NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES


Canoas, 20 de setembro de 2019.

Ex-dono da ULBRA, Leandro Eugênio Becker, suspeito de ameaçar quebrar as pernas da filha menor do repórter João Lippert em 1999, é suspeito de voltar a atacar a mesma no Hospital Universitário em Canoas, onde trabalha. Mais quatro pessoas estão envolvidas.
O caso foi registrado na Polícia Civil.



Canoas, 18 de setembro de 2019.

ONDE ESTÁ O INQUÉRITO POLICIAL DA INVESTIGAÇÃO DO CRIME DE EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO?
SUMIU OU NUNCA EXISTIU?

O inquérito policial é um procedimento policial administrativo previsto no Código de Processo Penal Brasileiro, como fundamental procedimento investigativo da polícia judiciária brasileira.

Isto foi o que deixaram de fazer quando eu denunciei a extorsão mediante sequestro que sofri em 23 de janeiro de 1999. Crime cometido por Tirone Lemos Michelin, que no ato do crime apontou como mandantes os reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat.

Denunciei a extorsão mediante sequestro ao Ministério Público Estadual de Canoas em 20 de março de 2006 e SEM ABERTURA DE INQUÉRITO POLICIAL E SEM QUALQUER INVESTIGAÇÃO, em apenas sete dias a promotora Fernanda Ruttke Dillenburg arquivou minha denúncia e ainda instaurou inquérito policial contra minha pessoa por denunciação caluniosa e posterior processo criminal contra minha pessoa. Processo no qual fui obrigado pelo juiz Paulo de Tarso Caperna Lopes a realizar uma perícia médica no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre.

Contudo, estou sendo condenado por denunciação caluniosa sem que tenha existido um inquérito policial em que minha pessoa fosse vítima para investigação do crime de extorsão mediante sequestro que sofri e denunciei.

Como podem manter uma pessoa condenado por denunciação caluniosa de um crime que NUNCA foi investigado?

Obviamente não abriram o inquérito policial para investigar o crime de extorsão mediante sequestro, onde minha pessoa teria que constar como vítima, porque a investigação chegaria a conclusão de que Tirone Lemos Michelin cometeu o crime e que os na época reitores da ULBRA foram os mandantes. Poderia chegar até mesmo na conclusão de haver envolvimento de outras pessoas e até autoridades, como o na época juiz Fábio Koff Júnior.

O Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, através de suas promotoras, e até mesmo a Corregedoria-Geral do Ministério Público apenas alegam que o tudo foi investigado, mas não apresentam uma prova sequer disto. O que se tem é apenas um relatório da Promotoria Criminal fazendo tal alegação. Porém, não tem nenhum número de inquérito em que minha pessoa seja vítima do crime de extorsão mediante sequestro, não tem a reconstituição do crime, nem acareações entre as partes, nem documentos que comprovem onde Tirone Lemos Michelin estava no dia 23 de janeiro de 1999. Enfim, não há nenhum documento da investigação do crime.

Onde está o inquérito policial em que minha pessoa é vítima do crime hediondo de extorsão mediante sequestro que denunciei?

Como é possível que nenhuma autoridade da primeira instância, da segunda instância e da terceira instância tenham deixado de ver este absurdo?

Não existe inquérito de investigação do crime de extorsão mediante sequestro. Portanto, não existe prova da denunciação caluniosa.

Por fim, como dito na notícia anterior, leia a notícia abaixo desta, Tirone Lemos Michelin tem 72h para se apresentar espontaneamente na justiça.



Canoas, 18 de setembro de 2019.

PRISÃO DE TIRONE LEMOS MICHELIN

Advogados do repórter cinematográfico e presidente da Televisão TVS João Lippert, informaram que se Tirone Lemos Michelin não se apresentar espontaneamente na justiça, em 72 horas a partir de hoje dia 18/09/2019, para provar com documentos e todos os meios legais de provas onde estava no dia 23 de janeiro de 1999, os advogados ingressarão na justiça com pedido de prisão preventiva de Tirone Lemos Michelin por extorsão mediante sequestro ocorrida em 23 de janeiro de 1999 contra João Lippert, na época, diretor geral do Instituto IESES, hoje presidente da instituição. Não sendo o mesmo encontrado pela justiça, Michelin será considerado foragido e procurado até mesmo fora do Brasil.



