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Canoas/RS, 05 de outubro de 2017.

QUEM É O JUIZ CORREGEDOR L.A.L., A JUÍZA
CORREGEDORA V.L.F.F. E O JUIZ CORREGEDOR A.V.A.S.

Quando João Lippert denunciou à Corregedoria Geral da Justiça do Rio Grande do Sul, o juiz na época Fábio Koff Júnior por abuso de autoridade, intimidação e ameaça, a denúncia ficou aos cuidados do juiz corregedora na época L.A.L. Contudo, o juiz corregedor simplesmente arquivou a denúncia e nada aconteceu com juiz na época Fábio Koff Júnior em relação a infração que cometeu.

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Não concordando com o simples arquivamento da denúncia, João Lippert protocolou documento ao corregedor-geral na época, desembargador J.L.D., que determinou que a denúncia e outras feitas por João Lippert à Corregedoria fossem desarquivadas e determinou a juíza corregedora V.L.F.F., que fez nada mais nada menosque rearquivar todas as denúncias feitas por João Lippert.

O juiz corregedor na época L.A.L. ainda enviou ofício a João Lippert informando que a matéria era de cunho juristicional e que João Lippert deveria efetuar seus pedidos por meio de advogado (veja o documento).

Já no ano de 2008 mudou o corregdor-gerla de justiça e vários juízes corregedores na Corregedoria Geral da Justiça do Rio Grande do Sul. Com isto, João Lippert teve esperança que nos novos corregedores, o mesmo poderia finalmente encontrar justiça. Assim, as denúncias já feitas por João Lippert foram novamente encaminhadas à Corregedoria, ficando sob cuidados do juiz corregedora na época A.V.A.S., que agendou reunião com João Lippert na Corregedoria Geral da Justiça em Porto Alegre.

Na reunião com o juiz corregedora, que ocorreu em 31 de julho de 2008, além de João Lippert, estava presente seus filho Robson Lippert, sua filha Keila Lippert, bem como Dionéia Rodolfo da Rosa. O juiz corregedora A.V.A.S., sem muitas explicações, disse que a Corregedoria não poderia fazer nada em relação ao juiz Fábio Koff Júnior, que a porpriedade que o juiz havia determinado reintegração de posse já havia sido perdida, e que nada poderia ser feito pela Corregedoria.

Ouvindo as palavras do juiz corregedor, João Lippert começou a passar mal e desmaiou no gabinete do juiz corregedor, que chamou a segurança e determinou que chamassem a SAMU. Uma secretária chamou a SAMU e João Lippert recebeu os primeiros atendimentos dos paramédicos, constando que João Lippert estava com 18x12 de pressão arterial, sendo levado para o Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre, onde ficou por cerca de cinco horas sendo medicado e observado.

Após esta fato, ao retornar na Corregedoria Geral da Justiça, João Lippert e Dionéia Rodolfo da Rosa, para protocolar um documento, os seguranças da Corregedoria proibiram a entrada de João Lippert e disseram que eram ordens do juiz corregedora A.V.A.S. proibir a entrada de João Lippert e de sua filha Keila Cristine Lippert. Com isto, Dionéia Rodolfo da Rosa entrou para protocolar o referido documento e João Lippert teve que ficar esperando na calçada do lado de fora do prédio.

Atualmente, o que se sabe é que o juiz corregedor na época L.A.L. atua na Vara de Execuções Criminais de Porto Alegre e o juiz corregedor na época A.V.A.S. é desembargador no Tribunal de Justiça em Porto Alegre.