NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES


Canoas, 16 de julho de 2019.

Presidente do IESES – Instituto Educacional Sagrado Espírito, João Lippert, recebeu no dia 15/07/2019, a notícia de que a fundação estrangeira que suportaria as obras da Universidade IESES na cidade de Glorinha/RS, já se programa para iniciar em meados em 2020 a implantação da Universidade IESES no Brasil, que ainda poderá ser na cidade de Glorinha, além de 13 Unidades de Ensino IESES no Rio Grande do Sul.



Canoas, 13 de julho de 2019.

VINGANÇA

Algumas autoridades no Rio Grande do Sul, estão impedindo que o repórter João Lippert receba indenizações cobradas na justiça.

São exemplos destas autoridades, a juíza Gina Waleska Nicola de Sampaio que descumpriu decisão do Tribunal de Justiça, a juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet que condenou indevidamente o repórter João Lippert, o ex-juiz Fábio Koff Júnior suspeito de administrar a quadrilha dos ex-reitores da ULBRA, o hoje desembargador André Reverbel Fernandes que quando juiz do trabalho em Sapucaia do Sul embargou e fechou a Unidade de Ensino IESES naquela cidade e alguns juízes que arquivaram processos indenizatórios e criminais movidos pelo repórter João Lippert.

O motivo só pode ser vingança em relação às representações que fez o repórter João Lippert contra alguns magistrados na Corregedoria Geral da Justiça e Conselho Nacional de Justiça.



Canoas, 12 de julho de 2019.

Prefeito de Glorinha Darci Lima da Rosa e vereadores de 1998, são suspeitos de envolvimento na extorsão mediante sequestro do repórter João Lippert com a ULBRA e seus reitores na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, além dedo sequestrador Tirone Lemso Michelin e o advogado da ULBRA na época Domingos Moreira Góes.



Canoas, 11 de julho de 2019.

A TELEVISÃO TVS PROCURA O DELEGADO DA
1ª DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL DE NOVO
HAMBURGO NO ANO DE 1999

O delegado está desaparecido desde 1999, quando recebeu material roubado da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, apreendido pela Brigada Militar.

QUEM TIVER INFORMAÇÕES PODE ENTRAR EM CONTATO PELO E-MAIL TVSINTERNACIONAL@HOTMAIL.COM



Canoas, 09 de julho de 2019.

CONTAGEM REGRESSIVA

Faltam aproximadamente 25 dias para o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul apresentar – ou não - as provas da investigação do crime de extorsão mediante sequestro que sofri em 23 de janeiro de 1999. Assim sendo, faltam 25 dias para o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul encontrar o sequestrador Tirone Lemos Michelin e provar com documentos onde o mesmo estava no dia 23 de janeiro de 1999 entre 09hs e 12hs daquele dia.

Clique aqui e leia o relato do sequestro.

Caso o Ministério Público Estadual não apresente todas as provas e não prove que o crime de extorsão mediante sequestro não aconteceu, o processo criminal movido pelo Ministério Público Estadual contra minha pessoa por denunciação caluniosa será arquivado por falta de provas da acusação, ou seja, do Ministério Público Estadual.

Isto é, se não rasgarem a Constituição Federal do Brasil e todas as leis!

É oportuno salientar que a Universidade ULBRA, onde trabalhei por mais de quatro anos, após dez meses do crime de extorsão mediante sequestro, assinou um convênio com o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, para prestar serviços na área jurídica, penal e forense, além de outras informações.

Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual.

A partir daí, o Ministério Público Estadual moveu 36 processos criminais contra minha pessoa, dos quais 34 já foram baixados por autoridades de boa-fé. Obviamente os processos que ficaram no Foro de Canoas, onde tinha – ou ainda tem – a influência do ex-juiz Fábio Koff Júnior, fui condenado pelo crime de denunciação caluniosa. No processo se envolveram as promotoras Fernanda Rutkke Dillenburg, Lisandra Demaria, Ângela Caren Dal Pós, Ivana Kist Huppes Ferrazo, Letícia Viterbo Ilges e Renata Pinto Lucena, além da defensora pública Ivanise Maciel Deckmann e dos magistrados Paulo de Tarso Carpena Lopes, Marcelo Mairon Rodrigues, Sérgio Tweedie Spadoni, Clarissa Costa de Lima e Patrícia Pereira Krebs Tonet.

