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MARILENA MELLO GONÇALVES

A juíza Marilena Mello Gonçalves é juíza criminal no Foro de Canoas/RS. Em audiência de conciliação no dia 09/11/2017 às 17hs no Foro de Canoas, entre o repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert (vítima), e a senhora que perturba com rádio em volume muito alto (ré) e que já responde outros processos cíveis e criminais, audiência que era realizada por uma conciliadora, a juíza criminal Marielena Mello Gonçalves assumiu a audiência sem razão aparente e cometeu provocação, constrangimento e humilhação contra o repórter João Lippert, ao dizer no final da audiência, na presença da parte contrária, de três funcionárias do Foro de Canoas e da repórter da TVS Bruna Dartora, enteada de João Lippert (que teve audiência de conciliação com a mesma senhora minutos antes e que foi chamada pela juíza criminal), que a mesma não poderia atuar no processo devido o repórter João Lippert ter feito representações nas corregedorias do Ministério Público e do Judiciário, e que todos os juízes do Foro de Canoas, a não ser os novos juízes, não poderiam atuar em processos em que João Lippert seja parte, alegando ainda a juíza criminal que todas as reclamações foram sem fundamento, mas que mesmo assim a juíza era obrigada a se afastar de qualquer processo em que João Lippert seja parte.

A atitude da juíza Marilena Mello Gonçalves foi totalmente desnecessária e teve o agravante de que a mesma não se referiu somente à representação disciplinar que o repórter João Lippert fez contra a referida juíza criminal, eis que a juíza referiu-se a todas as representações feitas pelo repórter João Lippert. Neste caso, entende-se que a juíza criminal colocou “no pacote” até mesmo a representação criminal contra o hoje ex-juiz Fábio Koff Júnior, que abusou de sua autoridade e ameaçou João Lippert no ano de 2006, usando o telefone do Foro de Canoas para ligar para o celular particular de João Lippert na época.

Cabe esclarecer que a juíza Marilena Mello Gonçalves já havia sido representada na Corregedoria Geral da Justiça por suspeita de venda de sentença, devido ao arquivamento de um processo criminal onde João Lippert era uma das vítimas de ameaça de um ex-presidiário, Heleno da Rosa Pinheiro, que também ameaçou João Lippert e seus familiares e nunca compareceu em audiências nem seu advogado. Embora Heleno nunca tenha comparecido nas audiências nem tenha apresentado defesa, a juíza determinou revelia, mas arquivou o processo absolvendo Heleno.

Importante salientar que o comentário desnecessário feito pela juíza Marilena Mello Gonçalves, causou satisfação à parte contrária na audiência, motivando a senhora que perturba, a continuar as perturbações com som alto, que já mantiveram-se no dia seguinte à audiência. Neste caso, suspeita-se que a magistrada possa ter feito algum tipo acordo com o advogado de tal senhora. Tal suspeita deve-se ao fato do advogado sempre entrar em sala de audiência antes das partes e ao fato de que, apesar da magistrada chamar a atenção de tal senhora no tocando à perturbação, tal senhora sempre volta a perturbar e fazer provocações, como se nada tivesse acontecido em audiência.

Contudo, a juíza criminal terá que provar em processos na justiça, sua afirmação de que todas as representações feitas pelo repórter João Lippert são sem fundamento.

Para bom entendedor meia palavra basta. A juíza, dizendo que todas as representações feitas por João Lippert nas corregedorias foram sem fundamento, levando em conta que tais autoridades foram denunciadas por não fazerem justiça em relação aos crimes que o repórter João Lippert sofreu, a juíza também quis dizer que todos os crimes que João Lippert sofreu e denunciou não aconteceram, como a extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert em 23 de janeiro de 1999 cometida por Tirone Lemos Michelin e que segundo o próprio, foi a mando dos reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat.

MARILENA MELLO GONÇALVES, MARIDO OU COMPANHEIRO E FILHOS DEVERÃO PRESTAR ESCLARECIMENTOS À JUSTIÇA!