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Canoas/RS, 03 de outubro de 2017.

QUEM SÃO OS PROPRIETÁRIOS DA IMIBILIÁRIA MINEIRO
DE NOVO HAMBURGO/RS

Em 1999, a Imobiliária Mineiro de Novo Hamburgo foi quem intermediou a negociação de locação com possibilidade de compra do prédio para a implantação da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.

A Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens, que suspeita-se serem funcionários da Empreiteira D'Rose na época, responsável pelas reformas no prédio.

A destruição da escola se deu cerca de uma semana após uma reunião em Novo Hamburgo, agendada pelo advogado da ULBRA Domingos Moreira Góes e por três supostos advogados da Universidade Feevale. O proprietário na época da Imobiliária Mineiro estava presente na referida reunião.

Na referida reunião que se deu em um escritório em Novo Hamburgo, estavam presentes Domingos Moreira Góes e seu filho, os três supostos advogados da Feevale, o diretor-geral do Instituto IESES João Lippert, o presidente do IESES Robson Lippert, a acionista do IESES Chiara Lippert, o sócio do IESES José Luis Lippert da Silva, o advogado e sócio do IESES na época Clóvis Voese, três seguranças de João Lippert na época (Paulo Astor Eifler Cordeiro - coronel da Brigada Militar reformado, Almiro Campos Ventura - segurança do governador do Rio Grande do Sul aposentado e Gonçalves - aposentado falecido), o funcionário do IESES na época Vanderlei Zanatta e seu pai Arlindo Zanatta, Edson Carpa da Empreiteira D'Rose e sua mulher, o proprietário da Imobiliária Mineiro em 1999 (como já dito) e o proprietário do prédio vendido para o IESES implantar a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.


Domingos Moreira Góes - Clóvis Voese - Paulo Astor Eifler Cordeiro - Almiro Ventura - Vanderlei Zanatta

O objetivo da reunião foi exigir que a obra da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo fosse imediatamente cancelada. Obviamente, João Lippert e demais sócios do Instituto IESES não aceitaram tal imposição absurda. Cerca de uma semana após tal reunião, a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens, que suspeita-se serem funcionários da empreiteira, e todos os bens que estavam na obra, como material de construção, tintas, fios, mesas e cadeiras, cerca de cem classes escolares, aparelhos de telefone, computadores, microscópios e outros bens materiais, foram saqueados pelos mesmos homens que destruíram a obra.