NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES


Canoas, 18 de agosto de 2019.

PROPOSTA IMPERDÍVEL PARA TIRONE LEMOS MICHELIN E MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL

Se Tirone Lemos Michelin provar na justiça com documentos e todos os demais meios de provas em direito admitidos, que deverão ser periciados, que não esteve na Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul no dia 23 de janeiro em 1999 entre 09hs e 11hs daquele dia, quando cometeu o crime de extorsão mediante sequestro contra minha pessoa, eu me entrego espontaneamente à justiça para cumprir a pena indevida que me deram, mesmo eu sendo inocente. Sentença provavelmente vendida.

Querem que eu me apresente no Instituto Penal de Canoas? No Presídio Central de Porto Alegre? No Presídio de Charqueada? Eu vou, mas primeiro Tirone Lemos Michelin e o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul têm que provar que Michelin não esteve na Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul no dia 23 de janeiro de 1999 entre 09hs e 11hs daquele dia, onde cometeu o crime de extorsão mediante sequestro contra minha pessoa.

Clique aqui e leia o relato da extorsão mediante sequestro

Devem ser apresentados na justiça documentos como passagens aéreas, reservas de hotéis, tickets de pedágio, notas fiscais de restaurantes e outros tipos de comprovações.

Tirone Lemos Michelin e o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul têm até o dia 21 de agosto de 2019, quarta-feira, para apresentar as provas documentais.

Entretanto, se Tirone Lemos Michelin e o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul não apresentarem as provas, ambos terão uma dívida milionária com minha pessoa por perdas e danos morais, advogados de João Lippert ingressarão com habeas corpus e a condenação da juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet deverá ser anulada. Condenação indevida mantida pelos desembargadores Rogério Gesta Leal, Júlio César Finger, Newton Brasil de Leão, Almir Porto da Rocha Filho e pelos ministros Jorge Mussi, Reynaldo Soares da Fonseca, Ribeiro Dantas e Felix Fisher.

PROPOSTA IMPERDÍVEL PARA FÁBIO KOFF JÚNIOR

Se Fábio Koff Júnior provar na justiça com a segunda via da fatura telefônica do Foro de Canoas do mês de outubro de 2006, que deverá ser periciada, provando que não há naquela fatura ligação do Foro de Canoas (51 34721184) para o meu celular na época (51 91462571), ligação na qual o na época juiz cometeu abuso de autoridade, intimidação e ameaça, eu me entrego espontaneamente à justiça para cumprir a pena indevida que me deram em dobro, mesmo eu sendo inocente.

Clique aqui e veja a denúncia na
Corregedoria Geral da Justiça

Fábio Koff Júnior tem até o dia 21 de agosto de 2019, quarta-feira, para apresentar a fatura.

Entretanto, se Fábio Koff Júnior não o fizer, o mesmo terá uma dívida milionária com minha pessoa por perdas e danos morais e por ter tomado minha casa em uma reintegração de posse indevida sentenciada pelo mesmo e cumprida pelo juiz Paulo César Fillippon, advogados de João Lippert ingressarão com habeas corpus e a condenação da juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet deverá ser anulada. Condenação indevida mantida pelos desembargadores Rogério Gesta Leal, Júlio César Finger, Newton Brasil de Leão, Almir Porto da Rocha Filho e pelos ministros Jorge Mussi, Reynaldo Soares da Fonseca, Ribeiro Dantas e Felix Fisher.



Canoas, 16 de agosto de 2019.

JUSTIÇA SOLTA REGIS LIPPERT FERNANDES E MAIS UM SÓCIO DA EMPRESA INDEAL, INVESTIGADA PELA POLÍCIA FEDERAL POR FRAUDE ENVOLVENDO CRIPTOMOEDAS NO RIO GRANDE DO SUL.

CLIQUE AQUI E VEJA A MATÉRIA




Canoas, 13 de agosto de 2019.

SUMIU

Até o momento, com o não aparecimento do sequestrador Tirone Lemos Michelin, e com a falta de resposta da Grande Oriente no Rio Grande do Sul, onde Michelin foi ministro de relações exteriores, alguns maçônicos passam a ser suspeitos de também estarem escondendo Michelin. A Televisão TVS já entrou em contato com a Grande Oriente pessoalmente e por e-mail, porém, não teve retorno nem do antigo Grão-Mestre, nem do atual. Tirone Lemos Michelin cometeu o crime de extorsão mediante sequestro contra o diretor geral do Instituto IESES, o repórter João Lippert, em 23 de janeiro de 1999, hoje presidente da instituição.



Canoas, 12 de agosto de 2019.

PROMOTORA FERNANDA RUTTKE DILLENBURG É SUSPEITA DE ESTAR ESCONDENDO O SEQUESTRADOR TIRONE LEMOS MICHELIN

A Televisão TVS está procurando o sequestrador Tirone Lemos Michelin em cerca de doze lugares só no Rio Grande do Sul. Encontrando o paradeiro do mesmo, a justiça será comunicada. Os hoje ex-reitores da ULBRA Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, são os principais suspeitos de saberem o paradeiro de Michelin e de estarem escondendo o mesmo.

A Televisão TVS está procurando o sequestrador Tirone Lemos Michelin em cerca de doze lugares só no Rio Grande do Sul. Encontrando o paradeiro do mesmo, a justiça será comunicada. Os hoje ex-reitores da ULBRA Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, são os principais suspeitos de saberem o paradeiro de Michelin e de estarem escondendo o mesmo. A promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg também é uma das principais suspeitas de estar escondendo o sequestrador Tirone Lemos Michelin. No processo em que a promotora instaurou contra minha pessoa por ter denunciado a extorsão mediante sequestro que sofri, a promotora além de colocar Michelin e os na época reitores da ULBRA, ainda colocou o endereço e o nome de Michelin de forma errada, em uma possível tentativa de evitar que o mesmo fosse localizado.

Também é um dos principais suspeitos de estar escondendo Tirone Lemos Michelin o hoje ex-juiz Fábio Koff Júnior, que quando juiz da 1ª Vara Cível do Foro de Canoas, abusando de sua autoridade, ameaçou-me via telefone.

Caso que, mesmo eu tendo denunciado ao Ministério Público Estadual, Corregedoria Geral da Justiça e Conselho Nacional de Justiça, nunca foi investigado e o ex-juiz saiu impune.

Outro suspeito de estar escondendo Tirone Lemos Michelin é o ex-funcionário da ULBRA Milton da Encarnação. O mesmo era amigo pessoal dos na época reitores da ULBRA e do advogado da ULBRA Domingos Moreira Góes. Atualmente Milton da Encarnação é proprietário da empresa MCA Serrarias Portáteis.

(Rua Oswaldo Aranha, 3140, Olaria, Canoas /RS, telefone (51) 3477-2933, whatsapp (51) 98127-0203, e-mail mcaserrarias@hotmail.com, site www.mcaserrarias.com.br)

REGIS LIPPERT FERNANDES É PRESO PELA POLÍCIA FEDERAL POR GOLPE FINANCEIRO COM A EMPRESA INDEAL DE NOVO HAMBURGO

De outro lado, Regis Lippert Fernandes, meu sobrinho, foi preso pela Polícia Federal em Santa Catarina por golpe financeiro, onde, através de uma empresa criada pelo denominada InDeal, foram captados recursos financeiros a serem aplicados em criptomoedas e que nunca foram de fato aplicados. O dinheiro conquistado com a pirâmide financeira serviu para Regis Lippert Fernandes e demais sócios investirem em outros segmentos econômicos e ostentarem bens de luxo.

Clique nos links abaixo e veja as matérias da imprensa sobre este caso:

LINK 01 ...|... LINK 02 ...|... LINK 03 ...|... LINK 04 ...|... LINK 05 ...|... LINK 06

Regis e seus irmãos Cleber Lippert Fernandes e Adriane Lippert Fernandes foram denunciados à justiça por minha pessoa por negligência e maus tratos à mãe dos mesmos, minha irmã Laurinda. Porém, nunca foram punidos pela justiça e ainda retiraram Laurinda de meus cuidados e a afastaram de meu convívio. Sob os “cuidados” dos meus três sobrinhos, sendo negligenciada, minha irmã veio a falecer em um triste estado de saúde física. Como se não bastasse isto, Regis, Cleber e Adriane ainda me caluniaram e difamaram para terceiros e até mesmo na justiça, falsamente alegando que minha pessoa teria se apropriado de recursos financeiros de Laurinda.

Regis, Cleber e Adriane são suspeitos de saberem antecipadamente do crime de extorsão mediante sequestro que minha pessoa iria sofrer em 23 de janeiro de 1999.



Canoas, 11 de agosto de 2019.

RECEITA FEDERAL NELES

Através de denúncia na Receita Federal, fechei a Universidade Ulbra e fecharia de novo. A Ulbra tinha a fachada de universidade e escolas, porém escondia uma quadrilha, uma máfia.

A Ulbra roubou do governo, deixou pagar empréstimos bancários, deixou de pagar funcionários e com base nas palavras de Arnildo Shildt para minha pessoa na Holanda, negociador internacional da Ulbra, a universidade teria ficado com cerca de U$ 300 milhões de dólares americanos que deveriam ser destinados ao Instituto IESES para implantação de universidade e escolas no Brasil, além do Templo TESES.

