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RUBEN EUGEN BECKER - LEANDRO EUGÊNIO BECKER - PEDRO MENEGAT

João Lippert tinha um laboratório experimental na Fazenda Itacolomi em Gravataí, onde morava com sua família. Na época, suas pesquisas com produtos naturais com derivados das abelhas e projetos eletroeletrônicos foram divulgados em matérias pelas televisões RBS TV, SBT e Bandeirantes, além de alguns jornais do Rio Grande do Sul.

Com isto, em 1994 João Lippert recebeu proposta da ULBRA, através de seu pró-reitor de administração Pedro Menegat, para trabalhar na ULBRA em Canoas, receber uma propriedade próxima à universidade e o valor de R$ 50 mil reais para transferir para a ULBRA as fórmulas e projetos desenvolvidos por João Lippert, além de deixar para a ULBRA a Fazenda Itacolomi para implantação do campus da universidade.

Apesar de já ter proposta de uma universidade de São Paulo, João Lippert aceitou a proposta da ULBRA e em 1994 mudou-se para Canoas e passou a trabalhar na universidade como pesquisador nas áreas humana e veterinária.

Foram três anos e oito meses de pesquisas na ULBRA, onde mais de setenta mil pessoas receberam gratuitamente produtos naturais derivados das abelhas, produzidos por João Lippert no laboratório apícola da universidade. Foram vendidos milhares de frascos de própolis em solução alcoólica em época de vestibular nas universidades, também produzidos pelo laboratório apícola. João Lippert viajou para Tóquio no Japão em 1996 em nome da ULBRA, para apresentar aos japoneses o equipamento Micro Coletor de Apitoxina e os produtos naturais que eram produzidos no laboratório apícola da universidade.

Clique aqui e assista alguns vídeos de pesquisas de João Lippert!

Contudo, devido grande dificuldade em manter as pesquisas na ULBRA, por falta de amparo da própria universidade em relação a equipamentos, matéria-prima e outros, já em 1995 João Lippert requereu por escrito sua demissão e rescisão do contrato. João Lippert também fez tal requerimento por escrito nos anos de 1996 e 1997. Seus pedidos nunca foram atendidos.

Clique aqui e veja a matéria publicada pelo Jornal Tudo Bem do Japão!

Durante o tempo de trabalho de João Lippert na ULBRA, vários alunos o procuraram para avisar de um vazamento de formol dos tanques de cadáveres humanos. Como o formol é um produto muito tóxico e havia a possibilidade de contaminar o lençol freático e contaminar até mesmo a água utilizada para a produção dos produtos naturais produzidos pelo laboratório apícola, João Lippert levou o fato ao conhecimento do coordenador geral dos laboratórios Volney Lauermann Falckembach, ao setor de compras da ULBRA, aos reitores da ULBRA Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat. Foram várias tentativas de solucionar o problema, mas nunca nenhuma providência foi tomada. João Lippert acabou por ter que denunciar o caso à Vigilância Sanitária de Canoas.

De outro lado, durante o tempo de trabalho de João Lippert na ULBRA, o mesmo procurou diversas vezes os reitores e o advogado da ULBRA e coordenador do departamento jurídico, Domingos Moreira Góes, para que a ULBRA regularizasse o imóvel em que residia João Lippert, que não havia sido transferido para o nome de João Lippert como deveria ser feito.

Em 1998 João Lippert foi demitido da ULBRA sem justa causa e teve que ingressar na justiça para requerer a possa da propriedade em que residia, pois a ULBRA não havia passado para seu nome.

Com a saída da ULBRA, João Lippert tentou trabalhar em duas universidades do interior do Rio Grande do Sul, que se interessaram por suas pesquisas, mas que após entrar em contato com a ULBRA, desistiram de contratar João Lippert.

Com isto, João Lippert passou a administrar o IESES – Instituto Educacional Sagrado Espírito Santo como direto geral, do qual já havia recebido proposta em 1996 no Japão. Na época, João Lippert agradeceu o convite, mas recusou por estar a serviço da ULBRA.

Amparado por uma fundação europeia que iria suportar as primeiras obras do Instituto IESES no Brasil, João Lippert negociou com a Prefeitura e Câmara de Vereadores de Glorinha para a implantação da Universidade IESES naquele município. Porém, após tudo acertado com o prefeito Darci Lima da Rosa, com os vereadores e com o proprietário de uma área de terra em Glorinha, a área de terra foi supostamente vendida “da noite para o dia” para um suposto diretor do Jornal Correio do Povo na época, cancelando assim, a implantação da Universidade IESES naquele município.

João Lippert passou a implantar a Unidade de Ensino IESES em Sapucaia do Sul em um prédio locado onde antes funcionava o Curtume Vacchi.

