NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES


16 de setembro de 2020

NOTÍCIA DO DIA 16/09/2020

Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul e Conselho Nacional do Ministério Público recebem hoje, dia 16/09/2020, pedido de proteção policial e garantias de vida para João Lippert e seus familiares. Nos pedidos, mais de trinta pessoas estão envolvidas.

EDITANDO



14 de setembro de 2020

NOTÍCIA DO DIA 14/09/2020

Repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, está requerendo à Polícia Federal, porte de arma de fogo.

“Fui sequestrado e bandidos infiltrados na justiça tentaram acobertar seus crimes e de seus aliados. Roubaram bilhões do Governo Federal. O Governo desmontou a universidade deles, que foi construída com dinheiro do povo, dinheiro público. Se é na marra ou à força que se faz justiça, será assim.” – Diz João Lippert

Advogados da área internacional de João Lippert, vão dar um prazo de 10 dias, a partir desta data, 14/09/2020, para o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul, apresentar na justiça o sequestrador Tirone Lemos Michelin. Homem que sequestrou João Lippert e foi aceito pelo Ministério Público como assistente de acusação contra João Lippert.

“Eu ia pedir na audiências que fui intimado, para que Tirone Lemos Michelin provasse na justiça que não esteve na Unidade de Ensino IESES em 23 de janeiro de 1999. Mas Michelin nunca compareceu em nenhuma audiência. Foram mais de três.” – Diz João Lippert

Assim, advogados da área internacional vão requerer ainda acareação entre João Lippert e Tirone Lemos Michelin. Caso o Ministério Público Estadual não apresente Michelin na justiça dentro do prazo, advogados de João Lippert irão mover processo indenizatório contra o Ministério Público Estadual e contra o Estado do Rio Grande do Sul por acobertarem bandidos.

“Invadiram minha casa, ameaçaram a mim e à minha família, fui chamado de ladrão e quem fez isso, agora vão responder na justiça por esses fatos. Minha entidade 13º foi chamado de ‘gnomo' em total desrespeito à minha crença – crime de discriminação à crença. Meu filho com problemas de visão foi chamado de 'vagabundo' e também vão responder na justiça. Moveram quatro ações de despejo indevidas contra minha pessoa e à Televisão TVS. Se cada um e a advogada de uma das partes me devolver dez vezes o valor que gastei para me defender na justiça dessas pessoas, poderemos fazer um acordo judicial.” – Diz João Lippert



08 de setembro de 2020
(atualização em 09/09/2020)

Estão indiciados pela Polícia Federal: Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, ex-reitores da ULBRA.

Quem assinou o convênio entre a ULBRA e o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul: Pedro Menegat, Tirone Lemos Michelin (homem que sequestrou João Lippert, diretor geral do IESES, em 1999) e o procurador geral de justiça na época Cláudio Barros.

A instituição Ministério Público não foi fundada para ser usada para proteger bandidos ou amparar seus crimes.

Diz João Lippert: “São bandidos sim. Segundo os federais, Becker era o chefe da quadrilha. Quem fazia parte da quadrilha que Becker administrava: Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, Tirone Lemos Michelin, João Rosado Maldonado, Domingos Moreira Góes e outros, até mesmo homens da justiça”.

Mais de 63 pessoas envolvidas no golpe dos hoje ex-reitores da ULBRA para impedir a implantação do Instituto IESES, com apoio de alguns juízes, alguns delegados, algumas promotoras públicas, alguns defensores públicos, alguns advogados e outros corruptos.

Clique e veja as matérias do indiciamento de Ruben Eugen Becker

Clique e veja a matéria sobre a condenação de Ruben Eugen Becker e filha

Clique e veja as matérias do indiciamento de Leandro Eugênio Becker

Clique e veja as matérias do indiciamento de Pedro Menegat

Clique e veja o convênio entre a ULBRA e o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul,
firmado cerca de dez meses após o crime de extorsão mediante sequestro sofrido por João Lippert.



29 de agosto de 2020

ULBRA NÃO CUMPRE CONTRATO E APARELHO DE VISÃO TEICH NÃO PÔDE SER DESENLVOLVIDO

Segundo João Lippert e familiares, João Lippert aceitou trabalhar na Universidade ULBRA, para continuar suas pesquisas iniciadas no Paraná com a apitoxina (veneno da abelha), com própolis, geleia real, cera e pólen, além do equipamento TEICH – Transmissão Eletrônica de Imagens para o Cérebro Humano.

O protótipo do TEICH seria testado em João Lippert e seu filho Robson Ricardo Lippert, que tem problemas de visão causado por pigmentação dos olhos, doença que ainda não tem tratamento.

O equipamento TEICH foi revelado à João Lippert mediunicamente em meados de 1984 em Cascavel no Paraná, para que João Lippert o desenvolvesse. O TEICH permitiria que pessoas com problemas de visão ou mesmo cegos, sem ruptura do nervo óptico, pudessem enxergar. O mesmo sistema ainda poderia ser aplicado para mergulhos ou em situações de risco, como em tempestades de areia, aviação e outros.

O vídeo abaixo mostra a pesquisa de João Lippert na ULBRA com cérebro de cadáveres humanos para o desenvolvimento do TEICH

Advogados estrangeiros vão pedir na justiça, que a ULBRA indenize João Lippert e seu filho Robson por não cumprirem com o contrato, não providenciado os materiais para o desenvolvimento do protótipo do TEICH.

Reitores na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, descumpriram o contrato prejudicando milhares de pessoas, não só em relação ao TEICH, mas todas as pesquisas com derivados das abelhas, que ajudavam milhares de pessoas. O contrato em relação ao TEICH estava sendo formatado pelo advogado da ULBRA na época, Domingos Moreira Góes. Porém, no intuito de beneficiar os na época reitores, o advogado criava impecilhos, alegando que tudo já tinha sido contrato no primeiro contrato, que também não foi cumprido.

Hoje, pessoas particulares e do judiciário, suspeitas de pertenceram à quadrilha dos hoje ex-reitores da ULBRA, têm dirigido-se a Robson Lippert, fazendo deboches e ofendendo-o moralmente em razão do seu problema de visão. Por tais ofensas e provocações, todos responderão por seus atos na justiça.

De outro lado, João Lippert está ingressando na Anvisa, para a pesquisa, autorização e fabricação da vacina contra a Covid-19 à base de apitixona (veneno da abelha). João Lippert pede á apicultores do Brasil, entrarem em contato via e-mail (tvsinternacional@hotmail.com) para coleta da apitoxina, para a produção da vacina.



23 de agosto de 2020

O GRANDE GOLPE CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT, EX-DIRETOR-GERAL DO IESES, CONTRA O IESES E CONTRA A JUSTIÇA BRASILEIRA, FOI APLICADO PELOS EX-REITORES DA ULBRA!

O grande golpe dos ex-reitores da Universidade Ulbra e seus advogados contra IESES – Instituto Educacional Sagrado Espírito Santo; o grande golpe contra diretor geral do IESES, João Lippert; o grande golpe da mantenedora da Ulbra – Celsp hoje Aelbra; o grande golpe da Universidade Feevale; o grande golpe de alguns juízes do Rio Grande do Sul, de São Paulo e da Holanda; o grande golpe com apoio de autoridades de vários níveis da justiça, advogados e empresários; foi envolverem a justiça do Brasil no grande golpe.

Com base em processo criminal por extorsão mediante sequestro formatado por advogados do exterior, a justiça brasileira receberá assim que retornar as atividades do Judiciário, processo criminal contra os três ex-reitores da Ulbra com pedidos de prisões preventivas: Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, além do sequestrador Tirone Lemos Michelin e mais trinta pessoas, aproximadamente, suspeitas de cumplicidade no crime.



11 de agosto de 2020

A MÁFIA DA ULBRA E SEUS EX-REITORES AINDA ESTÁ AUMENTANDO.
AGORA ESTÃO ESCOLHENDO ALGUNS "MANSOS" PARA A QUADRILHA.
É ASSIM QUE AS QUADRILHAS SE ORGANIZAM.



08 de agosto de 2020 (atualização em 09/08/2020)

Domingo, dia 09/08, é Dia dos Pais!
Portanto, feliz dia dos pais a todos os corruptos, mentirosos e encrenqueiros do Brasil. Que todos provem ao contrário as acusações e suspeitas.

