NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES

Canoas, 14 de março de 2019.
(Atualização em 16 de março de 2019)

NOTIFICAÇÃO SEM LEGITIMIDADE JURÍDICA DEVERÁ
SER ESCLARECIDA NA JUSTIÇA

No dia 23/02/2019, o repórter João Lippert e a Televisão TVS foram notificados extrajudicialmente via Correio pela locadora do imóvel atualmente locado pelos mesmos, onde a locadora afirmou que não irá renovar a locação e negou-se em continuar a receber os aluguéis, bem como pagamento de qualquer taxa ou imposto do imóvel.

Entretanto, quase um ano antes, em 19/04/2018, o repórter João Lippert e a Televisão TVS ingressaram na justiça com Ação Renovatória de Locação.

O contrato de locação foi firmado pelo período de cinco anos, mas na verdade era para ter sido firmado para dez anos. Entretanto, na época, a locadora solicitou que fosse feito para cinco anos e que após este prazo, a mesma renovaria a locação.

Contudo, a locadora passou a agir contra os locatários já no primeiro ano de locação. A locadora e familiares da mesma passaram a fazer provocações, ameaças, ofensas, cortar a cerca viva de boldo de jardim dos locatários, provocar com música muito alto cedo pela manhã atrapalhando os trabalhos da Televisão TVS, como gravação e edição de vídeos.

Devido todos os atos e crimes que tal senhora e seus familiares cometeram contra os locatários, tornou-se inviável falar com tal senhora para renovar a locação, razão pela qual foi ingressado diretamente na justiça para tal.

Assim sendo, a notificação enviada pela locadora mais de onze meses após o ingresso da Ação Renovatória de Locação, torna-se um documento sem qualquer legitimidade jurídica. Pois quem determinará a renovação da locação ou não, bem como prazo para tal, será a justiça.

De outro lado, observando a notificação extrajudicial enviada pela locadora, percebe-se que o documento é timbrado de um advogado. No entanto, o advogado não assinou o documento, somente a locadora. Com isto, o advogado deverá esclarecer na justiça, se foi o advogado que formatou o documento e por qual razão o mesmo não o assinou. Neste caso, o advogado também deverá esclarecer se passou autorização (reconhecida em cartório) para a locadora assinar pelo advogado em um documento timbrado do mesmo.

Ainda neste caso, tal advogado já atua para tal senhora em um processo apenso a esta Ação Renovatória de Locação. Portanto, o advogado é sabedor da existência da Ação Renovatória e como pessoa não leiga que é, não poderia ter permitido tal notificação indevida.

São suspeitos de envolvimento neste ato indevido, o companheiro da locadora e outros familiares da mesma, como filhos, netos e genros.

O advogado, a locadora e seus familiares deverão prestar eslcarecimentos na justiça à respeito deste caso.

DÍVIDAS ANTIGAS DE M.M.S.

No dia 23/02/2019, o repórter João LDe outro lado, ainda anterior à desocupação da propriedade da Rua Itu 681, onde está instalado a sede e o estúdio da Televisão TVS, que só se dará por meio de decisão judicial, a locadora e seus familiares terão que prestar muitos esclarecimentos à justiça.

A locadora, sua filha Laureni, sua filha Lair e genro Edler, terão que prestar esclarecimentos à justiça em relação à invasão ao imóvel locado seguido de ofensas e ameaças contra o repórter João Lippert, contra Dionéia Rodolfo da Rosa e contra Bruna Dartora. A invasão se deu para que Edler retirasse mais de cem lajotas do imóvel locado, que foram entregues para Laureni e para a locadora através do muro e cerca que separam os imóveis, negando-se os mesmos em assinarem documento de que estavam retirando as lajotas.

A locadora e seu filho Laureci terão que prestar esclarecimentos à justiça em relação à ameaça feita por Laureci contra Dionéia Rodolfo da Rosa em frente ao portão do imóvel locado.

A locadora, seu companheiro Cristiano Ferreira, seu neto Daniel e à esposa Valéria, terão que prestar esclarecimentos à justiça em relação as várias destruições da cerca viva de boldos de jardim plantada pelo repórter João Lippert no pátio do imóvel locado na divisa entre os terrenos.

A locadora, seu neto Daniel e esposa Valéria e filho hoje maior de idade, Gabriel, terão que prestar esclarecimentos à justiça em relação às ofensas e ameaças feitas ao repórter João Lippert. Os outros dois filhos de Valéria, menores de idade, deverão ser ouvidos pelo Juizado da Infância e Juventude.

A locadora e seu companheiro Cristiano Ferreira terão que prestar esclarecimentos à justiça em relação aos maus tratos ao cão de estimação da locadora, um pastor alemão. Cristiano ainda terá que prestar esclarecimentos à justiça em relação à ameaça ao repórter João Lippert, quando o repórter pediu que Cristiano parasse de bater no cão com um cinto. O cão já estava debilitado e já havia estado no veterinário por um sério problema no ouvido e orelha. Após este fato o cão ficou internado cerca de quinze dias em uma clínica veterinária e passou por cirurgia.

A locadora terá que responder ação indenizatória por ter movido duas ações indevidas de despejo contra o repórter João Lippert e a Televisão TVS. O valor da indenização requerido pelas duas ações de despejo indevidas é de R$ 350 mil reais mais juros e correção monetária desde a data do ingresso de cada ação.

A locadora ainda deve ao repórter João Lippert e à Televisão TVS, pela filmagem e edição do casamento no civil e religioso de Daniel e Valéria, a quantia de R$ 15 mil reais mais juros e correção monetária desde o casamento no ano de 2013. A locadora que pediu a realização da filmagem para o casal, que seria um presente da locadora.

A locadora deve ao repórter João Lippert e a Televisão TVS a quantia de R$ 9 mil reais mais juros e correção monetária desde o ano de 2014, pelo trabalho realizado para a filha da locadora, Luci, junto a Polícia Civil de Sapiranga e Depósito/Guincho em relação a um veículo clonado comprado por Luci. Tudo foi feito a pedido da locadora.