Com base no envolvimento da Universidade Feevale em 1999 na destruição da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, a Feevale é suspeita de também ter ficado com recursos internacionais que deveriam ser destinados aos IESES. A Universidade Feevale, através de seu reitor da época Lauro Tisher e três advogados, é suspeita de ter recebido cerca de U$ 150 milhões de dólares americanos.

O Banco ABN Amro ainda terá que esclarecer este caso na justiça.

Assim sendo, estaria a Universidade Feevale seguindo os passos da Universidade Ulbra?



Canoas, 10 de agosto de 2019.

PROVIDÊNCIAS DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO EM BRASÍLIA E PEDIDOS DE PRISÕES PREVENTIVAS

Corregedoria do Ministério Público do Rio Grande do Sul é intimada pelo Conselho Nacional do Ministério Público de Brasília, para prestar esclarecimentos no prazo de 10 dias, em relação aos atos cometidos pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg contra o repórter João Lippert.

Clique aqui e veja o documento do CNMP a respeito da intimação e prazo
Clique aqui e veja o documento que confirma a intimação da Corregedoria em Porto Alegre

De outro lado, após a notícia publicada pela Televisão TVS no dia 06 de agosto, informações chegaram de que Tirone Lemos Michelin estaria escondido em uma residência em Canoas/RS. A Televisão TVS averiguou a informação, porém, foi alarme falso.

Neste caso, advogados do repórter João Lippert decidiram de uma vez por todas ingressar com os pedidos de prisões preventivas dos hoje ex-reitores da ULBRA Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, além do advogado Domingos Moreira Góes e de Tirone Lemos Michelin pelo crime de extorsão mediante sequestro cometido contra o diretor geral do IESES, hoje presidente da Instituição, João Lippert no dia 23 de janeiro de 1999, para que os mesmos não interfiram nas investigações do crime, como têm feito até hoje, e para que não fujam do país.

Outras pessoas cúmplices ou coniventes com o crime de extorsão mediante sequestro também estão arroladas no pedido de prisão preventiva encaminhado à justiça.

Tirone Lemos Michelin teria que provar onde o mesmo estava no dia 23 de janeiro de 1999 e por isso desapareceu e vem se escondendo para não prestar esclarecimentos à justiça e nunca compareceu em audiências com o repórter João Lippert.

Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat e Domingos Moreira Góes, poderão ter prisão preventiva até que Tirone Lemos Michelin seja encontrado pela justiça, preste esclarecimentos e apresente provas.

No dia do crime, João Lippert estava na Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul com seus filhos Robson e Chiara e sobrinho José Luís Lippert da Silva. Sobrinho este que após o crime recebeu um emprego na ULBRA TV e possivelmente recursos financeiros, obviamente para não falar sobre o crime que presenciou.

Clique aqui e leia o relato do sequestro


Todas estas obras escolares foram impedidas de serem implantadas pela quadrilha dos na época reitores da ULBRA e Feevale e seus cúmplices.



Canoas, 09 de agosto de 2019.

ATRAVÉS DA JUSTIÇA FEDERAL EU FECHEI A ULBRA - UNIVERSIDADE LUTERANA
DO BRASIL
A UNIVERSIDADE FEEVALE PODE ESTAR NO MESMO CAMINHO POR TER DESTRUÍDO A UNIDADE DE ENSINO IESES NOVO HAMBURGO

O reitor Ruben Eugen Becker era o chefe da quadrilha, como dito por Tirone Lemos Michelin no ato do crime de extorsão mediante sequestro. Título que foi confirmado pela Polícia Federal e culminou com a retirada do mesmo do comando da ULBRA e com sua expulsão da Igreja Luterana, onde se intitulava ministro religioso.

Clique aqui e veja as matérias sobre Ruben Eugen Becker

Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal

Com minha denúncia na Receita Federal, eu sabia que secaria o leite da teta em que muitas pessoas, empresários e até mesmo autoridades se apoiavam, como alguns investigadores e delegados da Polícia Civil como Luís Rogério Carvalho de Lima, alguns advogados como Domingos Moreira Góes, algumas promotoras públicas como Fernanda Ruttke Dillenburg, alguns juízes como Fábio Koff Júnior, Paulo de Tarso Carpena Lopes e tantos outros, alguns juízes corregedores como Luciano André Losekann, alguns desembargadores como Sérgio Grassi Beck, alguns ministros como Gilson Dipp, e tantas outras pessoas, empresários e autoridades.

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A ULBRA não ganhava ações na justiça, através de seus reitores na época e cúmplices, ela comprava sentenças.

De outro lado, o sequestrador Tirone Lemos Michelin foi localizado. A justiça já está sendo comunicada a respeito de seu paradeiro.

Mulher que mandou minha pessoa filmar suas partes íntimas deverá apontar no dia 15 de agosto em audiência no Foro de Canoas, o nome da pessoa que a mesma disse que estaria “rondando” meu pescoço.

Seria o marido de tal mulher?
(Daniel)

Seria o idoso que espancou o cão da sua companheira e ainda ameaçou-me?
(Cristiano)

Seria o homem que ameaçou cortar o meu cabelo?
(Sérgio)

Seria o homem que chamou-me de ladrão e de gnomo por conta da minha mediunidade?
(Jânio)

Seria o companheiro da mulher que me chamou de estelionatário?
(Marcos)

Seria o homem que me ameaçou e que a juíza Marilena absolveu no processo criminal?
(Heleno)



Canoas, 06 de agosto de 2019.
(Atualização em 10 de agosto de 2019)

MUTIRÃO PARA ENCONTRAR TIRONE LEMOS MICHELIN EM LOCAIS INIMAGINÁVEIS, ONDE O SEQUESTRADOR POSSA ESTAR ESCONDIDO PARA NÃO SE APRESENTAR À JUSTIÇA!

Em relação aos pedidos de prisões preventivas formatados por advogados do exterior para advogados do repórter João Lippert no Brasil, ainda cabe informar que a Fundação & Mantenedora TESES oferece gratificação financeira a quem informar o paradeiro exato do sequestrador Tirone Lemos Michelin.

João Lippert, diretor geral do Instituto IESES, hoje presidente da Instituição, sofreu a extorsão mediante sequestro em 23 de janeiro de 1999 de dentro do pátio da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, que posterior ao crime foi embargada e fechada pelo juiz do trabalho na época em Sapucaia do Sul André Reverbel Fernandes e a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo totalmente destruída com envolvimento, além da ULBRA e seu advogado na época Domingos Moreira Góes, da Universidade Feevale através de três advogados.

Todas estas obras escolares foram impedidas de serem implantadas pela quadrilha dos na época reitores da ULBRA e Feevale e seus cúmplices.

Michelin já não mais se encontra no endereço informado pelo próprio em processo judicial. Endereço àquele que foi, inclusive, colocado errado pela promotora Fernanda Ruttke Dillenburg para, possivelmente, evitar que o mesmo fosse encontrado.

Assim sendo, Tirone Lemos Michelin é suspeito de estar sendo escondido pelo Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul que colocou Michelin como vítima e aceitou-o como assistente de acusação contra o repórter joão Lippert, pela promotora Fernanda Ruttke Dillenburg, pelo ex-juiz Fábio Koff Júnior, pela juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet, pelo advogado Domingos Moreira Góes, pelo advogado Clóvis Voese, pelo advogado Pedro da Silva Reis, por Milton da Encarnação, por Volney Lauermann Falckembach, pelo ex-delegado de Canela Luís Rogério Carvalho de Lima e investigadora Angela Lederhós, pelos próprios ex-reitores da ULBRA Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, pelo Rotary Clube onde Michelin foi governador para mascarar o crime de sequestro, pelos hotéis Dall'Onder de Bento Gonçalves e Plaza de Porto Alegre, pela Universidade Feevale através de seu atual reitor Cleber Prodanov ou de seu ex-reitor Lauro Tisher, pelo ex-ministro Gilson Langaro Dipp ou ainda por qualquer uma das pessoas ou empresas constantes no quadro abaixo, com exceção obviamente do próprio Tirone Lemos Michelin.


Tais pessoas e empresas são suspeitas de estar escondendo Michelin em alguma propriedade sua ou em qualquer parte do Brasil ou mesmo do Exterior, para evitar que o mesmo seja encontrado pela justiça e tenha que provar onde estava no dia 23 de janeiro de 1999, dia da extorsão mediante sequestro cometida contra João Lippert.

É simples: com Tirone Lemos Michelin encontrado e preso, também serão presos os mandantes do crime de extorsão mediante sequestro e muitas pessoas que acobertaram o crime, que fizeram ameaças, provocações, boicotes e outros crimes contra João Lippert e suas empresas.

(Clique em cada foto no quadro abaixo e saiba o que cada pessoa ou empresa fez contra o médium João Manoel Lippert, sua família e suas empresas)



Canoas, 02 de agosto de 2019.

PEDIDOS DE PRISÕES PREVENTIVAS

ADVOGADOS DA ÁREA JURÍDICA INTERNACIONAL DEVEM ENTREGAR A ADVOGADOS DO REPÓRTER JOÃO LIPPERT NO BRASIL, A QUALQUER MOMENTO, O PEDIDO DE PRISÃO PREVENTIVA DE RUBEN EUGEN BECKER, LEANDRO EUGÊNIO BECKER, PEDRO MENEGAT, TIRONE LEMOS MICHELIN E OUTROS PELO CRIME DE EXTORÇÃO MEDIANTE SEQUESTRO.

