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Canoas/RS, 24 de setembro de 2017.

QUEM É FÁBIO KOFF JÚNIOR

Fábio Koff Júnior era juiz da 1ª Vara Cível do Foro de Canoas, e foi o juiz responsável por determinar uma reintegração de posse contra João Lippert, do imóvel em que residia desde 199. Imóvel que a ULBRA - Universidade Luterana do Brasil deveria ter passado par ao nome de João Lippert e nunca o fez, quebrando o contrato que tinham.


Rua Peru 785 em Canoas/RS

Devido várias irregularidades no tramitar da ação declaratória ingressada por João Lippert, na qual Fábio Koff Júnior determinou reintegração de posse, João Lippert protocolou na Corregedoria Geral da Justiça do Rio Grande do Sul, representação disciplinar contra Fábio Koff Júnior, requerendo explicações do então juiz.
(Leia a representação à Corregedoria Geral da Justiça protocolada em 05/09/2006)

Com isto, em 20 de outubro de 2006 às 11hs03, João Lippert foi ameaçado pelo então juiz Fábio Koff Júnior via telefone. Na data da ameaça, João Lippert encontra-se na Galeria Center 15 no centro de Canoas, com sua filha Chiara Aline Lippert e com a funcionária do TESES na época, Dionéia Rodolfo da Rosa. O celular de João Lippert na época, de número (51) 91462571, estava carregando sua bateria em uma tomada da galeria. No momento da ligação, João Lippert havia saído com sua filha para comprar um lanche e quem atendeu a ligação foi Dionéia Rodolfo da Rosa. A ligação partiu do número do telefone do Foro de Canoas (51) 34721184. Quem estava do outro lado da linha era um homem de voz rouca que identificou-se como Koff Júnior (juiz Fábio Koff Júnior). Enquanto Dionéia Rodolfo da Rosa informava que João Lippert não se encontrava, naquele momento, João Lippert e sua filha chegavam à galeria. Dionéia Rodolfo da Rosa, então, pediu que Fábio Koff Júnior aguardasse um momento e passou o celular para João Lippert, que imediatamente reconheceu a voz do juiz Fábio Koff Júnior.

João Lippert foi intimidado, constrangido e ameaçado por Fábio Koff Júnior quando juiz, via telefone, razão pela qual protocolou representação disciplinar contra o mesmo também na Corregedoria Geral da Justiça e no Ministério Público Estadual de Canoas.
(Leia a representação à Corregedoria Geral da Justiça protocolada em 20/10/2006)
(Leia a representação ao Ministério Público Estadual de Canoas protocolada em 20/10/2006)

Após a representação disciplinar, ao se afastar do processo onde já havia determinado reintegração de posse contra João Lippert, Fábio Koff Júnior em visto em gabinete insinuou que João Lippert sofria de moléstia mental. Razão pela qual, Fábio Koff Júnior é suspeito de envolvimento e influência no requerimento e determinação de realização de laudo pericial de João Lippert no Instituto Psiquiátrico Forense de Porto Alegre, que comprovou em laudo assinado por três médicos peritos que João Lippert é plenamente capaz de seus atos e não possui nenhuma moléstia mental.
(Leia o Visto em Gabinete)
(Leia o Laudo Forense)

De outro lado, mesmo com requerimentos de João Lippert à Corregedoria Geral da Justiça, Foro de Canoas, Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e Conselho Nacional de Justiça, a fatura telefônica do Foro de Canoas do mês de outubro de 2006, que comprova a ligação telefônica feita pelo na época juiz Fábio Koff Junior para o celular particular de João Lippert, nunca foi requerida à companhia telefônica pelas autoridades competentes para tal.

Somente quem pode requerer uma cópia ou segunda via de fatura telefônica é um juiz, por se tratar de quebra de sigilo telefônico.

Ainda na busca por justiça e obtenção da fatura telefônica que comprova o abuso de autoridade cometido por Fábio Koff Junior quando juiz, o mesmo foi processado criminalmente por João Lippert neste ano de 2017, porém o juiz julgador do processo rejeitou a ação sem se quer requerer à companhia telefônica a referida fatura que comprova a ligação feita. Advogados de João Lippert apelaram da decisão do juiz e o processo será remetido ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.