NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES

Canoas/RS, 01 de outubro de 2017.

QUEM É HELENITA VASCONCELOS CONRADO

João Lippert conheceu Helenita Vasconcelos Conrado através de seu esposo, o delegado Flávio Comparse Conrado. João Lippert conheceu o delegado Flávio Comparse Conrado em meados de 1994 em uma empresa de vigilância e monitoramento, onde o mesmo participava de reuniões. Na mesma empresa João Lippert conheceu João Rosado Maldonado, que era sócio, segundo o próprio. A partir daí, João Lippert tornou-se amigo pessoal de Flávio Comparse Conrado.


Flávio Comparsse Conrado - João Rosado Maldonado

João Lippert ainda comentou com Flávio Comparse Conrado na época, que havia recebido proposta de administrar uma instituição de ensino no Brasil, da qual Flávio Comparse Conrado mostrou-se muito interessado em fazer parte e que sua esposa também fizesse parte como paisagista. Desde então, Helenita Vasconcelos Conrado e a esposa na época de João Lippert, Elides, passaram a ser amigas, e Elides frequentava a residência de Helenita na Rua Itu em Canoas.


Elides Maria Bonatto

Contudo, em meados de outubro de 2004, a esposa na época de João Lippert, Elides, passou a apresentar comportamento muito diferente, esquecendo-se das coisas, alegando ter muitos pesadelos, apresentado comportamento irritadiço e muito agressivo para com João Lippert e seus filhos, Chiara, Robson e Keila. Em momentos de crise, Elides tentava machucar a si própria e tentava machucar João Lippert e seus próprios filhos. Elides sempre falava muito de Helenita Vasconcelos Conrado e mantinha estreito relacionamento de amizade com a mesma. Em uma das crises de Elides, João Lippert e seus filhos, no intuito de esclarecer muitas coisas que Elides dizia e no intuito de fazer a vontade de Elides, chamaram Helenita Vasconcelos Conrado. Porém, Helenita não compareceu e solicitou que a Brigada Militar fosse até a residência da família. A Brigada Militar juntamente com João Lippert e seus filhos levaram Elides para o Hospital Nossa Senhora das Graças em Canoas, onde recebeu atendimento médico e foi encaminhada para o setor de saúde mental, onde os médicos constataram que Elides apresentava problemas psiquiátricos. (Veja alguns documentos médicos de Elides)

Passados alguns meses, em meados de maio de 2005, Elides passou a ter comportamento muito mais agressivo e violento, obrigando João Lippert e seus filhos a levá-la novamente ao Hospital Nossa Senhora das Graças em Canoas. Após ser atendida, tendo ficado no Hospital Nossa Senhora das Graças por aproximadamente uma semana, o Hospital entrou em contato com João Lippert para avisar que Elides havia desaparecido do Hospital. João Lippert e seus filhos passaram a procurar Elides na casa de parentes, amigos e vizinhos e também pelas ruas de Canoas, até que Elides apareceu em casa no final da tarde. Questionada por João Lippert se a mesma tinha fugido do Hospital, Elides alegou muito alterada, que Helenita Vasconcelos Conrado que havia retirado-a do Hospital e que a mesma não voltaria para lá. Na mesma noite, Elides ameaçou seus próprios filhos, Robson e Keila com um facão. Razão pela qual João Lippert entrou em contato com o Hospital Nossa Senhora das Graças, onde a administração do Hospital alegou que não poderia mais receber Elides, pois a mesma havia fugido do Hospital e que a mesma poderia fugir novamente, recomendando que João Lippert a levasse para o Hospital Psiquiátrico São Pedro em Porto Alegre. Assim, foi entrado em contato com o Hospital Psiquiátrico São Pedro e levado Elides ao Hospital, onde a mesma foi medicada e ficou cinco dias em aguardo de leito, quando foi liberada pelo médico porque não haveria leito tão breve. Observa-se que Elides sempre alegava que estava em contato com Helenita Vasconcelos Conrado e que Helenita "daria um jeito em tudo", alegando que Elides não tinha problemas de saúde e que Helenita iria "colocar na cadeia" João Lippert e seus filhos.

Sem condições na época de internarem Elides em uma clínica psiquiátrica particular e sem leito disponível do Hospital São Pedro, João Lippert e seus filhos só podiam mantê-la em casa, preservando ao máximo pela integridade física de Elides e de si próprios. Porém, não podiam os mesmos obrigar Elides a permanecer dentro de casa sempre. Assim, a mesma saía sempre que queria e frequentava a casa de Helenita Vasconcelos Conrado.

Em novembro de 2004, Elides teria registrado um Boletim de Ocorrência na 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas contra João Lippert e seus filhos, Chiara, Robson e Keila, por lesões corporais, do qual Elides teria realizado exame de corpo de delito, o qual não teria acusado lesões. Este feito gerou processo criminal contra João Lippert e seus filhos, que foi devidamente arquivado pelo juiz Charles Abadie Von Ameln, por serem João Lippert e seus filhos inocentes das acusações.