AGENTES MINISTÉRIAIS DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL SERÃO ARROLADOS EM RAZÃO DO CONVÊNIO FIRMADO PELA INSTITUIÇÃO COM A ULBRA DEZ MESES APÓS O CRIME, ONDE O PRÓPRIO SEQUESTRADOR ASSINOU COMO PROCURADOR DA ULBRA.
Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual

O PROCESSO DEVERÁ SER PROTOCOLADO NO RIO GRANDE DO SUL OU EM BRASÍLIA.



Canoas, 29 de julho de 2019.

MEU CARMA

Diz o repórter cinematográfico e presidente da TVS – A Televisão Sobrenatural do Brasil, João Lippert, hoje também presidente do IESES – Instituto Educacional Sagrado Espírito Santo.

Os reitores da Ulbra, hoje ex-reitores, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat são suspeitos de tentarem se adonar da sigla IESES e dos projetos da instituição.

Três instituições de ensino usam a sigla IESES. São elas: IESES Concursos Públicos, IESES - Instituto de Educação Superior do Espírito Santo e IESES - Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul.

Site do IESES Concursos Públicos: http://www.concursos.ieses.org/
Site do IESES - Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul: http://www.ieses.org/
* O site do Instituto de Educação Superior do Espírito Santo saiu da Internet quando a TVS noticiou a apropriação da sigla no ano de 2017.*

Após eu conseguir me afastar da quadrilha da Ulbra e seus então reitores, isto em 1998, passei a ser boicotado pela quadrilha em todo e qualquer negócio que eu iniciasse. Fui boicotado na tentativa de implantação da Universidade IESES em Glorinha onde teve envolvimento também do prefeito Darci Lima da Rosa, fui boicotado na tentativa de implantar a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul que foi embargada e fechada pelo juiz do trabalho na época André Reverbel Fernandes, fui boicotado na tentativa de implantar a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo que foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens com envolvimento também da Universidade Feevale e do advogado da Ulbra na época Domingos Moreira Góes, fui boicotado na tentativa de implantação do Templo TESES em Gramado e realização de show de Zezé Di Camargo & Luciano com envolvimento do advogado Pedro da Silva Reis, do ex-delegado de Canela Luís Rogério Carvalho de Lima e da investigadora Ângela Lederhós, fui boicotado em publicidades com revistas online que eu havia criado e já fui boicotado até mesmo com negócios da Televisão TVS.

Após denunciar os então reitores da Ulbra no Ministério Público Estadual de Canoas, além da denúncia ter sido simplesmente arquivada e o crime de extorsão mediante sequestro nunca ter sido investigado, passaram a tentar me condenar a qualquer custo para me colocar na prisão, onde possivelmente a intenção seria dar um fim à minha vida.

Clique aqui e leia o relato do sequestro

Já são vinte anos de perseguição, culminando com o propósito de me prenderem por ter denunciado à justiça os verdadeiros criminosos. Por ter denunciado ao Ministério Público Estadual. Mas em 1999, dez meses após a extorsão mediante sequestro que sofri, o Ministério Público Estadual fez convênio com a Ulbra. Tudo muito bem articulado para proteger a Ulbra e seus reitores dos crimes que cometeram contra minha pessoa e outros crimes, como todos aqueles que descobriu a Polícia Federal. Os então reitores da Ulbra estavam sonegando impostos, roubando do Governo e dizendo que os recursos eram doações que vinham da Alemanha. Somente a dívida fiscal da Ulbra foi calculada em 2008 no valor de R$ 2 bilhões (clique aqui). Além de ter dívidas de empréstimos bancários e dívidas com trabalhadores. Delegado Federal apontou Ruben Eugen Becker como cheque da quadrilha (veja as matérias aqui). Dado o convênio com a Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul e dada a perseguição que venho sofrendo dentro do Judiciário com promotores públicos, juízes, corregedores, desembargadores e até mesmo ministros, estes crimes cometidos pela Ulbra provavelmente também tiveram acobertamento de autoridades, assim como os crimes que cometeram contra minha pessoa tiveram.

Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal

Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker

Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat

Clique aqui e veja as matérias sobre os crimes de Michelin

Se minha pessoa não tivesse denunciado a Ulbra e seus então reitores à Receita Federal no ano de 2006, é possível que os mesmos estivessem roubando do Governo até os dias de hoje. Acho até que merecia uma recompensa do Governo, à título de doação, para implantar o Instituto IESES no Brasil. Seria uma doação muito bem-vinda.

Estão tentando prender um repórter por denunciação caluniosa sem provas documentais e isto justamente porque o crime que denunciei nunca foi investigado. Isto não é justiça. É máfia dentro do Judiciário brasileiro.

Quem cometeu denunciação caluniosa foi o Ministério Público Estadual, porque me denunciou e processou mesmo sabendo que sou inocente e que sou a verdadeira vítima.

É minha vida que estes criminosos querem. É queima de arquivo.

Contudo, se persistirem com mais este crime contra minha pessoa, me mantendo condenado mesmo sendo inocente, não serei o primeiro brasileiro inocente a ser condenado por conta de vendas de sentenças, trocas de favores e demais meio de corrupção no Judiciário Brasileiro.



Canoas, 29 de julho de 2019.

O UNIVERSO DA IMPRENSA PERDE UM PEDAÇO DESTE UNIVERSO SEM PAULO HENRIQUE AMORIM

O JORNALISTA FALECEU NA MADRUGADA DO DIA
10 DE JULHO DO CORRENTE ANO

CLIQUE E SAIBA MAIS



Canoas, 25 de julho de 2019.

"THE INTERCEPT" LANÇA SUSPEITA SOBRE TODAS AS INSTITUIÇÕES DA JUSTIÇA BRASILEIRA - E PODE ESTAR CERTO!

Acesse o The Intercept Brasil: https://theintercept.com/brasil/
Acesse o The Intercept Iternacional: https://theintercept.com/

O Juiz Fábio Koff Júnior, hoje aposentado, que ameaçou e intimidou o repórter João Lippert via telefone, abusando de sua autoridade de magistrado, usando o telefone do Foro de Canoas para tal, proibia advogados de atuarem para o repórter João Lippert, sob ameaças de não terem os advogados mais causas ganhas. Este fato foi relatado à João Lippert pelos advogados Miguel Xavier Orci e Ayrton Palma da Silva, que afirmaram que o “recado” de Fábio Koff Júnior era transmitido pelo cartorário na época da 1ª Vara Cível do Foro de Canoas, Sérgio Rodrigues Boeira. Ayrton Palma da Silva ainda afirmou que não atuaria mais para João Lippert, pois conhecia os então reitores da ULBRA e tinha medo de “morrer com um tiro pelas costas”.

O juiz Sérgio Fernando Tweedie Spadoni atuou por muitos anos no processo criminal contra o repórter João Lippert movido pelo Ministério Público Estadual – de Canoas, por ter o repórter denunciado o crime de extorsão mediante sequestro que sofreu. O juiz teria recebido uma promoção para administrar o Juizado de Violência Doméstica que estava sendo implantado em Canoas, para que assumiu o processo contra o repórter uma magistrada que o condenasse, no caso Patrícia Pereira Krebs Tonet. Mas antes dela, assumiu a Vara a juíza Clarissa Costa de Lima.

O Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul fez convênio com a Universidade ULBRA em 03 novembro de 1999, cerca de dez meses após o crime de extorsão mediante sequestro que sofreu o repórter João Lippert em 23 de janeiro de 1999. Crime cometido pelo prestador de serviços da ULBRA Tirone Lemos Michelin, que apontou os então reitores como mandantes, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio e Pedro Menegat. Michelin também assinou o convênio como procurador da ULBRA/CELSP/CDT.

Clique aqui e leia o relato do sequestro

Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual

Com base nos atos que passaram a ser cometidos por promotoras e promotores públicos contra o repórter João Lippert a partir de então, como os trinta e seis processos criminais contra o repórter e arquivamento de toda e qualquer denúncia feito pelo mesmo, conclui-se que o convênio também tinha como propósito prender o repórter João Lippert em proteção à ULBRA, seus então reitores e cúmplices e em proteção a todos os demais crimes cometidos pelos mesmos descobertos pela Polícia Federal, que apontou Ruben Eugen Becker como o chefe da quadrilha.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker

Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat

Clique aqui e veja as matérias sobre os crimes de Michelin

  O processo criminal contra o repórter João Lippert, no qual o mesmo teve uma condenação indevida e abusiva, tem que ser arquivado por falta de provas contra o repórter e devido a prescrição do mesmo. O Ministério Público Estadual, autor do processo, parte com o ônus da prova, NUNCA provou que os crimes denunciados pelo repórter nunca aconteceram, justamente por nunca terem sido sequer investigados, sendo assim, nunca provaram que as denúncias feitas pelo repórter foram “denunciação caluniosa”.

OBS: No processo criminal movido contra o repórter João Lippert, promotoras e testemunhas evitam de chamar João Lippert de repórter e presidente da Televisão TVS, para não cair na liberdade de imprensa.

