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Canoas/RS, 03 de outubro de 2017.

QUEM É MIGUEL XAVIER DA PAZ ORCI

Em 28 de fevereiro de 2008, o advogado Miguel Xavier da Paz Orci (OAB/RS 7282) ameaçou João Lippert de morte. O advogado atuou para João Lippert em um processo declaratório a favor de João Lippert em relação à posse da propriedade da Rua Peru 785 em Canoas.

O advogado simplesmente abandou o processo, contribuindo para a perda da causa. Para tal, Miguel Xavier da Paz Orci alegou que o juiz na época Fábio Koff Júnior teria dito ao advogado, através do cartorário da 1ª Vara Cível de Canoas, Sérgio Rodrigues Boeira, que se atuasse para João Lippert, o mesmo não teria mais causas ganhas a favor de seus clientes no Foro de Canoas.


Fábio Koff Júnior

Miguel Xavier da Paz Orci ainda segurou o processo por duas semanas, prejudicando o andamento do processo e impedindo que João Lippert conseguisse algum advogado naquele período.

Assim, no dia 28 de fevereiro de 2008, no final da manhã daquele dia, João Lippert procurou o advogado Miguel Xavier da Paz Orci no endereço profissional do advogado em Canoas para tratar dos prejuízos decorrentes do abandono do processo pelo advogado. Porém, João Lippert foi ameaçado pelo mesmo.

Disse Miguel Xavier da Paz Orci a João Lippert: "Não tenho conversa contigo, o cara." Questionado do porque por João Lippert, disse Orci: "Razões de foro íntimo minhas. Eu não tenho assunto contigo. Tu sabe disso que eu não tenho assunto contigo. A briga militar tá avisada, todas as autoridades estão avisadas." Questionou João Lippert de que autoridades estavam avisadas e disse o advogado: "O que tu fez foi uma grande injustiça comigo. Não tenho assunto contigo. A gente vai se encontrar num lugar, quando tu menos esperar, tu vai ver." João Lippert percebeu a ameaça e perguntou: "Tu está me ameaçando Orci?" O advogado disse: "Não tô ameaçando. Não quero assunto contigo". João Lippert questionou: "Mas você diz que eu vou encontrar num lugar contigo, e aí?" Respondeu o advogado: "Ah vai, vai sim." Questionou João Lippert: "Você vai me matar?" E respondeu o advogado: "Não pretendo."

O caso foi denunciado por João Lippert na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas. O que sabe-se é que foi arquivado.
(Veja a denúncia)