(Veja a sentença de arquivamento extinta a punibilidade de João Lippert e seus filhos)

Ainda em relação a isto, segundo Elides, Helenita Vasconcelos Conrado teria medicado-a com medicamentos calmantes sem qualquer prescrição médica e levado-a até a 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, na época na Avenida Boqueirão, para registrar o Boletim de Ocorrência contra João Lippert e seus filhos. Ainda segundo Elides, a mesma não se recordava claramente do que foi dito para o registro do Boletim de Ocorrência, que a mesma sentia-se dopada e lembrava-se de que Helenita Vasconcelos Conrado ajudou-a a assinar o Boletim de Ocorrência pois nem isto Elides conseguia fazer. Elides ainda disse que lembrava-se de ter caído ao sair da Delegacia, devido estar com fortes tonturas em razão do medicamento dado a Elides por Helenita Vasconcelos Conrado.

Em 2005, João Lippert e Elides separam-se e Elides, com autorização da justiça, deixou a residência do mesmo e nunca mais entrou em contato e o que se sabe, é que a mesma está residindo na cidade de Cascavel/PR com a família da mesma.

Hoje, com base em todos os acontecimentos com Elides, suspeita-se que Helenita Vasconcelos Conrado seja a responsável pelos problemas psicológicos de Elides, inclusive com administração de medicamentos sem prescrição médica, pois quando Elides não falava com Helenita ou não a visitava, Elides ficava calma. Suspeita-se assim, que Helenita Vasconcelos Conrado estivesse cumprindo ordens diretas ou indiretas dos na época reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leadro Eugênio Becker e Pedro Menegat. Homens que segundo Tirone Lemos Michelin, foram os mandantes do crime de sequestro cometido contra João Lippert em 23 de janeiro de 1999. (Leia o relato do sequestro)


Ruben Eugen Becker - Leandro Eugênio Becker - Pedro Menegat - Tirone Lemos Michelin

Salienta-se aqui, que segundo Elides, Helenita Vasconcelos Conrado teria exigido toda a documentação assinada pelo delegado Flávio Comparse Conrado e pelo advogado Fernando Vasconcelos Conrado para o Instituto IESES, que eram seus currículos profissionais e um acordo de quitação. Segundo Elides, Helenita teria exigido que a mesma encontrasse tal documentação e destruísse ou entregasse em mãos para Helenita. Ao contrário disto, Elides entregou a documentação a João Lippert, a qual encontra-se publicada na Internet.

(Veja o currículo de Flávio Comprasse Conrado)
(Veja o currículo de Fernando Vasconcelos Conrado)
(Veja o contrato de honorários de Fernando Vasconcelos Conrado)
(Veja o Acordo de Quitação entre o IESES e Flávio Comparsse Conrado)

De outro lado, em meados do início de 2005, João Lippert e seus filhos estavam em negociação com o vereador de Gramado na época, Camilo Roldo, para compra de uma área de terra para implantação do Templo TESES em Gramado, posteriormente, em negociação de uma área de terra na Linha Marcondes e em negociação para realização de um show da dupla Zezè Di Camargo & Luciano em Gramado para angariar recursos para a implantação do Templo TESES. Entretanto, todos os negócios não se concretizaram, devido circulação de uma matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado em 1999 (veja a matéria) e devido uma "delegada de Canoas" passar informações caluniosas de que João Lippert estava com prisão preventiva decretada.

Com isto, Helenita Vasconcelos Conrado é suspeita de ter transmitido a matéria caluniosa do Jornal de Gramado e a falsa informação de que João Lippert estaria com pedido de prisão decretada. Fortalecendo tais suspeitas, Elides disse a João Lippert em 2005, via telefone, que Helenita Vasconcelos Conrado estava em contato com hotéis, políticos e empresários de Canela, Gramado, Caxias do Sul e Bento Gonçalves e outras regiões, e que Helenita estava "espalhando" a falsa notícia de que João Lippert estava com pedido de prisão decretado.

Salienta-se que João Lippert nunca teve pedido de prisão decretado e nunca foi preso. Tanto é que com tantos boatos desta falsa informação, João Lippert compareceu à 3ª Delegacia de Polícia Civil em Canoas, onde o delegado na época Marcínio Tavares Neto afirmou não ter nenhum pedido de prisão para João Lippert. Da mesma forma, João Lippert compareceu à Polícia Federal em Porto Alegre, colocando seu passaporte à disposição. Na Polícia Federal, João Lippert obteve a mesma informação de que não havia nenhum pedido de prisão ou decretação de prisão contra João Lippert.

Helenita Vasconcelos ainda era informante da 2ª Promotoria Criminal do Ministério Público Estadual de Canoas, passando informações sobre todas as publicações de notícias feitas por João Lippert na Internet. (Veja o documento)

Helenita Vasconcelos Conrado, como ex-delegada, foi denunciada por João Lippert e seus filhos por duas vezes na Corregedoria Geral da Polícia Civil do Rio Grande do Sul (veja o primeiro documento) (veja o segundo documento) e à OAB (veja o documento). Porém, as denúncias foram arquivadas.