De outro lado, como dito em notícia do dia 21 de julho no site da Televisão TVS, a residência do irmão do repórter João Lippert, sofreu um incêndio no dia 20 de julho por volta das 10hs, que causou perda total do imóvel e dos bens materiais. Também como dito naquela notícia, existe a suspeita de ter sido um ato criminoso em que podem estar envolvidos os hoje ex-reitores da ULBRA, pois na extorsão mediante sequestro, o repórter João Lippert teve seus familiares ameaçados.



Canoas, 23 de julho de 2019.

A ESTA ALTURA, DENÚNCIAS ATINGEM O JUDICIÁRIO EM RELAÇÃO A NEPOTISMO DENUNCIADO POR SERVIDORA PÚBLICA.

O repórter e presidente da TVS – A Televisão Sobrenatural do Brasil, o médium João Lippert, denunciou os na época reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat na Receita Federal, o que foi uma das razões que fez os reitores na época perderem seus cargos na a universidade, perderam a universidade, seu arsenal bélico e bens pessoais. Inclusive pode ter vindo do arsenal bélico da ULBRA, a arma que TironeLemos Michelin portava no ato do crime de extorsão mediante sequestro que cometeu contra João Lippert em 23 de janeiro de 1999.

Clique aqui e leia o relato do sequestro

Junto com a universidade, os então reitores também perderam o Museu do Automóvel, todos os campi da ULBRA e suas escolas, onde em uma delas a filha menor de idade de João Lippert na época, estudava, Colégio São Marcos, que foi ameaçada por Michelin de ser encontrada com as pernas quebradas se não cumprisse as exigências feitas no sequestro.

A casa que minha pessoa recebeu da ULBRA como parte do pagamento dos projetos e fórmulas desenvolvidas por minha pessoa, que me foi tomada em uma reintegração de posse indevida, também foi tomada da ULBRA e leiloada. Casa em que construí um muro de dois metros, aumentei a garagem e implantei uma piscina, além de diversas outras reformas na propriedade.

A denúncia foi feita à Receita Federal por saber João Lippert mediunicamente das falcatruas da ULBRA.
Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal

De outro lado, na extorsão mediante sequestro, o sequestrador Tirone Lemos Michelin afirmou que o crime era a mando dos reitores da ULBRA na época, além de fazer ameaças e exigências e dizer que não adiantava recorrer à justiça.

Após cerca de seis anos do crime, João Lippert, mediunicamente, teve a confirmação de que os então reitores da ULBRA foram realmente os mandantes do crime. O médium João Lippert soube mediunicamente que os então reitores e outros funcionários da ULBRA, em uma reunião a portas fechadas na reitoria da universidade com Volnei Falckembach, Domingos Moreira Góes, João Rosado Maldonado e Tirone Lemos Michelin, decidiram fazer o sequestro do então diretor geral do IESES, João Lippert.

O crime de extorsão mediante sequestro NUNCA foi investigado por nenhum órgão da justiça, mesmo com a denúncia de João Lippert. Muito pelo contrário, quem foi investigado, processado e até o momento, condenado, foi João Lippert, mesmo sendo a verdadeira vítima.

Assim sendo, o médium João Lippert afirma que se Tirone Lemos Michelin não for levado à justiça de alguma forma e ser provado com documentos e outros meios de prova onde o mesmo estava no dia 23 de janeiro de 1999, sendo o crime de extorsão mediante sequestro devidamente investigado e reconstituído, com acareações e depoimentos pessoais, João Lippert, como presidente da Televisão TVS, irá publicar nomes de mulheres que foram amantes do hoje ex-reitor da ULBRA, sendo uma delas mãe de um filho bastardo do ex-reitor, que tem o mesmo nome do filho reconhecido do ex-reitor: Leandro.

De outro lado, a partir do fim do recesso dos órgãos judiciais em Brasília, caso o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, não prove que o crime de extorsão mediante sequestro não aconteceu, João Lippert, como presidente da Televisão TVS, publicará casos de nepotismo dentro do Judiciário Brasileiro, além de nome de juízes corruptos e nomes das amantes de alguns juízes, desembargadores e ministros dentro do Judiciário Brasileiro.

Diz o repórter João Lippert. “Destruíram minha vida e isto me dá o direito de destruir as suas também. Contudo, se o Ministério Público Estadual e Tirone Lemos Michelin provarem que o crime de extorsão mediante sequestro não aconteceu e se o Ministério Público Estadual e o ex-juiz Fábio Koff Júnior provarem que ameaça via telefone do ex-juiz contra minha pessoa não aconteceu, que meu processo contra a ULBRA não foi incinerado a mando do desembargador Sérgio Grassi Beck, eu me entrego à justiça. Caso ao contrário, os senhores que promoveram essa balbúrdia na minha vida em troca de propinas, favores, altos cargos dentro do Judiciário, me devem indenizações por tudo que me fizeram e prejudicaram. Quero ser indenizado pelo embargo e fechamento da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, pela destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo com envolvimento também da Universidade Feevale, pela reintegração de posse da casa em que residia e pelos 36 processos absurdos que o Ministério Público Estadual moveu contra minha pessoa. Quero ainda que as promotoras, juízes, juízes-corregedores e desembargadores envolvidos nos atos contra minha pessoa, sejam expulsos dos órgãos da justiça em que trabalham.”

O caso do nepotismo no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul já foi denunciado em 2008 pela na época servidora pública Simone Janson Nejar, que acabou sendo demitida.

Clique aqui e veja o vídeo

Clique aqui e veja matéria na imprensa

Desta vez, o caso será denunciado pelo repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, dando nomes de servidoras públicas que se envolveram ou que ainda se envolvem com magistrados e desembargadores no Rio Grande do Sul.

João Lippert ainda busca solucionar o caso da queima de processo do repórter contra a ULBRA e a ameaça via telefone feita pelo na época juiz Fábio Koff Júnior.

De outro lado, em relação a extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert em 1999, espera-se que a justiça intime, e se necessário for, conduza Tirone Lemos Michelin, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio e Pedro Menegat e que os mesmos provem que o crime nunca aconteceu.



Canoas, 21 de julho de 2019.

MAIS UM CASO SUSPEITO DE VINGANÇA

INCÊNDIO NA RESIDÊNCIA DO IRMÃO DO REPÓRTER JOÃO LIPPERT

O incêndio na residência do irmão do repórter João Lippert, ocorrido em 20 de julho de 2019, pode ter sido um incêndio criminoso. Devido a todos os crimes cometidos contra o repórter João Lippert desde sua saída da Universidade ULBRA, os hoje ex-reitores da ULBRA e seus cúmplices são suspeitos de envolvimento também neste caso. João Lippert, quando sofreu a extorsão mediante sequestro em 23 de janeiro de 1999, o sequestrador Tirone Lemos Michelin fez ameaças à família de João Lippert.

  Se foi um ato criminoso contra a família do irmão do repórter João Lippert, será esta mais uma vingança contra João Lippert dos hoje ex-reitores da ULBRA.

Das vinganças, boicotes e crimes já cometidos contra o repórter João Lippert pelos hoje ex-reitores da ULBRA, através de seus cúmplices, podemos citar:

- Impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha.
- Extorsão mediante sequestro em 23 de janeiro de 1999.
- Embargo e fechamento da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul.
- Destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.
- Tentativa de incendiar a residência em que João Lippert residia na Rua Peru em Canoas com coquetel molotov.
- Morte do vice-presidente do IESES, Salmeron Kermor Ferreira Alves.
- Morte do ex-delegado a amigo pessoal de João Lippert, Flávio Conrado.
- Desaparecimento do acionista do IESES Guarani Frota Michalski.
- Reintegração de posse fora de prazo e sem apresentação de mandado judicial na residência de João Lippert na Rua Peru em Canoas.
- Ameaça via telefone cometida pelo na época juiz Fábio Koff Júnior.
- Realização de laudo médico no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre.
- Condenações indevidas e abusivas contra o repórter João Lippert por ter denunciado os crimes que sofreu e que nunca foram investigados pelos órgãos da justiça.


Cabe salientar que as denúncias feitas pelo repórter João Lippert para investigação e apuração do envolvimento dos na época reitores da ULBRA e seus cúmplices, sempre foram arquivadas e os crimes NUNCA foram investigados. Ao contrário disto, utilizaram-se das denúncias feitas pelo repórter para processá-lo por denunciação caluniosa, tentando de toda forma e a todo custo condená-lo mesmo inocente e sendo a verdadeira vítima.

Polícia Federal já apontou Ruben Eugen Becker, ex-reitor da ULBRA, como chefe de quadrilha (veja a matéria aqui).

Contudo, como já dito em outras notícias e vídeos da Televisão TVS, se Tirone Lemos Michelin provar na justiça com documentos e todos os demais meios de provas em direito admitidos, que não estava em Sapucaia do Sul na manhã do dia 23 de janeiro de 1999, o repórter João Lippert afirma que se entrega à justiça.



Canoas, 21 de julho de 2019.

INCÊNDIO ATINGE CASA AO LADO DO PRONTO ATENDIMENTO 24 HORAS DE GRAVATAÍ/RS

RESIDÊNCIA DO IRMÃO DO REPÓRTER JOÃO LIPPERT

O incêndio começou por volta das 10hs de sábado, dia 20 de julho. Toda a casa e bens materiais foram perdidos, mas ninguém se feriu. Os bombeiros levaram cerca de uma hora para chegarem ao local, após serem acionados e estavam com problemas na mangueira e pouca água, segundo moradores locais.