OS NA ÉPOCA REITORES DA ULBRA ROUBAVAM DO GOVERNO E ALEGAVAM
QUE O DINHERO VINHA DA ALEMANHA À TÍTULO DE DOAÇÃO

Ruben Eugen Becker, quando reitor da Universidade ULBRA, alegava que os recursos para construir os campi, escolas da ULBRA e o Hospital Universitário, eram recursos que vinham da Alemanha. Mas era golpe. O dinheiro vinha de sonegação, ou seja, roubo de impostos destinados ao Governo.

Quem sabia desta trama, além de Becker: o na época vice-reitor Leandro Eugênio Becker, o na época ex-pró-reitor de administração Pedro Menegat, o na época vice-presidente da mantenedora Celsp João Rosado Maldonado, o na época coordenador geral dos laboratórios Volney Lauermann Falckembach, o advogado Domingos Moreira Góes e seu filho Maurício Góes, o na época juiz Fábio Koff Júnior e seu irmão dentista em Santa Catarina e pai – hoje falecido – Fábio André Koff, o na época juiz do trabalho em Sapucaia do Sul André Reverbel Fernandes, além de Tirone Lemos Michelin, do reitor da Feevale na época Lauro Tisher, o presidente da RBS TV na época Nelson Pacheco Sirotsky, o promotor público Cláudio Barros Silva, a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, o desembargador que mandou incinerar meu processo Sérgio Grassi Beck, o advogado Pedro da Silva Reis e mulher Bernadete que levaram-me em mãos em Portugal a matéria caluniosa publicada pelo Jornal de Gramado no intuito de que eu não voltasse ao Brasil, além de outros.


Também são suspeitos de saberem desta trama e de participarem dela, familiares dos ex-reitores da ULBRA como a mulher de Ruben Eugen Becker, Luísa Becker, a filha de Becker, Ana Becker Giacomazzi, o cunhado de Becker, mulher e filhos de Leandro Becker, Luciana Giacomazzi Becker.

Dos valores sonegados e roubados pelos na época reitores da ULBRA, advogados que atuavam para a ULBRA como Domingos Moreira Góes, Ivo Ravanello e outros, são suspeitos de terem na época um percentual de aproximadamente 5%.



Canoas, 07 de julho de 2019.

CAMA DE PREGOS

O Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul fez uma cama de pregos para minha pessoa se deitar. Ou seja, para o repórter cinematográfico e presidente da TVS – A Televisão Sobrenatural do Brasil, João Lippert.

Porém, alguém inverteu os papéis e algumas autoridades do Ministério Público Estadual e do Judiciário, já se deitaram na cama de pregos.

Alguns promotores e promotoras do Ministério Público Estadual podem ter recebido valores milionários dos na época reitores da ULBRA, para me colocar na prisão e se livrarem assim de responder pelo crime que cometeram contra minha pessoa: extorsão mediante sequestro ocorrido em 23 de janeiro de 1999.

Clique aqui e leia o relato do sequestro.

Agora, o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul tem prazo para apresentar as provas de que o crime de extorsão mediante sequestro não aconteceu.

Cabe salientar que dez meses após o crime de extorsão mediante sequestro que sofri, o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul assinou convênio com a Universidade ULBRA. No convênio assinou representando a ULBRA, exatamente o homem que me sequestrou: Tirone Lemos Michelin. Também assinou o convênio o pró-reitor de administração da ULBRA, Pedro Menegat, e o procurador-geral da justiça na época Cláudio Barros Silva. Promotor público este, suspeito de ter influenciado outros promotores e promotoras contra minha pessoa.

Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual.

Todos estes e outros, estão hoje deitados em uma cama de pregos.

Salientando ainda que a Polícia Federal apontou o ex-reitor da ULBRA, Ruben Eugen Becker, como chefe de quadrilha.

Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.
Clique aqui e veja as matérias sobre os crime de Tirone Lemos Michelin.



Canoas, 06 de julho de 2019.

UMA DAS MAIORES QUADRILHAS NA ÁREA DO ENSINO NO BRASIL

A extorsão mediante sequestro que João Lippert sofreu pode ter nascido na cabeça de Volney Lauermann Falckembach, na cabeça de Domingos Moreira Góes, na cabeça dos na época reitores da Ulbra, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat e na cabeça de Tirone Lemos Michelin.

