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Canoas/RS, 03 de outubro de 2017.

QUEM SÃO OS PROPRIETÁRIOS DA
FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO ROSA MOSCHETTA

Os proprietários da Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta são Miriam Rosa Moschetta e Vladimir Bertolly de Oliveira.

Em 18 de novembro de 2006, Chiara Aline Lippert, filha de João Lippert, foi contratada para trabalhar na Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta em Canoas, como auxiliar de manipulação, na loja filial localizada na Rua XV de Janeiro nº 226, loja 38 no Shopping Via Porcello.

No ano de 2007, a irmã de Chiara, Keila Cristine Lippert também foi contratada para trabalhar na Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta em Canoas, como auxiliar de manipulação, na loja matriz da Farmácia Rosa Moschetta, localizada na Avenida Boqueirão nº 338 no Bairro Igara.

Keila Cristine Lippert acabou por descobrir a manipulação de medicamentos com matérias-primas vencidas por parte de Quelen Freitas Ferreira, na época responsável pelo laboratório da matriz da Farmácia Rosa Moschetta. Keila Cristine Lippert ainda se negou a manipular medicamentos com matéria-prima vencida. Após isto, Keila Cristine Lippert passou a sofrer assédio moral em seu local de trabalho pela proprietária da Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta, Miriam Rosa Moschetta, que alegando que Keila Cristine Lippert apresentava mal cheiro, utilizando a palavra "fedendo", deu à Keila um kit higiene. Keila Cristine Lippert continuou a negar-se em manipular medicamento com matéria-prima vencida e passado algum tempo, a mesma foi demitida da farmácia.

Em um e-mail de Miriam Rosa Moschetta comprova que a utilização de produtos vencidos. (Veja o e-mail)

Uma funcionária da Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta na época, Liane Margarete Clos Bassedoni, sofria de tireóide e mandou manipular o medicamento para tireóide na farmácia em eu trabalhava. Contudo, após ingerir o medicamento, Liane Margarete Clos Bassedoni necessitou ser internada no Hospital de Pronto Socorro, ficando por cerca de vinte e um dias na UTI.

João Lippert conversou com o proprietário da farmácia, Vladimir Bertolly de Oliveira, dias após a internação de Liane e Vladimir disse a João Lippert, que Liane era funcionária da limpeza da Farmácia Rosa Moschetta e que havia mandado manipular o remédio para tireoide e que o remédio havia sido manipulado errado no laboratório da farmácia, em dosagem maior do que a prescrita pelo médico. Disse ainda Vladimir, que a responsável pelo laboratório e pelas farmacêuticas da Farmácia Rosa Moschetta, matriz e filiais, era a também proprietária, sua esposa, Miriam Rosa Moschetta. Tudo foi dito na presença de Dionéia Rodolfo da Rosa na frente da matriz da Farmácia Rosa Moschetta localizada na Avenida Boqueirão.

Em ligação telefônica, Liane Margarete Clos Bassedoni, relatou a João Manoel Lippert sobre sua internação e como quase chegou ao óbito. Ouça a gravação abaixo.

Nota-se que na ligação, que Liane Margarete Clos Bassedoni se nega em dizer o nome da farmácia que manipulou seu medicamento e deu a entender, que poderia ter tomado várias vezes o mesmo medicamento, achando que era outro. Suspeita-se que Liane estivesse com medo de apontar o nome da Farmácia Rosa Moschetta, já que era funcionária do local e seu sustento vinha de lá.

João Lippert e Keila Cristine Lippert então resolveram por bem denunciar os fatos à Vigilância Sanitária de Canoas (veja a denúncia) e ao Ministério Público Federal de Canoas (veja o documento), para investigação em relação à manipulação com matéria-prima vencida e em relação ao caso de saúde de Liane.

Após as denúncias protocoladas, o caso foi noticiado no site da Revista ATV, site que hoje não existe mais, à título de notícia. Assim que os proprietários da Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta viram a matéria, Vladimir Bertolly de Oliveira, muito nervoso, exigiu que Chiara Aline Lippert, que ainda trabalhava na Farmáxcia de Manipulação Rosa Moschetta, entrasse em contato via telefone com João Lippert e pedisse que a notícia fosse removida. Chiara não sabia ainda da notícia publicada. João Lippert informou que caso os proprietários da farmácia se sentissem incomodados com a notícia, os mesmos poderia requerer na justiça que a mesma fosse retirada. Com isto, no mesmo dia o réu demitiu Chiara e ainda afirmou para a mesma que seu pai, João Lippert TINHA PROBLEMAS PSICOLÓGICOS E O MESMO DEVERIA SER INTERNADO.

Entretanto, os proprietários da Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta começaram uma perseguição implacável contra Chiara Lippert, e em cada entrevista de emprego que a mesma comparecia, a mesma era elogiada pelos seus conhecimentos e disponibilidade de trabalho, mas ao começar a trabalhar, Chiara era demitida poucos dias depois sem qualquer justificativa. Neste caso, suspeita-se que os proprietários da Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta entrava em contato com os novos empregos de Chiara e denegria sua imagem para que a mesma perdesse o emprego, o que de fato acontecia. Chiara Aline Lippert somente conseguiu se fixar em um emprego após mudar de ramo.

De outro lado, as denúncias feitas contra a Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta por João Lippert e Keila Lippert, foram simplesmente arquivadas e a promotora pública Ângela Caren dal Pós ainda instaurou processo criminal contra João Lippert, Keila Cristine Lippert e Chiara Aline Lippert por "denunciação caluniosa" (veja o documento).

Em audiências no referido processo no Foro de Canoas, Miriam Rosa Moschetta e Vladimir Bertolly de Oliveira se contradisseram várias vezes, faltaram com a verdade, omitiram fatos, disseram falsamente e sem provas que João Lippert tentou extorquir o valor de R$ 700 mil ou R$ 800 mil reais da farmácia, afirmaram falsamente e sem provas que João Lippert havia "quebrado" tudo matriz da farmácia no Shopping Via Porcello, e ainda afirmaram que Liane não era funcionária da Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta, mesmo com documento no processo que diz o contrário (veja o documento).

Apesar de tudo isto, apesar da prova de que existia manipulação com matéria-prima vencida na Farmácia de Manipulação Rosa Moschetta, apesar das contradições e falta de verdade por parte dos proprietários da farmácia, mesmo assim, a juíza P.P.K.T., seguindo ainda requerimento da promotora criminal R.P.L., condenou João Lippert no referido processo, do qual foi apelado ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.