Advogada Sônia Maria Damin Marcon moveu dois processos indevidos de despejo contra a Televisão TVS e seu presidente, o repórter João Lippert, por ordem da locadora do imóvel, sem se quer constatar se os aluguéis estavam devidamente em dia (pagos). Advogada ainda interferiu no processo no intuito de prejudicar o repórter João Lippert, colocando falsas alegações e graves ofensas morais contra João Lippert. A advogada parecia estar mais interessada nas ações da locadora ou ainda atendendo pedidos de familiares ou amigos.

São suspeitos de estarem envolvidos no caso da advogada Sônia Maria Damin Marcon:
A locadora da sede da Televisão TVS e alguns familiares e amigos, Tibúrcio Pereira e alguns familiares e amigos (que também são suspeitos de terem induzido a locadora a ingressar com as duas ações indevidas de despejo, já que Tibúrcio também moveu duas ações indevidas de despejo contra João Lippert, ambas arquivadas pela justiça), o sequestrador Tirone Lemos Michelin, o advogado Domingos Moreira Góes, o advogado Pedro da Silva Reis, a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, o ex-juiz Fábio Koff Júnior, além de outros.

Todos deverão prestar esclarecimentos na justiça!

De outro lado, cabe salientar que o repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, tentou por quatro vezes agendar uma reunião com a advogada Sônia Maria Damin Marcon. A reunião poderia ser até mesmo online devido a pandemia da Covid-19. Foram enviados quatro e-mails para a advogada, nos dias 03/07/2020, 10/07/2020, 17/07/2020 e 21/07/2020. A advogada não respondeu nenhum dos e-mails.

A advogada age da mesma forma que os ex-reitores da ULBRA, não atendem quem é necessário para solucionar os problemas que criaram e acabaram sendo denunciados.



21 de julho de 2020 (atualização em 24/07/2020)

Denunciei Ruben Eugen Becker e a ULBRA na Receita Federal, após confirmar que ele e a ULBRA tinham me roubado U$ 150 milhões de dólares (hoje em reais estaria em torno de R$ 785 milhões de reais mais juros e correção monetária desde meados do ano 2001), que deveriam ter sido destinado ao IESES, além de impedir a implantação da Universidade IESES em Glorinha - através do prefeito corrupto Darci Lima da Rosa - e as Unidade de Ensino IESES em Sapucaia do Sul, Novo Hamburgo e Gramado, além de impedimento da implantação do Templo TESES e show de Zezé Di Camargo & Luciano em Gramado. A ULBRA ainda reteu os protótipos dos equipamento desenvolvidos por João Lippert, não entregando ao mesmo. Assim, João Lippert está requerendo multa no valor de R$ 10 mil reais por dia pela não devolução dos equipamentos na data prevista.

Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal.

Os cheques entregues para o pagamento do show não realizado nunca foi devolvido. O cheque para pagamento da divulgação do show na Rádio Pop Rock de Gramado nunca foi devolvido. Os três cheques para pagamento da área de terra em Gramado, onde deveria ter sido implantado o Templo TESES, também nunca foram devolvidos.

Clique aqui e veja a cópia do cheque do show.

Clique aqui e veja a cópia do cheque dado à Pop Rock.

Clique aqui e veja a cópia dos cheques para a área de terra.

São suspeitos de terem ficado com os cheques, os na época reitores da ULBRA Ruben Eugen Becker e esposa Luíza Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, os advogados Domingos Moreira Góes, Clóvis Voese, Pedro da Silva Reis, Elizon D'Aquino Costa e Augusto César Cardoso, além de José Luís Lippert da Silva, Zezé Di Camargo & Luciano, Rosa Maria Groenwald, Arnildo Shildt e outros.

Os na época reitores da ULBRA, através da promotora pública corrupta Fernanda Ruttke Dillenburg e atráves do juiz corrpto Paulo de Tarso Carpena Lopes, me obrigaram a fazer uma perícia médica psiquiátrica no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre, também como vingança em relaçã à denúncia que fiz contra a ULBRA e seus então reitores na Receita Federal.

Clique aqui e veja o laudo forense, que atestou ser João Lippert plenamente capaz de seus atos.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.

Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.

Clique aqui e veja as matérias sobre os crimes de Michelin.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------



11 de julho de 2020



04 de julho de 2020

Ex-reitor da ULBRA, Ruben Eugen Becker, apontado como chefe da quadrilha pela Polícia Federal. Fazia parte da quadrilha, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, Tirone Lemos Michelin, Domingos Moreira Góes e outros.

Ex-reitor há cerca de quarenta e cinco anos atrás foi suspeito de ter assassinado com um tiro pelas costas um funcionário do mesmo, um contabilista. Levado ao conhecimento da justiça na época, juiz e delegado, em defesa do na época reitor da ULBRA, disseram que o então reitor não poderia ter cometido tal crime.

Após cerca desses quarenta e cinco anos, Ruben Eugen Becker é acusado de mandante da extorsão mediante sequestro do na época diretor-geral do Instituto IESES, hoje presidente da Televisão TVS, João Lippert.

Ruben Eugen Becker ainda é acusado de envolvimento no impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha e das Unidades de Ensino IESES em Sapucaia do Sul, Novo Hamburgo e Gramado, além do Templo TESES em Gramado.

Ruben Eugen Becker, enquanto reitor da ULBRA, também é suspeito de ter se apropriado indevidamente de cerca devU$150mil que eram destinados ao Instituto IESES no Brasil, para implantação de escolas. Tal valor possivelmente foi retirado do ABN Amro Bank da Holanda.

João Lippert tentou por três meses em meados de 1999, falar com Ruben Eugen Becker sobre estes crimes, porém, sempre impedido pelo advogado da ULBRA, Domingos Moreira Góes e outros. Não conseguindo contato com o então reitor e o mesmo nunca entrando em contato de volta, João Lippert denunciou a ULBRA e seus então reitores ao Ministério Público Estadual de Canoas e à Receita Federal. A denúncia no Ministério Público foi simplesmente arquivada sem qualquer investigação e ainda usaram a denúncia para processar João Lippert indevidamente. A denúncia na Receita Federal teve investigação em conjunto com a Polícia Federal, que acabou descobrindo vários crimes cometidos pelos então reitores, levando os mesmos a serem indiciados e perderam a ULBRA, além de bens possoais.

Clique aqui e veja a denúncia no MP/RS de Canoas.

Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.

Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.

Clique aqui e veja as matérias sobre os crimes de Michelin.



30 de junho de 2020

Prorrogado o prazo para a ULBRA entregar os protótipos dos equipamentos desenvolvidos por João Lippert, de acordo com o documento enviado ao reitor via e-mail no dia 25/06/2020. Prorrogado o prazo até o dia 06/07/2020.



28 de junho de 2020

UNIVERSIDADE ULBRA E UNIVERSIDADE FEEVALE ENVOLVIDAS NA DESTRUIÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO IESES
NOVO HAMBURGO, NO IMPEDIMENTO DA IMPLANTAÇÃO DA UNIVERSIDADE IESES EM GLORINHA, NO EMBARGO DA UNIDADE DE ENSINO IESES SAPUCAIA DO SUL, NO IMPEDIMENTO DA IMPLANTAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO IESES GRAMADO E DO TEMPLO TESES EM GRAMADO.



22 de junho de 2020 (atualização em 01/07/2020)

Televisão TVS busca junto ao Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, paradeiro do sequestrador Tirone Lemos Michelin, que foi aceito pelo Ministério Público como assistente de acusação.

O RACISMO NOS ESTADOS UNIDOS
MATA HOMEM NEGRO ASFIXIADO

CRIMES NO BRASIL

 

NO RIO GRANDE DO SUL, EM SÃO PAULO, EM MONTEVIDÉU, CRIME HEDIONDO DE EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO, AMEAÇAS, PROVOCAÇÕES, DESTRUIÇÃO DE PATRIMÔNIO PRIVADO, DESTRUIÇÃO DE ESCOLAS, IMPEDIMENTO DE IMPLANTAÇÃO DE UNIVERSIDADE E ESCOLAS, ALÉM DE OUTROS CRIMES, TÊM ATINGIDO A IMPRENSA ATRAVÉS DOS REPÓRTER JOÃO LIPPERT, PRESIDENTE DA TELEVISÃO TVS.
BANCO HOLANDÊS QUE TEVE PROCESSO INDENIZATÓRIO ARQUIVADO PELA JUÍZA DRA. KAREN BERTONCELLO DO FORO DE CANOAS, ESTÁ ENVOLVIDO. JOÃO LIPPERT ESTÁ RECORRENDO DA DECISÃO DA JUÍZA.