Michelin queria ser acionista do Instituto IESES e não foi aceito pelos acionistas da instituição. O impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha só pode ter sido ideia de Ruben Eugen Becker. O embargo da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul também só pode ter sido ideia de Ruben Eugen Becker, confirmado por João Rosado Maldonado.

A destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo só pode ter sido ideia de Ruben Eugen Becker em conluio com o reitor da Universidade Feevale na época, Lauro Tisher, podendo ter envolvimento de alguns acionistas e colaboradores da Feevale e da ULBRA.



Canoas, 04 de julho de 2019.

PROCURA-SE VIVOS OU MORTOS

TIRONE LEMOS MICHELIN, SEQUESTRADOR DO REPÓRTER E DIRETOR GERAL DO IESES NA ÉPOCA JOÃO LIPPERT. RUBEN EUGEN BECKER, LEANDRO EUGÊNIO BECKER E PEDRO MENEGAT, MANDANTES DA EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO DE JOÃO LIPPERT. DOMINGOS MOREIRA GÓES, EX-ADVOGADO DA ULBRA. PROCURA-SE TAMBÉM A PROMOTORA PÚBLICA FERNANDA RUTTKE DILLENBURG E A DEFENSORA PÚBLICA IVANISE MACIEL DECKMANN.



Canoas, 30 de junho de 2019.

PROTEÇÃO POLICIAL E GARANTIAS
DE VIDA

O repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, ingressará na justiça a qualquer momento, a partir do dia 30/06/2019, com pedido de proteção policial e garantias de vida contra Tirone Lemos Michelin, contra os hoje ex-reitores da Ulbra, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, contra o advogado Domingos Moreira Góes e contra o ex-juiz Fábio Koff Júnior. Outras pessoas poderão ser arroladas.

Além destas pessoas acima, mais de quinze pessoas também são suspeitas de conivência com o crime de extorsão mediante sequestro, impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha, embargo e fechamento da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo e impedimento da implantação do Templo TESES em Gramado.

No ano de 2006, João Lippert denunciou os na época reitores da Ulbra à Receita Federal por suspeita de lavagem de dinheiro. A investigação de cerca de dois anos da Receita Federal e Polícia Federal, levou os então reitores a perderem a universidade e serem indiciados por vários crimes. Ruben Eugen Becker já foi condenado em primeira instância.

Deste modo, se algo for cometido contra a vida do repórter e presidente da Televisão TVS João Lippert, contra a vida da repórter e vice-presidente da Televisão TVS Bruna Dartora, contra a vida da coordenadora geral da Televisão TVS Dionéia Rodolfo da Rosa, contra a vida dos acionistas da Televisão TVS Chiara Lippert, Robson Lippert e Keila Cristine Lippert (e filha menor de idade), os Tirone Lemos Michelin, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, Domingos Moreira Góes e Fábio Koff Júnior serão considerados os principais suspeitos. Serão considerados suspeitos também todas as pessoas e empresas com nomes e fotos no quadro abaixo.

Com isto, qualquer nova provocação ou ameaça contra o repórter João Lippert, poderá pedido de prisão preventiva do indivíduo para investigação.



Canoas, 27 de junho de 2019.

ACESSORIA DE IMPRENSA DO GRUPO RBS, ALEGOU IMPOSSIBILIDADE DE ENTREVISTA DO PRESIDENTE DO GRUPO RBS, EDUARDO MELZES, À TELEVISÃO TVS, DEVIDO O MESMO ESTAR EM VIAGEM FORA DO BRASIL.

Em relação a isto diz o repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert. "Destruíram a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo com picaretas e machados. Perdi meu trabalho e meus filhos também. Quem está envolvido? Universidade Ulbra e Universidade Feevale. E querem me colocar na cadeira, porque denunciei a extorsão mediante sequestro que sofri. Espero que o Ministério Público Estadual, que me processou afirmando que eu fiz uma denúncia caluniosa, ou o Superior Tribunal de Justiça encontrem o sequestrador Tirone Lemos Michelin e o coloquem em sala de audiência com minha pessoa, para que ele prove com documentos que não esteve em Sapucaia do Sul no dia 23 de janeiro de 1999. Que o Ministério Público Estadual prove com documentos que minha denúncia foi caluniosa e para isto, o Ministério Público Estadual precisa provar que o crime de extorsão mediante sequestro não aconteceu."

EDITANDO VÍDEO



Canoas, 23 de junho de 2019.

