NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES

LUÍS ROGÉRIO CARVALHO DE LIMA - ÂNGELA MARIA LEDERHÓS DA SILVA

Em 24 de junho de 2005, o escritório provisório do TESES em Canela invadido por três policiais civis, que se apresentaram como sendo policiais da Delegacia de Canela. Os policiais estavam com arma em punho. Na época, o João Lippert estava doente e acamado com problemas renais. Os policiais invadiram o escritório provisório da empresa, sem mandado judicial. Os policiais cercaram a residência de Dionéia Rodolfo da Rosa, chutaram a porta que estava entreaberta e empurraram Dionéia contra um fogão à lenha aceso. Com a força do empurrão, Dionéia caiu de costas em cima do fogão, onde sofreu queimaduras superficiais. Este fato foi denunciado ao Ministério Público Estadual de Canela, onde o autor e Dionéia foram ouvidos, e aos mesmos foram negados cópia do depoimento. Os policiais, após invadirem o imóvel, foram até o quarto onde o João Lippert estava em repouso, fizeram-no vestir-se na frente de Dionéia Rodolfo da Rosa e de Chiara Aline Lippert. Um dos policiais ainda falava ao celular, citando o nome de Ângela Maria Lederhós Silva e do advogado de Gramado Pedro da Silva Reis, dizendo que estavam com o "indivíduo" e era só aguardar os mesmos na Delegacia de Canela. Salienta-se que tudo foi presenciado pela filha de Dionéia, Bruna Dartora, que na época era menor de idade. Mediante toda esta situação, vizinhos e curiosos se aglomeravam na rua em frente à residência para saber o que estava ocorrendo, causando a João Lippert muita humilhação, constrangimento e desmoralização.

Os policiais levaram João Lippert e sua filha Chiara Aline Lippert, obrigados e conduzidos até a Delegacia de Polícia Civil de Canela, para prestar depoimento. Os policiais ameaçavam prender João Lippert se o mesmo não fosse conduzido, além de humilhar e constrangê-lo durante todo o caminho do escritório provisório até a Delegacia de Canela. Na Delegacia de Canela, os policiais continuaram a humilhar, constranger e ofender João Lippert, além de tirarem fotos do mesmo dentro da Delegacia, rirem e debocharem na presença de todos que estavam na Delegacia de Canela, inclusive funcionários que faziam a limpeza no local. Os policiais deixavam a entender, que haviam gravado os telefonemas entre João Lippert e o empresário dos artistas Zezé Di Camargo & Luciano. Os policiais deixaram a entender que o pedido de interrogatório de João Lippert teria partido do advogado Pedro da Silva Reis, de Ângela Maria Lederhós Silva, do delegado Luís Rogério Carvalho de Lima e também dos reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, tudo no intuito de dar um "susto" em João Lippert.

No momento em que João Lippert estava na Delegacia de Polícia Civil de Canela, o advogado de Gramado Pedro da Silva Reis apareceu de surpresa e pediu ao Delegado Luis Rogério Carvalho de Lima para falar com João Lippert. Tendo a permissão do delegado, o advogado disse estar representando a senhora Ingeborg Rudolf Serdeira, proprietária de uma área de terra em Gramado na Linha Marcondes, que estava sendo adquirida para ser construído o Templo TESES. Pedro da Silva Reis coletou assinatura de João Lippert e comunicou que tal senhora havia sido interditada na justiça e a compra da área de terra estava cancelada.

Clique aqui e assista ao vídeo da Televisão TVS em que João Lippert, Bruna Dartora e Dionéia Rodolfo da Rosa relatam a invasão policial sem mandado à propriedade em Canela e os fatos que aconteceram na Delegacia de Canela!

LUÍS ROGÉRIO CARVALHO DE LIMA, ESPOSA OU COMPANHEIRA E FILHOS, BEM COMO ÂNGELA MARIA LEDERHÓS DA SILVA, MARIDO OU COMPANHEIRO E FILHOS DEVERÃO
PRESTAR ESCLARECIMENTOS À JUSTIÇA!