-se dopada e lembrava-se de que Helenita Vasconcelos Conrado ajudou-a a assinar o Boletim de Ocorrência pois nem isto Elides conseguia fazer. Elides ainda disse que lembrava-se de ter caído ao sair da Delegacia, devido estar com fortes tonturas em razão do medicamento dado a Elides por Helenita Vasconcelos Conrado.

Em 2005, João Lippert e Elides separam-se e Elides, com autorização da justiça, deixou a residência do mesmo e nunca mais entrou em contato e o que se sabe, é que a mesma está residindo na cidade de Cascavel/PR com a família da mesma.