Segundo alguns relatos, algumas salas do Posto 24 horas, tiveram que ser isoladas devido a fumaça que invadiu o local.

A família em questão que perdeu sua casa e bens, aceita doações de alimentos, roupas e ração para os cães de estimação. Para tal, entre em contato com a Televisão TVS pelo whatsapp (51) 986191074.



Canoas, 16 de julho de 2019.

ATÉ QUE PONTO OS BRASILEIROS DEVEM CONFIAR NO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL?
A PRÓXIMA VÍTIMA PODE SER VOCÊ!

Ministério Público do Rio Grande do Sul deverá ser investigado por suspeita de conivência com o crime de extorsão mediante sequestro que o repórter João Lippert sofreu em 1999.

Ministério Público do Rio Grande do Sul nunca notificou o repórter João Lippert a respeito de qualquer investigação que tenha sido feito a respeito do repórter. Assim sendo, o repórter João Lippert nunca foi notificado pelo Ministério Público Estadual a respeito dos 36 processos criminais movidos pela instituição contra o repórter. É dever do Ministério Público Estadual notificar qualquer pessoa ou empresa que esteja sob investigação.

A promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, que foi promovida de Gramado para Canoas, segundos funcionários do Ministério Público Estadual de Canoas, saía do prédio da instituição levando em sua bolsa pessoal todas as denúncias feitas pelo repórter João Lippert, para impedir que outros promotores públicos ou mesmo advogados tivessem acesso.

O Ministério Público Estadual criou uma grande perseguição contra o repórter João Lippert dentro do Judiciário Brasileiro para proteger empresários de alto poder econômico e influência da área do ensino, ou seja, os ex-reitores da ULBRA Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, além de Tirone Lemos Michelin, o advogado Domingos Moreira Góes e outros, e posteriormente deu continuação à perseguição em vingança às promotoras públicas que o repórter denunciou nas Corregedorias.



Canoas, 16 de julho de 2019.

A TELEVISÃO TVS PROCURA TIRONE LEMOS MICHELIN

Homem que cometeu o crime de extorsão mediante sequestro contra o repórter João Lippert em 1999. Quem tiver informações pode entrar em contato pelo e-mail tvsinternacional@hotmail.com

Em relação a isto diz o repórter João Lippert. “Michelin. Na minha opinião, você deve se apresentar à justiça urgentemente, porque o Ministério Público Estadual vai responsabilizar as promotoras públicas neste caso. Nada vai atingir a instituição. Essas coisas são assim, sempre explodem no lado mais fraco. E a esta altura, existem seis lados mais fracos: Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, Domingos Moreira Góes, Volnei Falckembach e você Tirone Lemos Michelin.”

De outro lado, conviventes com o crime de extorsão mediante sequestro, têm mais de cem.



Canoas, 16 de julho de 2019.

Presidente do IESES – Instituto Educacional Sagrado Espírito, João Lippert, recebeu no dia 15/07/2019, a notícia de que a fundação estrangeira que suportaria as obras da Universidade IESES na cidade de Glorinha/RS, já se programa para iniciar em meados em 2020 a implantação da Universidade IESES no Brasil, que ainda poderá ser na cidade de Glorinha, além de 13 Unidades de Ensino IESES no Rio Grande do Sul.



Canoas, 13 de julho de 2019.

VINGANÇA

Algumas autoridades no Rio Grande do Sul, estão impedindo que o repórter João Lippert receba indenizações cobradas na justiça.

São exemplos destas autoridades, a juíza Gina Waleska Nicola de Sampaio que descumpriu decisão do Tribunal de Justiça, a juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet que condenou indevidamente o repórter João Lippert, o ex-juiz Fábio Koff Júnior suspeito de administrar a quadrilha dos ex-reitores da ULBRA, o hoje desembargador André Reverbel Fernandes que quando juiz do trabalho em Sapucaia do Sul embargou e fechou a Unidade de Ensino IESES naquela cidade e alguns juízes que arquivaram processos indenizatórios e criminais movidos pelo repórter João Lippert.

O motivo só pode ser vingança em relação às representações que fez o repórter João Lippert contra alguns magistrados na Corregedoria Geral da Justiça e Conselho Nacional de Justiça.



Canoas, 12 de julho de 2019.

Prefeito de Glorinha Darci Lima da Rosa e vereadores de 1998, são suspeitos de envolvimento na extorsão mediante sequestro do repórter João Lippert com a ULBRA e seus reitores na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, além dedo sequestrador Tirone Lemso Michelin e o advogado da ULBRA na época Domingos Moreira Góes.



Canoas, 11 de julho de 2019.

A TELEVISÃO TVS PROCURA O DELEGADO DA
1ª DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL DE NOVO
HAMBURGO NO ANO DE 1999

O delegado está desaparecido desde 1999, quando recebeu material roubado da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, apreendido pela Brigada Militar.

QUEM TIVER INFORMAÇÕES PODE ENTRAR EM CONTATO PELO E-MAIL TVSINTERNACIONAL@HOTMAIL.COM



Canoas, 09 de julho de 2019.

CONTAGEM REGRESSIVA

Faltam aproximadamente 25 dias para o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul apresentar – ou não - as provas da investigação do crime de extorsão mediante sequestro que sofri em 23 de janeiro de 1999. Assim sendo, faltam 25 dias para o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul encontrar o sequestrador Tirone Lemos Michelin e provar com documentos onde o mesmo estava no dia 23 de janeiro de 1999 entre 09hs e 12hs daquele dia.

Clique aqui e leia o relato do sequestro.

Caso o Ministério Público Estadual não apresente todas as provas e não prove que o crime de extorsão mediante sequestro não aconteceu, o processo criminal movido pelo Ministério Público Estadual contra minha pessoa por denunciação caluniosa será arquivado por falta de provas da acusação, ou seja, do Ministério Público Estadual.

Isto é, se não rasgarem a Constituição Federal do Brasil e todas as leis!

É oportuno salientar que a Universidade ULBRA, onde trabalhei por mais de quatro anos, após dez meses do crime de extorsão mediante sequestro, assinou um convênio com o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, para prestar serviços na área jurídica, penal e forense, além de outras informações.

Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual.

A partir daí, o Ministério Público Estadual moveu 36 processos criminais contra minha pessoa, dos quais 34 já foram baixados por autoridades de boa-fé. Obviamente os processos que ficaram no Foro de Canoas, onde tinha – ou ainda tem – a influência do ex-juiz Fábio Koff Júnior, fui condenado pelo crime de denunciação caluniosa. No processo se envolveram as promotoras Fernanda Rutkke Dillenburg, Lisandra Demaria, Ângela Caren Dal Pós, Ivana Kist Huppes Ferrazo, Letícia Viterbo Ilges e Renata Pinto Lucena, além da defensora pública Ivanise Maciel Deckmann e dos magistrados Paulo de Tarso Carpena Lopes, Marcelo Mairon Rodrigues, Sérgio Tweedie Spadoni, Clarissa Costa de Lima e Patrícia Pereira Krebs Tonet.

OS NA ÉPOCA REITORES DA ULBRA ROUBAVAM DO GOVERNO E ALEGAVAM
QUE O DINHERO VINHA DA ALEMANHA À TÍTULO DE DOAÇÃO

Ruben Eugen Becker, quando reitor da Universidade ULBRA, alegava que os recursos para construir os campi, escolas da ULBRA e o Hospital Universitário, eram recursos que vinham da Alemanha. Mas era golpe. O dinheiro vinha de sonegação, ou seja, roubo de impostos destinados ao Governo.

Quem sabia desta trama, além de Becker: o na época vice-reitor Leandro Eugênio Becker, o na época ex-pró-reitor de administração Pedro Menegat, o na época vice-presidente da mantenedora Celsp João Rosado Maldonado, o na época coordenador geral dos laboratórios Volney Lauermann Falckembach, o advogado Domingos Moreira Góes e seu filho Maurício Góes, o na época juiz Fábio Koff Júnior e seu irmão dentista em Santa Catarina e pai – hoje falecido – Fábio André Koff, o na época juiz do trabalho em Sapucaia do Sul André Reverbel Fernandes, além de Tirone Lemos Michelin, do reitor da Feevale na época Lauro Tisher, o presidente da RBS TV na época Nelson Pacheco Sirotsky, o promotor público Cláudio Barros Silva, a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, o desembargador que mandou incinerar meu processo Sérgio Grassi Beck, o advogado Pedro da Silva Reis e mulher Bernadete que levaram-me em mãos em Portugal a matéria caluniosa publicada pelo Jornal de Gramado no intuito de que eu não voltasse ao Brasil, além de outros.


Também são suspeitos de saberem desta trama e de participarem dela, familiares dos ex-reitores da ULBRA como a mulher de Ruben Eugen Becker, Luísa Becker, a filha de Becker, Ana Becker Giacomazzi, o cunhado de Becker, mulher e filhos de Leandro Becker, Luciana Giacomazzi Becker.

Dos valores sonegados e roubados pelos na época reitores da ULBRA, advogados que atuavam para a ULBRA como Domingos Moreira Góes, Ivo Ravanello e outros, são suspeitos de terem na época um percentual de aproximadamente 5%.



Canoas, 07 de julho de 2019.