Durante uma visita às obras da escola no dia 23 de janeiro de 1999, um sábado, Tirone Lemos Michelin, que trabalhava para a ULBRA e tinha convívio com João Lippert e sua família, apareceu na escola com a desculpa de conhecer as obras. Assim, após visitar toda a escola, Tirone Lemos Michelin disse que precisava falar em particular com João Lippert, sem a presença de seus filhos Chiara e Robson e seu sobrinho José Luís Lippert da Silva, que também estavam no local. A partir daí, sob ameaça, João Lippert teve que entrar no veículo de Tirone Lemos Michelin e aconteceu então a extorsão mediante sequestro contra João Lippert. Preso dentro do carro de Michelin, ao longo da BR 116 sentido Porto Alegre, Michelin fez várias ameaças e várias exigências à João Lippert, as quais Michelin atribuía aos reitores da ULBRA, que afirmou serem os mandantes daquele crime. Tirone Lemos Michelin afirmou que a ULBRA era uma máfia internacional e que os reitores não permitiriam que João Lippert implantasse o Instituto IESES no Brasil, pois retiraria uma grande fatia do ensino da ULBRA. Michelin ainda disse que não adiantava João Lippert denunciar o sequestro à justiça, pois os reitores tinham várias autoridades a seu favor.

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João Lippert ainda telefonou para Ruben Eugen Becker, através de um número de celular fornecido por João Rosado Maldonado que era vice-presidente da CELSP, mantenedora da ULBRA, e na ligação disse ao então reitor, que precisavam falar a respeito do sequestro em que o nome dele havia sido envolvido. Ruben Eugen Becker disse estar em Brasília e que ao retornar entraria em contato com João Lippert para tratar do assunto, porém, nunca mais entrou em contato.

Após o sequestro, estamos as obras em Sapucaia do Sul ainda em pleno andamento, o juiz do trabalho na época André Reverbel Fernandes embargou e fechou a escola. Depois disto, o juiz foi promovido para Porto Alegre e hoje é desembargador no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região.

Apesar das ameaças de Tirone Lemos Michelin, João Lippert continuou com o Instituto IESES e iniciou a implantação da Unidade de Ensino IESES em Novo Hamburgo. Já com as obras da escola em estágio final, o advogado da ULBRA Domingos Moreira Góes entrou em contato com João Lippert e agendou uma reunião em Novo Hamburgo com três advogados que afirmaram serem da Universidade FEEVALE. Na reunião em que também estavam presentes, além de João Lippert, os acionistas do IESES Chiara Lippert e Robson Lippert, o advogado do IESES Clóvis Voese, além do ex-funcionário do IESES Vanderlei Zanatta e seu pai Arlindo Zanatta, o empreiteiro Edson Freitas Carpas, o proprietário do prédio locado pelo IESES em Novo Hamburgo Arno Schimdt. Na reunião, o advogado Domingos Moreira Góes e os três advogados que afirmaram serem da FEEVALE mas negaram em dizer seus nomes, exigiram que as obras da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo fossem imediatamente canceladas em um prazo máximo de doze horas.

João Lippert e os acionistas do IESES obviamente não concordaram com esta imposição e cerca de cinco dias após a reunião, a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens. Uma central telefônica alugada da Siemens com duzentos e cinquenta ramais também foi destruída. Quando se deu o crime da destruição da escola, faltava cerca de uma semana para a chegada de representantes da fundação européia que suportaria o custo da escola e mais centenas de escolas do IESES no Brasil.

No ato da destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, um dos seguranças de João Lippert viu homens carregando um ônibus com bens da escola, como tintas, fios, lâmpadas fluorescentes, pincéis, rolinhos, algumas cadeiras e classes escolares, computadores, aparelhos de ramais e de fax, nobreaks, tomadas e vários outros materiais da escola. O segurança acionou a brigada militar, que apreendeu o ônibus com todos os bens roubados da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo. A Brigada levou os bens para a Delegacia de Polícia Civil de Novo Hamburgo, onde Robson Lippert, presidente do IESES prestou depoimento. Porém, os bens nunca foram devolvidos ao Instituto IESES e João Lippert nunca conseguiu falar com o delegado na época para esclarecer o não devolvi mento dos bens do IESES. Suspeita-se que os bens tenham sido entregues para a ULBRA ou para a FEEVALE.

A RBS TV com o repórter André Haar filmou e transmitiu a destruição, mas quando foi solicitado cópia das imagens, a RBS alegou que as mesmas haviam sido descartadas e destruídas.

Clique aqui e veja parte do depoimento de Robson Lippert!
Clique aqui e veja a planta do IESES aprovada para Novo Hamburgo!

Alguns dias antes da destruição, Tirone Lemos Michelin esteve na escola em Novo Hamburgo, foi até a entrada do gabinete de João Lippert e fez sinal de que voltaria depois.

Ainda em 1999, o Jornal de Gramado publicou uma matéria caluniosa e difamatória contra João Lippert e Instituto IESES. Na matéria afirmaram que as fórmulas desenvolvidas por João Lippert eram falsas e que estavam sendo cometidos estelionatos através do Instituto IESES, dentre outras calúnias e difamações. O editor do jornal afirmou que as informações haviam sido passadas pela Delegacia de Gramado e quem deveria ter passado as informações para a delegacia devia ter sido a ULBRA.

