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ELIZON D'AQUINO COSTA E AUGUSTO CÉSAR CARDOSO DA SILVA

Cerca de um ano antes de ingressar na ULBRA - Universidade Luterana do Brasil com pesquisador nas áreas humana e veterinária, João Lippert fez sociedade com os advogados Elizon D'Aquino Costa e Augusto César Cardoso no Laboratório Auxiliadora em Porto Alegre. Laboratório para produzir e comercializar produtos derivados das abelhas, que João Lippert tinha desenvolvido na Fazenda Itacolomi em Gravataí.

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Como as vendas iam muito bem, os advogados perceberam que o negócio tinha potencial e decidiram tirar João Lippert na sociedade, para que os advogados ganhassem mais. Para tal, os advogados criavam muitas dificuldade e confusões na administração do laboratório, para incentivar João Lippert a não querer mais fazer parte da sociedade.

Assim, os advogados Elizon D'Aquino Costa e Augusto César Cardoso propuseram a João Lippert deixar a sociedade e ser apenas o técnico responsável e fornecedor de matéria-prima purificada dos derivados das abelhas, como o veneno da abelha (apitoxina).

Com tantas confusões que ocorriam na administração do laboratório, João Lippert aceitou a proposta. Porém, os advogados passaram a comprar matéria-prima de outros fornecedores não regulamentos e mesmo assim, colocavam o nome de João Lippert como técnico responsável.

João Lippert então denunciou o caso à RBS TV na época, que fez matéria no Laboratório Auxiliadora e constaram que os produtos eram mal armazenados e em locais indevidos, sem estarem aptos para uso, estando o próprio laboratório sem condição de higiene para produção do produtos naturais.

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De outro lado, segundo informação de pessoas da ULBRA, os advogados Elizon D'Aquino Costa e Augusto César Cardoso, teriam conseguido páginas de um livro de um apicultor com fórmulas semelhantes às fórmulas desenvolvidas por João Lippert. Com isto, teriam os advogados, mostrado tais páginas de livro ao reitor da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, alegando que as fórmulas desenvolvidas por João Lippert foram copiadas de livros apícolas e que as fórmulas então vendidas para a ULBRA, seriam falsas.

Os advogados também teriam dito ao reitor da ULBRA, que quem teria apresentado aos advogados as páginas do livro apícola, teria sido o irmão de João Lippert que era e ainda é apicultor. Os advogados ainda disseram que João Lippert teria copiado as fórmulas de um caderno de anotações de seu irmão apicultor.

O que fizeram os dois advogados, com certeza foi vingança em razão da denúncia que fez João Lippert, inclusive à RBS TV, sobre as irregularidades no Laboratório Auxiliadora.

As fórmulas que João Lippert havia vendido à ULBRA, foram pesquisadas e desenvolvidas pelo próprio e foram aprovadas pelo Ministério da Agricultura, após diversas análises daquele órgão.

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Clique aqui e veja um vídeo da produção de própolis na ULBRA sob coordenação do pesquisador e técnico João Lippert!

Salienta-se que esta pode ter sido uma das razões para a demissão sem justa causa de João Lippert da ULBRA.

Em razão disto, João Lippert está requerendo na justiça, esclarecimentos de Elizon D'Aquino Costa, Augusto César Cardoso, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, além do irmão apicultor de João Lippert.

ELIZON D'AQUINOS COSTA E AUGUSTO CÉSAR CARDOSO DA SILVA, ESPOSAS OU COMPANHEIRAS E FILHOS DEVERÃO PRESTAR ESCLARECIMENTOS À JUSTIÇA!