A locadora e seus filhos, netos, genros e noras terão que prestar esclarecimentos à justiça em relação ao assassinato do filho da locadora, L.M.S., que ocorreu em frente à residência da locadora no ano de 2006.

Cabe informar que no ano de 2014, o repórter João Lippert entregou na Polícia Federal em Porto Alegre, uma arma de fogo revólver calibre 22 que a locadora mantinha em sua casa sem qualquer registro por mais de vinte anos. A locadora queria enterrar a arma ou jogar num rio e o repórter João Lippert orientou que a arma tinha que ser entregue na Polícia Federal. Para tal a locadora disponibilizou a quantia de R$ 150 reais ao repórter, valor que foi recebido da Polícia Federal pela entrega da arma.

EDITANDO VÍDEO


Canoas, 11 de março de 2019.
(Atualização em 13/03/2019)

ATO DE CONCILIAÇÃO EXTRAJUDICIAL COM O REPÓRTER E PRESIDENTE DA TELEVISÃO TVS, JOÃO LIPPERT
E COM ALGUNS DE SEUS FAMILIARES.
A CONCILIAÇÃO ALGUNS FAMILIARES DE JOÃO LIPPERT, FAZ-SE NECESSÁRIA EM RAZÃO DE QUE O SEQUESTRADOR TIRONE LEMOS MICHELIN TAMBÉM AMEAÇOU OS FAMILIARES DE JOÃO LIPPERT, CASO OS MESMOS INTERFERISSEM.

Em nome da comunhão mediúnica do repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, tão logo seja oficializada a decisão do Superior Tribunal de Justiça em Brasília, a respeito da absolvição de João Lippert por prescrição do processo, o mesmo quer se reunir em um clube de Canoas, com todas as pessoas e autoridades que constam no quadro ao final desta notícia. Pessoas e autoridades que de alguma forma prejudicaram, ofenderam, caluniaram, difamaram e ameaçaram o repórter João Lippert. Pessoas e autoridades que de alguma forma se envolveram no crime de extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert, em especial a promotora Fernanda Ruttke Dillenburg que não investigou o sequestro e ainda instaurou processo contra o repórter João Lippert e requereu médica psiquiátrica do mesmo; a defensora pública Ivanise Maciel Deckamann que ao invés de atuar como defensora de João Lippert no processo, o ofendeu, constrangeu e tentou desestabilizá-lo dentro do Foro de Canoas; a juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet que condenou indevidamente o repórter João Lippert neste e em outros dois processos criminais; a juíza Marilena Mello Gonçalves que em sala de audiência e na presença de funcionários, estagiários e da outra parte, disse que todas as reclamações do repórter João Lippert eram sem fundamento; o hoje ex-juiz Fábio Koff Júnior que, abusando de sua autoridade, ofendeu, constrangeu e ameaçou o repórter João Lippert via telefone, quando ainda era juiz em um processo que João Lippert era parte; o juiz Paulo César Fillippon que cumpriu a reintegração de posse determinada por Fábio Koff Júnior e sem apresentação de mandado judicial do imóvel onde o repórter João Lippert e sua família residiam há mais de dez anos; o juiz Paulo de Tarso Carpena Lopes que determinou que o repórter João Lippert realizasse perícia médica no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre e negou acompanhamento médico; o juiz André Reverbel Fernandes, hoje desembargador, que embargou e fechou a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul e é suspeito de ter envolvimento na extorsão mediante sequestro de João Lippert que se deu antes do embargo; a ex-delegada Helenita Vasconcelos Conrado e seu filho advogado Fernanda Vasconcelos Conrado que se infiltraram na família de João Lippert e nas negociações com a Banco ABN Amro possivelmente sob orientação dos na época reitores da ULBRA através do advogado Domingos Moreira Góes; o desembargador Sérgio Grassi Beck apontado por funcionários do Tribunal de Justiça de Porto Alegre em 2006 como responsável por determinar incineração do processo pelo qual foi determinada a reintegração de posse do imóvel onde João Lippert e sua família residiam; além de tantas outras autoridades e pessoas que constam no quadro ao final desta notícia.

Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, João Rosado Maldonado, Domingos Moreira Góes e Fábio Koff Júnior são suspeitos de interferirem em processos cíveis e criminais em que o repórter João Lippert era e é parte. São suspeitos de interferirem junto a magistrados de Canoas, Porto Alegre e Sapucaia do Sul, sendo estes magistrados suspeitos de atenderem pedidos ou aceitarem propina. Também são suspeitos de interferirem junto a outras autoridades como promotoras públicas, policiais civis, delegados como o ex-delegado de Canela Luís Rogério Carvalho de Lima que determinou uma invasão ao escritório provisório do TESES em Canela sem mandado judicial e como o delegado de Novo Hamburgo em 1999 que apreendeu os bens da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo que estavam sendo roubados por quem destruiu a escola e nunca devolveu ao IESES, podendo ter envolvimento do advogado do IESES na época Clóvis Voese. Além de serem suspeitos também de interferirem em alguns defensores públicos e advogados como Miguel Xavier da Paz Orci, a quem o escrivão da 1ª Vara Cível de Canoas em 2006 Paulo Sérgio Rodrigues Boeira disse, por determinação do na época juiz titular Fábio Koff Júnior, que se o advogado defendesse o repórter João Lippert, o advogado não teria mais causas ganhas a seus clientes no Foro de Canoas. A juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet, que condenou indevidamente o repórter João Lippert, algumas promotoras do Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul juntamente com o hoje ex-juiz Fábio Koff Júnior são suspeitos de interferirem junto a alguns desembargadores do Tribunal de Justiça em Porto Alegre no sentido de manter sentença condenatória contra o repórter João Lippert. Algumas destas autoridades ainda são suspeitas de interferirem junto a locadores de imóveis no sentido de moverem ações indevida de despejo contra o repórter João Lippert e a Televisão TVS. Algumas destas autoridades também são suspeitos de envolvimento, juntamente com a Universidade ULBRA e Universidade Feevale, na destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, no embargo e fechamento da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul juntamente com o juiz do trabalho na época André Reverbel Fernandes, e no impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha juntamente com o prefeito Darci Lima da Rosa e de um suposto diretor do Jornal Correio do Povo. Algumas destas pessoas e autoridades também são suspeitas de ter ficado em posse indevida com cheques para pagamento do show de Zezé Di Camargo & Luciano, mídia na Rádio Pop Rock e para pagamento de área de terra para a implantação do Templo TESES em Gramado.

Clique aqui e veja cópia do contrato e cópia do cheque para Zezé Di Camargo & Luciano!
Clique aqui e veja cópia do cheque para Rádio Pop Rock!
Clique aqui e veja cópia de contrato e cheques da área de terra em Gramado!


Palavras do na época reitor da ULBRA, Ruben Eugen Becker, em um dos salões de convenção da ULBRA em Canoas, durante a visita de um pró-reitor de Portugal: “Trouxeram-me uma notícia hoje que quase caí da cadeira. Temos um inimigo dentro da ULBRA. Para este inimigo da ULBRA eu peço. Que Deus tenha piedade e cuide dos nossos amigos. Porque dos nossos inimigos cuidamos nós.”

Palavras da Entidade 13º:
“Que deus ilumine todos os amigos e parentes do médium João Lippert.
Dos seus inimigos, cuido eu.”

De outro lado, todos estão convidados a participarem deste ato de conciliação extrajudicial em data, horário e local a serem definidos. Para participar deste ato, na entrada deverá ser doado um quilo de alimento não perecível por pessoa, que será destinado a instituições de caridade de Canoas. No ato de conciliação serão tratados de outros assuntos. As pessoas que não participarem deste ato de conciliação responderão processos na justiça e serão intimados.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker!
Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha!
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker!
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat!
Clique aqui e veja as matérias sobre os crimes de Michelin!

CLIQUE EM CADA FOTO PARA SABER O QUE CADA PESSOA OU EMPRESA FEZ CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT E SEUS FILHOS, CONTRA O INSTITUTO IESES, CONTRA A FUNDAÇÃO & MANTENEDORA TESES E CONTRA A TELEVISÃO TVS.


Canoas, 08 de março de 2019.

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA EM BRASÍLIA PODE JULGAR PRESCRITO, A QUALQUER MOMENTO, O PROCESSO CRIMINAL CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT, POR AUMENTO INDEVIDO DA PENA MÍNIMA LEGAL.

PROCESSO ESTE QUE O REPÓRTER JOÃO LIPPERT RESPONDEU POR TER DENUNCIADO À JUSTIÇA, O CRIME DE EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO QUE SOFREU EM 23 DE JANEIRO DE 1999.

EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO COMETIDA POR TIRONE LEMOS MICHELIN, QUE APONTOU NO ATO DO CRIME, OS REITORES DA ULBRA NA ÉPOCA, RUBEN EUGEN BECKER, LEANDRO EUGÊNIO BECKER E PEDRO MENEGAT, COMO MANDANTES.


Canoas, 06 de março de 2019.

DISCRIMINAÇÃO À CRENÇA, INJÚRIA E SUSPEITOS DE CONIVÊNCIA COM O CRIME DE EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO.

No Rio Grande do Sul, um homem com as iniciais JIP, após assistir o vídeo gravado com o médium João Lippert em Genebra na Suíça incorporado com a entidade 13º na primeira caminhada mediúnica, tal homem teria chamado e rotulado o médium João Lippert de “guinomo” e “ladrão”. Tal pessoa e sua esposa serão intimados pela justiça para prestar esclarecimentos pelo crime de discriminação à crença e injúria.

Ainda no Rio Grande do Sul, no ato da extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert em 23 de janeiro de 1999, o sequestrador Tirone Lemos Michelin afirmou que os reitores da Ulbra na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, seriam os mandantes do crime com o propósito de impedirem a implantação do Instituto IESES no Brasil, para não terem tal concorrência no ensino.

Após a extorsão mediante sequestro, a Unidade de Ensino IESE Sapucaia do Sul foi embargada e fechada pelo juiz do trabalho na época de Sapucaia do Sul, André Reverbel Fernandes.

Em sequência, a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída por cerca de oitenta pessoas. A destruição se deu cerca de cinco dias após uma reunião em Novo Hamburgo agendada pelo advogado da Ulbra na época, Domingos Moreira Góes e três advogados da Universidade Feevale, dois homens e uma mulher. Reunião onde os advogados exigiram das representantes do IESES, o cancelamento da implantação da escola em um prazo máximo de 12 horas caso contrário tomariam outras providências. O delegado de polícia civil de Novo Hamburgo na época, após tomar depoimento do presidente do IESES na época, Robson Lippert, a respeito da destruição da escola, o delegado nunca mais foi localizado e o material apreendido que estava sendo roubado da escola nunca foi devolvido ao IESES.

De ouro lado, a partir desta data, 06 de março de 2019, no caso de Leandro Eugênio Becker ou Pedro Menegat serem contratos por empresas no Brasil e as empresas mantendo os mesmos como funcionários, mesmo após tomarem conhecimento de todos os crimes que os mesmos estão envolvidos, as empresas serão arroladas na justiça como coniventes com o crime de extorsão mediante sequestro de João Lippert.

O repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, já requereu ao Superior Tribunal de Justiça em Brasília, a prisão preventiva de Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, Tirone Lemos Michelin e outros, por tentativa de assassinato do repórter João Lippert no ano de 2008 no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre.


Canoas, 03 de março de 2019.

ACEITAMOS VIVER E CONVIVER EM UM BRASIL JUSTO COM JUSTIÇA DE VERDADE. OUTRA JUSTIÇA NO BRASIL NÃO SERÁ ACEITA, PORQUE O POVO BRASILEIRO NÃO ACEITARÁ. NÃO SERÁ PERMITIDO NO TERRITÓRIO BRASILEIRO, UM JUIZ CORRUPTO OU QUEM QUER QUE SEJA CORRUPTO MANDANDO NA JUSTIÇA DO BRASIL.

Em relação ao processo criminal que o repórter João Lippert responde por ter o mesmo denunciado o crime de extorsão mediante sequestro que sofreu em 1999, os recursos feitos pelos defensores públicos de Porto Alegre podem não ter sido convincentes o suficiente para a absolvição do repórter João Lippert. Ou a sentença já estava vendida e teria o mesmo resultado independentemente da defesa.

O repórter João Lippert nunca conseguiu falar com os defensores públicos de Porto Alegre que atuaram no processo, por mais tentativas que tenha feito e mesmo tendo sido garantido à esposa do repórter, Dionéia Rodolfo da Rosa, que o mesmo seria atendido e ouvido pelo defensor responsável pelo processo no Tribunal de Justiça em Porto Alegre. Inclusive, a esposa do repórter, após o mesmo ter o primeiro recurso negado pelo Tribunal de Justiça em Porto Alegre, teve a informação de uma funcionária da Defensoria Pública do Tribunal de Justiça, de que não havia mais recursos além daquele já feito e negado.

Alguns dias após o repórter João Lippert e sua esposa entrarem em contato com a Defensoria Pública de Canoas e informar o ocorrido, foi ingressado com Agravo no processo e o mesmo foi remetido ao Superior Tribunal de Justiça em Brasília.

De outro lado, o repórter João Lippert nunca teve acesso ao recurso e ao agravo feitos pela Defensoria Pública de Porto Alegre e até o momento não sabe o que disseram os defensores. Mesmo o repórter tendo requerido aos funcionários e estagiários ao telefone, que queria ter acesso aos documentos, o mesmo nunca foi atendido.

Entende-se que alguns fatos deixaram de ser explorados pela Defensoria Pública na defesa do repórter João Lippert, e o principal deles é a NÃO INVESTIGAÇÃO do crime de extorsão mediante sequestro. Como pode alguém ser condenado por denunciação caluniosa de um crime que NUNCA FOI INVESTIGADO?

Clique aqui e leia o relato da extorsão mediante sequestro que sofreu o repórter João Lippert em 23 de janeiro de 1999.

Também faltou a defesa salientar que as então “vítimas” do Ministério Público Estadual de Canoas, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, João Rosado Maldonado e Tirone Lemos Michelin, tinham sim motivação para agir contra o repórter João Lippert desde quando o mesmo ainda trabalhava na ULBRA até posterior ao crime de sequestro. Vejamos:

- João Lippert comunicou à Vigilância Sanitária de Canoas o vazamento de formol de um dos tanques de cadáveres da ULBRA, do qual os então reitores nunca haviam tomado providências.

- João Lippert ingressou com ação declaratória para garantir a posse do imóvel em que residia ao ser demitido da ULBRA. Imóvel que a ULBRA deveria ter passado para o nome do repórter assim que o mesmo começou a trabalhar na universidade, mas não o fez.

- João Lippert, ao sair da ULBRA, passou a administrar como diretor geral o IESES – Instituto Educacional Sagrado Espírito Santo. Uma instituição de ensino que faria concorrência à ULBRA, suas escolas e outras instituições de ensino no Brasil, iniciando no Rio Grande do Sul.

- João Lippert denunciou a ULBRA e seus reitores à Receita Federal por suspeita de crimes financeiros, gerando investigação da Receita Federal e Polícia Federal, que culminou com a descoberta de vários crimes cometidos pelos então reitores da ULBRA, como falsidade ideológica, estelionato, corrupção no ensino, dentre vários outros crimes. Os reitores tiveram que deixar a universidade e Ruben Eugen Becker foi até mesmo expulso da religião luterana, na qual era pastor. Se não fosse João Lippert ter denunciado os crimes, tais reitores poderiam estar cometendo tais crimes até os dias de hoje e talvez até outros mais.
Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal!
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker!
Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha!
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker!
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat!

- O convênio que a ULBRA fez com o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul onze meses após o crime de extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert. Após o convênio, além de não ter suas denúncias investigadas, o Ministério Público Estadual moveu 36 processos criminais contra o repórter João Lippert, estando 34 já arquivados. Vejam bem, 36 processos contra uma única pessoa, como se fosse ela o pior criminoso da face da Terra.
Clique aqui e veja o convênio entre a ULBRA e o MP/RS!

Assim sendo, esta condenação indevida do repórter João Lippert dada pela juíza do Foro de Canoas, Patrícia Krebs Tonet e mantida pelos desembargadores de Porto Alegre, Rogério Gesta Leal, Júlio César Finger e Newton Brasil de Leão, tendo o primeiro recurso negado pelo desembargador Almir Porto da Rocha Filho, esta condenação foi venda de sentença e vingança contra o repórter João Lippert, que teve coragem de denunciar os verdadeiros criminosos, com o agravo da defesa ter sido fraca por parte de alguns defensores públicos.

A sentença pode ter sido comprada pelos então reitores da ULBRA, hoje ex-reitores, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, pelo sequestrador Tirone Lemos Michelin, pelo advogado Domingos Moreira Góes, pelo hoje ex-juiz Fábio Koff Júnior, com o possível envolvimento de várias outras autoridades.

CLIQUE AQUI E LEIA NA ÍNTEGRA O DOCUMENTO QUE O REPÓRTER JOÃO LIPPERT ENVIOU AO
SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA EM BRASÍLIA.


Canoas, 02 de março de 2019.

A TELEVISÃO TVS E O REPÓRTER JOÃO LIPPERT COBRAM INDENIZAÇÕES NA JUSTIÇA POR AÇÕES DE DESPEJO INDEVIDAS

Uma reintegração de posse com força policial armada sem apresentação de mandado judicial, tirou João Lippert e sua família da sua propriedade na Rua Peru 785 em Canoas, onde residiam há 12 anos. Reintegração determinada pelo na época juiz Fábio Koff Júnior e realizada por determinação do juiz Paulo César Fillippon, com envolvimento do advogado da ULBRA na época, Domingos Moreira Góes.

Quatro ações de despejos indevidas movidas contra o repórter João Lippert e a Televisão TVS, bem como ameaças, destruição de patrimônio, furto de câmera de segurança, calúnia, difamação, ofensas e outros crimes, geraram duas ações indenizatórias por abalos morais e prejuízos financeiros. Uma ação indenizatória contra Tibúrcio Souza Pereira, locador da antiga sede da Televisão TVS na Rua Itu 688, envolvendo seu filho Marcos, sua companheira Ruth e enteada Laura.

E outra ação indenizatória contra a locadora usufrutuária da atual sede da Televisão TVS na Rua Itu 681 em Canoas, MMS, envolvendo familiares da mesma como Daniel, Valéria, Edler, Lair, Laureni, Laureci e Cristiano Ferreira, que também ameaçou o repórter João Lippert quando o mesmo pediu que Cristiano não batesse no cão de MMS (hoje o animal está internado). MMS, Cristiano e outros familiares deverão responder na justiça por maus tratos ao animal.

Informações de fonte segura apontam a suspeita de que as ações de despejo indevidas movidas contra João Lippert e a Televisão TVS, até que provem ao contrário na justiça, podem ter relação com a reintegração de posse sofrida por João Lippert em 2006.

Anterior às ações de despejo, João Lippert e a Televisão TVS já haviam ingressado na justiça com ação renovatória de contrato de locação em ambos os casos.

Agora, os locadores deverão responder na justiça e arcar com as consequências de seus atos. São suspeitos de envolvimento neste caso, o ex-advogado da ULBRA Domingos Moreira Góes, o ex-juiz Fábio Koff Júnior, o advogado Pedro da Silva Reis, o sequestrador Tirone Lemos Michelin e os hoje ex-reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat. Caso não haja o envolvimento de tais pessoas, significa que os locadores e familiares dos mesmos agiram unicamente por vontade própria de agir contra o repórter João Lippert.


Canoas, 28 de fevereiro de 2019.

AÇÕES DE DESPEJO INDEVIDAS GERAM AÇÕES INDENIZATÓRIAS POR ABALOS MORAIS, CONSTRANGIMENTO E PREJUÍZOS FINANCEIROS!

Após a reintegração de posse indevida sem mandado judicial e fora do prazo do imóvel na Rua Peru 795 em Canoas, que sofreu o repórter João Lippert e sua família, os mesmos locaram um imóvel na Rua Itu 688 em Canoas, obrigando-se a doar seus cães de estimação e desfazer-se de alguns móveis. O locador era Tibúrcio Souza Pereira, que moveu duas ações de despejo indevidas contra João Lippert. Isto após diversas perturbações e ameaças por parte do filho do locador, Marcos Vinicius Martins Pereira, sua companheira Ruth Ana Garcia Fonseca, sua enteada Laura Garcia e amigos, bem como desligamento do contador de energia elétrica durante gravações da Televisão TVS. Tibúrcio chegou ao ponto de furtar uma das câmeras de segurança da Televisão TVS.

Marcos ainda é suspeito de ser usuário de drogas do tipo crack e Ruth Ana Garcia Fonseca é suspeita de estar sob efeito de drogas no episódio em que chamou o repórter João Lippert de "baita estelionatário sem vergonha" na presença da Brigada Militar em uma suposta festa de aniversário de sua filha na época menor de idade, Laura Garcia, também suspeita de ser usuária de drogas.

Marcos, segundo seu próprio pai, manteve uma menor de idade trancada em sua residência por cerca de uma semana, sendo a menor removida do local pelos pais da mesma juntamente com Tibúrcio, sob ameaças dos pais de acionar o Conselho Tutelar.

Saiba mais sobre o que Tibúrcio, Marcos, Ruth, Laura e amigos dos mesmos fizeram contra o repórter João Lippert. CLIQUE AQUI

Sendo inviável continuar no imóvel, mesmo Tibúrcio tenho perdido as ações de despejo, o repórter João Lippert localizou um imóvel no bairro Niterói também em Canoas e estava negociando a locação. Contudo, a usufrutuária do imóvel onde está atualmente a sede da Televisão TVS, ofereceu o imóvel em locação ao repórter. A oferta foi aceita, pois até então acreditava-se que tal senhora fosse uma boa pessoa. Entretanto, após algumas investidas de tal senhora, o repórter João Lippert esclareceu novamente que era casado através de contrato de união estável com Dionéia Rodolfo da Rosa. A partir de então, tal senhora e seus familiares passaram a perturbar os trabalhos da Televisão TVS com som alto cedo pela manhã, passaram a ofender, caluniar, difamar e até mesmo ameaçar o repórter João Lippert e sua família residentes no imóvel. Da mesma forma que Tibúrcio e talvez com orientação do próprio, a locadora também moveu duas ações de despejo indevidas contra João Lippert e a Televisão TVS.

Agora, ambos os proprietários dos imóveis respondem ação indenizatória em razão das ações indevidas de despejo que moveram contra o repórter João Lippert e a Televisão TVS, bem como, todo o constrangimento, abalo moral e prejuízo financeiro decorrente destes atos. Está requerido o valor de R$ 350 mil reais de indenização de cada um, mais juros e correção monetária desde o ingresso de cada ação indevida de despejo. O neto de tal senhora, Daniel dos Santos Zefino está sendo responsabilizado na justiça em ação indenizatória no valor de R$ 15 mil reais mais juros e correção monetária por destruição de patrimônio privado, perturbações e dívida da filmagem e edição de seu casamento com Valéria no civil e religioso.

Saiba mais sobre o que Daniel e Valéria fizeram contra o repórter João Lippert. CLIQUE AQUI

Suspeita-se de envolvimento nestes casos, do ex-advogado da ULBRA Domingos Moreira Góes, do advogado de Gramado Pedro da Silva Reis e até mesmo do ex-juiz Fábio Koff Júnior, que foi quem determinou a reintegração de posse.

Saiba mais sobre o que Domingos Moreira Góes fez contra o repórter João Lippert. CLIQUE AQUI
Saiba mais sobre o que Pedro da Silva Reis fez contra o repórter João Lippert. CLIQUE AQUI
Saiba mais sobre o que Fábio Koff Júnior fez contra o repórter João Lippert. CLIQUE AQUI

A Fundação & Mantenedora TESES incia as cobranças de indenizações em março de 2019 em relação a todas as pessoas, autoriades e empresas que prejudicaram o repórter João Lippert, com requerimento de penhora de bens móveis e imóveis!


Canoas, 24 de fevereiro de 2019.
(Atualização em 26 de fevereiro de 2019)

MAIS INDENIZAÇÕES

O locador do imóvel onde era a antiga sede da Televisão TVS na Rua Itu 688, Tibúrcio Souza Pereira, por ter movido duas ações de despejo indevidas contra o repórter João Lippert e a Televisão TVS, responderá processo indenizatório no qual está requerido R$ 350 mil reais de indenização mais juros e correção monetária. Da mesma forma, a locadora do imóvel onde está atualmente instalada a sede da Televisão TVS, responderá ação indenizatória com requerimento de R$ 350 mil reais de indenização mais juros e correção monetária, por também ter movido duas ações indevidas de despejo contra o repórter João Lippert e contra a Televisão TVS, além de responder por destruição de patrimônio privado, ameaças, ofensas, calúnias e difamações. Nestes últimos casos, vários familiares de tal senhora estão envolvidos e estarão arrolados. Tal senhora é suspeita de ter seguido “conselhos” de Tibúrcio e seu filhos Marcos e companheira Ruth, a respeito das ações de despejo. De outro lado, o neto de tal senhora, Daniel dos Santos Zefino, deve à Televisão TVS a quantia de R$ 15 mil reais mais juros e correção monetária desde 2013, pela filmagem e edição de seu casamento com Valéria no civil e religioso. Clique aqui e saiba mais sobre este caso!


Canoas, 24 de fevereiro de 2019.
(Atualização em 26 de fevereiro de 2019)

APÓS O REPÓRTER E PRESIDENTE DA TELEVISÃO TVS, JOÃO LIPPERT, TER RECURSO NEGADO JUNTO AO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL NO PROCESSO EM QUE O MESMO TEVE CONDENAÇÃO INDEVIDA POR TER O REPÓRTER DENUNCIADO A EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO QUE SOFREU, SENDO ACUSADO DE DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA SEM QUE O CRIME TENHA SIDO INVESTIGADO, COM UM AGRAVO DA DEFENSSORIA PÚBLICA DE PORTO ALEGRE, O PROCESSO FOI FINALMENTE ENCAMINHADO AO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA EM BRASÍLIA PARA SER JULGADO.

O repórter João Lippert, presidente da Televisão TVS, do Instituto IESES e da Fundação & Mantenedora TESES, requereu ao Superior Tribunal de Justiça em Brasília, aos ministros que julgam o processo em que o mesmo é parte, que o crime de extorsão mediante sequestro que João Lippert sofreu em 23 de janeiro de 1999 seja finalmente investigado. Sequestro cometido por Tirone Lemos Michelin, na época funcionário da Ulbra, que apontou no ato do crime como mandantes os então reitores da Ulbra, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat. O crime foi denunciado pelo repórter João Lippert no ano de 2006 ao Ministério Público Estadual de Canoas, porém não foi investigado e em apenas sete dias do protocolo a denúncia foi arquivada pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg. Durante toda a tramitação de mais de oito de anos do processo contra o repórter João Lippert por ter denunciado o sequestro, o crime também nunca foi investigado. Agora está com o Superior Tribunal de Justiça investigar ou determinar que outro órgão da justiça o faça, com intimações e depoimentos pessoais, acareações, reconstituição do crime e outras diligências, bem como prisão preventiva do sequestrador e dos mandantes do crime desde o início das investigações.

Clique aqui e leia o relato da extorsão mediante sequestro que sofreu o repórter João Lippert em 23 de janeiro de 1999.

Clique aqui e veja o laudo forense que João Lippert foi obrigado a fazer no tramitar do processo e que apontou ser João Lippert totalmente capaz de seus atos e sem qualquer molésti mental.

Neste sentido, o repórter João Lippert requereu aos ministros, investigação a respeito das ações da juíza do Foro de Canoas Patrícia Krebs Tonet, suspeita de venda de sentença neste processo contra o repórter João Lippert e em outros dois processos. Neste processo a juíza aumentou a pena para tirar o processo da prescrição.

Ainda neste sentido, o repórter João Lippert também requereu aos ministros, investigação a respeito das ações dos desembargadores que mantiveram a sentença no Tribunal de Justiça em Porto Alegre, Rogério Gesta Leal, Júlio César Finger e Newton Brasil de Leão, e do desembargador que negou o primeiro requerimento de remessa do processo ao Superior Tribunal de Justiça em Brasília, Almir Porto da Rocha Filho.

O repórter João Lippert ainda requereu aos ministros, investigação no tocante a informações dada via telefone por funcionários do Tribunal de Justiça, de que não havia mais recursos no processo.

O repórter João Lippert requereu aos ministros, que seja requerido pela justiça e apresentada cópia ou segunda via da fatura telefônica do Foro de Canoas do mês de outubro do ano de 2006. Documento que comprova a ligação telefônica feita pelo na época juiz Fábio Koff Júnior para o celular pessoal de João Lippert na época. Ligação na qual o na época juiz cometeu abuso de autoridade e poder, constrangendo, intimidando e ameaçando João Lippert.

Clique aqui e leia a representação à Corregedoria Geral da Justiça protocolada em 20/10/2006
Clique aqui e leia a representação ao Ministério Público Estadual de Canoas protocolada em 20/10/2006

O repórter João Lippert requereu aos ministros, esclarecimentos do juiz Luciano André Losekann e do desembargador Antônio Vinicius Amaro da Silveira. Ambos era juízes corregedores e nada fizeram em relação à denúncia de João Lippert sobre o abuso de autoridade e ameaça feita pelo na época juiz Fábio Koff Júnior via telefone. Tais autoridades apenas protegeram Fábio Koff Júnior, ação que suspeita-se ter tido envolvimento do pai do juiz, Fábio André Koff, que já foi desembargador (hoje falecido). Também foi requerido o afastamento de ambos de seus cargos até todos os esclarecimentos e investigações a respeito.

O repórter João Lippert requereu aos ministros, esclarecimentos do desembargador do TRT-4 André Reverbel Fernandes em relação ao embargo e fechamento da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul. Ato cometido por André Reverbel Fernandes quando era juiz do trabalho em Sapucaia do Sul. Também foi requerido o afastamento do desembargador de seu cargo até todos os esclarecimentos e investigações a respeito. Suspeita-se que os reitores da Ulbra na época tenham pagado propina para tal decisão judicial.

O repórter João Lippert requereu aos ministros, que a juíza do Foro de Canoas Marilena Mello Gonçalves prove sua afirmação em sala de audiência, de que todas as denúncias do repórter João Lippert eram infundadas. Também foi requerido o afastamento da juíza de seu cargo até todos os esclarecimentos e investigações a respeito.

O repórter João Lippert requereu aos ministros, investigação no tocante à queima do processo que tratou da posse do imóvel em que residia João Lippert desde 1994. Imóvel que a Ulbra lhe passou através de contrato assinado, mas que nunca foi transferida para o nome de João Lippert. Após o repórter recorrer da decisão em favor da Ulbra ao Tribunal de Justiça em Porto Alegre, e após o processo ficar mais de três anos com os desembargadores, a sentença foi mantida e segundo funcionários do Tribunal de Justiça na época, o processo havia sido incinerado por determinação do desembargador Sérgio Grassi Beck.

O repórter João Lippert também requereu aos ministros, investigação em relação à destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, com esclarecimentos dos atuais representantes da Universidade Feevale para que apontem os nomes dos três advogados da universidade que participaram de uma reunião em Novo Hamburgo com o advogado da Ulbra na época, Domingos Moreira Góes, e exigiram o cancelamento da implantação da escola IESES. Como tal exigência não foi aceita, a escola foi totalmente destruída cerca de cinco dias após a reunião por cerca de oitenta pessoas. Na época era reitor da Feevale o advogado Lauro Tisher e atualmente Cleber Prodanov.

O repórter João Lippert ainda requereu aos ministros, esclarecimentos de várias outras pessoas envolvidas em ameaças, ofensas e boicotes contra o repórter João Lippert e suas empresas.

A partir de agora está com o Superior Tribunal de Justiça a responsabilidade de fazer a tão almejada justiça.


Canoas, 23 de fevereiro de 2019.

AINDA NÃO FOI DESTA VEZ OU SERÁ?

Ao senhor ex-reitor da ULBRA Ruben Eugen Becker.

Assim como está hoje, ainda não foi mantida a condenação indevida de minha pessoa pela terceira instância em Brasília, que deverá ser julgada por ministros do Superior Tribunal de Justiça em aproximadamente trinta dias. Condenação comprada (venda de sentença) e aplicada pela juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet. Condenação por suposta denunciação caluniosa contra você Ruben Eugen Becker, contra Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, João Rosado Maldonado e Tirone Lemos Michelin em relação à extorsão mediante sequestro cometida contra minha pessoa em 23 de janeiro de 1999, além de ter o ex-advogado da ULBRA Domingos Moreira Góes, como testemunha sua. Uma falsa testemunha, pois está envolvido em tudo que você Ruben Eugen Becker fez contra minha pessoa. Condenação àquela, que além de venda de sentença, teve vingança da juíza por ter sido denunciada por minha pessoa na Corregedoria Geral da Justiça do Rio Grande do Sul e no Conselho Nacional de Justiça.

Assim, Ruben Eugen Becker, pelo impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha, pelo fechamento da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, pela destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo com o apoio da Universidade Feevale, através de três advogados e Domingos Moreira Góes, sendo os advogados Dra. Ramona Rangel de Souza OAB/RS 98.517 e Dr. Cassiano Menke OAB/RS 47.136 suspeitos de terem estado na reunião, você Ruben Eugen Becker me deve, à título de indenização e reparação, R$ 100 bilhões de reais. Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, João Rosado Maldonado, Domingos Moreira Góes, Tirone Lemos Michelin e a Universidade Feevale, cada um deve o mesmo valor de R$ 100 bilhões de reais pelas mesmas razões acima esclarecidas.

Valores estes se a condenação indevida de minha pessoa não for mantida em Brasília. Caso contrário, os valores aumentam em cinco vezes.


Canoas, 22 de fevereiro de 2019.