Extorsão mediante sequestro no Brasil à mando de empresários da área do ensino com apoio de alguns advogados e advogadas, algumas promotoras e promotores públicos, algumas defensoras e defensores públicos e alguns juízes e juízas da primeira instância, denunciados à justiça, além de outros empresários e pessoas suspeitas de apoiarem o crime de extorsão mediante sequestro e outros crimes.

CRIME NÃO INVESTIGADO!

Ainda no Brasil, instituições de ensino são impedidas de serem implantadas e destruídas. Universidade IESES é impedida de ser implantada em Glorinha por ex-reitores da ULBRA Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, com o apoio do prefeito Darci Lima da Rosa e vereadores em 1998. A Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul em 1999, é embargada pelo juiz do trabalho na época André Reverbel Fernandes, que hoje é desembargador do trabalho em Porto Alegre, com o apoio dos ex-reitores da ULBRA. A Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo é totalmente destruída a mando da ULBRA e Feevale também em 1999. O diretor geral do IESES, hoje presidente da Televisão TVS, João Lippert, é sequestrado também em 1999, por Tirone Lemos Michelin a mando dos na época reitores da ULBRA. O Templo TESES ainda foi impedido de ser implantado em Gramado em 2005, com o envolvimento do vereador na época Camilo Roldo e o advogado Pedro da Silva Reis.

CLIQUE EM CADA FOTO PARA SABER O QUE CADA UM FEZ CONTRA JOÃO LIPPERT (EDITANDO)




ESCOLAS DO IESES - INSTITUTO EDUCACIONAL SAGRADO ESPÍRITO SANTO IMPEDIDAS DE SEREM IMPLANTADAS E DESTRUÍDAS POR CERCA DE OITENTA HOMENS COM O USO DE PÁS, PICARESTAS E MARRETAS!



21 de junho de 2020

COBRANÇAS

Colaboradores suspeitos de participarem no impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha, do Instituto IESES em Sapucaia do Sul e Gramado, destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, bem como impedimento da implantação do Templo TESES em Gramado, começarão a receber notificações de cobrança.



08 de junho de 2020

João Lippert, repórter e presidente da Televisão TVS, está requerendo na justiça, autorização para realizar reformas no estúdio da Televisão TVS.



19 de maio de 2020

COMUNICADO

Em razão da pandemia causada pela Covid-19, doença transmitida pelo novo corona vírus, vários setores estão com suas atividades suspensas, como é o caso do Judiciário. Quando o funcionamento do Judiciário for normalizado, João Lippert, repórter cinematográfico e presidente da Televisão TVS, presidente da Fundação & Mantenedora TESES e do Instituto IESES, iniciará os procedimentos de acordos judiciais através do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Porto Alegre, para tentar solucionar de uma vez por todas, todos os danos morais e financeiros sofridos por João Lippert, sua família e suas empresas, como o Jornal de Gramado, Universidade ULBRA e Feevale. Contudo, enquanto o Judiciário não volta à normalidade, propostas de acordos a serem firmados na justiça em seu retorno, estão sendo previamente enviadas a todos que causaram danos morais, financeiros e outros a João Lippert, sua família e suas empresas.



15 de maio de 2020

EM RELAÇÃO À DEMISSÃO DO MINISTRO DA SAÚDE NELSON TEICH DIZ O REPÓRTER E PRESIDENTE DA TVS JOÃO LIPPERT: "JAIR BOLSONARO NÃO SERVE NEM PARA CURANDEIRO OU GNOMO. NÃO SERVE PARA O BRASIL. E PODE RESPONDER POR MILHARES DE VIDAS. BOLSONARO SÓ PENSE NOS FILHOS E AMIGOS E EM SUA POSSÍVEL TENTATIVA DE REEELIÇÃO."



08 de maio de 2020

NO RIO GRANDE DO SUL ADVOGADOS, DELEGADOS, PROMOTORAS PÚBLICAS, DEFENSORAS PÚBLICAS, JUÍZES E DESEMBARGADORES, PODEM RESPONDER PROCESSOS POR PREVARICAÇÃO.



30 de abril de 2020


ESPÍRITO SANTO! A SALVAÇÃO OU O CASTIGO?
CORONAVÍRUS #FiqueEmCasa

JUSTIÇA DIVINA?

Segundo ligação anônima de número não identificado, recebida pela repórter João Lippert no telefone da Televisão TVS (51 3032-3131), Tirone Lemos Michelin, homem que sequestrou o repórter João Lippert em 1999, estaria confirmado com Covid-19 e estaria sendo internado em um hospital de Porto Alegre/RS. A Televisão TVS está investigando a informação.



27 de abril de 2020


ESPÍRITO SANTO! A SALVAÇÃO OU O CASTIGO?
CORONAVÍRUS #FiqueEmCasa

SERÁ PREMONIÇÃO?

"O que o presidente Bolsonaro fez com ex-ministro Sergio Moro, os na época reitores da ULBRA fizeram parecido com minha pessoa e meus filhos. Nos tiraram nosso trabalho e nossas escolas. Bolsonaro tirou o juiz de Curitiba e do judiciário. Com o que os reitores fizeram com minha pessoa e meus filhos, eles perderam a Universidade ULBRA. Bolsonaro pode perder a presidência do Brasil." - João Lippert



13 de abril de 2020


ESPÍRITO SANTO! A SALVAÇÃO OU O CASTIGO?
CORONAVÍRUS #FiqueEmCasa

10 ANOS DE RENOVAÇÃO

Presidente da Televisão TVS, João Lippert, em razão da pandemia do novo corona vírus, vai requer em juízo prazo de 10 anos de renovação do contrato de locação da Televisão TVS e de João Lippert, além de indenização pela destruição de patrimônio, ofensas e difamações, provocações da locadora e familiares, ameaças a mando da locadora através do genro da mesma, além de duas ações indevidas de despejo movidas pela locadora.

João Lippert também requer indenização pelos prejuízos sofridos com o impedimento e destruição das escolas do Instituto IESES, pela extorsão mediante sequestro não investigada por autoridades corruptas e pela publicação caluniosa e difamatória feita pelo Jornal de Gramado. Tudo a mando dos reitores da ULBRA, hoje ex-reitores, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat e cúmplices como Feevale e outros.



12 de abril de 2020


ESPÍRITO SANTO! A SALVAÇÃO OU O CASTIGO?
CORONAVÍRUS #FiqueEmCasa

O CASTIGO VEM À CAVALO

A farsa armada contra o repórter João Lippert pelos ex-reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, por Tirone Lemos Michelin, pelo advogado da Ulbra Domingos Moreira Góes e pelos advogados Elizeu D'Aquino Costa, Augusto César Cardoso e Pedro da Silva Reis, além de outras pessoas, políticos e empresários, bem como a farsa armada também por promotoras do Ministério Público Estadual como Fernanda Ruttke Dillenburg e por juízes como Fábio Koff Júnior, Paulo de Tarso Carpena Lopes, Paulo César Fillippon, Patrícia Krebs Tonet e outros; para todos eles também chegou o novo coronavírus. Eu estou recolhido em casa por recomendação do Ministério da Saúde, mas essas pessoas e autoridades também estão de quarentena. O castigo veio à cavalo. Todos sabiam da grande farsa.




11 de março de 2020

NOTÍCIA DO DIA

Como os ex-reitores da ULBRA não estão mais no comando da universidade e a universidade não tem dinheiro pra me pagar pelos prejuízos e danos morais que sofri, aceito ser acionista da ULBRA. Com os meus projetos e meu conhecimento no exterior, vou endireitar a universidade ULBRA. Quero ser acionista também da sua mantenedora, a Aelbra. Os percentuais das ações que caberá à minha pessoa ou aos meus filhos, vamos discutir na justiça. Agora eu posso aceitar o que a justiça decidir. Eu creio que não existe mais a quadrilha da Ulbra, que provavelmente mandava no Foro de Canoas. Posso aceitar também ser acionista da universidade Feevale, que destruiu a Unidade de Ensino IESES em Novo Hamburgo, para impedir sua instalação naquele cidade. O percentual de ações também vamos discutir na justiça de Novo Hamburgo. Também posso aceitar ser acionista do Jornal de Gramado, que publicou a matéria caluniosa contra minha pessoa e o Instituto IESES, chamando-me de estelionatário. Como o jornal também não tem recursos para me pagar, posso aceitar ser acionista do jornal. Vamos pensar nisto. Também posso aceitar ser acionista da universidade Unisinos e da universidade URI de Santiago do Boqueirão.

