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Canoas/RS, 28 de setembro de 2017.

QUEM SÃO OTÁVIO PASSOS DE OLIVEIRA, PAULO OSCAR TEITELBAUM E ROGÉRIO GOTTERT CARDOSO.

João Lippert sofreu uma extorsão mediante sequestro em 23 de janeiro de 1999, cometida por Tirone Lemos Michelin, que apontou no ato do sequestro, os reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, como mandantes do crime. (Leia o relato do sequestro). No ano de 2006, João Lippert denunciou o sequestro ao Ministério Público Estadual de Canoas (leia a denúncia), porém, a denúncia foi simplesmente arquivada em sete dias pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, sem qualquer investigação, acareação, reconstituição do crime e outras diligências, e como se não bastasse, a promotora ainda instaurou processo contra João Lippert por denunciação caluniosa, colocando Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat e Tirone Lemos Michelin como vítima no processo. (Veja o documento).

No referido processo João Lippert, por determinação da justiça, através do juiz P.T.C.L., realizou laudo pericial no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre, que apontou ser João Lippert completamente capaz de seus atos e não apresentar nenhuma moléstia mental (veja o laudo).

A perícia foi marcada para o dia 26 de janeiro de 2008 às 08hs (veja o documento), porém, por ser um sábado, João Lippert peticionou no processo e encaminhou documento à Corregedoria Geral da Justiça do Rio Grande do Sul, informando que o dia marcado para a perícia era um sábado e que havia a suspeita de ser uma grande armada contra João Lippert, possivelmente arquitetada pela promotora Fernanda Ruttke Dillenburg, que requereu a perícia médica, pela defensora pública Ivanise Maciel Deckmann que deveria defender João Lippert no processo e pelo juiz na época Fábio Koff Júnior, que em visto em gabinete insinuou que João Lippert sofria de moléstia mental. Com isto, a perícia foi remarcada para o dia 30 de janeiro de 2008, (veja o documento) sendo alegado que sábado o Instituto Forense não tem expediente e que havia ocorrido um erro de digitação (veja o documento).


Fernanda Ruttke Dillenburg - Ivanise Maciel Deckmann - Fábio Koff Júnior

João Lippert ainda requereu ao juiz P.T.C.L., que determinou a perícia, acompanhamento médico, devido João Lippert sofrer de hipertensão e ter a veia aorta lado esquerdo alongada, dilatada e tortuosa, sendo tudo comprovado com exames e receituários médicos. Entretanto, o juiz negou o pedido, alegando que no Instituto Forense haveriam profissionais aptos para resguardar do bem-estar de João Lippert (veja o documento). Contudo, segundo os próprios médicos peritos, se algum periciado ou internado passasse mal, era encaminhado aos hospitais de Porto Alegre, pois o Instituto Forense não era apto para tal.

A perícia médica que realizou João Lippert foi realizada em duas etapas, e por isso, João Lippert teve que ir ao Instituto Psiquiátrico Forense por duas vezes, 30 de janeiro de 2008 e 03 de março de 2008 . Os médicos peritos Otávio Passos de Oliveira, Paulo Oscar Teitelbaum e Rogério Gottert Cardoso, foram os médicos que realizaram a perícia média. Rogério Gottert Cardoso era na época, diretor do Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre.

Ocorre que na segunda vez em que esteve João Lippert no Instituto Psiquiátrico Forense, o médico perito Paulo Oscar Teitelbaum disse a João Lippert no corredor do Instituto que autoridades estavam ligando para o Instituto Forense, dizendo que João Lippert era louco.

Neste caso, por uma questão de justiça, faz-se necessário que os médicos peritos sejam intimados e apontem na justiça, os nomes das autoridades que ligaram para o Instituto Forense e disseram que João Lippert era louco.