CAMA DE PREGOS

O Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul fez uma cama de pregos para minha pessoa se deitar. Ou seja, para o repórter cinematográfico e presidente da TVS – A Televisão Sobrenatural do Brasil, João Lippert.

Porém, alguém inverteu os papéis e algumas autoridades do Ministério Público Estadual e do Judiciário, já se deitaram na cama de pregos.

Alguns promotores e promotoras do Ministério Público Estadual podem ter recebido valores milionários dos na época reitores da ULBRA, para me colocar na prisão e se livrarem assim de responder pelo crime que cometeram contra minha pessoa: extorsão mediante sequestro ocorrido em 23 de janeiro de 1999.

Clique aqui e leia o relato do sequestro.

Agora, o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul tem prazo para apresentar as provas de que o crime de extorsão mediante sequestro não aconteceu.

Cabe salientar que dez meses após o crime de extorsão mediante sequestro que sofri, o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul assinou convênio com a Universidade ULBRA. No convênio assinou representando a ULBRA, exatamente o homem que me sequestrou: Tirone Lemos Michelin. Também assinou o convênio o pró-reitor de administração da ULBRA, Pedro Menegat, e o procurador-geral da justiça na época Cláudio Barros Silva. Promotor público este, suspeito de ter influenciado outros promotores e promotoras contra minha pessoa.

Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual.

Todos estes e outros, estão hoje deitados em uma cama de pregos.

Salientando ainda que a Polícia Federal apontou o ex-reitor da ULBRA, Ruben Eugen Becker, como chefe de quadrilha.

Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.
Clique aqui e veja as matérias sobre os crime de Tirone Lemos Michelin.



Canoas, 06 de julho de 2019.

UMA DAS MAIORES QUADRILHAS NA ÁREA DO ENSINO NO BRASIL

A extorsão mediante sequestro que João Lippert sofreu pode ter nascido na cabeça de Volney Lauermann Falckembach, na cabeça de Domingos Moreira Góes, na cabeça dos na época reitores da Ulbra, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat e na cabeça de Tirone Lemos Michelin.

Michelin queria ser acionista do Instituto IESES e não foi aceito pelos acionistas da instituição. O impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha só pode ter sido ideia de Ruben Eugen Becker. O embargo da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul também só pode ter sido ideia de Ruben Eugen Becker, confirmado por João Rosado Maldonado.

A destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo só pode ter sido ideia de Ruben Eugen Becker em conluio com o reitor da Universidade Feevale na época, Lauro Tisher, podendo ter envolvimento de alguns acionistas e colaboradores da Feevale e da ULBRA.



Canoas, 04 de julho de 2019.

PROCURA-SE VIVOS OU MORTOS

TIRONE LEMOS MICHELIN, SEQUESTRADOR DO REPÓRTER E DIRETOR GERAL DO IESES NA ÉPOCA JOÃO LIPPERT. RUBEN EUGEN BECKER, LEANDRO EUGÊNIO BECKER E PEDRO MENEGAT, MANDANTES DA EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO DE JOÃO LIPPERT. DOMINGOS MOREIRA GÓES, EX-ADVOGADO DA ULBRA. PROCURA-SE TAMBÉM A PROMOTORA PÚBLICA FERNANDA RUTTKE DILLENBURG E A DEFENSORA PÚBLICA IVANISE MACIEL DECKMANN.



Canoas, 30 de junho de 2019.

PROTEÇÃO POLICIAL E GARANTIAS
DE VIDA

O repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, ingressará na justiça a qualquer momento, a partir do dia 30/06/2019, com pedido de proteção policial e garantias de vida contra Tirone Lemos Michelin, contra os hoje ex-reitores da Ulbra, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, contra o advogado Domingos Moreira Góes e contra o ex-juiz Fábio Koff Júnior. Outras pessoas poderão ser arroladas.

Além destas pessoas acima, mais de quinze pessoas também são suspeitas de conivência com o crime de extorsão mediante sequestro, impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha, embargo e fechamento da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo e impedimento da implantação do Templo TESES em Gramado.

No ano de 2006, João Lippert denunciou os na época reitores da Ulbra à Receita Federal por suspeita de lavagem de dinheiro. A investigação de cerca de dois anos da Receita Federal e Polícia Federal, levou os então reitores a perderem a universidade e serem indiciados por vários crimes. Ruben Eugen Becker já foi condenado em primeira instância.

Deste modo, se algo for cometido contra a vida do repórter e presidente da Televisão TVS João Lippert, contra a vida da repórter e vice-presidente da Televisão TVS Bruna Dartora, contra a vida da coordenadora geral da Televisão TVS Dionéia Rodolfo da Rosa, contra a vida dos acionistas da Televisão TVS Chiara Lippert, Robson Lippert e Keila Cristine Lippert (e filha menor de idade), os Tirone Lemos Michelin, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, Domingos Moreira Góes e Fábio Koff Júnior serão considerados os principais suspeitos. Serão considerados suspeitos também todas as pessoas e empresas com nomes e fotos no quadro abaixo.

Com isto, qualquer nova provocação ou ameaça contra o repórter João Lippert, poderá pedido de prisão preventiva do indivíduo para investigação.



Canoas, 27 de junho de 2019.

ACESSORIA DE IMPRENSA DO GRUPO RBS, ALEGOU IMPOSSIBILIDADE DE ENTREVISTA DO PRESIDENTE DO GRUPO RBS, EDUARDO MELZES, À TELEVISÃO TVS, DEVIDO O MESMO ESTAR EM VIAGEM FORA DO BRASIL.

Em relação a isto diz o repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert. "Destruíram a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo com picaretas e machados. Perdi meu trabalho e meus filhos também. Quem está envolvido? Universidade Ulbra e Universidade Feevale. E querem me colocar na cadeira, porque denunciei a extorsão mediante sequestro que sofri. Espero que o Ministério Público Estadual, que me processou afirmando que eu fiz uma denúncia caluniosa, ou o Superior Tribunal de Justiça encontrem o sequestrador Tirone Lemos Michelin e o coloquem em sala de audiência com minha pessoa, para que ele prove com documentos que não esteve em Sapucaia do Sul no dia 23 de janeiro de 1999. Que o Ministério Público Estadual prove com documentos que minha denúncia foi caluniosa e para isto, o Ministério Público Estadual precisa provar que o crime de extorsão mediante sequestro não aconteceu."



Canoas, 23 de junho de 2019.

LEGÍTIMA DEFESA

A partir do dia 24 de junho de 2019, o repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, irá pessoalmente com equipe da Televisão TVS em busca de esclarecimentos junto ao Ministério Público Estadual em relação ao convênio firmado entre o Ministério Público Estadual e a Universidade Ulbra em 03 novembro de 1999, uma quinta-feira. Neste sentido, João Lippert quer esclarecimentos do procurador geral de justiça na época, Cláudio Barros Silva, que assinou o convênio.

Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual.

João Lippert também quer esclarecimentos em relação ao suposto procurador da Ulbra, que consta no convênio: Tirone Lemos Michelin. Homem que em um golpe com os na época reitores da Ulbra, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, cometeu o crime de extorsão mediante sequestro, retirando o diretor geral do IESES na época, João Lippert, de dentro do pátio da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, na frente de seus filhos Chiara e Robson e sobrinho José Luís Lippert da Silva, estacionando o veículo Blazer de cor preta próxima ao viaduto da BR116 sentido Porto Alegre, com João Lippert preso dentro do carro estando Michelin com arma em punho. Deverão ser apresentados documentos, como Ata de Nomeação, para comprovar que Michelin era procurador da Ulbra e sua mantenedora Celsp.

O repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, também irá em busca de esclarecimentos junto ao Ministério Público em relação a extorsão mediante sequestro que sofreu em 23 de janeiro de 1999. Crime que nunca foi investigado.

Clique aqui e leia o relato do sequestro.

João Lippert também irá requerer ao Ministério Público Estadual, esclarecimentos no caso de ter aceito Tirone Lemos Michelin como assistente de acusação em processo contra João Lippert e Michelin nunca compareceu em nenhuma audiência, nem no Foro de Canoas nem no Foro Central de Porto Alegre.

João Lippert ainda irá exigir que o Ministério Público Estadual encontre Tirone Lemos Michelin e que o mesmo prove com documentos e demais meios de prova, onde o mesmo estava no dia 23 de janeiro de 1999, dia que cometeu a extorsão mediante sequestro contra João Lippert. Caso o Ministério Público Estadual não encontre Tirone Lemos Michelin, que o Ministério Público Estadual de alguma forma intime-o para que Michelin se apresente à justiça e não se apresentando, que Tirone Lemos Michelin seja entendido como fugitivo da justiça e que o mesmo seja procurado pela Polícia Federal e Interpol, até que o mesmo seja encontrado e preste esclarecimentos à justiça e sejam feitas acareações e reconstituição do crime.

O repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, também irá ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, onde quer esclarecimentos a respeito de um processo do repórter que teria sido incinerado por determinação do desembargador Sérgio Grassi Beck.

O repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, também irá à Corregedoria Geral da Justiça onde quer esclarecimentos em relação ao ex-juiz Fábio Koff Júnior, que ameaçou João Lippert via telefone e foi denunciado à Corregedoria. Crime que também nunca foi investigado. O repórter também quer informações de quem promoveu o na época juiz corregedor Luciano André Losekann ao CNJ - Conselho Nacional de Justiça.

