NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES

Canoas/RS, 24 de setembro de 2017.

QUEM É PEDRO MENEGAT

Pedro Menegat é ex-pró-reitor de administração da ULBRA - Universidade Luterana do Brasil, onde João Lippert trabalhou por três anos e oito meses como pesquisador universitário nas áreas humanas e veterinária (assista aos vídeos de pesquisas de João Lippert), antes de tornar-se diretor-geral do Instituto IESES, presidente da Fundação & Mantenedora TESES e repórter, apresentador e presidente da Televisão TVS.

Pedro Menegat foi apontado pelo sequestrador Tirone Lemos Michelin no ato da extorsão mediante sequestro seguida de cárcere privado à mão armada cometida contra João Lippert em 23 de janeiro de 1999, como sendo Pedro Menegat, na época pró-reitor de administração da ULBRA, um dos mandantes daquele crime hediondo. (Leia o relato do sequestro sofrido por João Lippert). João Lippert denunciou o sequestro ao Ministério Público Estadual de Canoas no ano de 2006 (leia a denúncia), porém, a denúncia foi simplesmente arquivada em sete dias pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, sem qualquer investigação, acareação, reconstituição do crime e outras diligências, e como se não bastasse, a promotora ainda instaurou processo contra João Lippert por denunciação caluniosa, colocando Pedro Menegat como vítima no processo. (Veja o documento). No referido processo João Lippert, por determinação da justiça, através do juiz P.T.C.L., realizou laudo pericial no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre, que apontou ser João Lippert completamente capaz de seus atos e não apresentar nehuma moléstia mental (veja o laudo), e hoje o processo está em tramitação para ir para o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, após apelação de João Lippert. Tirone Lemos Michelin havia dito no ato da extorsão mediante sequestro à João Lippert, que os reitores da ULBRA tinham acordos com autoridades e autoridades estavam preparadas para não darem seguimento em denúncias feitas por João Lippert, o que veio a se comprovar com o arquivamento de todas as denúncias feitas por João Lippert e também com a descoberta de um Convênio entre a ULBRA e o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul assinado em 1999, após o sequestro. (Veja o documento do convênio)


Fernanda Ruttke Dillenburg

Pedro Menegat também é suspeito de diversos boicotes contra João Lippert, seus filhos e suas empresas, boicotes que passaram a ocorrer após a extorsão mediante sequestro, como:

- Impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha, através de possível pagamento de propina de R$ 1 milhão de reais ao prefeito de Glorinha Darci Lima da Rosa (atual prefeito de Glorinha pelo PRB), através de um dos diretores do Jornal Correio do Povo na época. (Veja matérias da imprensa sobre a Universidade IESES Glorinha)


Darci Lima da Rosa

- Impedimento da implantação da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, através do juiz A.R.F, juiz suspeito de ter recebido aproximadamente R$ 500 mil de reais de propina mais cargo de juiz na Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul, atualmente desembargador.
(Veja matérias da imprensa sobre a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul)
(Assista o vídeo da construção da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul)
(Assista o vídeo do embargo da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul)

- Impedimento da implantação da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo. Em reunião com supostos advogados da Universidade Feevale, Domingos Moreira Góes e seu filho, o diretor-geral do Instituto IESES João Lippert, o presidente do IESES Robson Lippert, a acionista do IESES Chiara Lippert, o sócio do IESES José Luis Lippert da Silva, o advogado e sócio do IESES na época Clóvis Voese, três seguranças de João Lippert na época (Paulo Astor Eifler Cordeiro - coronel da Brigada Militar reformado, Almiro Campos Ventura - segurança do governador do Rio Grande do Sul aposentado e Gonçalves - aposentado falecido), o funcionário do IESES na época Vanderlei Zanatta e seu pai Arlindo Zanatta, Edson Carpa da Empreiteira D'Rose e sua mulher, o proprietário da Imobiliária Mineiro em 1999 e o proprietário do prédio vendido para o IESES implantar a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, foi exigido pro Domingos Moreira Góes e pelos supostos advogados da Feevale, que João Lippert paralisasse a implantação da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo imediatamente. Como João Lippert não aceitou tal absurdo, cerca de uma semana depois a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens, que suspeita-se serem funcionários da empreiteira, e todos os bens que estavam na obra, como material de construção, tintas, fios, mesas e cadeiras, cerca de cem classes escolares, aparelhos de telefone, computadores, microscópios e outros bens materiais, foram saqueados pelos mesmos homens que destruíram a obra. Porém, quem ficou com todos os bens roubados? A empreiteira? Os funcionários da empreiteira? O delegado de Novo Hamburgo na época? O proprietário do prédio? Ou os reitores da ULBRA na época?
(Assista ao vídeo do voo de helicóptero sobre a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo)


Domingos Moreira Góes - Clóvis Voese - Paulo Astor Eifler Cordeiro - Almiro Ventura - Vanderlei Zanatta

- Impedimento da implantação da Unidade de Ensino IESES em Gramado no Shopping Bella Vista, bem como impedimento da implantação do Templo TESES na Linha Marcondes, através do advogado Pedro da Silva Reis, do delegado de Canela na época Luís Rogério Carvalho de Lima, da investigadora em Canela Ângela Ledehrós, da promotora em Canela Vera Corino e da ex-delegada Helenita Vasconcelos Conrado.


Prédio em Gramado - Área de terra Linha Marcondes - Pedro da Silva Reis - Luís Rogério Carvalho de Lima - Ângela Lederhós - Vera Corino - Helenita Vasconcelos Conrado

- Envolvimento em publicação de matéria caluniosa, difamatória e vergonhosa contra João Lippert e o IESES, matéria publicada através do Jornal de Gramado e seu editor-chefe Ilton Vilibaldo Muller, que hoje responde processo indenizatório. Por telefone, Ilton Vilibaldo Muller disse que as informações da matéria teriam partido da Delegacia de Gramado e da ULBRA. (Veja a matéria caluniosa e difamatória publicada no Jornal de Gramado)


Ilton Vilibaldo Muller - Sede do Jornal de Gramado

- Infiltração nas negociações do IESES com o ABN Amro Bank para a implantação da Universidade IESES em Glorinha e implantação de aproximadamente cem escolas do ensino fundamental, médio e profissionalizante, com alguns cursos superiores e ensino à distância no Brasil. As negociações com o ABN Amro Bank eram feitas através de Ronaldo José Reboredo Suarez, Ricardo Lopez e Antônio César O. Bassetti. De outro lado, segundo Arnildo Shild, ex-negociador da ULBRA, o Instituto IESES tinha pra receber do ABN Amro Bank Amsterdam Holding N.V. cerca de US 400 milhões de dólares, para implantação do IESES no Brasil, porém, com a infiltração da ULBRA nas operações do IESES, a ULBRA é suspeita de ter recebido cerca de U$ 150 milhões de dólares e o IESES, real beneficiário, não recebeu nenhum recurso. O ABN Amro Bank terá que apresentar provas de todas estas operações e recebimentos de recursos na justiça. Antônio César O. Bassetti é suspeito, segundo informações de Ademar Café, de ter recebido da ULBRA, através de seus reitores na época, cerca de R$ 400 mil reais para infiltrar a ULBRA nas operações bancárias do Instituto IESES. Recebidos tais recursos, Antônio César O. Bassetti foi com sua família para um veraneio em Orlando nos EUA e por cerca de um mês, João Lippert e Robson Lippert ficaram em Genebra no Hotel St-James, sem conseguir contato com Antônio César O. Bassetti, pagando cerca de U$ 100 dólares por dia, aguardando a conclusão das operações junto ao ABN Amro Bank, que nunca aconteceu.


Ronald José Reboredo Suarez - Ricardo Lopez - Antônio César O. bassetti - Arnildo Shildt - Prefeitura de Glorinha

Hotel St- James - João Lippert com funcionário do Hotel

- Impedimento da realização de show organizado pelo TESES em Gramado com Zezé Di Camargo e Luciano. O valor do show era de R$ 149 mil reais, pago com cheque do Banco do Brasil - agência Moinhos de Vento, doze dias antes do show. Mesmo com o cancelamento do show, o cheque nunca foi devolvido. Suspeita-se de envolvimento do delegado de Canela na época Luís Rogério Carvalho de Lima, do advogado Pedro da Silva Reis, da investigadora de Canela Ângela Ledehrós, de Luiz Alexandre Dartora, do diretor do Portal das Hortênsias na época que era onde a Revista ATTB do Brasil,Online publicava notícias sobre o show, e da administração do Hotel Laje de Pedra na época. (Veja o contrato e o cheque emitido para show da dupla)


Zezé Di Camargo & Luciano - Pedro Reis - Luís Rogério Carvalho de Lima - Ângela Lederhós - Luiz Alxandre Dartora

- Acidente fatal de helicóptero do vice-presidente do IESES, o piloto Salmeron Kermor Ferreira Alves. Salmeron era responsável pela indicação, compra e manutenção de helicópteros que o Instituto IESES estava adquirindo no ano de 1999.
(Veja matéria da imprensa sobre o acidente fatal do piloto Salmeron Kermor Ferreira Alves)
(Leia a denúncia ao 5º Comar de Canoas com a suspeita de não ter sido apenas um acidente a tragédia com Salmeron Kermor Ferreira Alves e requerendo investigação à respeito - a denúncia foi simplesmente arquivada)
(Assista ao vídeo do voo de helicóptero sobre a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo com o piloto Salmeron Kermon Ferreira)

Além de outros boicotes contra as revistas online que João Lippert teve e contra a própria Televisão TVS, além de suspeita de interferências junto à autoridades do Judiciário e Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul.

Pedro Menegat foi denunciado por João Lippert em 2006 à Receita Federal por suspeita de fraudes financeiras e por suspeita de usar as garantias bancárias do Instituto IESES com a ABN Amro Bank para receber recursos, em razão de a ULBRA não poder fazer garantias bancárias devido sua filantropia. Em 2008, o mesmo foi indiciado pela Polícia Federal por vários crimes, tendo que deixar a Universidade ULBRA.
(Leia a denúncia à Receita Federal contra Pedro Menegat)
(Veja as matérias da imprensa sobre indiciamento de Pedro Menegat)