LEGÍTIMA DEFESA

A partir do dia 24 de junho de 2019, o repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, irá pessoalmente com equipe da Televisão TVS em busca de esclarecimentos junto ao Ministério Público Estadual em relação ao convênio firmado entre o Ministério Público Estadual e a Universidade Ulbra em 03 novembro de 1999, uma quinta-feira. Neste sentido, João Lippert quer esclarecimentos do procurador geral de justiça na época, Cláudio Barros Silva, que assinou o convênio.

Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual.

João Lippert também quer esclarecimentos em relação ao suposto procurador da Ulbra, que consta no convênio: Tirone Lemos Michelin. Homem que em um golpe com os na época reitores da Ulbra, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, cometeu o crime de extorsão mediante sequestro, retirando o diretor geral do IESES na época, João Lippert, de dentro do pátio da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, na frente de seus filhos Chiara e Robson e sobrinho José Luís Lippert da Silva, estacionando o veículo Blazer de cor preta próxima ao viaduto da BR116 sentido Porto Alegre, com João Lippert preso dentro do carro estando Michelin com arma em punho. Deverão ser apresentados documentos, como Ata de Nomeação, para comprovar que Michelin era procurador da Ulbra e sua mantenedora Celsp.

O repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, também irá em busca de esclarecimentos junto ao Ministério Público em relação a extorsão mediante sequestro que sofreu em 23 de janeiro de 1999. Crime que nunca foi investigado.

Clique aqui e leia o relato do sequestro.

João Lippert também irá requerer ao Ministério Público Estadual, esclarecimentos no caso de ter aceito Tirone Lemos Michelin como assistente de acusação em processo contra João Lippert e Michelin nunca compareceu em nenhuma audiência, nem no Foro de Canoas nem no Foro Central de Porto Alegre.

João Lippert ainda irá exigir que o Ministério Público Estadual encontre Tirone Lemos Michelin e que o mesmo prove com documentos e demais meios de prova, onde o mesmo estava no dia 23 de janeiro de 1999, dia que cometeu a extorsão mediante sequestro contra João Lippert. Caso o Ministério Público Estadual não encontre Tirone Lemos Michelin, que o Ministério Público Estadual de alguma forma intime-o para que Michelin se apresente à justiça e não se apresentando, que Tirone Lemos Michelin seja entendido como fugitivo da justiça e que o mesmo seja procurado pela Polícia Federal e Interpol, até que o mesmo seja encontrado e preste esclarecimentos à justiça e sejam feitas acareações e reconstituição do crime.

O repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, também irá ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, onde quer esclarecimentos a respeito de um processo do repórter que teria sido incinerado por determinação do desembargador Sérgio Grassi Beck.

O repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, também irá à Corregedoria Geral da Justiça onde quer esclarecimentos em relação ao ex-juiz Fábio Koff Júnior, que ameaçou João Lippert via telefone e foi denunciado à Corregedoria. Crime que também nunca foi investigado. O repórter também quer informações de quem promoveu o na época juiz corregedor Luciano André Losekann ao CNJ - Conselho Nacional de Justiça.

O repórter também quer esclarecimentos a respeito do hoje desembargador André Reverbel Fernandes, que em 1999 embargado a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul. André Reverbel Fernandes é suspeito de recebimento de propina.

João Lippert ainda quer que a Universidade Feevale e o advogado Domingos Moreira Góes prestem esclarecimentos à justiça em relação à destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.



Canoas, 21 de junho de 2019.

AMEAÇAS E PROVOCAÇÕES DEVERÃO
SER DISCUTIDAS NA JUSTIÇA

Juíza Marilena Mello Gonçalves do Foro de Canoas, é suspeita de ter arquivado o processo criminal movido pelo repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, e demais acionistas da TVS, contra Heleno da Rosa Pinheiro, por ameaça, com o propósito de provocar o repórter João Lippert no intuito de que o mesmo tentasse tirar satisfações da juíza e assim pudesse ser preso, ou que o repórter tentasse tirar satisfação do próprio Heleno e pudesse ser assassinado. Heleno é ex-agente penal e ex-presidiário por cumplicidade em roubo.

A ameaça se deu durante e após uma suposta festa de aniversário de uma menor de idade, que aconteceu ao lado da antiga sede da Televisão TVS.

De outro lado, advogado que atuou para Heleno da Rosa Pinheiro, disse na defesa de Heleno, que as vítimas no processo teriam tido um “surto psicótico”.

