Em 13 de setembro de 2021, tem início, com base em documentos fornecidos por advogados da fundação que suportaria as obras do IESES no Brasil, as cobranças por perseguição ao repórter João Lippert, abalos morais, provocações, ofensas, abalos financeiros e outros danos. Todas as pessoas com fotos, nomes ou codinomes relacionados nesta página de notícias, serão cobradas pelos atos que cometeram contra o repórter João Lippert. Portanto, não importa a idade, sendo homem ou mulher. Todos serão comunicados à princípio pela Televisão TVS, pelo repórter João Lippert e seus advogados, dos valores que devem à João Lippert e suas empresas. Se forem intimados à prestarem depoimentos à justiça, não faltem com a verdade. Faltar com a verdade na justiça é crime previsto em Lei. Se forem intimados pela justiça e não comparecerem, serão conduzidos por força policial. As pessoas que já podem considerar-se intimadas são os três ex-reitores da Ulbra e algumas pessoas com codinomes.

Advogados da fundação que suportaria as obras do IESES no Brasil aconselham o repórter João Lippert a publicar fotos e nomes das pessoas com codinomes, por conta das provocações e ameaças contra o mesmo e suas empresas. Segundo conselho de um desembargador aposentado, que acompanha o caso há cerca de dois anos, o caso é gravíssimo. Todos com fotos, nomes ou codinomes já publicados nesta página de notícias, até que provem ao contrário na justiça, são suspeitos de conivência e dar apoio ao crime de EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO - CRIME HEDIONDO, que sofreu João Lippert em 23 de janeiro de 1999, ocorrido dentro do pátio da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul e cometido por Tirone Lemos Michelin, funcionário da Ulbra na época, a mando dos na época reitores da Ulbra, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat. Todos com fotos, nomes ou codinomes já publicados nesta página de notícias, até que provem ao contrário na justiça, também são suspeitos de conivência com a destruição das escolas do Instituto IESES.




 

19 de janeiro de 2021

A ULBRA PODERIA SER UMA UNIVERSIDADE FANTASMA

Os reitores da Ulbra - Universidade Luterana do Brasil, na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, impediram a implantação da Universidade IESES e das Unidades de Ensino IESES no Brasil, por medo da concorrência na área do ensino e pesquisa. Isto foi dito ao repórter João Lippert quando o mesmo foi sequestrado por Tirone Lemos Michelin em 1999. Porém, podem ter deixado seus carrapatos, que hojem atacam o repórter João Lippert.

De outro lado, repórter João Lippert contrata escritório de cobrança para cobrar dívidas dos hoje ex-reitores da Ulbra e seus supostos cúmplices.

EDITANDO


 

18 de janeiro de 2021

A TELEVISÃO TVS E SEU ESTÚDIO
ESTÃO PARA MUDAR DE ENDEREÇO

Entretanto, para isto acontecer, a locadora do imóvel terá que reembolsar a Televisão TVS em R$ 250 mil reais. Isto é em relação a ação de despejo ingressada pela locadora, mesmo com pagamento de aluguel sempre em dia; em relação aos gastos com advogados que teve João Lippert e a Televisão TVS para se defender na justiça dos atos cometidos pela locadora; bem como pela destruição da cerca viva de boldo de jardim da Televisão TVS que ocorre desde 2014.

Caso a filha da locadora não pague o que deve à Televisão TVS, dívida da qual gerou processo judicial
(008/1.14.0016.106-7), o valor total que deve a locadora será de R$ 350 mil reais. Isto porque a locadora havia se comprometido a pagar a dívida de sua filha com a Televisão TVS, caso a mesma não cumprisse com o pagamento. A filha dela não cumpriu com o pagamento, logo a dívida fica também de responsabilidade da locadora, sua mãe.

Em relação ao neto da locadora, o “ex-obreiro", por também destruir a cerca viva de boldos de jardim da Televisão TVS desde 2014, o mesmo deve à Televisão TVS, a quantia de R$ 70 mil reais.

Em relação à esposa do “ex-obreiro", por ofensas, calúnias, difamações e provocações, a mesma deve ao repórter João Lippert a quantia de R$ 70 mil reais.

De outro lado, se encontra em investigação a possibilidade de que a locadora teria caluniado e difamado o repórter João Lippert de “ladrão”. O repórter João Lippert acredita que esse caso teve início com o pagamento dos aluguéis de forma judicial, onde o juiz não autorizou a retirada destes pagamentos por parte da locadora. Sendo assim, todos os aluguéis continuaram e continuam sendo pagos rigorosamente em dia e estão em depósito judicial, porém, a locadora não pode ter acesso ao dinheiro por determinação da justiça.

Diz o repórter João Lippert: “O caso de chamar-me de ladrão vai mais fundo. É crime e pode dar prisão. Ela tem que provar. Mesmo porque essa mentira foi parar na boca de um vizinho da Televisão TVS, que por conta disto também passou a fazer provocações e chamar-me de ladrão. Ele também terá que provar na justiça.”

No entanto, na investigação feita pelo repórter João Lippert, constatou-se que a locadora falou para várias pessoas que o repórter João Lippert teria “ficado” com R$ 50 mil reais dela. Coisa que nunca aconteceu.