De outro lado, quem sempre soube que o caso do Jornal de Gramado, impedimento da implantação da universidade IESES em Glorinha e da Unidade de Ensino IESES em Sapucaia do Sul, destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo e o crime de extorsão mediante sequestro NUNCA FORAM INVESTIGADOS: Os ex-reitores da ULBRA Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, Domingos Moreira Góes, Tirone Lemos Michelin, Milton da Encarnação, o ex-juiz Fábio Koff Júnior, a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, o ex-delegado de Canela Luís Rogério Carvalho de Lima, o delegado que fugiu de Novo Hamburgo, o escrivão da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, além de outros.



10 de março de 2020

NOTÍCIA DO DIA

Os grandes mentirosos do século XXI. Os piores bandidos do século XXI. Os grandes ladrões da União. Os grandes estelionatários. Os piores golpistas da área do ensino, acompanhados com alguns homens da justiça e outros imbecis, porque taxar um pai de família de estelionatário na imprensa sem provar é coisa de imbecis.



21 de fevereiro de 2020

NOTÍCIA DO DIA

A JUSTIÇA BRASILEIRA DEVE INICIAR NO PRAZO DE DEZ À SESSENTA DIAS, A PARTIR DA DATA DO MÊS DE MARÇO DE 2020, AS INTIMAÇÕES EM RELAÇÃO AO CRIME DE EXTORÇÃO MEDIANTE SEQUESTRO, DESTRUIÇÃO E EMBARGO DE ESCOLAS DO IESES - INSTITUTO EDUCACIONAL SAGRADO ESPÍRITO SANTO LTDA, PERDAS E DANOS MORAIS, DIFAMAÇÕES, AMEAÇAS, PROVOCAÇÕES E DESTRUIÇÃO DE PATRIMÔNIO CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT E A TELEVISÃO TVS.



17 de fevereiro de 2020

ESCÂNDALO NO JUDICIÁRIO

Por que alguns juízes de primeira instância tentaram prejudicar o repórter João Lippert e alguns desembargadores e ministros mantiveram a condenação injusta do repórter João Lippert?

Por que a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg permitiu publicar seu nome em uma matéria caluniosa e difamatória no Jornal de Gramado contra o repórter João Lippert? Por que a mesma promotora não investigou o crime de extorsão mediante sequestro sofrido pelo repórter João Lippert e ainda o processou por denunciação caluniosa?

Qual a razão de o juiz criminal Paulo de Tarso Carpena Lopes ter requerido perícia médica no Instituto Psiquiátrico Forense do repórter João Lippert?

Por qual razão a juíza Patrícia Krebs Tonet condenou o repórter João Lippert, mesmo sendo o mesmo inocente e mesmo o crime de extorsão mediante sequestro nunca ter sido investigado?

Resposta para todas as perguntas acima: QUEIMA DE ARQUIVO E EM PROTEÇÃO ÀS AUTORIDADES DENUNCIADAS PELO REPÓRTER JOÃO LIPPERT COMO O EX-JUIZ FÁBIO KOFF JÚNIOR, DA QUAL A DENÚNCIA FOI ARQUIVADA PELO JUZ CORREGEDOR LUCIANO ANDRÉ LOSEKANN, QUE APÓS ISTO FOI PROMOVIDO AO CNJ; BEM COMO EM PROTEÇÃO AO HOJE EX-REITORES DA ULBRA, RUBEN EUGEN BECKER, LEANDRO EUGÊNIO BECKER E PEDRO MENEGAT, E O SEQUESTRADOR TIRONE LEMOS MICHELIN

Desta forma, praticamente todas as autoridades denunciadas pelo repórter João Lippert, além de universidades como a Feevale, são suspeitas de saberem de alguma forma de todos os crimes cometidos a mando dos ex-reitores da ULBRA contra o repórter João Lippert e também sobre os outros crimes cometidos pelos ex-reitores, como o roubo de recursos da União, o não pagamento de funcionários da ULBRA e de empréstimos bancários somando aproximadamente R$ 2 bilhões.

E POR QUE OS NA ÉPOCA REITORES DA ULBRA FORAM DENUNCIADO NA RECEITA FEDERAL?



14 de fevereiro de 2020

NOTÍCIA DO DIA

Advogados, promotoras públicas, magistrados, delegados e ex-delegados e outras autoridades, empresários e outras pessoas que causaram danos morais e financeiros ao repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, além de cometerem crimes contra o mesmo como difamações e ameaças, todos são suspeitos de conivência com o crime de extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert e que foi cometido por Tirone Lemos Michelin que apontou os na época reitores da ULBRA como mandantes, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat; bem como todos suspeitos de conivência com o impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha, impedimento da implantação da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul e Gramado e destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo. O crime de extorsão mediante sequestro nunca foi investigado e nunca foi provado onde estava Tirone Lemos Michelin no dia do crime: 23 de janeiro de 1999.



06 de fevereiro de 2020

NOTÍCIA DO DIA

A Televisão TVS enviou 12 mil e-mails para o Exterior, para empresas, órgãos governamentais, órgãos da justiça e instituições de ensino em relação à comprovação da não investigação do crime de extorsão mediante sequestro que sofreu o repórter João Lippert em 1999, cometido por Tirone Lemos Michelin, segundo o próprio a mando dos reitores da ULBRA Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat com envolvimento do advogado da ULBRA na época Domingos Moreira Góes, da qual a denúncia foi arquivada em apenas sete dias pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg; em relação à condenação indevida feita pela juíza Patrícia Krebs Tonet contra o repórter por denunciação caluniosa sem que nunca tenha havido a investigação do crime; bem como em relação à matéria caluniosa publicada pelo Jornal de Gramado contra João Lippert e o Instituto IESES sem qualquer investigação, tendo o nome da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg na matéria para dar credibilidade às falsas acusações. Documentos oficias da Delegacia de Gramado de da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas confirmam a inexistência de investigações.
A sentença da juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet foi comprada pelo hoje ex-reitores da ULBRA, como uma vingança contra o repórter João Lippert pela denúncia que o mesmo fez contra a ULBRA e os então reitores na Receita Federal por suspeita de crimes financeiros.

Algumas pessoas que residem próximas à atual sede da Televisão TVS em Canoas, com a falsa matéria publicada pelo Jornal de Gramado em mãos, passaram a ofender e ameaçar o repórter João Lippert e até mesmo destruir patrimônios da Televisão TVS.

AGORA TUDO SERÁ RESOLVIDO NA JUSTIÇA!



03 de fevereiro de 2020

NOTÍCIA DO DIA

APÓS 22 ANOS de perseguições, agonia e sofrimento, finalmente advogados do repórter João Lippert ingressam na justiça com pedidos de prisões preventivas contra os ex-reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, bem como contra Tirone Lemos Michelin, pelo crime de extorsão meditante sequestro.
Outras dez pessoas estão envolvidas.



31 de janeiro de 2020

MAIS E-MAILS PARA EMPRESAS, ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS E ÓRGÃOS DA JUSTIÇA DO EXTERIOR!

Cidade do Porto e Lisboa em Portugal receberam na madrugada de 31/01/2020, 2.000 e-mails em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada no Jornal de Gramado contra o repórter João Lippert e em relação a não investigação do crime de extorsão mediante sequestro. Da mesma forma, para a Espanha foram enviados 1.000 e-mails.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação

Clique e veja documento da 3ª Delegacia de Canoas que comprova não ter Inquérito e investigação sobre o crime de extorsão mediante sequestro

Na matéria caluniosa publicada no Jornal de Gramado, com amparo da promotora púbica Fernanda Ruttke Dillenburg, além de taxarem o repórter João Lippert de estelionatário sem qualquer prova e sem qualquer investigação, afirmaram que centenas de pessoas haviam sido prejudicadas, das quais não constam os nomes, até um senhor paulista que locou um espaço para fazer cópias na Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul dando R$ 5 mil reais para garantir a locação. Porém, diferente do que alegam falsamente na matéria, quando a escola foi indevidamente embargada e fechada pelo juiz do trabalho na época de Sapucaia do Sul, André Reverbel Fernandes, o valor total foi devolvido àquele senhor.

A matéria foi para desmoralizar o repórter João Lippert e o Instituto IESES, para assim impedir a implantação da instituição no Brasil.

Primeiramente impediram a implantação da Universidade IESES em Glorinha, envolvendo o prefeito daquela cidade Darci Lima da Rosa e um suposto diretor do Jornal Correio do Povo na época.

A Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens, a golpes de picaretas e marretas.

Tudo envolvendo os na época reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, bem como o sequestrador Tirone Lemos Michelin, o advogado da ULBRA na época Domingos Moreira Góes, a Universidade Feevale, além de outras duas universidades no Rio Grande do Sul e até mesmo autoridades.