Em outro processo criminal, a mesma juíza tentou provocar novamente o repórter João Lippert, dizendo que todas as reclamações feitas pelo mesmo foram sem fundamento.

O repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, também foi provocado e ameaçado, pela locadora da atual sede da Televisão TVS e alguns familiares da mesma, como seu genro, seu neto e mulher, algumas de suas filhas e amigos da família da locadora.

João Lippert também vem sendo provocado por um vizinho da Televisão TVS, sem qualquer motivação para tal. Razão pela qual se acredita que o mesmo esteja atendendo pedidos de alguém. Tal vizinho supostamente já teria chamado o repórter de ladrão e de gnomo, além de outras provocações. O vizinho deverá prestar esclarecimentos na justiça.

Advogados do repórter João Lippert irão propor conciliação extrajudicial com tais pessoas para que todas as provações e ameaças cessem.



Canoas, 18 de junho de 2019.

DENÚNCIAS
JUDICIÁRIO BRASILEIRO E CRIMES NUNCA INVESTIGADOS

Homens e mulheres do Judiciário Brasileiro, que se dizem ser homens representantes da justiça, se negam a investigar e julgar o crime de extorsão mediante sequestro sofrido pelo repórter João Lippert, na época diretor geral do Instituto IESES, hoje presidente da instituição. Crime hediondo cometido por Tirone Lemos Michelin em 23 de janeiro de 1999, e segundo o próprio sequestrador, a mando dos reitores da Ulbra na época, hoje ex-reitores, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, com envolvimento do advogado Domingos Moreira Góes, advogado da Ulbra na época.

Clique aqui e leia o relato do sequestro.

Homens e mulheres do Judiciário Brasileiro, não querem investigar o crime de extorsão mediante sequestro e querem prender o repórter João Lippert a todo custo com condenações indevidas, em vingança às denúncias que fez o repórter contra alguns juízes, juízas, desembargadores, corregedores e promotoras públicas, bem como para impedir que o repórter João Lippert se candidate e concorra à prefeitura de Canoas em 2020.

 

LISTA DE AUTORIDADES DENUNCIADAS
*A maioria das autoridades foram denunciadas às suas Corregedoria e algumas autoridades foram denunciadas no site da Televisão TVS*

Juízes: Fábio Koff Junior, Fábio André Koff, André Reverbel Fernandes, Paulo César Filippon, Marcelo Mairon Rodrigues, Alessandra Abraão Bertolucci, Paulo de Tarso Carpena Lopes, Marcelo Martins Berthe, José Paulo Baltazar, Jaqueline Hofman, Sylvio Antônio de Oliveira Correia, Patrícia Souza Silveira de Araújo, Sérgio Tweedie Spadoni, Clarissa Costa de Lima, Mariana de Araújo Lopes, Giovana Farenzena, Marise Moreira Bortowski, Gorete Fátima Marques, Adriana Rosa Morozini, Marilena Mello Gonçalves, Fábio Vieira Heerdt, José Luiz John dos Santos e Patrícia Pereira Krebs Tonet.

Juízes Corregedores: Luciano André Losekann, Vera Lúcia Fritsch Feijó, Antônio Vinícius Amaro da Silveira.

Desembargadores: Luiz Felipe Brasil Santos, Armínio José Abreu Lima da Rosa, Sérgio Grassi Beck, Rogério Gesta Leal, Júlio César Finger, Newton Brasil de Leão e Almir Porto da Rocha.

Corregedores: Corregedor-Geral do Ministério Público Mário Cavalheiro Lisboa, Corregedora-Geral do Ministério Público Noara Bernardy Lisboa, Corregedor Nacional da Justiça Gilson Langaro Dipp e Corregedor Nacional da Justiça João Otávio de Noronha.

Promotores públicas: Fernanda Ruttke Dillenburg, Lisandra Demari, João Nunes Ferreira, Vera Corino, Ângela Caren Dal Pos, Ivana Kirst Huppes Ferrazo, Letícia Viterbo Liges, Gustavo Walker Zettler, Luis Felipe de Aguiar Tesheiner, Renata Pinto Lucena e Claúdio Barros Silva.

 

Entretanto, das denúncias feitas contra tais autoridades nos órgãos competentes, como Corregedoria Geral da Justiça e Corregedoria Geral do Ministério Público no Rio Grande do Sul, bem como, Conselho Nacional de Justiça e Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília, além da Ordem dos Advogados do Brasil, o repórter João Lippert sempre recebeu notificações do arquivamento das denúncias.