Diz o repórter João Lippert: “Jamais fiquei com tal valor de tal senhora e ela terá que provar ao contrário na justiça. Tudo que tal senhora pagou à minha pessoa no passado, foi para providenciar documentos que precisavam ser feitos por advogados que precisavam ser pagos e ir atrás de saber de todo e qualquer assunto que tal senhora solicitava, como o caso da morte de seu filho, levar o carro fusca dela para consertar e outras coisas. Ela, inclusive, tinha uma arma de fogo calibre 32 escondida em seu guarda-roupa dentro de sua casa e foi minha pessoa quem entregou tal arma na Polícia Federal, porque a locadora queria destruir ou descartar a arma de alguma forma, tendo me pedido para enterrar a arma no fundo do pátio dela ou do imóvel locado ou ainda jogar a arma em um rio. Tudo sempre foi tratado com a locadora na presença de minha esposa ou na presença do neto da locadora ou esposa do mesmo, casal do qual fui padrinho de casamento.”

Concluindo, advogados da Televisão TVS e do repórter João Lippert, decidiram que a Televisão TVS e o repórter João Lippert não mudarão de endereço em razão do neto da locadora fazer em 16 e 18 de janeiro provocações contra o repórter João Lippert. Assim, vamos aguardar decisão da justiça, que ainda encontra-se em recesso.

De outro lado, advogados da fundação e do repórter João Lippert estão requerendo na justiça, intimação das três filhas da locadora que convocaram a Televisão TVS para uma reunião em um shopping de Canoas, onde por cerca de uma hora e meia acusaram a própria mãe de ter um lado ruim. O repórter João Lippert quer saber que lado ruim é este e até onde este lado ruim poderia chegar.

Com o assassinato de seu filho, tal senhora ficou com usufruto de uma propriedade e uma apólice de seguros em alto valor. Com isso, a mesma teria expulsado da propriedade a esposa e filha ainda bebê do filho assassinado, segundo informações, apenas com as roupas do corpo.

Tal senhora ainda teria ficado mais de seis anos sem falar com um de seus filhos, segundo informações.

Tal senhora se aconselhava ou ainda se aconselha com um de seus netos e esposa do mesmo, o casal do qual o repórter João Lippert foi padrinho de casamento.

Diz o repórter João Lippert: "Na profissão de repórter, já soube de casos de senhoras e senhores até mesmo idosas e idosos, que assassinaram seus maridos ou esposas, filhos e filhas. Não quero acreditar que estou diante de um caso desses.”

Por fim, diz o repórter João Lippert: “Também tem o caso do senhor que acredita-se ser companheiro da locadora. Senhor este, que já maltratou o próprio cachorro de tal senhora e que quando disse que o mesmo parece, tal senhora ainda ameaçou me bater. Para mim pessoa que maltrata animais é pessoa ruim, para mim não presta. Mas isso também vamos resolver na justiça. É lá que se resolve tudo. Iniciando pela Polícia Civil.”

EDITANDO VÍDEO E IMAGENS


 

05 de janeiro de 2021

EM NOME DA JUSTIÇA

Advogados querem que a justiça investigue a "senhora preta" e marido ou companheiro "senhor diabo", a "senhora cartomante", a "senhora calibre 32" e seu marido ou companheiro, o "senhor ex-obreiro" e sua mulher "falsa evangélica", o "senhor zé da pinga ou zé da borracha" e sua mulher ou companheira.

Advogados requerem ainda na justiça, que o "senhor zé da pinga ou zé da borracha" e sua mulher ou companheira, identifiquem seu possível filho menor.


 

03 de janeiro de 2021

NOVOS CÚMPLICES

Senhora "calibre 32", seu adorável velhinho cortador de boldos, seu neto ex-obreiro e mulher falsa evengélica, seu vizinho "zé da borracha ou zé da pinga" e suas mulheres (sim, porque o comentário é que o mesmo tem duas), parece que arrumaram mais cúmplices. Desta vez alguns caminhoneiros que passam em frente à Televisão TVS buzinando no sentido de provocar. O caso está sendo levado à justiça para intimações. Um desses novos cúmplices dirige um caminhão com carroceria e cabine vermelha (placa sigilosa). Os demais estão sendo identificados.


 

31 de dezembro de 2021

EX-OBREIRO EVANGÉLICO FAZENDO OBRA:
CORTANDO A CERCA VIVA DE BOLDOS DA TELEVISÃO TVS

Se o mesmo pedir desculpas por escrito e com assinatura reconhecida em cartório por ter destruído a cerca viva de boldos-de-jardim da Televisão TVS, as imagens serão retiradas do site da Televisão TVS.

Cabe salientar que o boldo-de-jardim é uma planta medicinal, que em forma de chá tem diversas propriedades benefícias para o corpo humano, para problemas de digestão e do fígado, além de ser antiinflamatório podendo ser usado contra burcite e tendinite, além de outros.

O corte da cerca viva pelo ex-obreiro, teria sido por ordem de sua avó, assim como já foi feito por essa avó, filhas e netos da mesma.


 

28 de dezembro de 2021

A Televisão TVS estará publicando nos próximos dias os valores que são devidos, segundo advogados, ao repórter João Lippert e a TVS, a título de indenização. Quem não concordar com os valores deverá recorrer à justiça para contestar.


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