O repórter também quer esclarecimentos a respeito do hoje desembargador André Reverbel Fernandes, que em 1999 embargado a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul. André Reverbel Fernandes é suspeito de recebimento de propina.

João Lippert ainda quer que a Universidade Feevale e o advogado Domingos Moreira Góes prestem esclarecimentos à justiça em relação à destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.



Canoas, 21 de junho de 2019.

AMEAÇAS E PROVOCAÇÕES DEVERÃO
SER DISCUTIDAS NA JUSTIÇA

Juíza Marilena Mello Gonçalves do Foro de Canoas, é suspeita de ter arquivado o processo criminal movido pelo repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, e demais acionistas da TVS, contra Heleno da Rosa Pinheiro, por ameaça, com o propósito de provocar o repórter João Lippert no intuito de que o mesmo tentasse tirar satisfações da juíza e assim pudesse ser preso, ou que o repórter tentasse tirar satisfação do próprio Heleno e pudesse ser assassinado. Heleno é ex-agente penal e ex-presidiário por cumplicidade em roubo.

A ameaça se deu durante e após uma suposta festa de aniversário de uma menor de idade, que aconteceu ao lado da antiga sede da Televisão TVS.

De outro lado, advogado que atuou para Heleno da Rosa Pinheiro, disse na defesa de Heleno, que as vítimas no processo teriam tido um “surto psicótico”.

Em outro processo criminal, a mesma juíza tentou provocar novamente o repórter João Lippert, dizendo que todas as reclamações feitas pelo mesmo foram sem fundamento.

O repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, também foi provocado e ameaçado, pela locadora da atual sede da Televisão TVS e alguns familiares da mesma, como seu genro, seu neto e mulher, algumas de suas filhas e amigos da família da locadora.

João Lippert também vem sendo provocado por um vizinho da Televisão TVS, sem qualquer motivação para tal. Razão pela qual se acredita que o mesmo esteja atendendo pedidos de alguém. Tal vizinho supostamente já teria chamado o repórter de ladrão e de gnomo, além de outras provocações. O vizinho deverá prestar esclarecimentos na justiça.

Advogados do repórter João Lippert irão propor conciliação extrajudicial com tais pessoas para que todas as provações e ameaças cessem.



Canoas, 18 de junho de 2019.

DENÚNCIAS
JUDICIÁRIO BRASILEIRO E CRIMES NUNCA INVESTIGADOS

Homens e mulheres do Judiciário Brasileiro, que se dizem ser homens representantes da justiça, se negam a investigar e julgar o crime de extorsão mediante sequestro sofrido pelo repórter João Lippert, na época diretor geral do Instituto IESES, hoje presidente da instituição. Crime hediondo cometido por Tirone Lemos Michelin em 23 de janeiro de 1999, e segundo o próprio sequestrador, a mando dos reitores da Ulbra na época, hoje ex-reitores, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, com envolvimento do advogado Domingos Moreira Góes, advogado da Ulbra na época.

Clique aqui e leia o relato do sequestro.

Homens e mulheres do Judiciário Brasileiro, não querem investigar o crime de extorsão mediante sequestro e querem prender o repórter João Lippert a todo custo com condenações indevidas, em vingança às denúncias que fez o repórter contra alguns juízes, juízas, desembargadores, corregedores e promotoras públicas, bem como para impedir que o repórter João Lippert se candidate e concorra à prefeitura de Canoas em 2020.

 

LISTA DE AUTORIDADES DENUNCIADAS
*A maioria das autoridades foram denunciadas às suas Corregedoria e algumas autoridades foram denunciadas no site da Televisão TVS*

Juízes: Fábio Koff Junior, Fábio André Koff, André Reverbel Fernandes, Paulo César Filippon, Marcelo Mairon Rodrigues, Alessandra Abraão Bertolucci, Paulo de Tarso Carpena Lopes, Marcelo Martins Berthe, José Paulo Baltazar, Jaqueline Hofman, Sylvio Antônio de Oliveira Correia, Patrícia Souza Silveira de Araújo, Sérgio Tweedie Spadoni, Clarissa Costa de Lima, Mariana de Araújo Lopes, Giovana Farenzena, Marise Moreira Bortowski, Gorete Fátima Marques, Adriana Rosa Morozini, Marilena Mello Gonçalves, Fábio Vieira Heerdt, José Luiz John dos Santos e Patrícia Pereira Krebs Tonet.

Juízes Corregedores: Luciano André Losekann, Vera Lúcia Fritsch Feijó, Antônio Vinícius Amaro da Silveira.

Desembargadores: Luiz Felipe Brasil Santos, Armínio José Abreu Lima da Rosa, Sérgio Grassi Beck, Rogério Gesta Leal, Júlio César Finger, Newton Brasil de Leão e Almir Porto da Rocha.

Corregedores: Corregedor-Geral do Ministério Público Mário Cavalheiro Lisboa, Corregedora-Geral do Ministério Público Noara Bernardy Lisboa, Corregedor Nacional da Justiça Gilson Langaro Dipp e Corregedor Nacional da Justiça João Otávio de Noronha.

Promotores públicas: Fernanda Ruttke Dillenburg, Lisandra Demari, João Nunes Ferreira, Vera Corino, Ângela Caren Dal Pos, Ivana Kirst Huppes Ferrazo, Letícia Viterbo Liges, Gustavo Walker Zettler, Luis Felipe de Aguiar Tesheiner, Renata Pinto Lucena e Claúdio Barros Silva.

 

Entretanto, das denúncias feitas contra tais autoridades nos órgãos competentes, como Corregedoria Geral da Justiça e Corregedoria Geral do Ministério Público no Rio Grande do Sul, bem como, Conselho Nacional de Justiça e Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília, além da Ordem dos Advogados do Brasil, o repórter João Lippert sempre recebeu notificações do arquivamento das denúncias.

Em 2006, o repórter João Lippert denunciou os então reitores da Ulbra na Receita Federal por suspeita de crimes financeiros. A investigação da Receita Federal e Polícia Federal, resultou na descoberta de muitos outros crimes além dos denunciados pelo repórter, e em consequência disto, os reitores tiveram de deixar a Ulbra, que já foi quase totalmente leiloada para pagamento de dívidas com o Governo e com trabalhadores, sendo que ainda resta uma dívida bilionária.

Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.

Clique aqui e veja as matérias sobre os crimes de Michelin.

Os reitores da Ulbra, hoje ex-reitores, e seus cúmplices, cometiam seus crimes sob os olhos de muitas autoridades do Rio Grande do Sul, principalmente do Ministério Público Estadual, que nada faziam contra a Ulbra, devido um convênio firmado entre ambos alguns meses após o crime de extorsão mediante sequestro cometido contra o repórter João Lippert.

Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual.

De outro lado, até mesmo no Superior Tribunal de Justiça em Brasília, última instância do Judiciário Brasileiro, o repórter João Lippert se deparou com a falta de justiça, infelizmente vinda de alguns ministros da Quinta Turma daquele órgão: Jorge Mussi, Reynaldo Soares da Fonseca, Ribeiro Dantas e Felix Fisher.

Em relação ao repórter João Lippert: "Não tenho tríplex nem sítio em Atibaia e nunca roubei do Governo. Querem fazer comigo como fizeram com o Lula, para impedir de concorrer nas eleições? Será que o The Intercept, que lançou suspeita sob todas instituições da justiça no Brasil, tem razão? "

Cabe salientar que o repórter João Lippert comunicou à Ouvidoria do STJ - Superior Tribunal de Justiça, os gravíssimos erros e gravíssimas contradições que aconteceram no tramitar do processo contra o repórter João Lippert no STJ. O comunicado foi feito no dia 14 de junho de 2019. Porém, no mesmo dia a Ouvidoria do STJ respondeu, alegando não ser de competência da mesma tomar providências no caso.



Canoas, 17 de junho de 2019.

MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL, COM O CONVÊNIO FIRMADO COM A UNIVERSIDADE ULBRA, SE ALIOU À QUADRILHA DA ULBRA E DOS HOJE EX-REITORES.

Quem pode estar mandando no Ministério Público Estadual desde que o Ministério Público fez convênio com a Ulbra em 1999 e é suspeito de ter pago aproximadamente R$ 1 milhão para livrar Tirone Lemos Michelin do crime de extorsão mediante sequestro?

Até que provem ao contrário dentro da verdadeira justiça, quem vem mandando no Ministério Público Estadual desde 1999, após o convênio, é a Ulbra. Até que provem ao contrário, todos que assumiram o Ministério Público após a data do firmamento do convênio deram apoio aos crimes dos reitores da Ulbra, hoje ex-reitores, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat. Todos são bandidos, porque quem faz convênio com bandidos, na minha opinião também é bandido.

Clique aqui e veja o convênio firmado entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual.

Vejam as matérias sobre o indiciamento dos hoje ex-reitores da Ulbra.
Vejam o que dizem os federais, que Ruben Eugen Becker era o chefe da quadrilha.

Clique nos links abaixo e veja as matérias:
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E eu digo: o ex-vice-reitor da Ulbra, Leandro Eugênio Becker, está novamente dentro da Ulbra no Hospital Universitário em Canoas, estando lá durante os escândalos na saúde em Canoas. É possível que Leandro esteja cometendo no Hospital os mesmos crimes cometidos quando vice-reitor da Ulbra. É possível que esteja roubando o Hospital Universitário.