Em 2006, o repórter João Lippert denunciou os então reitores da Ulbra na Receita Federal por suspeita de crimes financeiros. A investigação da Receita Federal e Polícia Federal, resultou na descoberta de muitos outros crimes além dos denunciados pelo repórter, e em consequência disto, os reitores tiveram de deixar a Ulbra, que já foi quase totalmente leiloada para pagamento de dívidas com o Governo e com trabalhadores, sendo que ainda resta uma dívida bilionária.

Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.

Clique aqui e veja as matérias sobre os crimes de Michelin.

Os reitores da Ulbra, hoje ex-reitores, e seus cúmplices, cometiam seus crimes sob os olhos de muitas autoridades do Rio Grande do Sul, principalmente do Ministério Público Estadual, que nada faziam contra a Ulbra, devido um convênio firmado entre ambos alguns meses após o crime de extorsão mediante sequestro cometido contra o repórter João Lippert.

Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual.

De outro lado, até mesmo no Superior Tribunal de Justiça em Brasília, última instância do Judiciário Brasileiro, o repórter João Lippert se deparou com a falta de justiça, infelizmente vinda de alguns ministros da Quinta Turma daquele órgão: Jorge Mussi, Reynaldo Soares da Fonseca, Ribeiro Dantas e Felix Fisher.

Em relação ao repórter João Lippert: "Não tenho tríplex nem sítio em Atibaia e nunca roubei do Governo. Querem fazer comigo como fizeram com o Lula, para impedir de concorrer nas eleições? Será que o The Intercept, que lançou suspeita sob todas instituições da justiça no Brasil, tem razão? "

Cabe salientar que o repórter João Lippert comunicou à Ouvidoria do STJ - Superior Tribunal de Justiça, os gravíssimos erros e gravíssimas contradições que aconteceram no tramitar do processo contra o repórter João Lippert no STJ. O comunicado foi feito no dia 14 de junho de 2019. Porém, no mesmo dia a Ouvidoria do STJ respondeu, alegando não ser de competência da mesma tomar providências no caso.



Canoas, 17 de junho de 2019.

MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL, COM O CONVÊNIO FIRMADO COM A UNIVERSIDADE ULBRA, SE ALIOU À QUADRILHA DA ULBRA E DOS HOJE EX-REITORES.

Quem pode estar mandando no Ministério Público Estadual desde que o Ministério Público fez convênio com a Ulbra em 1999 e é suspeito de ter pago aproximadamente R$ 1 milhão para livrar Tirone Lemos Michelin do crime de extorsão mediante sequestro?

Até que provem ao contrário dentro da verdadeira justiça, quem vem mandando no Ministério Público Estadual desde 1999, após o convênio, é a Ulbra. Até que provem ao contrário, todos que assumiram o Ministério Público após a data do firmamento do convênio deram apoio aos crimes dos reitores da Ulbra, hoje ex-reitores, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat. Todos são bandidos, porque quem faz convênio com bandidos, na minha opinião também é bandido.

Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual.

Vejam as matérias sobre o indiciamento dos hoje ex-reitores da Ulbra.
Vejam o que dizem os federais, que Ruben Eugen Becker era o chefe da quadrilha.

Clique nos links abaixo e veja as matérias:
LINK 01 | LINK 02 | LINK 03 | LINK 04

E eu digo: o ex-vice-reitor da Ulbra, Leandro Eugênio Becker, está novamente dentro da Ulbra no Hospital Universitário em Canoas, estando lá durante os escândalos na saúde em Canoas. É possível que Leandro esteja cometendo no Hospital os mesmos crimes cometidos quando vice-reitor da Ulbra. É possível que esteja roubando o Hospital Universitário.

E todos que apoiaram os então reitores da Ulbra e seus cúmplices e outros que ainda estão apoiando até hoje, também são bandidos.

O Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, após fazer o convênio com a Ulbra, além de arquivar toda denúncia que fiz, ainda moveu trinta e seis processos criminais contra minha pessoa, dos quais trinta e quatro foram arquivados, pois foram julgados por juízes e desembargadores de fé, que não eram comandados pela Ulbra ou pelo Ministério Público Estadual.

As minhas denúncias ao Ministério Público Estadual de Canoas foram arquivadas pela promotora Fernanda Ruttke Dillenburg, que foi transferida/promovida de Gramado para Canoas, após permitir colocar seu nome em uma matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado contra minha pessoa.