Canoas, 09 de setembro de 2019.

COMUNICADO DA TELEVISÃO TVS

Advogados da área jurídica internacional do repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, em reunião para tratarem do crime de extorsão mediante sequestro não investigado, crime hediondo e inafiançável, os advogados chegaram a seguinte conclusão:

Os reitores da Ulbra, hoje ex-reitores, ex-patrões de João Lippert, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugenio Becker e Pedro Menegat, além do advogado Domingos Moreira Góes, são acusados de mandantes da extorsão mediante sequestro cometida por Tirone Lemos Michelin contra João Lippert, na época diretor geral do IESES - Instituto Educacional Sagrado Espírito Santo, hoje presidente da instituição. Michelin inclusive foi governador do Rotary Clube distrito 4680 e membro da Grande Oriente Maçonaria para camuflar o crime que cometeu.

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Os hoje ex-reitores da Ulbra, eram e provavelmente ainda são, bastante hábeis na área judicial, orientados e apoiados pelo seu advogado na época e possivelmente até os dias de hoje, Domingos Moreira Góes. Advogado este, que juntamente com três advogados que afirmaram serem da Universidade Feevale, exigiram que a Unidade de Ensino IESES em Novo Hamburgo tivesse sua obra e implantação cancelada.

Alguns dias após a reunião com tal exigência, não sendo a mesma acolhida pelos sócios do Instituto IESES, a escola foi totalmente destruída a golpes de picaretas, marretas, martelos e outras ferramentas de construção, além de ter bens roubados como fios, lâmpadas, tintas, classes escolares. Computadores e telefones foram destruídos.

Na época o reitor da Feevale era Lauro Tisher, que nunca atendeu João Lippert para tratar do assunto. Da mesma forma fez o atual reitor da instituição, Cleber Prodanov.

Antes da destruição da escola em Novo Hamburgo, a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, local onde iniciou-se o crime de extorsão mediante sequestro, foi embargada e fechada pelo juiz do trabalho daquele município na época, André Reverbel Fernandes, hoje desembargador do trabalho em Porto Alegre. Todos os bens da escola ficaram retidos no prédio e nunca foram entregues ao Instituto IESES.

João Rosado Maldonado, ex-vice-presidente da Celsp, ex-mantedora da Ulbra, falou para João Lippert que Ruben Eugen Becker tinha “dado uma rasteira” em João Lippert em Sapucaia do Sul, referindo-se claramente ao embargo da Unidade de Ensino IESES naquele município.

E antes do embargo e da destruição das escolas, a Universidade IESES no município de Glorinha foi impedida de ser implantada. Daquela vez a interferência foi junto ao prefeito Darci Lima da Rosa. A área de terra destinada ao IESES, “da noite para o dia” foi supostamente vendida para um diretor do Jornal Correio do Povo na época.

A fundação estrangeira que suportaria as obras do Instituto IESES no Brasil, autorizou incialmente a construção de cem unidades de ensino e seria um projeto para ser concluído em aproximadamente trinta anos. Porém, nada pode ser concretizado.

Já em Gramado, a interferência foi na implantação do Templo TESES, onde interditaram a proprietária da área de terra para cancelar a compra e venda da área de terra e nunca devolveram os três cheques emitidos e entregues para o pagamento.

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Também houve a interferência no show da dupla Zezé Di Camargo & Luciano em Gramado, que teria a renda revertida para a implantação do Templo TESES. O show foi cancelado e o cheque emitido e enviado para pagamento do mesmo nunca foi devolvido.

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De outro lado, para cometerem os crimes contra o Instituto IESES e João Lippert, os ex-reitores da Ulbra e seus cúmplices tiverem apoio do juiz Fábio Koff Júnior, hoje aposentado, que atuava na 1ª Vara Cível da Comarca de Canoas.

No comando da Ulbra, os então reitores, já haviam sonegado do Governo cerca de R$ 2 bilhões, além da dívida com bancos privados e com funcionários.

Fábio Koff Júnior era o responsável por “rebanhar” outros magistrados em desfavor do repórter João Lippert, o que muito provavelmente faz até os dias de hoje, no Foro de Canoas, em outras Comarcas e até mesmo em outras instituições da justiça como Ministério Públicos, Corregedorias Estaduais e Nacionais.

