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SÔNIA MARIA DAMIN MARCON

A advogada Sônia Maria Damin Marcon atuou para a locadora do imóvel onde está instalada a Televisão TVS, MMS, em uma ação por quebra de contrato de locação movida pela Televisão TVS e seu presidente, o repórter João Lippert.

Ocorre que na contestação, a advogada não absteve a defender sua cliente e fez gravíssimas acusações. A advogada alegou que o repórter João Lippert tinha inúmeras ações fantasiosas e mirabolantes na Comarca de Canoas e dizendo que a televisão TVS e João Lippert de forma leviana e sem qualquer respaldo atribuem falsos fatos para ludibriar o judiciário.

Sônia Maria Damin Marcon fez as mesmas alegações em outros dois processos em que atuava para MMS. Portanto, a advogada usou as mesmas alegações infundadas e sem provas, ofendendo moralmente João Lippert e a Televisão TVS em três processos diferente no Foro de Canoas.

Chama-se a atenção que do modo que advogada se referiu, a mesma abrangeu todo e qualquer processo que o repórter João Lippert tenha ingressado, de todo e qualquer crime que tenha sofrido. Nota-se aí como foram graves as palavras da advogada.

Sônia Maria Damin Marcon, como profissional do direito, tem o dever de defender seu cliente, mas também tem o dever de respeitar a parte adversa, o colega que atua para a parte adversa e também o magistrado julgador. Mesmo em defesa de seu cliente, um advogado não pode ofender a outra parte, não pode subverter a verdade dos fatos, tão pouco causar os abalos morais que causou a advogada.

Agindo assim, a advogada incorreu no Artigo 138 do Código Penal que trata da calúnia, no Artigo 17 do Código de Processo Civil que trata da litigante da má-fé e ainda desrespeitou o Artigo 2 do Código de Ética e Disciplina da OAB Ordem dos Advogados do Brasil.

João Lippert e a Televisão TVS representaram a advogada a OAB, porém, como de praxe, a representação foi arquivada.

SÔNIA MARIA DAMIN MARCON, MARIDO OU COMPANHEIRO E FILHOS DEVERÃO
PRESTAR ESCLARECIMENTOS À JUSTIÇA!