Clique aqui e veja a matéria caluniosa e difamatória.

De outro lado, cometendo um grave crime ambiental, a Ulbra deixou por cerca de um ano ou mais, vazar formol de um dos tanques de cadáveres humanos para pesquisa. Produto químico que pode ter atingido o lençol freático e contaminado a água de alunos, professores e funcionários da Ulbra, além da população de Canoas e fauna e flora local.

Nada foi investigado. Quando a Ulbra e seu reitores tiveram suas quedas em 2008, os cadáveres humanos e tanques de formol foram removidos da Ulbra. Onde estão os mais de duzentos cadáveres humanos que a Ulbra tinha em seus tanques de formol? Enterraram os corpos? Entregaram para o IML? A Televisão TVS vem buscando informações a respeito para informar a população de Canoas. A Ulbra ainda é suspeita de pegar corpos de pessoas que faleciam em asilos, orfanatos e em hospitais psiquiátricos.

Fui alertado por um funcionário da Ulbra que os reitores pretendiam assassinar-me e pegar meu corpo para dessecar na Ulbra por vingança. Isto podia ter sido planejado para acontecer no Instituto Psiquiátrico Forense, quando fui obrigado pelo juiz Paulo de Tarso Carpena Lopes a realizar perícia médica a pedido do Ministério Público Estadual, através da promotora Fernanda Ruttke Dillenburg.

Clique aqui e veja o laudo forense.

A Televisão TVS está procurando pelos funcionários da Ulbra, hoje provavelmente ex-funcionários, Gilson, Edimilson, Marli e outros para esclarecerem estas informações.

Quando saí da Ulbra em 1998, a Ulbra ficou com todos os meus projetos e equipamentos eletroeletrônicos. Tudo ficou retido na Ulbra em Canoas e me impediram de pegá-los. Suspeito que a Ulbra os tenham vendido ou destruído.

O Ministério Público Estadual fez convênio com o chefe da quadrilha, com bandidos que impediram a implantação do Instituto IESES.

A Universidade IESES foi impedida de ser implantada, sendo a área de terra destinada ao IESES vendida “da noite para o dia” para um suposto diretor do Jornal Correio do Povo, com envolvimento do prefeito de Glorinha Darci Lima da Rosa.

A Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul foi embargada e fechada pelo juiz do trabalho na época André Reverbel Fernandes, hoje desembargador. João Rosado Maldonado, ex-vice-presidente da Celsp, mantenedora da Ulbra, “tirando uma” com a minha cara, disse que o Becker tinha me dado uma rasteira em Sapucaia do Sul, confirmando o envolvimento da Ulbra e seus reitores no embargo da escola.

A Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens com picaretas e marretas, tendo os então reitores da Ulbra apoio do reitor na época da Universidade Feevale, Lauro Tisher. Atualmente é reitor da Feevale Cleber Prodanov.

Domingos Moreira Góes, o hoje ex-advogado da Ulbra, foi o grande articulador destes crimes.

Muitas autoridades tiveram a oportunidade de fazer justiça de verdade, mas preferiram se vender ou acreditar em bandidos disfarçados de reitores de universidade.

Minha pessoa acreditava que ao menos em Brasília, no Superior Tribunal de Justiça, encontraria autoridades dispostas a fazer justiça de verdade. Mas parece que me enganei.

