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Canoas/RS, 01 de outubro de 2017.

QUEM É FERNANDA RUTKKE DILLENBURG

Em 12 de novembro de 1999, o Jornal de Gramado publicou matéria caluniosa e difamatória contra João Lippert em relação ao IESES - Instituto Educacional Sagrado Espírito Santo e às pesquisas de João Lippert. Na matéria caluniosa e difamatória, o Jornal de Gramado colocou foto e nome de João Lippert, bem como, nomes de seus filhos, Chiara Aline Lippert e Robson Ricardo Lippert e de sua esposa na época, Elides. Na matéria caluniosa constou o nome da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, na época promotora de Gramado. Assim, a matéria caluniosa e difamatória contra João Lippert dava conta de que a Polícia Civil de Gramado esteve investigando as ações do Instituto IESES a pedido da então promotora pública de Gramado Fernanda Ruttke Dillenburg. Constou na matéria também os nomes dos investigadores de Gramado, Afonso e Renê, que teriam conduzido às investigações.

(Veja a matéria)

Contudo, em atenção à solicitação de João Lippert, o delegado de Gramado na época, Ivan Carlos da Mota, emitiu documento afirmando nada constava de investigações, inquéritos ou feitos policias contra João Lippert. Confirmando serem totalmente caluniosas as informações contidas na matéria do Jornal de Gramado.

(Veja o documento da Delegacia de Gramado)

Observa-se que foram impressos mais de cinco mil exemplares do Jornal de Gramado com a matéria caluniosa e difamatória, sendo ainda que mais de cinco mil cópias foram feitas pela gráfica da ULBRA em Canoas e distribuídas em todos os campi e escolas da ULBRA, além de serem distribuídas em outras universidades e empresas gaúchas.

Já no ano de 2006, João Lippert denunciou ao Ministério Público Estadual de Canoas, a extorsão mediante sequestro seguida de cárcere privado à mão armada que sofreu em 23 de janeiro de 1999. Sequestro cometido por Tirone Lemos Michelin e segundo o mesmo, o crime era a mando dos reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat.


Ruben Eugen Becker - Leandro Eugênio Becker - Pedro Menegat - Tirone Lemos Michelin

(Leia o relato do sequestro)
(Leia a denúncia ao Ministério Público Estadual de Canoas)

Porém, para a surpresa de João Lippert e sua família, a denúncia do sequestro ficou sob responsabilidade da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg. Neste caso, a promotora pode ter sido promovida de Gramado para Canoas, após a matéria caluniosa publicada pelo Jornal de Gramado em 1999. A promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg simplesmente arquivou a denúncia feita por João Lippert em sete dias, sem qualquer investigação, e não satisfeita, ainda transformou-a em um processo criminal contra João Lippert, colocando como vítimas o sequestrador e os mandantes do sequestro (veja o documento).

Ainda não satisfeita com tamanha injustiça, em 2008 a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg ainda requereu no referido processo, laudo pericial de João Lippert na Superintendência dos Serviços Penitenciários Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre. Deste modo, em 2008, João Lippert realizou perícia médica no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre, por determinação do juiz P.T.C.L., da qual possui laudo forense assinado por três médicos peritos afirmando ser João Lippert plenamente capaz de seus atos e não possuir nenhuma moléstia mental. (Veja o laudo forense)

Os atos da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg confirmaram a afirmação de Tirone Lemos Michelin no ato do sequestro, de que não adiantaria João Lippert denunciar o sequestro que sofreu, pois teriam os reitores da ULBRA autoridades em vários órgãos da justiça preparadas para não darem seguimento a qualquer denúncia de João Lippert e seus filhos.

Assim, em 25 de junho de 2007, João Lippert denunciou a promotora Fernanda Ruttke Dillenburg à Corregedoria Geral do Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul. Porém, a denúncia foi arquivada, mais uma vez confirmando o que Tirone Lemos Michelin disse.

Atualmente, Fernanda Ruttke Dillenburg não atua no Ministério Público Estadual de Canoas. Porém, devido amizades pessoais da promotora na rede social Facebook e devido procedimentos de outras promotoras do Ministério Público Estadual de Canoas, que atualmente também não mais estão naquele órgão por terem sido denunciadas por João Lippert, suspeita-se que a promotora Fernanda Ruttke Dillenburg até o presente ano esteja ou estivesse influenciando outras promotoras públicas e até mesmo juízes de Canoas a procederem contra João Lippert.