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Com ameaças feitas no sequestro vindo a se cumprir, João Lippert deixou o Brasil com sua família e ficou cerca de sete meses em Portugal.

Quando estava em Portugal, João Lippert recebeu a notícia do falecimento do vice-presidente do IESES, o piloto Salmeron Kermor Ferreira Alves, em um misterioso acidente de helicóptero. João Lippert requereu investigação do 5º Comar de Canoas, por suspeita de envolvimento dos reitores da ULBRA, mas o caso foi simplesmente arquivado e o 5º Comar forneceu aviões para a ULBRA expor em seu campus em Canoas.

Clique aqui e veja a matéria sobre o acidente!
Clique aqui e veja a denúncia ao 5º Comar!

Ao retornar ao Brasil, João Lippert passou a se dedicar a outros projetos, como o Templo TESES e sites de notícias, mas todos seus projetos eram sempre boicotados de alguma forma, principalmente através da matéria caluniosa publicada pelo Jornal de Gramado.

A propriedade onde João Lippert residia e que a ULBRA não passou para seu nome, no processo que João Lippert ingressou para ter posse do imóvel, o juiz Fábio Koff Júnior deu sentença favorável a ULBRA e determinou reintegração de posse do imóvel. Ao ser recorrido ao Tribunal de Justiça, o processo ficou lá por mais de cinco anos, para por fim em 2006, os desembargadores manterem a decisão da primeira instância. No Tribunal de Justiça, ainda afirmaram para João Lippert que com exceção da decisão dos desembargadores, o restante do processo havia sido incinerado por determinação do desembargador Sergio Grassi Beck. O juiz Fábio Koff júnior ainda ligou do Foro de Canoas para o celular na época de João Lippert para o intimidar, constranger e ameaçar. O caso foi denunciado à Corregedoria Geral da Justiça, mas foi simplesmente arquivado.

Cansado de tantos boicotes e de não conseguir levar adiante nenhum projeto nem suas empresas, João Lippert decidiu confiar na justiça e denunciar em 2006 o sequestro que sofreu em 1999 ao Ministério Público Estadual de Canoas. João Lippert também denunciou a ULBRA à Receita Federal por suspeita de lavagem de dinheiro e outros crimes, inclusive relacionado a dinheiro vindo do exterior.

Em relação à denúncia do sequestro, a afirmação de Tirone Lemos Michelin de que não adiantaria denunciar o crime, pois os reitores tinham autoridades a seu favor, veio a se confirmar, pois o sequestro não foi investigado, João Lippert não foi ouvido como vítima, os reitores da ULBRA e Michelin não foram ouvidos como réus, não houve acareações, não houve reconstituição do crime de sequestro, nem nenhuma outra diligência necessária para se investigar um crime desta gravidade. Crime hediondo imprescritível. Em apenas sete dias do protocolo da denúncia, a promotora Fernanda Ruttke Dillenburg arquivou a denúncia e ainda instaurou processo criminal contra João Lippert por denunciado o sequestro, colocando o sequestrador e os mandantes do crime como vítimas e o João Lippert, a verdadeira vítima, como réu. No processo criminal, João Lippert foi obrigado por determinação do juiz Paulo de Tarso Carpena Lopes a realizar uma perícia médica psiquiátrica no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre em 2008. O laudo, assinado por três médicos peritos, atesta que João Lippert é plenamente capaz de seus atos e não apresenta nenhuma moléstia mental.

Clique aqui e veja a denúncia do sequestro!
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Assim, no ano de 2017, a juíza criminal do Foro de Canoas Patrícia Pereira Krebs Tonet, após ser representada por João Lippert na Corregedoria Geral da Justiça por maus procedimentos em um processo, a juíza procedeu com uma sentença condenatória contra João Lippert no referido processo, aumentando a pena para evitar a prescrição. João Lippert recorreu ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e três desembargadores mantiveram a sentença da juíza, usando as mesmas palavras do Ministério Público Estadual. Estão sendo ingressados agora com todos os recursos cabíveis, inclusive para a terceira instância.

De outro lado, em relação à denúncia à Receita Federal, a denúncia gerou uma investigação de cerca de dois anos, que envolveu a Polícia Federal e vieram a descobrir vários crimes praticados pelos reitores da ULBRA, onde a Polícia Federal até qualificou Ruben Eugen Becker como o chefe da quadrilha. Em 2008, os reitores perderam a universidade e foram indiciados por vários crimes como lavagem de dinheiro, estelionato, falsidade ideológica e outros crimes em processos que ainda tramitam. Quase todos os bens da ULBRA já foram penhorados e vendidos para pagamento de dívidas com a União e com funcionários. Em 2017 Ruben Eugen Becker e sua filha Ana Becker Giacomazzi foram condenados em primeira instância por lavagem de dinheiro.

Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal!
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Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha!
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker!
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat!

RUBEN EUGEN BECKER, LEANDRO EUGÊNIO BECKER, PEDRO MENEGAT, ESPOSAS OU COMPANHEIRAS E FILHOS DEVERÃO PRESTAR ESCLARECIMENTOS À JUSTIÇA!