E todos que apoiaram os então reitores da Ulbra e seus cúmplices e outros que ainda estão apoiando até hoje, também são bandidos.

O Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, após fazer o convênio com a Ulbra, além de arquivar toda denúncia que fiz, ainda moveu trinta e seis processos criminais contra minha pessoa, dos quais trinta e quatro foram arquivados, pois foram julgados por juízes e desembargadores de fé, que não eram comandados pela Ulbra ou pelo Ministério Público Estadual.

As minhas denúncias ao Ministério Público Estadual de Canoas foram arquivadas pela promotora Fernanda Ruttke Dillenburg, que foi transferida/promovida de Gramado para Canoas, após permitir colocar seu nome em uma matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado contra minha pessoa.

Clique aqui e veja a matéria caluniosa e difamatória.

De outro lado, cometendo um grave crime ambiental, a Ulbra deixou por cerca de um ano ou mais, vazar formol de um dos tanques de cadáveres humanos para pesquisa. Produto químico que pode ter atingido o lençol freático e contaminado a água de alunos, professores e funcionários da Ulbra, além da população de Canoas e fauna e flora local.

Nada foi investigado. Quando a Ulbra e seu reitores tiveram suas quedas em 2008, os cadáveres humanos e tanques de formol foram removidos da Ulbra. Onde estão os mais de duzentos cadáveres humanos que a Ulbra tinha em seus tanques de formol? Enterraram os corpos? Entregaram para o IML? A Televisão TVS vem buscando informações a respeito para informar a população de Canoas. A Ulbra ainda é suspeita de pegar corpos de pessoas que faleciam em asilos, orfanatos e em hospitais psiquiátricos.

Fui alertado por um funcionário da Ulbra que os reitores pretendiam assassinar-me e pegar meu corpo para dessecar na Ulbra por vingança. Isto podia ter sido planejado para acontecer no Instituto Psiquiátrico Forense, quando fui obrigado pelo juiz Paulo de Tarso Carpena Lopes a realizar perícia médica a pedido do Ministério Público Estadual, através da promotora Fernanda Ruttke Dillenburg.

Clique aqui e veja o laudo forense.

A Televisão TVS está procurando pelos funcionários da Ulbra, hoje provavelmente ex-funcionários, Gilson, Edimilson, Marli e outros para esclarecerem estas informações.

Quando saí da Ulbra em 1998, a Ulbra ficou com todos os meus projetos e equipamentos eletroeletrônicos. Tudo ficou retido na Ulbra em Canoas e me impediram de pegá-los. Suspeito que a Ulbra os tenham vendido ou destruído.

O Ministério Público Estadual fez convênio com o chefe da quadrilha, com bandidos que impediram a implantação do Instituto IESES.

A Universidade IESES foi impedida de ser implantada, sendo a área de terra destinada ao IESES vendida “da noite para o dia” para um suposto diretor do Jornal Correio do Povo, com envolvimento do prefeito de Glorinha Darci Lima da Rosa.

A Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul foi embargada e fechada pelo juiz do trabalho na época André Reverbel Fernandes, hoje desembargador. João Rosado Maldonado, ex-vice-presidente da Celsp, mantenedora da Ulbra, “tirando uma” com a minha cara, disse que o Becker tinha me dado uma rasteira em Sapucaia do Sul, confirmando o envolvimento da Ulbra e seus reitores no embargo da escola.

A Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens com picaretas e marretas, tendo os então reitores da Ulbra apoio do reitor na época da Universidade Feevale, Lauro Tisher. Atualmente é reitor da Feevale Cleber Prodanov.

Domingos Moreira Góes, o hoje ex-advogado da Ulbra, foi o grande articulador destes crimes.

Muitas autoridades tiveram a oportunidade de fazer justiça de verdade, mas preferiram se vender ou acreditar em bandidos disfarçados de reitores de universidade.

Minha pessoa acreditava que ao menos em Brasília, no Superior Tribunal de Justiça, encontraria autoridades dispostas a fazer justiça de verdade. Mas parece que me enganei.

Contudo, estou apelando aos ministros da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça. Ministros. Investiguem ou determinem a investigação do crime de extorsão mediante sequestro que sofri e denunciei. Denúncia que foi motivo para eu estar sendo condenado indevidamente. Mandem reconstituir o crime e busquem provas de onde estava Tirone Lemos Michelin no dia do crime, 23 de janeiro de 1999. Extorsão mediante sequestro que sofri na frente de dois filhos meus, Chiara e Robson, além de meu sobrinho José Luís Lippert da Silva, que para não falar sobre o sequestro recebeu um emprego na Ulbra TV. Extorsão mediante sequestro cometida por Tirone Lemos Michelin, que posterior ao crime assinou o convênio entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual como procurador da Ulbra e da mantenedora Celsp. Homem que no ato do crime, apontou os reitores da Ulbra na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, como mandantes, com o propósito de impedir a implantação do Instituto IESES. Ministros. Requeiram a segunda via da fatura telefônica do Foro de Canoas, que comprova a ligação feita para meu celular na época. Ligação àquela feita pelo na época juiz Fábio Koff Júnior, que julgava um processo meu contra a Ulbra. O juiz cometeu abuso de autoridade, me intimidou e me ameaçou via telefone. Ministros. Investiguem ou mandem investigar a reintegração de posse que sofri, na qual não apresentaram mandado judicial e fizeram fora da data determinada e que ainda me informaram no Tribunal de Justiça em Porto Alegre que o processo havia sido incinerado por determinação do desembargador Sérgio Grassi Beck. Ministros. Estou sendo condenado por denunciação caluniosa, por eu ter denunciado um crime que sofri. Crime que nunca foi investigado. Denúncia que foi arquivada em apenas sete dias do seu protocolo e instaurado processo contra minha pessoa. Sem a devida investigação do crime que denunciei, sem provar que o crime que eu denunciei nunca aconteceu, não posso ser condenado por denunciação caluniosa. Façam isso para não se tornar o maior escândalo do Brasil.

Façam a verdadeira justiça ao invés de darem ouvidos ao ex-ministro Gilson Langaro Dipp, que tem como único intuito vingar-se por eu ter o representado no Conselho Nacional de Justiça. Na carreira, parece que jogaram formol e murchou. Nem para advogado de porta de cadeira serve mais. Foi mais um que não honrou os coquinhos e deixou a justiça de lado.

A juíza que me condenou em primeira instância, Patrícia Pereira Krebs Tonet, e os desembargadores do Tribunal de Justiça que mantiveram a senteça, Rogério Gestal Leal, Júlio Finger e Newton Brasil de Leão, são suspeitos de terem recebido orientações para assim proceder, do ex-advogado da Ulbra Domingos Moreira Góes, do ex-juiz Fábio Koff Júnior, do desembargador André Reverbel Fernandes e também do ex-ministro Gilson Dipp.

Clique aqui e veja a denúncia do sequestro.

Por fim, como técnico em laboratório, sugiro que a Corsan, responsável pela água em Canoas, oriente a população a usar filtros em suas torneiras, para evitar contaminação por formol dos cadáveres humanos que a Ulbra tinha. Apesar dos anos que se passaram desde que removeram os cadáveres da Ulbra, ainda pode existir a contaminação. Na época, eu tentei publicar o caso em um jornal de Canoas, para alertar a população, mas o editor do jornal alegou que não podia publicar nada contra a Ulbra.



Canoas, 16 de junho de 2019.

CANOAS JÁ TEVE A PIOR ÁGUA E A MAIS SUJA DAS CORRUPÇÕES E MANOBRAS ATRAVÉS DA ULBRA

A Universidade ULBRA derramou por mais de oito meses no lençol freático, o produto químico formol. Produto este usado para conservar cadáveres humanos e de animais, que a ULBRA mantinha em tanques, onde um deles tinha o vazamento de formol.

POR QUE JOÃO LIPPERT ESTÁ CONDENADO? POR DENUNCIAR A ULBRA E SEUS REITORES E FAZER, ATRAVÉS DE DENÚNCIAS, COM QUE OS REITORES PERDESSEM A UNIVERSIDADE.

De outro lado, processo criminal irá buscar Tirone Lemos Michelin para prestar esclarecimentos sobre a extorsão mediante sequestro cometida contra o repórter João Lippert.



Canoas, 15 de junho de 2019.

VINGANÇA ATÉ MESMO NO STJ?

Gilson Langaro Dipp, denunciado pelo repórter João Lippert em meados de 2010 por maus procedimentos quando Corregedor Geral da Justiça no CNJ em Brasília, foi ministro do STJ – Superior Tribunal de Justiça, atuando na Quinta Turma. Mesma turma que agora em 2019 ficou responsável pelo julgamento do Agravo Regimental dor epórter João Lippert com o relator ministro Jorge Mussi. Entretanto, dado o grave erro, proposital ou não, no tocante à sentença do repórter João Lippert, em documento assinado pelo ministro Jorge Mussi, e dado o fato da grande possibilidade do ex-ministro Gilson Dipp ter amizades pessoais com os ministros da Quinta Turma e possivelmente grande influência entre os mesmos, o repórter João Lippert não aceita julgamento por parte da Quinta Turma do STJ. Gilson Dipp pode estar manipulando os ministros da Quinta Turma em vingança contra o repórter João Lippert.