Contudo, estou apelando aos ministros da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça. Ministros. Investiguem ou determinem a investigação do crime de extorsão mediante sequestro que sofri e denunciei. Denúncia que foi motivo para eu estar sendo condenado indevidamente. Mandem reconstituir o crime e busquem provas de onde estava Tirone Lemos Michelin no dia do crime, 23 de janeiro de 1999. Extorsão mediante sequestro que sofri na frente de dois filhos meus, Chiara e Robson, além de meu sobrinho José Luís Lippert da Silva, que para não falar sobre o sequestro recebeu um emprego na Ulbra TV. Extorsão mediante sequestro cometida por Tirone Lemos Michelin, que posterior ao crime assinou o convênio entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual como procurador da Ulbra e da mantenedora Celsp. Homem que no ato do crime, apontou os reitores da Ulbra na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, como mandantes, com o propósito de impedir a implantação do Instituto IESES. Ministros. Requeiram a segunda via da fatura telefônica do Foro de Canoas, que comprova a ligação feita para meu celular na época. Ligação àquela feita pelo na época juiz Fábio Koff Júnior, que julgava um processo meu contra a Ulbra. O juiz cometeu abuso de autoridade, me intimidou e me ameaçou via telefone. Ministros. Investiguem ou mandem investigar a reintegração de posse que sofri, na qual não apresentaram mandado judicial e fizeram fora da data determinada e que ainda me informaram no Tribunal de Justiça em Porto Alegre que o processo havia sido incinerado por determinação do desembargador Sérgio Grassi Beck. Ministros. Estou sendo condenado por denunciação caluniosa, por eu ter denunciado um crime que sofri. Crime que nunca foi investigado. Denúncia que foi arquivada em apenas sete dias do seu protocolo e instaurado processo contra minha pessoa. Sem a devida investigação do crime que denunciei, sem provar que o crime que eu denunciei nunca aconteceu, não posso ser condenado por denunciação caluniosa. Façam isso para não se tornar o maior escândalo do Brasil.

Façam a verdadeira justiça ao invés de darem ouvidos ao ex-ministro Gilson Langaro Dipp, que tem como único intuito vingar-se por eu ter o representado no Conselho Nacional de Justiça. Na carreira, parece que jogaram formol e murchou. Nem para advogado de porta de cadeira serve mais. Foi mais um que não honrou os coquinhos e deixou a justiça de lado.

A juíza que me condenou em primeira instância, Patrícia Pereira Krebs Tonet, e os desembargadores do Tribunal de Justiça que mantiveram a senteça, Rogério Gestal Leal, Júlio Finger e Newton Brasil de Leão, são suspeitos de terem recebido orientações para assim proceder, do ex-advogado da Ulbra Domingos Moreira Góes, do ex-juiz Fábio Koff Júnior, do desembargador André Reverbel Fernandes e também do ex-ministro Gilson Dipp.

Clique aqui e veja a denúncia do sequestro.

Por fim, como técnico em laboratório, sugiro que a Corsan, responsável pela água em Canoas, oriente a população a usar filtros em suas torneiras, para evitar contaminação por formol dos cadáveres humanos que a Ulbra tinha. Apesar dos anos que se passaram desde que removeram os cadáveres da Ulbra, ainda pode existir a contaminação. Na época, eu tentei publicar o caso em um jornal de Canoas, para alertar a população, mas o editor do jornal alegou que não podia publicar nada contra a Ulbra.



Canoas, 16 de junho de 2019.

CANOAS JÁ TEVE A PIOR ÁGUA E A MAIS SUJA DAS CORRUPÇÕES E MANOBRAS ATRAVÉS DA ULBRA

A Universidade ULBRA derramou por mais de oito meses no lençol freático, o produto químico formol. Produto este usado para conservar cadáveres humanos e de animais, que a ULBRA mantinha em tanques, onde um deles tinha o vazamento de formol.

POR QUE JOÃO LIPPERT ESTÁ CONDENADO? POR DENUNCIAR A ULBRA E SEUS REITORES E FAZER, ATRAVÉS DE DENÚNCIAS, COM QUE OS REITORES PERDESSEM A UNIVERSIDADE.

De outro lado, processo criminal irá buscar Tirone Lemos Michelin para prestar esclarecimentos sobre a extorsão mediante sequestro cometida contra o repórter João Lippert.



Canoas, 15 de junho de 2019.

VINGANÇA ATÉ MESMO NO STJ?

Gilson Langaro Dipp, denunciado pelo repórter João Lippert em meados de 2010 por maus procedimentos quando Corregedor Geral da Justiça no CNJ em Brasília, foi ministro do STJ – Superior Tribunal de Justiça, atuando na Quinta Turma. Mesma turma que agora em 2019 ficou responsável pelo julgamento do Agravo Regimental dor epórter João Lippert com o relator ministro Jorge Mussi. Entretanto, dado o grave erro, proposital ou não, no tocante à sentença do repórter João Lippert, em documento assinado pelo ministro Jorge Mussi, e dado o fato da grande possibilidade do ex-ministro Gilson Dipp ter amizades pessoais com os ministros da Quinta Turma e possivelmente grande influência entre os mesmos, o repórter João Lippert não aceita julgamento por parte da Quinta Turma do STJ. Gilson Dipp pode estar manipulando os ministros da Quinta Turma em vingança contra o repórter João Lippert.