De outro lado, cabe salientar que o sequestrador Tirone Lemos Michelin nunca compareceu em audiência com o repórter João Lippert. Na audiência que aconteceu no dia 12/04/2018 no Foro de Canoas, João Lippert havia comunicado à juíza Marise Moreira Bortowski que Michelin não iria comparecer na audiência e requereu condução do mesmo. A juíza ignorou e o que aconteceu é que Michelin novamente não compareceu.

Em audiência no Foro de Porto Alegre, em relação ao processo criminal contra o repórter João Lippert por ter denunciado o que o crime de extorsão mediante sequestro que sofreu e nunca foi investigado, a juíza criminal de Porto Alegre naquela audiência, que também não compareceu Michelin nem seu procurador, a mesma foi ofensiva com o repórter João Lippert, dizendo que o mesmo acabaria preso se continuasse com “essas ideias mirabolantes”.

Ainda em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado, além dos na época reitores da ULBRA, da promotora Fernanda Ruttke Dillenburg e da defensora Ivanise Maciel Deckmann, são suspeitos de terem formatado a matéria os advogados Domingos Moreira Góes e os advogados Ivo Ravanello, Elizon D'Aquino Costa, Augusto César Cardoso, Clóvis Voese, Pedro da Silva Reis e Marina Reis Melara. Todos ainda são suspeitos de terem ficado com o cheque emitido para pagamento do show de Zezé Di Camargo & Luciano, da mídia na Rádio Pop Rock de Gramado e com os três cheques para pagamento de uma área de terra em Gramado onde seria implantado o Templo TESES.



30 de janeiro de 2020

NOTÍCIA DO DIA

Ministro Joel Ilan Paciornik da 4ª Câmara Criminal do STJ em Brasília, considerou abusivo e sem fundamento o aumento da pena em processo criminal contra o repórter João Lippert, instaurado pelo Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, através da promotora pública Lisandra Demari. A condenação indevida foi feita pela juíza do Foro de Canoas Patrícia Krebs Tonet.

Diz o repórter João Lippert. “Neste caso, como em outros, ou a juíza sofre de problemas mentais ou é criminosa.”



28 de janeiro de 2020

ALGUÉM FEZ XIXI, COCÔ, VOMITOU E CUSPIU FORA DO VASO SANITÁRIO DA JUSTIÇA E AGORA ALGUÉM VAI TER QUE LIMPAR ESSA PORCARIA TODA

O repórter João Manoel Lippert e seus familiares deverão receber a maior indenização já paga pelo Estado do Rio Grande do Sul, além de outras indenizações de particulares.

De outro lado, para o Estado da Flórida nos Estados Unidos, a Televisão TVS já enviou mil e-mails nesta madrugada do dia 28/01/2020, também em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada no Jornal de Gramado contra o repórter João Lippert e o Instituto IESES e em relação a não investigação do crime de extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert. E mesmo sem qualquer investigação, o repórter João Lippert foi acusado de denunciação caluniosa e condenado injustamente pela juíza Patrícia Krebs Tonet, baseando-se apenas em falsos depoimentos. Ambos os casos iniciados pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg e pelos hoje ex-reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, além de outros cúmplices e coniventes.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação

Clique e veja documento da 3ª Delegacia de Canoas que comprova não ter Inquérito e investigação sobre o crime de extorsão mediante sequestro

Tudo para desmoralizar João Lippert e impedir a implantação do Instituto IESES no Brasil.

Ainda está envolvido o Banco ABN Amro, a Universidade Feevale e outras duas universidades no Rio Grande do Sul, servidores do município de Glorinha e do Jornal do Correio do Povo em 1999, a defensora pública Ivanise Maciel Deckmann, o advogado na época da ULBRA Domingos Moreira Góes e os advogados Ivo Ravanello, Elizon D'Aquino Costa, Augusto César Cardoso, Clóvis Voese, Pedro da Silva Reis e Marina Reis Melara, proprietários de imóveis em Canoas que moveram ações indevidas de despejo contra o repórter João Lippert e a Televisão TVS, além de outras pessoas, empresas e autoridades.

Além do boicote ao Instituto IESES, também não queriam a Televisão TVS em Canoas e muitos boicotes foram feitos contra a empresa, sendo a própria Prefeitura de Canoas uma das suspeitas de envolvimento, além de ameaças até mesmo de morte contra o repórter João Lippert.

Advogados da fundação que suportaria o custo das obras do Instituto IESES no Brasil, já formataram processos indenizatórios e criminais.

Em relação a isto, diz o repórter João Lippert: “Pode até ser que eu não esteja mais vivo até lá. Mas meus filhos, minha atual esposa e minha neta vão estar. Não se destrói uma família só porque os chefes da quadrilha não tiveram a capacidade para enfrentar uma concorrência no ensino. Os próprios federais apontaram Ruben Eugen Becker como chefe da quadrilha, indiciado pela Polícia Federal por vários crimes e condenado em primeira instância a 5 anos e 3 meses de prisão em regime semiaberto juntamente com sua filha Ana Becker Giacomazzi.”

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.

Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.

Clique aqui e veja as matérias sobre os crimes de Michelin.



27 de janeiro de 2020

FALO COM QUALQUER PESSOA DESTA MÁFIA INTERNACIONAL OU SEUS CÚMPLICES
SOMENTE ATRAVÉS DA JUSTIÇA

A Televisão TVS na madrugada de hoje, 27/01/2020, enviou 1.000 e-mails para o Uruguai em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado em 1999 contra o repórter João Lippert e o Instituto IESES.

Na matéria consta o nome da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg como autoridade que havia requerido investigação em relação a João Lippert o IESES. Isto para dar credibilidade às falsas alegações. O delegado de Gramado na época, comprovou em documento oficial, que não havia nenhuma investigação.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação

Através do editor-chefe do Jornal de Gramado Ilton Muller, a promotora e os reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, colocaram o nome e foto do repórter João Lippert, bem como o nome de seus filhos e de sua ex-esposa na imprensa e chamaram-no de estelionatário na imprensa, sem qualquer prova.

De outro lado, possivelmente estão envolvidos no crime de extorsão mediante sequestro que sofreu o repórter João Lippert em 1999, Ronald José Reboredo Suarez, ex-representante do ABN Amro Bank (ou ainda no cargo) e seu representante no Brasil Antônio César Bassetti.

O Banco ABN Amro já está intimado pela justiça a prestar esclarecimento a respeitos do golpe financeiro que sofreu o Instituto IESES no valor aproximado de U$ 150 milhões, com envolvimento da ULBRA e seus então reitores, segundo o negociador e lobista da ULBRA na época, Arnildo Shildt. Na época, os reitores da ULBRA já roubavam dinheiro do Governo, porque não roubariam do IESES. A dívida da ULBRA com o Governo e com trabalhadores passa de R$ 2 bilhões, razão pela qual os reitores perderam seus cargos, a universidade, escolas e bens pessoais móveis e imóveis.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.

Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.

Clique aqui e veja as matérias sobre os crimes de Michelin.

Também estão envolvidos os advogados Domingos Moreira Góes, Elizon D'Aquino Costa, Augusto César Cardoso, Clóvis Voese, Pedro da Silva Reis e Mariana Reis Melara que são suspeitos de terem formatado a matéria caluniosa publicada pelo Jornal de Gramado.

Todo este golpe em conluio com a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg também foi para impedir a implantação do Instituto IESES no Brasil.



25 de janeiro de 2020

PARIS PODE TER RECEBIDO A MATÉRIA CALUNIOSA CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT

Empresas governamentais, empresas privadas e órgãos da justiça de Paris na França, receberam da Televisão TVS nesta madrugada do dia 26/01/2020, mil e-mails em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada contra o repórter João Lippert no Jornal de Gramado. A matéria foi paga pela ULBRA e seus reitores na época Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat com amparo da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg e do editor-chefe do Jornal de Gramado, Ilton Muller.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação



25 de janeiro de 2020

22 ANOS DE VINGANÇA DOS EX-REITORES E DE ALGUNS BANDIDOS ESCONDIDOS DEBAIXO DE SUAS TOGAS, INFILTRADOS NA JUSTIÇA BRASILEIRA!

Ao ver meu patrimônio destruído, o Instituto IESES, e meus filhos atacados pela máfia internacional da ULBRA e seus cúmplices, como a Universidade Feevale e o advogado Domingos Moreira Góes, além de provocações e ameaças de morte, só não me tornei um criminoso graças às Entidades Mediúnicas que estão ao meu lado.

