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Canoas/RS, 01 de outubro de 2017.

QUEM É PEDRO DA SILVA REIS

No ano de 1999, João Lippert conheceu o advogado do município de Gramado/RS, Pedro da Silva Reis, que ofereceu a João Lippert a compra de um prédio no município de Gramado para implantação do Instituto IESES.


Prédio em Gramado/RS

Com o embargo da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul e destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, a fundação que suportaria a implantação do Instituto IESES no Brasil desistiu do negócio, alegando que quando João Lippert, diretor geral do Instituto IESES, conseguisse através da justiça brasileira parar com os crimes contra o Instituto IESES, as negociações voltariam a ser realizadas.

Com isto, João Lippert, no intuito de dar continuidade à implantação do Instituto IESES no Brasil e levantar fundos para tal, João Lippert passou a negociar com bancos emissores de garantias bancárias internacionais, através do negociador internacional no Uruguai, Ronald José Reboredo Suarez com representação no Brasil através de Antônio César O. Bassetti. A negociação de emissão de garantias bancárias era através ABN Amro Bank Amsterdam Holding N.V., representado no Brasil pelo Banco ABN Amro Real.

Devido o IESES não receber nenhum recurso, apenas ter diversas despesas e pagamento de taxas, sem qualquer resultado, João Lippert e o Instituto IESES ingressaram com processo contra o Banco ABN, onde quem atuou foi o advogado Pedro da Silva Reis. Misteriosamente, sem qualquer esclarecimento, Pedro da Silva Reis perdeu prazos no processo e não apresentou documentações, e com isto, o Instituto IESES perdeu o processo, causando danos morais e financeiros, razão pela qual o advogado foi denunciado a OAB Sucursal de Canoas em 31 de maio de 2007. A denúncia à OAB contra o advogado, também foi por conta do mesmo ter atuado para o Instituto IESES no exterior sem autorização da OAB para tal e ainda agindo de má-fé contra a instituição.

Em fins de 1999, João Lippert estava em Portugal e iniciou-se negociação financeira com Sr. Iup, presidente na época da empresa MD Helicopter, para arrecadar fundos para dar continuidade à implantação do Instituto IESES no Brasil. O advogado Pedro da Silva Reis, acompanhando de sua esposa, Bernadete Melara dos Reis, ainda em 1999, viajou para Portugal, segundo o próprio, para entregar em mãos a João Lippert, uma matéria caluniosa, vergonhosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado em 12 de novembro de 1999 contra João Lippert e o Instituto IESES. O advogado e sua esposa chegaram a Portugal justamente no dia em que as negociações com o Sr. Iup haviam começado. Pedro Reis e sua mulher hospedaram-se no Hotel Vila Galé.


Bernadete Melara

Assim, o advogado infiltrou-se na negociação financeira, alegando que o IESES precisava de acompanhamento de um advogado na negociação da garantia bancária do Orco Bank no valor de U$ 16,358 milhões. Assim, o advogado viajou com João Lippert e Robson Lippert para a Ilha de Curaçao, com todas as despesas de viagem e estadia no Curaçao Plaza Hotel Casino pagas pela MD Helicopter.

O advogado ainda participou de reuniões com a presidência do Orco Bank, juntamente com João Lippert, diretor-geral do Instituto IESES, Robson Lippert, presidente do Instituto IESES e Sr. Iup. Após três dias de negociações e tendo a informação de que a garantia bancária estaria pronta em uma semana, o advogado Pedro da Silva Reis, agindo em total má-fé, denunciou à polícia local que o advogado, o diretor do Instituto IESES João Lippert e o presidente do Instituto IESES Robson Lippert haviam sido sequestrados pelo Sr. Iup. Por conta disto, Sr. Iup disse para João Lippert, Robson Lippert e o advogado deixarem Curaçao. Como João Lippert e Robson Lippert não tinham nada a ver com a falsa denúncia feita pelo advogado, João Lippert disse que somente deixaria Curaçao com a garantia bancária negociada. Assim, o Orco Bank entregou a garantia bancária a João Lippert e o mesmo, Robson Lippert e o advogado retornaram à Portugal ao Hotel Vila Galé. No dia seguinte pela manhã, o advogado e sua esposa retornaram ao Brasil.

Aproximadamente uma semana após, Sr. Iup entrou em contato com João Lippert, através de sua secretária Sra. Maricá e disse que a negociação continuaria, contanto que o advogado Pedro da Silva Reis fosse até a Ilha de Curaçao e fizesse uma retratação na polícia e imprensa local em relação à denúncia falsa de sequestro. O advogado ainda precisava estar presente para também assinar a liberação dos valores da garantia bancária, já que o mesmo participou da negociação com a presidência do Orco Bank com a presença do Sr. Iup e advogados. Com isto, João Lippert entrou em contato com o advogado em seu escritório no Brasil e informou que o advogado precisava assinar a liberação dos valores da garantia em Curaçao. Deste modo, Pedro da Silva Reis viajou para Portugal, acompanhado de sua filha, Mariana Melara dos Reis.


Mariana Melara dos Reis

Ao chegar a Portugal, João Lippert explicou que o advogado teria que fazer retração na polícia local e na imprensa local em relação à falsa denúncia de sequestro, para as negociações terem continuidade. Por sua vez, o advogado Pedro da Silva Reis negou-se a fazer as retratações e disse ainda que iria se vingar sem deixar claro de quem iria se vingar. No dia seguinte o advogado e sua filha já haviam deixado Portugal. Ambos saíram escondidos, sem qualquer aviso prévio. Por conta de tudo isto, as negociações foram canceladas e o Instituto IESES foi prejudicado mais uma vez.

