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Canoas/RS, 01 de outubro de 2017.

QUEM É O JUIZ P.T.C.L.

No ano de 2006, João Lippert denunciou ao Ministério Público Estadual de Canoas, a extorsão mediante sequestro seguida de cárcere privado à mão armada que sofreu em 23 de janeiro de 1999. Sequestro cometido por Tirone Lemos Michelin e segundo o mesmo, o crime era a mando dos reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat.


Ruben Eugen Becker - Leandro Eugênio Becker - Pedro Menegat - Tirone Lemos Michelin

(Leia o relato do sequestro)
(Leia a denúncia ao Ministério Público Estadual de Canoas)

Porém, a denúncia foi simplesmente arquivada após sete dias pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, e não satisfeita, ainda transformou-a em um processo criminal contra João Lippert, colocando como vítimas o sequestrador e os mandantes do sequestro (veja o documento). Ainda não satisfeita, a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg ainda requereu no referido processo, laudo pericial de João Lippert na Superintendência dos Serviços Penitenciários Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre.


Fernanda Ruttke Dillenburg

O juiz P.T.C.L. aceitou a instauração do processo e também aceitou o requerimento de laudo pericial de João Lippert. A perícia foi marcada para o dia 26 de janeiro de 2008 às 08hs (veja o documento), porém, por ser um sábado, João Lippert peticionou no processo e encaminhou documento à Corregedoria Geral da Justiça do Rio Grande do Sul, informando que o dia marcado para a perícia era um sábado e que havia a suspeita de ser uma grande armada contra João Lippert, possivelmente arquitetada pela promotora Fernanda Ruttke Dillenburg, que requereu a perícia médica, pela defensora pública Ivanise Maciel Deckmann que deveria defender João Lippert no processo e pelo juiz na época Fábio Koff Júnior, que em visto em gabinete insinuou que João Lippert sofria de moléstia mental. Com isto, a perícia foi remarcada para o dia 30 de janeiro de 2008, (veja o documento) sendo alegado que sábado o Instituto Forense não tem expediente e que havia ocorrido um erro de digitação (veja o documento).


Fernanda Ruttke Dillenburg - Ivanise Maciel Deckmann - Fábio Koff Júnior

João Lippert ainda requereu ao juiz P.T.C.L., que determinou a perícia, acompanhamento médico, devido João Lippert sofrer de hipertensão e ter a veia aorta lado esquerdo alongada, dilatada e tortuosa, sendo tudo comprovado com exames e receituários médicos. Entretanto, o juiz negou o pedido, alegando que no Instituto Forense haveriam profissionais aptos para resguardar do bem-estar de João Lippert (veja o documento). Contudo, segundo os próprios médicos peritos, se algum periciado ou internado passasse mal, era encaminhado aos hospitais de Porto Alegre, pois o Instituto Forense não era apto para tal.

A perícia médica que realizou João Lippert foi realizada em duas etapas, e por isso, João Lippert teve que ir ao Instituto Psiquiátrico Forense por duas vezes, 30 de janeiro de 2008 e 03 de março de 2008 . Os médicos peritos Otávio Passos de Oliveira, Paulo Oscar Teitelbaum e Rogério Gottert Cardoso, foram os médicos que realizaram a perícia média. Rogério Gottert Cardoso era na época, diretor do Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre.

Deste modo, João Lippert possui o laudo forense assinado por três médicos peritos afirmando ser João Lippert plenamente capaz de seus atos e não possuir nenhuma moléstia mental. (Veja o laudo forense)

No ano de 2009, João Lippert foi a uma audiência no Foro de Canoas, em relação ao processo criminal em que João Lippert já tinha realizado o laudo pericial forense. A audiência era com o juiz P.T.C.L. Quando João Lippert entrou na sala de audiência, perguntou ao juiz se ele era P.T.C.L. O juiz disse que sim e João Lippert perguntou: "Por que os senhores fizeram isto comigo?" (Referindo-se ao laudo forense que o juiz determinou que João Lippert fizesse) O Juiz disse que não o momento de falar sobre isto e João Lippert começou a se sentir mal e desmaiou dentro da sala de audiência. O juiz mandou que todos saíssem da sala de audiência. Um guarda do Foro de Canoas e Dionéia Rodolfo da Rosa retiraram João Lippert da sala de audiência e colocaram-no deitado em um banco no corregedor do Foro. Dionéia Rodolfo da Rosa ainda ouvir o juiz dizer que João Lippert estava fingindo estar passando mal. O juiz determinou que funcionários do Cartório chamassem a SAMU. Quando a SAMU chegou, João Lippert recebeu os primeiros atendimentos ainda no corregedor do Foro de Canoas, estando com pressão arterial de 19x9. João Lippert foi levado de ambulância para o Hospital Nossa Senhora das Graças, onde ficou por cerca seis de horas, recebendo medicação e sendo monitorado, retornando para sua casa aproximadamente à meia-noite daquele dia.

Veja o vídeo abaixo: