NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES

TIRONE LEMOS MICHELIN

Em 23 de janeiro de 1999, um sábado, João Lippert foi sequestrado por Tirone Lemos Michelin. Homem que trabalhava para a ULBRA e tinha convívio com João Lippert e sua família, pois João Lippert trabalhou como pesquisador universitário na ULBRA de 1994 a 1998.

Tirone Lemos Michelin apareceu na Unidade de Ensino IESES que João Lippert, diretor geral do IESES, estava implantando em Sapucaia do Sul, com a desculpa de conhecer as obras. Assim, após visitar toda a escola, Tirone Lemos Michelin disse que precisava falar em particular com João Lippert, sem a presença de seus filhos Chiara e Robson e seu sobrinho José Luís Lippert da Silva, que também estavam no local. A partir daí, sob ameaça, João Lippert teve que entrar no veículo de Tirone Lemos Michelin e aconteceu então a extorsão mediante sequestro contra João Lippert.

Preso dentro do carro de Michelin, ao longo da BR 116 sentido Porto Alegre, Michelin fez várias ameaças e várias exigências à João Lippert, as quais Michelin atribuía aos reitores da ULBRA, que afirmou serem os mandantes daquele crime. Tirone Lemos Michelin afirmou que a ULBRA era uma máfia internacional e que os reitores não permitiriam que João Lippert implantasse o Instituto IESES no Brasil, pois retiraria uma grande fatia do ensino da ULBRA. Michelin ainda disse que não adiantava João Lippert denunciar o sequestro à justiça, pois os reitores tinham várias autoridades a seu favor.

Clique aqui e leia o relato do sequestro!

Após cometer o crime de extorsão mediante sequestro contra João Lippert, Tirone Lemos Michelin ainda este na Unidade de Ensino IESES que estava sendo implantada em Novo Hamburgo, foi até a entrada do gabinete de João Lippert e fez sinal de que voltaria depois.

Alguns dias após este feito, a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens. Muitos bens imóveis e eletrônicos da escola foram destruídos e outros foram roubados.

Tirone Lemos Michelin foi governador do Rotary Clube Distrito 4680 de 2008 a 2009, o que suspeita-se ter sido um cargo conseguido pelos reitores da ULBRA pelo sequestro executado.

Clique aqui e veja a matéria da posse no Rotary Clube!

Em 2006 João Lippert decidiu confiar na justiça e denunciar o sequestro que sofreu em 1999 ao Ministério Público Estadual de Canoas. Porém, a afirmação de Tirone Lemos Michelin de que não adiantaria denunciar o crime, pois os reitores tinham autoridades a seu favor, veio a se confirmar, pois o sequestro não foi investigado, João Lippert não foi ouvido como vítima, os reitores da ULBRA e Michelin não foram ouvidos como réus, não houve acareações, não houve reconstituição do crime de sequestro, nem nenhuma outra diligência necessária para se investigar um crime desta gravidade. Crime hediondo imprescritível. Em apenas sete dias do protocolo da denúncia, a promotora Fernanda Ruttke Dillenburg arquivou a denúncia e ainda instaurou processo criminal contra João Lippert por denunciado o sequestro, colocando o sequestrador e os mandantes do crime como vítimas e o João Lippert, a verdadeira vítima, como réu. No processo criminal, João Lippert foi obrigado por determinação do juiz Paulo de Tarso Carpena Lopes a realizar uma perícia médica psiquiátrica no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre em 2008. O laudo, assinado por três médicos peritos, atesta que João Lippert é plenamente capaz de seus atos e não apresenta nenhuma moléstia mental.

Clique aqui e veja o laudo!

Assim, no ano de 2017, a juíza criminal do Foro de Canoas Patrícia Pereira Krebs Tonet, após ser representada por João Lippert na Corregedoria Geral da Justiça por maus procedimentos em um processo, a juíza procedeu com uma sentença condenatória contra João Lippert no referido processo, aumentando a pena para evitar a prescrição. João Lippert recorreu ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e três desembargadores mantiveram a sentença da juíza, usando as mesmas palavras do Ministério Público Estadual. Estão sendo ingressados agora com todos os recursos cabíveis, inclusive para a terceira instância.

Cabe salientar que Tirone Lemos Michelin nunca campareu em audiência com João Lippert, nem neste processo nem em outros. Neste processo, Michelin que foi colocado como vítima, solicitou ser assistente da acusação, o que foi aceito pelo Ministério Público Estadual, e mesmo assim não compareceu em nenhuma audiência.

Tirone Lemos Michelin foi condenado pela Justiça Federal por irregularidades em convênio para ensino à distância com uso de recursos do FAT no Mato Grosso do Sul. Michelin representava a ULBRA. Michelin também esteve envolvido com o ex-vice-cônsul de Portugal, Adelino Pinto, no golpe de R$ 2,5 milhões na Arquidiocese de Porto Alegre. Juntamente com Adelino, Michelin visitou várias prefeituras e universidades gaúchas propondo parcerias.

Clique aqui e veja as matérias sobre os crimes de Michelin!

TIRONE LEMOS MICHELIN, ESPOSA OU COMPANHEIRA E FILHOS DEVERÃO
PRESTAR ESCLARECIMENTOS À JUSTIÇA!