Com base neste ato do advogado, suspeita-se que o mesmo estivesse a mando dos reitores da Ulbra na época, para prejudicar o Instituto IESES e cancelar, como o ocorreu, as negociações financeiras, já que no ato do sequestro em 1999, o sequestrador Tirone Lemos Michelin disse no ato da extorsão mediante sequestro, que os reitores da Ulbra jamais permitiriam que João Lippert implantasse o Instituto IESES no Brasil e que os mesmos eram mandantes daquele crime. (Leia o relato do sequestro).

É oportuno salientar, que o advogado Pedro da Silva Reis e sua esposa, quando estiveram em Portugal em 1999, abriram uma conta bancária no Banco Santander na cidade de Cascais, para recebimento de aproximadamente U$ 2 milhões gerados com a garantia bancária negociada com o Sr. Iup. Recursos dos quais U$ 1 milhão seria destinado ao pagamento do prédio em negociação na cidade de Gramado, como já dito, para implantação do Instituto IESES, e U$ 1 milhão seria destinado ao advogado para investimentos no salão de beleza e pousada de sua esposa. Porém, como a negociação foi cancelada por conta das atitudes do advogado, não foi possível a aquisição do prédio em Gramado e aquelas negociações também foram canceladas.

Como se não bastasse, em 24 de junho de 2005, o escritório provisório do TESES em Canela invadido por três policiais civis, que se apresentaram como sendo policiais da Delegacia de Canela. Os policiais estavam com arma em punho. Na época, o João Lippert estava doente e acamado com problemas renais. Os policiais invadiram o escritório provisório da empresa, sem mandado judicial. Os policiais cercaram a residência de Dionéia Rodolfo da Rosa, chutaram a porta que estava entreaberta e empurraram Dionéia contra um fogão à lenha aceso. Com a força do empurrão, Dionéia caiu de costas em cima do fogão, onde sofreu queimaduras superficiais. Este fato foi denunciado ao Ministério Público Estadual de Canela, onde o autor e Dionéia foram ouvidos, e aos mesmos foram negados cópia do depoimento. Os policiais, após invadirem o imóvel, foram até o quarto onde o João Lippert estava em repouso, fizeram-no vestir-se na frente de Dionéia Rodolfo da Rosa e de Chiara Aline Lippert. Um dos policiais ainda falava ao celular, citando o nome de Ângela Maria Lederhós Silva e do advogado de Gramado Pedro da Silva Reis, dizendo que estavam com o "indivíduo" e era só aguardar os mesmos na Delegacia de Canela. Salienta-se que tudo foi presenciado pela filha de Dionéia, Bruna Dartora, que na época era menor de idade. Mediante toda esta situação, vizinhos e curiosos se aglomeravam na rua em frente à residência para saber o que estava ocorrendo, causando a João Lippert muita humilhação, constrangimento e desmoralização.

Os policiais levaram João Lippert e sua filha Chiara Aline Lippert, obrigados e conduzidos até a Delegacia de Polícia Civil de Canela, para prestar depoimento. Os policiais ameaçavam prender João Lippert se o mesmo não fosse conduzido, além de humilhar e constrangê-lo durante todo o caminho do escritório provisório até a Delegacia de Canela. Na Delegacia de Canela, os policiais continuaram a humilhar, constranger e ofender João Lippert, além de tirarem fotos do mesmo dentro da Delegacia, rirem e debocharem na presença de todos que estavam na Delegacia de Canela, inclusive funcionários que faziam a limpeza no local. Os policiais deixavam a entender, que haviam gravado os telefonemas entre João Lippert e o empresário dos artistas Zezé Di Camargo & Luciano. Os policiais deixaram a entender que o pedido de interrogatório de João Lippert teria partido do advogado Pedro da Silva Reis, de Ângela Maria Lederhós Silva, do delegado Luís Rogério Carvalho de Lima e também dos reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, tudo no intuito de dar um "susto" em João Lippert.


Pedro da Silva Reis - Ângela Maria Lederhós - Luís Rogério Carvalho de Lima - Ruben Eugen Becker - Leandro Eugênio Becker - Pedro Menegat

No momento em que João Lippert estava na Delegacia de Polícia Civil de Canela, o advogado de Gramado Pedro da Silva Reis apareceu de surpresa e pediu ao Delegado Luis Rogério Carvalho de Lima para falar com João Lippert. Tendo a permissão do delegado, o advogado disse estar representando a senhora Ingeborg Rudolf Serdeira, proprietária de uma área de terra em Gramado na Linha Marcondes, que estava sendo adquirida para ser construído o Templo TESES. Pedro da Silva Reis coletou assinatura de João Lippert e comunicou que tal senhora havia sido interditada na justiça e a compra da área de terra estava cancelada. Neste caso, suspeita-se que Pedro da Silva Reis também possa ter tramado esta condução de João Lippert e invasão ao escritório provisório.

(Assista ao vídeo da Televisão TVS em que João Lippert, Bruna Dartora e Dionéia Rodolfo da Rosa relatam a invasão policial sem mandado à propriedade em Canela e os fatos que aconteceram na Delegacia de Canela)