Assista os vídeos mediúnicos da Televisão TVS. Casos verídicos. Em breve.

De outro lado, Genebra na Suíça recebeu 500 e-mails da Televisão TVS em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado contra o repórter João Lippert e o Instituto IESES.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação



24 de janeiro de 2020

“DOCUMENTOS DA JUSTIÇA PROVAM QUE NADA FOI INVESTIGADO A RESPEITO DOS CRIMES QUE FUI INJUSTAMENTE ACUSADO.”- JOÃO LIPPERT

A Televisão TVS enviou para universidades, empresas, órgãos governamentais e órgãos da justiça do Canadá, 1.000 e-mails em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado contra o repórter João Lippert e o Instituto IESES. Da mesma forma, 1.500 e-mais foram enviados ao Japão e 500 e-mails à Luxemburgo.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação



23 de janeiro de 2020

PROVAS INCONTESTÁVEIS

A TVS – A Televisão Sobrenatural do Brasil já enviou 2.300 e-mails para os Estados Unidos, para universidades, empresas, órgãos governamentais e outros, para onde possivelmente foi enviada a matéria caluniosa e difamatória pulicada pelo Jornal de Gramado contra o repórter João Lippert e o Instituto IESES.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação



21 de janeiro de 2020

TERÁ INÍCIO UMA FASE DE INTIMAÇÕES E ESCLARECIMENTOS

Quem faltar com a verdade na justiça, estará cometendo um crime.
Faltar com a verdade na justiça é crime previsto em Lei no Artigo 342 do Código Penal!

ARTIGO 342 CP: "Fazer afirmação falsa, ou negar ou calar a verdade como testemunha, perito, tradutor, contador ou intérprete em processo judicial,
ou administrativo, inquérito policial ou em juízo arbitral:" Pena - Reclusão, de 2 a 4 anos e multa
(Pena com a redação dada pela Lei nº 12.850/13).



22 de janeiro de 2020

O que houve? O que deu errado? Por que não investigaram? Os reitores e a ULBRA não pagaram as propinas ou tudo fazia parte de um plano diabólico?

O que deu errado? Os chefes da máfia internacional não pagaram a propina para a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg em relação à matéria caluniosa publicado pelo Jornal de Gramado? Não pagaram a propina para a defensora pública Ivanise Maciel Deckmann? Não pagaram a propina para a juíza Patrícia Krebs Tonet pela minha condenação indevida e para não investigar a extorsão mediante sequestro?

Mais de cem pessoas “puxa-sacos” dos hoje ex-reitores da ULBRA e coniventes com o crime de extorsão mediante sequestro, agiram contra minha pessoa, minha família e o Instituto IESES.



19 de janeiro de 2020

"Que Deus protege nossos amigos, dos nossos inimigos cuidamos nós" - Palavras do ex-reitor da ULBRA, Ruben Eugen Becker.

Com as provas em mãos e documentos da justiça, a Televisão TVS está transmitindo cerca de dez mil e-mails para os cinco continentes, sobre o grande golpe e grande farsa de alguns homens da justiça contra o repórter João Lippert e sua família, que fizeram parcerias com chefe de quadrilha: Ruben Eugen Becker.



14 de janeiro de 2020

TUDO A MANDO DOS EX-REITORES

Promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg deixou seu nome ser colocado em matéria caluniosa e difamatória contra o repórter João Lippert no Jornal de Gramado em 1999, possivelmente para dar credibilidade às falsas acusações divulgadas na matéria, taxando o repórter João Lippert de estelionatário.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação

O principal suspeito de ter formatado o texto da matéria, a mando dos na época reitores da ULBRA, é o advogado Domingos Moreira Góes, que na época atuava para a ULBRA como advogado e coordenador do departamento jurídico.

Outros advogados são suspeitos de envolvimento na formatação da matéria: Pedro da Silva Reis, Elizon D'Aquino Costa, Augusto César Cardoso e Clóvis Voese (ex-acionista do Instituto IESES).

Após isto, a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg foi promovida de Gramado para Canoas, onde não investigou a denúncia do crime de extorsão mediante sequestro feita pelo repórter João Lippert e ainda usou a denúncia para o processar por denunciação caluniosa. A promotora envolveu uma defensora pública Ivanise Maciel Deckamann, outras promotoras e outras autoridades, para agirem contra o repórter João Lippert. Tanto é que a juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet condenou o repórter João Lippert no referido processo, mesmo o crime nunca tendo sido investigado, mesmo sem provas de que a denúncia teria sido caluniosa.

Clique e veja documento da 3ª Delegacia de Canoas que comprova não ter Inquérito e investigação a respeito do crime de extorsão mediante sequestro

Diversas autoridades de promotoras até ministros, agiram no processo contra o repórter João Lippert, passando por cima da própria Lei em favor do sequestrador Tirone Lemos Michelin e dos mandantes do crime Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênico Becker e Pedro Menegat, e também em favor de promotoras e magistrados denunciados pelo repórter João Lippert.

O repórter João Lippert denunciou a ULBRA e seus reitores à Receita Federal em 2006 e isso deu início a uma investigação de cerca de dois anos, que resultou no indiciamento dos reitores, a perda da universidade e vários bens e condenação em primeira instância de Ruben Eugen Becker e sua filha Ana Becker Giacomazzi a 5 anos e 3 meses no regime semiaberto.

Clique e veja as matérias do indiciamento de Ruben Eugen Becker

Clique e veja a matéria sobre a condenação de Ruben Eugen Becker e filha

Clique e veja as matérias do indiciamento de Leandro Eugênio Becker

Clique e veja as matérias do indiciamento de Pedro Menegat

Com a condenação, mesmo que indevida, consta o nome do repórter João Lippert no roll de culpados do Rio Grande do Sul, razão pela qual com documentos que comprovam que o crime nunca foi investigado, João Lippert está requerendo que seu nome seja retirado e ainda quer uma retratação pública da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg e do Ministério Público nos principais jornais do Rio Grande do Sul, além de indenização a João Lippert e familiares, bem como ao Instituto IESES.



13 de janeiro de 2020

MOMENTO DE INDENIZAÇÕES

Prefeito de Glorinha em 1999, Darci Lima da Rosa, impediu a implantação da Universidade IESES. Ele é suspeito de ter recebido cerca de RS 3 milhões de reais da Universidade ULBRA e seus reitores na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat. Darci Lima da Rosa ainda é suspeito de conivência com o crime de extorsão mediante sequestro sofrido pelo repórter João Lippert 23 de janeiro de 1999. Assim sendo, o prefeito de Glorinha se aliou à quadrilha dos na época reitores da ULBRA, indiciados pela Polícia Federal por vários crimes, sendo Ruben Eugen Becker considerado pelos federal como “o chefe da quadrilha” sendo condenado em primeira instância por lavagem de dinheiro, além de ter deixado a ULBRA com dívida superior a R$ 2 bilhões de reais. Em 2006, o repórter João Lippert denunciou a ULBRA e seus então reitores à Rececita Federal por suspeita de crimes financeiros, gerando toda a investigação sobre a ULBRA e seus reitores, que acabaram perdendo a ULBRA.

“E aí? Recebeu o valor de R$ 12 milhões para o município de Glorinha em 2018 ou foi mais um golpe no município?”



11 de janeiro de 2020

MOMENTO DE INDENIZAÇÕES

Repórter cinematográfico e presidente da Televisão TVS, João Lippert, está encaminhando à justiça, requerimento para que seu nome seja removido do roll de culpados do Estado do Rio Grande do Sul. O requerimento é com base em documentos oficiais da Delegacia de Gramado e da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, além de outros fatos. Se não houve investigação do crime de extorsão mediante sequestro, como pode haver condenação do repórter por denunciação caluniosa? João Lippert ainda quer uma retratação por escrito da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg e do Ministério Público Estadual nos principais jornais do Rio Grande do Sul, bem como indenização por danos morais para si, para sua família e para o Instituto IESES.



09 de janeiro de 2020

INDENIZAÇÃO

Advogados do repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, com provas em mãos, vão ingressar na justiça contra o Estado do Rio Grande do Sul, por atos cometidos pelo Ministério Público Estadual através de algumas promotoras públicas como Fernanda Ruttke Dillenburg.

A promotora Fernanda Ruttke Dillenburg afirmou em matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado, que juntamente com a Polícia Civil de Gramado, estava há meses investigando João Lippert, taxando-o na matéria de estelionatário sem qualquer prova. Em documento oficial, o delegado de Gramado na época, afirmou que não havia nenhuma investigação, ocorrência ou diligência em relação a João Lippert.

A mesma promotora, após arquivar em apenas sete dias a denúncia que fez o repórter João Lippert do crime de extorsão mediante sequestro que sofreu, a promotora processou o repórter por denunciação caluniosa. Isto sem que o crime se quer tenha sido investigado. Em documento oficial, a 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, comprovou que não há nenhum inquérito em que João Lippert seja vítima do crime de extorsão mediante sequestro, ou seja, não houve investigação.

Outras promotoras, uma defensora pública, alguns juízes e juízas, além de alguns desembargadores e até alguns ministros, movimentaram-se no processo contra João Lippert, em defesa das autoridades envolvidas e dos verdadeiros criminosos, o sequestrador Tirone Lemos Michelin e os mandantes do crime (segundo Michelin no ato do crime) Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat.

CLIQUE E VEJA A MATÉRIA DO JORNAL DE GRAMADO

CLIQUE E VEJA O DOCUMENTO DA DELEGACIA DE GRAMADO

CLIQUE E VEJA O DOCUMENTO DA 3ª DELEGACIA DE CANOAS



07 de dezembro de 2019

“Destruição de escolas, crimes cometidos por juízes, promotoras, delegados, faltar com a verdade
na justiça e outros crimes, são tão graves quanto o terrorismo.” – João Lippert



25 de dezembro de 2019

HORA DA PROVA

É chegado o momento da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg provar na justiça o que disse na matéria caluniosa e difamatória publicada no Jornal de Gramado em 1999 contra o repórter João Lippert.

Clique aqui e veja a matéria caluniosa e difamatória do Jornal de Gramado, onde a promotora afirma que o repórter João Lippert havia sido investigado e o taxa de estelionatário.

Clique aqui e veja o documento do delegado de Gramado dizendo que não houve nenhuma investigação a respeito de João Lippert

Também é chegado o momento de todas as demais pessoas e até mesmo autoridades, provarem na justiça as calúnias e difamações que fizeram contra o repórter João Lippert, presidente da Televisão TVS - A Televisão Sobrenatural do Brasil.



16 de dezembro de 2019

HORA DA PROVA

Técnico em laboratório, repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, quer que a Universidade ULBRA e a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg provem na justiça tudo o que afirmaram na imprensa, através de matéria caluniosa publicada pelo Jornal de Gramado no ano de 1999, onde taxaram João Lippert de estelionatário, afirmando que a Polícia Civil vinha investigando João Lippert durante meses a pedido da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg. Em documento, o delegado de Gramado na época, afirmou não ter nenhum feito policial ou investigação em nome de João Lippert. Provando ainda mais serem falsas as informações na matéria e da própria promotora.

CLIQUE AQUI E VEJA A MATÉRIA CALUNIOSA DO JORNAL DE GRAMADO

CLIQUE AQUI E VEJA O DOCUMENTO DO DELEGADO DE GRAMADO

JOÃO LIPPERT QUER QUE A PROMOTORA PÚBLICA FERNANDA RUTTKE DILLENBURG PROVE NA JUSTIÇA, COM DOCUMENTOS E DEMAIS MEIOS DE PROVA, ONDE A MESMA ESTAVA NO DIA DA EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO QUE SOFREU O REPÓRTER JOÃO LIPPERT (23 DE JANEIRO DE 1999). JOÃO LIPPERT TAMBÉM QUER QUE A PROMOTORA PÚBLICA SEJA EXPULSA DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL EM RAZÃO DE NÃO INVESTIGAR AS DENÚNCIAS DO REPÓRTER JOÃO LIPPERT E AINDA ACUSÁ-LO FALSAMENTE DE DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA FALTANDO COM A VERDADE NA JUSTIÇA. Instituições da justiça não são locais para abrigar ou proteger criminosos. A promotora abriu caminho para o crime de extorsão mediante sequestro e para a destruição das escolas do Instituto IESES. Além de não investigar o crime de extorsão mediante sequestro denunciado pelo repórter João Lippert em 2006, a promotora ainda usou a denúncia para processá-lo por denunciação caluniosa, colocando o sequestrador e os mandantes do crime como vítimas.

CLIQUE AQUI E VEJA O DOCUMENTO DA 3ª DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL DE CANOAS/RS, QUE COMPROVA QUE NÃO HÁ INQUÉRITO DE INVESTIGAÇÃO DO CRIME DE EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO EM QUE JOÃO LIPPERT SEJA VÍTIMA

O repórter João Lippert também quer que o sequestrador Tirone Lemos Michelin seja intimado pela justiça e prove onde o mesmo estava no dia do crime de extorsão mediante sequestro sofrido por João Lippert: 23 de janeiro de 1999.

JUÍZA PATRÍCIA PEREIRA KREBS TONET CARDOSO, QUE CONDENOU INDEVIDAMENTE O REPÓRTER JOÃO LIPPERT, DEVERÁ ESCLARECER E PROVAR NA JUSTIÇA ONDE A MESMA ESTEVE, POR QUANTO TEMPO E COM QUEM SE REUNIU OU SE ENCONTROU, AO ABANDONAR A SALA DE AUDIÊNCIA E O FORO DE CANOAS EM 15/09/2015 NO FORO DE CANOAS QUANDO ESTAVA PRESENTE O REPÓRTER JOÃO LIPPERT, SEU FILHO ROBSON RICARDO LIPPERT DEPONDO, O DEFENSOR PÚBLICO, A PROMOTORA PÚBLICA E O ADVOGADO DE TIRONE LEMOS MICHELIN. A JUÍZA ESTEVE REUNIDA COM TIRONE LEMOS MICHELIN? DOMINGOS MOREIRA GÓES? EX-JUIZ FÁBIO KOFF JÚNIOR? DESEMBARGADOR ANDRÉ REVERBEL FERNANDES?



13 de dezembro de 2019

INCABÍVEL A CORRUPÇÃO TAMBÉM CHEGAR NO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

Julgamento no Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília em relação aos procedimentos da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, tem ausência justificada do presidente daquele órgão e de uma conselheira. O repórter João Lippert está requerendo acesso aos documentos que justificam as ausências.

O julgamento foi feito pela sessão 19ª e não 18º, como anteriormente determinado no processo, bem como, o julgamento não teve comunicado prévio nos autos do processo. O resultado do julgamento apareceu na consulta processual no dia 12 de dezembro do corrente ano, porém, foi publicado com data atrasada constando dia 11 de dezembro de 2019 às 20hs26 (fora do horário forense).

Ao Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília, além de outros documentos e comprovações, o repórter João Lippert enviou a comprovação da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas de que o crime de extorsão mediante sequestro que o mesmo foi vítima não fora investigado, apontando que não consta naquela delegacia nenhum Inquérito Policial, Ocorrência Policial ou Feitos Policiais onde João Lippert seja vítima do crime. A denúncia do crime de extorsão mediante sequestro feita por João Lippert ao Ministério Público Estadual de Canoas e arquivada em apenas sete dias pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg sem qualquer investigação.
ATO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DA FUNÇÃO.

CLIQUE AQUI E VEJA OS DOCUMENTOS - DELEGACIA CANOAS

João Lippert também enviou ao Conselho Nacional do Ministério Público, a comprovação da perseguição da promotora Fernanda Ruttke Dillenburg ao repórter desde 1999, quando a promotora aparece em matéria caluniosa do Jornal de Gramado em que João Lippert é taxado de estelionatário, afirmando que a promotora teria requerido investigação a respeito do mesmo. Em documento, o delegado de Gramado na época afirma que nada havia de feitos policiais ou investigação a respeito de João Lippert.

CLIQUE AQUI E VEJA OS DOCUMENTOS - DELEGACIA GRAMADO

Com base em tudo isto, no resultado do julgamento, na ausência do presidente e conselheira e nas contradições no acompanhamento processual, na próxima semana, o repórter João Lippert deverá ter uma audiência com o relator do processo, em Brasília ou através de videoconferência.



02 de dezembro de 2019

MAIS UM FATO É LEVADO AO CONHECIMENTO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO EM BRASÍLIA

Promotora Fernanda Ruttke Dillenburg persegue o repórter João Lippert desde o ano de 1999, quando foi publicada matéria caluniosa e difamatória no Jornal de Gramado contra João Lippert, seus filhos e esposa na época, contra o Instituto IESES e sócios da instituição.

Este fato em detalhes também foi encaminhado ao Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília.

Clique aqui e veja a petição do repórter João Lippert ao CNMP.

Clique aqui e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gamado com nome da Promotora Pública Fernanda Ruttke Dillenburg.

Clique aqui e veja o documento da Delegacia de Gramado em 2005, onde o Delegado afirma não ter nenhum feito policial contra João Lippert.

Clique aqui e veja o vídeo do voo do helicóptero do IESES sob a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo antes da mesma ser totalmente destruída em 1999 a mando dos reitores da ULBRA na época Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat e do advogado Domingos Moreira Góes, bem como da Universidade Feevale.



30 de novembro de 2019

NÃO EXISTE O INQUÉRITO POLICIAL
NÃO EXISTIU INVESTIGAÇÃO

Após o repórter João Lippert requerer por escrito à 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, número e cópias na íntegra de Inquérito Policial em que João Lippert constasse como vítima do crime de extorsão mediante sequestro, a 3ª Delegacia de Polícia Civil, através do Escrivão Vitor Hugo dos Santos, respondeu que não há nenhum Inquérito neste sentido.

Já no dia em que o requerimento foi protocolado, a funcionária da Delegacia não conseguiu localizar no sistema da Polícia Civil, Inquérito em que o repórter João Lippert fosse vítima.

Mais uma prova de que a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg não investigou o crime de extorsão mediante sequestro denunciado pelo repórter ao Ministério Público Estadual de Canoas no ano de 2006. A denúncia foi arquivada em apenas sete dias do protocolo e a promotora instaurou processo criminal contra o repórter João Lippert por denunciação caluniosa, colocando o sequestrador Tirone Lemos Michelin e os mandantes do crime Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat (ex-reitores da ULBRA) como vítimas, bem como o advogado da ULBRA na época Domingos Moreira Góes como uma das testemunhas contra o repórter.

Um grande golpe da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg para proteger os verdadeiros criminosos, que pode ter lhe rendido altos recursos financeiros e promessas de altos cargos, envolvendo ao longo de cerca de treze anos, alguns empresários, alguns advogados, alguns defensores, outras promotoras públicas, alguns magistrados, alguns desembargadores e até mesmo alguns ministros.

Sem investigação do crime de extorsão mediante sequestro, ninguém nem mesmo uma autoridade, pode afirmar que o repórter João Lippert fez uma denúncia caluniosa. Portanto, não poderia o mesmo ser condenado no processo criminal.
E AGORA?

Clique aqui e veja a petição do repórter João Lippert ao CNMP.

Clique aqui e veja os documentos da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas/RS.



29 de novembro de 2019

CORPO DE GUGU LIBERATO É VELADO PELA FAMÍLIA NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO

CLIQUE E SAIBA MAIS



26 de novembro de 2019

INQUÉRITO NÃO LOCALIZADO

Com base nas palavras de funcionária da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas/RS, não foi localizado nenhum Inquérito Policial em que o repórter João Lippert seja vítima do crime de extorsão mediante sequestro. Com isto, João Lippert comparecerá na 3ª Delegacia de Polícia ainda nesta semana para requerer documento que confirme a não localização do Inquérito e inexistência do mesmo. Suspeita fortíssima de que tudo não passou de um jogo da promotora pública Fernanda Rutkke Dillbenburg e outros para proteger o sequestrador e os mandantes do crime. Extorsão mediante sequestro ocorrida em 23 de janeiro de 1999: crime nunca investigado.



18 de novembro de 2019

FORTES SUSPEITAS DE FALCATRUA COMETIDAS POR ALGUNS SERVIDORES PÚBLICOS DA POLÍCIA CIVIL E DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL, AMBOS DE CANOAS/RS, EM PROCESSO CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT.

CRIME SEM INVESTIGAÇÃO!

Repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, requereu nesta data, 18/11/2019, por escrito na 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, cópia integral de Inquérito Policial em relação ao crime de extorsão mediante sequestro, onde no Inquérito João Lippert seja a vítima do crime e Tirone Lemos Michelin, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat os réus. Funcionária da Delegacia procurou pelo Inquérito no sistema, mas não localizou, razão pela qual o requerimento do repórter foi encaminhado ao chefe dos cartórios da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, Vitor Hugo dos Santos. Até o momento a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, que foi responsável pela investigação da extorsão mediante sequestro, não apresentou nem sequer o número do Inquérito Policial nem mesmo para o Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília. Logo, todos os indícios apontam para a inexistência do Inquérito Policial, confirmando que a investigação do crime nunca aconteceu.



09 de novembro de 2019

LULA ESTÁ LIVRE E FAZ CRÍTICAS À LAVA JATO!

CLIQUE E SAIBA MAIS



23 de outubro de 2019

AS IMPLACÁVEIS PERSEGUIÇÕES DE AUTORIDADES, EMPRESÁRIOS E OUTRAS PESSOAS CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT, QUE ENVOLVE EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO, AMEAÇAS, DESTRUIÇÃO DE ESCOLAS, BOICOTES E A VIDA POLÍTICA E MEDIÚNICA DO REPÓRTER, FORAM PARAR NOS DIREITOS HUMANOS NA ONU.



04 de outubro de 2019

Televisão TVS no Santuário do Sagrado Coração de Jesus
junto ao Túmulo do Padre Reus
São Leopoldo/RS - Brasil



06 de outubro de 2019

ESTÁ NA JUSTIÇA DE PORTUGAL

O golpe de R$ 2,5 milhões aplicados contra a Arquidiocese de Porto Alegre aplicado pelo vice-cônsul de Portugal na época, Adelino Pinto, com envolvimento do homem que sequestrou o repórter João Lippert em 1999, Tirone Lemos Michelin, tem a suspeita de que 50% do valor tenham ido parar nas contas bancárias da ULBRA e seus ex-reitores Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, homens indiciados pela Polícia Federal por vários crimes e do ex-advogado da ULBRA Domingos Moreira Góes, que fazia articulações dentro do Judiciário e que juntamente com a Universidade Feevale, está envolvido na destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.
Clique aqui e veja as matérias sobre o golpe na Arquediocese e outras matérias sobre crimes de Michelin.

O processo em relação a este caso está tramitando em Portugal e o valor a ser ressarcido à Arquidiocese de Porto Alegre já passa de R$ 5 milhões.

O crime de extorsão mediante sequestro cometido contra o repórter João Lippert ainda não foi investigado pela justiça por ter autoridades envolvidas. Como disse a ex-ministra Eliana Calmon, alguns colegas do Conselho Nacional de Justiça alegavam que “é inconstitucional investigar juiz”.

O processo contra Tirone Lemos Michelin e o processo contra o ex-juiz Fábio Koff Júnior foram arquivados em Porto Alegre e Sapucaia do Sul, por ter autoridades envolvidas, como juízes e desembargadores.



04 de outubro de 2019

Televisão TVS na Sociedade Espírita Allan Kardec
Porto Alegre/RS - Brasil



02 de outubro de 2019

REPÓRTER JOÃO LIPPERT DEVERÁ CONCORRER À PREFEITO DE CANOAS NAS ELEIÇÕES DE 2020!

Em 2010 João Lippert concorrer a deputado estadual e em 2012 João Lippert deveria ter concorrido à prefeito de Canoas, porém, após boicote na eleição, teve que concorrer à vereador. É suspeita de envolvimento no boicote, a promotora Fernanda Ruttke Dillenburg e outros servidores públicos.

CLIQUE AQUI E VEJA O MATERIAL DE CAMPANHA DE JOÃO LIPPERT NAS ELEIÇÕES 2010

CLIQUE AQUI E VEJA O MATERIAL DE CAMPANHA DE JOÃO LIPPERT NAS ELEIÇÕES 2012



02 de outubro de 2019

REPÓRTER CINEMATOGRÁFICO E PRESIDENTE DA TELEVISÃO
TVS, JOÃO LIPPERT, BUSCA APOIO HUMANITÁRIO INTERNACIONAL DA ONU.

O crime de extorsão mediante sequestro contra o repórter João Lippert em 23 de janeiro de 1999, a destruição das escolas do IESES, as perseguições, tentativas de condenação indevidas, prejuízos incalculáveis, tudo isto poderá ser considerado o maior golpe do ano de 2019.
Golpe inclusive contra o ensino no Brasil e discriminação
à crença.



28 de setembro de 2019

Televisão TVS na Catedral Mãe de Deus
Porto Alegre/RS - Brasil



25 de setembro de 2019

Conheça a ONU em Genebra na Suíça






12 de setembro de 2019

Televisão TVS no Santuário do Rosário
Porto Alegre/RS - Brasil