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Canoas/RS, 03 de outubro de 2017.

QUEM É IVANA KIST HUPPES FERRAZZO

Ivana Kist Huppes Ferrazzo foi promotora pública criminal no Ministério Público Estadual de Canoas/RS.

Quando João Lippert denunciou a Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta ao Ministério Público Federal (veja o documento) e à Vigilância Sanitária de Canoas (veja a denúncia) para investigação sobre manipulação de medicamentos com matérias-primas vencidas e a internação de uma funcionária por medicação manipulada acima da dosagem, a denúncia foi simplesmente arquivada e a promotora pública Ângela Caren dal Pós instaurou processo criminal contra João Lippert, enquadrando o mesmo em "denunciação caluniosa", colocando os proprietários da Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta como vítimas (veja o documento).

Não bastasse isto, a promotora pública Ângela Caren dal Pós instaurou um procedimento administrativo contra João Lippert e requereu perícia médica de João Lippert no Serviço Biomédico do Ministério Público Estadual de Canoas (veja os documentos). Isto, mesmo João Lippert já possuindo laudo forense assinado por três médicos peritos, atestando que João Lippert é plenamente capaz de seus atos e que não apresenta nenhuma moléstia mental (veja o laudo).

Como a interdição se dá através da área cível, a promotora Ângela Caren dal Pós - promotora criminal - iniciou o requerimento de laudo pericial no Serviço Biomédico, mas quem determinou e intimou João Lippert para tal foi a promotora pública Ivana Kist Huppes Ferrazzo - promotora cível (veja os documentos).

Após ser intimado, João Lippert tentou falar com a promotora pública Ivana Kist Huppes Ferrazzo no Ministério Público Estadual de Canoas, para saber mais sobre aquele novo pedido de perícia do mesmo. Porém, a promotora se negou a falar com João Lippert e se negou em fornecer maiores documentações, alegando serem sigilosas.

Com isto, João Lippert comunicou por escrito ao Serviço Biomédio, que por ter feito laudo forense por determinação da justiça, sendo o laudo forense incontestável, descabia a realização de novo laudo, especialmente em prazo tão curto de tempo, razão pela qual se reserva o direito de não comparecer para tal perícia (veja o documento).

A promotora pública Ivana Kist Huppes Ferrazzo foi denunciada à Corregedoria do Ministério Público Estadual, porém, a denúncia foi arquivada, como é praxe das corregedorias em relação às denúncias e João Lippert.

A última juíza a atuar no referido processo, P.P.K.T., condenou João Lippert, mesmo sendo ele inocente, do qual foi apelado ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.