Fábio Koff Júnior, até meados de 2018, ainda tinha como amparo a influência de seu pai, juiz aposentado Fábio André Koff, hoje falecido. Autoridade muito conhecida no Rio Grande do Sul e mesmo no Brasil.

Assim sendo, Fábio Koff Júnior e seu pai Fábio André Koff são suspeitos de interferência em várias autoridades contra o repórter João Lippert, como o desembargador Sérgio Grassi Beck, que foi apontado por funcionários no Tribunal de Justiça de Porto Alegre, como sendo quem mandou incinerar o processo que João Lippert moveu contra a Ulbra, no qual sofreu uma reintegração de posse determinada por Fábio Koff Júnior e cumprida pelo juiz Paulo César Fillippon. Reintegração de posse sem apresentação de mandado e com presença da Polícia Militar. Levaram todos os bens do repórter João Lippert para o depósito oficial e na retirada dos mesmos, via telefone, tentaram impedir que o leiloeiro oficial Alféu Valério Iamin permitisse a retirada, porém, mesmo assim o leiloeiro entregou os bens a João Lippert. Propriedade aquela situada a Rua Peru 785 em Canoas, que acabou sendo penhorada e leiloada pela justiça em virtude das dívidas da Ulbra, assim como, várias escolas e campus da universidade, além de bens pessoas dos seus então reitores.

João Lippert e sua família foram retirados da fazenda Itacolomi em Gravataí com a promessa dos reitores da Ulbra de emprego, casa própria e recurso financeiro. Isto porque a Ulbra queria a área de terra para implantar um campus. O que foi feito. Agora, com base em tudo que aconteceu a partir daquele momento, João Lippert e seus filhos querem ser reintegrados na fazenda Itacolmi.

Cabe salientar que a investigação federal contra a Ulbra iniciou com uma denúncia de João Lippert na Receita Federal por suspeita de crimes financeiros. As investigações só vieram a confirmar a denúncia e ainda descobrir outros crimes. Ruben Eugen Becker foi apontado pela Polícia Federal como “chefe da quadrilha”. Tirone Lemos Michelin também teve condenações por corrupção no ensino com a Ulbra, além de estar envolvido em golpes financeiros com o ex-vice-cônsul de Portugal..

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Porém, um dos piores crimes praticados pelos então reitores da Ulbra com o amparo de Fábio Koff Júnior, foi acusar João Lippert de insano, onde o juiz Paulo de Tarso Carpena Lopes determinou que o repórter realizasse perícia médica no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre. Os três médicos peritos atestaram que João Lippert é plenamente capaz de seus atos e que não possuiu moléstia mental. Entretanto, um dos médicos, durante a perícia, afirmou a João Lippert que autoridades estavam telefonando para o Instituto Forense afirmando que João Lippert era “louco”.

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E não conseguindo internar João Lippert como insano, conseguiram magistrados (Patrícia Pereira Krebs Tonet), desembargadores (Rogério Gesta Leal, Júlio César Finger e Newton Brasil de Leão) e até ministros do Superior de Tribunal de Justiça (Jorge Mussi, Reynaldo Soares da Fonseca, Ribeiro Dantas, Felix Fisher) para condenar e manter uma condenação criminal indevida contra o repórter João Lippert, em um processo iniciado pelo Ministério Público Estadual através da promotora Fernanda Ruttke Dillenburg.

O que estava em jogo era o nome dos reitores da Ulbra na época e da própria instituição. Hoje o que está em jogo é o nome de várias intuições de todas as instâncias da justiça e até mesmo corregedorias, além de algumas autoridades que atuam nestes órgãos.

Por fim, as duas propriedades locadas pelo a Televisão TVS e o repórter João Lippert tiveram ingresso de ações indevidas de despejo, sem que nunca fosse devido um centavo sequer do aluguel, sem que o mesmo sequer tenha sido atrasado uma única vez. As duas ações indevidas de despejo movidas pelo locador do primeiro imóvel locado foram arquivadas. Em relação às duas ações indevidas de despejo movidas pela locadora do atual imóvel em que se encontra a Televisão TVS, uma foi arquivada e outra está em tramitação.

PROPOSTA IMPERDÍVEL

Todos abaixo relacionados tem o prazo de 72 horas a partir desta notícia publicada em 09/09/2019 às 12hs, para provarem na justiça , no Foro de Canoas ou Superior Tribunal de Justiça, o que segue relacionado com seus nomes abaixo. Caso contrário, advogados do repórter João Lippert ingressarão com 12 pedidos de prisões preventivas, podendo ser ampliado para mais pessoas, para não interferirem em investigações.

RUBEN EUGEN BECKER, LEANDRO EUGÊNIO BECKER E PEDRO MENEGAT têm o prazo acima estipulado para provar na justiça com documentos e demais meios de prova admitidos, que não foram os mandantes da extorsão mediante sequestro que João Lippert sofreu em 23 de janeiro de 1999.

TIRONE LEMOS MICHELIN tem o prazo acima estipulado para provar na justiça com documentos e demais meios de prova admitidos, que não cometeu o crime de extorsão mediante sequestro contra João Lippert em 23 de janeiro de 1999. Michelin também tem que provar que não esteve na Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo alguns dias antes da destruição da escola.

MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL tem o prazo acima estipulado para provar na justiça com documentos e demais meios de prova admitidos, que não aconteceu o crime de extorsão mediante sequestro cometido por Tirone Lemos Michelin contra João Lippert em 23 de janeiro de 1999. A instituição também tem que apresentar provas documentais e materiais da investigação do crime. Cabe salientar, que cerca de dez meses após o crime de extorsão mediante sequestro o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, através do procurador geral na época Cláudio Barros Silva, assinou convênio com prazo indeterminado com a Ulbra, onde assinou também o sequestrador Tirone Lemos Michelin como procurador da Ulbra.

CLIQUE AQUI E VEJA O CONVÊNIO

DOMINGOS MOREIA GÓES tem o prazo acima estipulado para provar na justiça com documentos e demais meios de prova admitidos, que não esteve em uma reunião em Novo Hamburgo no ano de 1999 para exigir que fosse paralisada e cancelada a obra da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, bem como, que o mesmo não tem envolvimento com a destruição da escola, que aconteceu poucos dias após a referida reunião.

FÁBIO KOFF JÚNIOR tem o prazo acima estipulado para provar na justiça através da segunda via da fatura telefônica do Foro de Canoas do mês de outubro do ano de 2006, que deverá ser periciada, que não ligou do Foro de Canoas para o celular na época do repórter João Lippert. Na ligação o então juiz, cometeu abuso de autoridade, intimidação, constrangimento e ameaça.

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UNIVERSIDADE FEEVALE tem o prazo acima estipulado para provar na justiça com documentos e demais meios de prova admitidos, que advogados da instituição não estiveram em uma reunião em Novo Hamburgo no ano de 1999 para exigir que fosse paralisada e cancelada a obra da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, bem como, que a instituição, seu reitor da época Lauro Tisher e seu atual reitor Cleber Prodanov não têm envolvimento com a destruição da escola, que aconteceu poucos dias após a referida reunião.

PEDRO DA SILVA REIS tem o prazo acima estipulado para provar na justiça com documentos e demais meios de prova admitidos, que não foi para Portugal a mando dos reitores da Ulbra na época, para entregar a João Lippert uma matéria caluniosa publicada pelo Jornal de Gramado contra o Instituto IESES, bem como, que não fez uma denúncia de sequestro na Polícia de Curaçao quando João Lippert negociava garantia bancária para implantação do Instituto IESES no Brasil. Pedro da Silva Reis também tem que provar que não interferiu na compra e venda da área de terra em Gramado para implantação do Templo TESES, que foi cancelada por interdição da proprietária e os três cheques de pagamento nunca foram devolvidos, o que tem Pedro da Silva Reis também que provar que não ficou com os mesmos. Pedro da Silva Reis ainda tem que provar que não ficou em posse dos cheques emitidos para pagamento de publicidade na Rádio Pop Rock em Gramado em relação ao show de Zezé Di Camargo & Luciano, bem como o cheque para pagamento do show que nunca aconteceu.

ELIZON D'AQUINO COSTA E AUGUSTO CÉSAR CARDOSO têm o prazo acima estipulado para provar na justiça com documentos e demais meios de prova admitidos, que não foram os mesmos que entregaram páginas de livros de apicultura aos reitores da Ulbra na época, afirmando que as fórmulas que João Lippert desenvolveu e vendeu para a Ulbra eram falsas.

JOSÉ LUÍS LIPPERT DA SILVA tem o prazo acima estipulado para provar na justiça com documentos e demais meios de prova admitidos, que não esteve na Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul em 23 de janeiro de 1999, quando ocorreu o crime de extorsão mediante sequestro contra João Lippert.

  MILTON DA ENCARNAÇÃO tem o prazo acima estipulado para provar na justiça com documentos e demais meios de prova admitidos, que não distribuiu mais de mil cópias da matéria caluniosa e difamatória contra João Lippert e o Instituto IESES a mando dos reitores da Ulbra na época, dos quais Milton era ou ainda é amigo pessoal.

  TIBÚRCIO SOUZA PEREIRA tem o prazo acima estipulado para provar na justiça com documentos e demais meios de prova admitidos, que nem ele, nem seu filho Marcos Vinícius Martins Pereira nem a companheira do filho Ruth Ana Garcia Fonseca, induziram a locadora da atual sede da Televisão TVS a ingressar com duas ações de despejo indevidas contra a Televisão TVS e João Lippert.

M.M.S. tem o prazo acima estipulado para provar na justiça com documentos e demais meios de prova admitidos, que nem a mesma nem sua filha Lair, mandou seu genro Edler invadir a sede da Televisão TVS remover lajotas do imóvel e ameaçar João Lippert.

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ASSIM, DIZ O REPÓRTER JOÃO LIPPERT. “SE PROVAS INCONTESTÁVEIS, DEVIDAMENTE PERICIADAS, FORAM APRESENTADAS NO PRAZO DESCRITO, EU, JOÃO MANOEL LIPPERT, ME APRESENTO À JUSTIÇA PARA CUMPRIR A PENA QUE A JUSTIÇA DETERMINAR. NEM QUE EU MORRA NA PRISÃO, MAS PROVEM TUDO O QUE DISSERAM CONTRA MINHA PESSOA E PROVEM QUE NÃO COMETERAM OS CRIMES CONTRA MINHA PESSOA E MINHAS EMPRESAS. O QUE EU FIZ AOS SENHORES, PARA OS SENHORES DESTRUÍREM MINHA VIDA, MINHAS ESCOLAS, MEU TRABALHO E DOS MEUS FILHOS? QUANTO OU O QUE CADA UM DOS SENHORES GANHOU PARA FAZER ISTO? E DE QUEM GANHARAM?”

Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat e Tirone Lemos Michelin ainda são suspeitos de terem mandado assassinar o vice-presidente do IESES, Salmeron Kermor Ferreira Alves, que morreu com mais cinco pessoas em acidente de helicóptero, além de serem suspeitos do desaparecimento do sócio do IESES Guarani Frota Michalski.



Canoas, 01 de setembro de 2019.

O julgamento da juíza K.R.D.B. no processo de M.M.S. foi semelhante ao julgamento do ex-juiz Fábio Koff Júnior. O hoje ex-juiz tomou minha casa através de uma reintegração de posse sem mandado, sentenciada pelo mesmo e cumprida pelo juiz Paulo César Fillippon. Devolveram minha casa para a ULBRA. Fábio Koff Júnior ainda abusou de sua autoridade, telefonando do Foro de Canoas para meu celular na época, para me intimidar e ameaçar. Eu denunciei o juiz, mas ele, obviamente, não foi punido.

Na época também denunciei também os então reitores da ULBRA na Receita Federal por suspeita de crimes financeiros como lavagem de dinheiro e outros.

Com a investigação da Receita Federal e Polícia Federal, em 2008, os então reitores foram indiciados, perderam a universidade, tiveram bens penhorados e ainda respondem na justiça. Com isto, muitas autoridades como juízes, promotoras, delegados, advogados, desembargadores e até ministros, perderam a teta que vinha da ULBRA.

DEVER DE REPÓRTER OBRIGAÇÃO DA IMPRENSA

De outro lado, mediunicamente sei quem mandou assassinar, com três tiros, o filho de M.M.S em frente à casa da mesma.
Só revelo na justiça para ser investigado.