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Canoas/RS, 02 de outubro de 2017.

QUEM É IVANISE MACIAL DECKMANN

A defensora pública Ivanise Maciel Deckmann (OAB/RS 14.866) foi nomeada para ser defensora de João Lippert no processo criminal instaurado pela promotora Fernanda Ruttke Dillenburg (veja o documento), em razão de João Lippert ter denunciado ao Ministério Público Estadual de Canoas, a extorsão mediante sequestro que sofreu em 23 de janeiro de 1999 (veja a denúncia). A denúncia foi simplesmente arquivada em sete dias do seu protocolo. A extorsão mediante sequestro foi cometida por Tirone Lemos Michelin contra João Lippert, e segundo o próprio sequestrador, o crime foi cometido a mando dos reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat.


Fernanda Ruttke Dillenburg - Tirone Lemos Michelin - Ruben Eugen Becker - Leandro Eugênio Becker - Pedro Menegat

No processo instaurado contra João Lippert pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, a mesma requereu laudo pericial de João Lippert e o pedido foi acolhido pelo juiz P.T.C.L.

No dia 10 de setembro de 2007, em reunião com a defensora pública Ivanise Maciel Deckmann na Defensoria Pública de Canoas, que na época situava-se dentro do Foro de Canoas, estava presente João Lippert e Dionéia Rodolfo da Rosa. Ivanise Maciel Deckmann tratou João Lippert e Dionéia Rodolfo da Rosa sempre de maneira muito ríspida e comunicou que o laudo pericial no Instituto Psiquiátrico Forense iria ser feito querendo João Lippert ou não e que somente ele poderia acompanhá-lo.

Ivanise Maciel Deckmann, muito alterada, batia com as mãos em sua mesa e dizia em alto tom que o na época juiz Fábio Koff Júnior não tinha telefonado para João Lippert. Fábio Koff Júnior quando juiz da 1ª Vara Cível de Canoas, telefonou do Foro de Canoas para o celular particular de João Lippert e o ameaçou, cometendo abuso de autoridade, intimidação, constrangimento e humilhação, sendo denunciado à Corregedoria Geral da Justiça, porém, sem êxito, sendo a denúncia arquivada (saiba mais sobre este caso clicando aqui).


Fábio Koff Júnior

Quando João Lippert alegou para a defensora pública que Dionéia Rodolfo da Rosa era testemunha da ligação, pois foi quem primeiramente atendeu o celular de João Lippert, Ivanise Maciel Deckmann, com a voz muito alterada, expulsou Dionéia Rodolfo da Rosa da sala da defensoria pública e teve que se retirar do local. Ivanise Maciel Deckmann ainda determinou que o estagiário Eduardo ficasse de segurança para que Dionéia não tentasse retornar.

Com toda aquela situação, João Lippert, que sofre de hipertensão e tem a veia aorta lado esquerdo alongada, dilatada e tortuosa, começou a passar mal, e como Ivanise Maciel Deckamnn não permitiu que Dionéia Rodolfo da Rosa entrasse para dar medicação para João Lippert, o mesmo pediu que voltasse no dia seguinte, pois estava passando muito mal.

Assim, no dia 11 de setembro de 2007, João Lippert retonou à defensoria pública de Canoas, acompanhado de seu filho Robson Ricardo Lippert, de sua filha Chiara Aline Lippert e de Dionéia Rodolfo da Rosa, que foi impedida de entrar na sala pela defensora pública. Robson Ricardo Lippert também foi expulso da sala por Ivanise Maciel Deckmann, permanecendo com João Lippert somente sua filha Chiara, que foi ameaçada de ser expulsa da sala.

A defensora pública Ivanise Maciel Deckmann disse à João Lippert, na presença de Chiara Aline Lippert, novamente muito alterada, que os reitores (Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat) e o juiz Fábio Koff Júnior haviam preparado uma cilada para João Lippert. Ivanise Maciel Deckmann ainda disse que ninguém vai para guerra sem levar suas próprias armas, que cada um vai pra guerra com as armas que tem. Em relação a isto, diz João Lippert: "Estou usando as minhas".

A defensora pública Ivanise Maciel Deckmann não agiu como defensora de João Lippert, o que deveria ter sido, mas sim agiu contra João Lippert, tentando até mesmo fazê-lo ter um mal súbito, pois era sabedora de sua condição de saúde.

Após estes atos inaceitáveis da defensora pública Ivanise Maciel Deckmann, a mesma foi denunciada por João Lippert, Robson Lippert e Dionéia Rodolfo da Rosa à Corregedoria Geral da Defensoria Pública (veja o documento). Porém, a denúncia foi simplesmente arquivada.

Após a denúncia, passaram alguns outros defensores públicos pelo processo, até que por última era o advogado dativo Tiago Rodrigo dos Santos (OAB/RS 56523), que não compareceu na perícia médica de João Lippert no Instituto Forense, ficando João Lippert desacompanhado de advogado para realização da perícia. João Lippert nunca conseguiu contra com tal advogado, nem mesmo o Instituto Forense, que tentou localizar o advogado antes de iniciar a perícia médica. João Lippert realizou perícia médica na íntegra e possui laudo forense que atesta que João Lippert é plenamente capaz de seus atos e não apresenta nenhuma moléstia mental (veja o laudo).

Ivanise Maciel Deckmann é suspeita de difamar João Lippert para outros defensores públicos, no intuito de impedir que os mesmos atuassem para João Lippert.