Som muito alto da vizinha idosa com início às 7hs da manhã, volta a atrapalhar os trabalhos da Televisão TVS. Novo boletim de ocorrência foi registrado com gravaçãodo som em anexo. O companheiro ou primo de tal senhora, Cristiano Ferreira, também está envolvido neste episódio, após voltar a agredir o cão de estimação da idosa e ameaçar o repórter João Lippert, que pediu que parasse de bater no cão com uma cinta larga que tinha nas mãos. Também estão envolvidos no episódio, o neto da idosa e sua mulher, Daniel e Valéria, além da filha da idosa e genro, Lair e Edler, e do filho da idosa Laureci Martins dos Santos, pessoas que já ameaçaram o repórter João Lippert e equipe da Televisão TVS e respondem processo.

Todos serão intimados a prestarem esclarecimentos à justiça!


Canoas, 22 de fevereiro de 2019.

MOMENTOS DERRADEIROS

Processo criminal movido pelo Ministério Público Estadual de Canoas contra minha pessoa, por eu ter denunciado em 2006 a extorsão mediante sequestro que sofri em 23 de janeiro de 1999, o processo foi remetido com agravo para a terceira instância em Brasília, ao Superior Tribunal de Justiça. Isto, após funcionária do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul afirmar em ligação telefônica que não havia mais recursos. Então, havia sim recursos e a informação dada pode ter sido proposital para tentar prejudicar-me no processo. O Ministro do Superior Tribunal de Justiça que está analisando o processo, tomará ciência do caso.

O processo teve uma condenação indevida e injusta, imposta pela juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet do Foro de Canoas e mantida pelos desembargadores Rogério Gesta Leal, Júlio César Finger e Newton Brasil de Leão, tendo o desembargador Almir Porto da Rocha Filhonegado uma vez a remessa do processo para Brasília. Entretanto, o crime de extorsão mediante sequestro nunca foi investigado em instância nenhuma e por nenhuma autoridade e ainda me obrigaram a realizar uma perícia no Instituto Forense, que apontou que plenamente capaz de meus atos. Como posso ser condenado por denunciação caluniosa, se o crime nunca foi investigado?

Clique aqui e veja o laudo forense.

Clique aqui e leia o relato da extorsão mediante sequestro.

Tirone Lemos Michelin, na condição de lobista da ULBRA e da CELSP e possivelmente lobista também da Universidade Feevale, assim como também pode ter atuado como lobista da Feevale o advogado Domingos Moreira Góes, ambos criminosos, na minha concepção, os senhores não são homens o bastante para levarem esta farsa até o fim. Mas se forem, não precisam mudar de bairro, de cidade, de estado ou de país, porque a justiça divina e a justiça dos homens do Brasil irá condená-los, assim como serão condenadas todas as pessoas envolvidas direta ou indiretamente no crime de extorsão mediante sequestro que sofri.

Em relação à condenação comprada - venda de sentença – possivelmente paga pelos ex-reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, ou por algum de seus cúmplices como o ex-juiz Fábio Koff Júnior, o ex-juiz corregedor Luciano André Losekann, a Universidade Feevale ou tantos outros cúmplices dos mesmos, saibam todos os senhores: mesmo que a terceira instância mantenha a condenação, todos os senhores envolvidos neste crime não escaparão de serem julgados e condenados pela legítima justiça do Brasil.

Desta forma, Tirone Lemos Michelin, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, Domingos Moreira Góes, estão preparados para o que vai acontecer em Brasília nos próximos dias? Fato que vai estourar dentro do Foro de Canoas, da ULBRA e sua mantenedora, da Feevale e seus apoiadores. Os senhores têm certeza do que irá acontecer em Brasília nos próximos dias?

A funcionária do Tribunal de Justiça que deu a falsa informação para minha esposa Dionéia Rodolfo da Rosa, de que não havia mais recursos a serem feitos, estava sob determinação de alguém. Fica a pergunta: quem determinou que tal funcionária dissesse isto? De repente pode ter sido o ex-juiz Fábio Koff Júnior, que me ameaçou via telefone e que tal crime nunca foi investigado. De repente pode ter sido o juiz do trabalho que fechou a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, André Reverbel Fernandes. De repente pode ter sido o prefeito de Glorinha, Darci Lima da Rosa, que impediu a implantação da Universidade IESES. De repente pode ter sido o presidente da RBS TV ou o jornalista André Haar, já que a emissora alegou que a reportagem feita por André Haar da destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi destruída.

Enfim, todos os senhores envolvidos nos crimes cometidos contra minha pessoa desde 1998 até os dias atuais, os senhores estão preparados para o que vai acontecer em Brasília nos próximos dias?

Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal!
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker!
Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha!
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker!
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat!


Canoas, 10 de fevereiro de 2019.

PRISÕES PREVENTIVAS

Advogados do repórter João Lippert estão requerendo a prisão preventiva do ex-reitor da Feevale, Lauro Tisher, em relação à destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo que se deu em 1999.

Advogados do repórter João Lippert também estão requerendo a prisão preventiva de José Luís Lippert da Silva, sobrinho do repórter, pelo crime de falso testemunho em processo criminal. José Luís Lippert da Silva foi a pessoa que dirigiu o veículo de João Lippert no dia do sequestro e que encontrou João Lippert às margens da BR-116 após o crime ter sido cometido por Tirone Lemos Michelin.

Advogados do repórter João Lippert estão requerendo também, a prisão preventiva domiciliar da ex-esposa de João Lippert, Elides Maria Bonatto, também por falso testemunho em processo criminal.


Canoas, 10 de fevereiro de 2019.

PRISÕES PREVENTIVAS

Advogados do repórter João Lippert ingressarão na justiça em dez dias, requerendo a prisão preventiva e depoimentos pessoais de Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, Domingos Moreira Góes, Tirone Lemos Michelin, João Rosado Maldonado e outros por tentativa de assassinato do repórter João Lippert no Instituto Psiquiátrico Forense, além de outros crimes.


Canoas, 07 de fevereiro de 2019.

NOTÍCIA EXTRAORDINÁRIA

A TV COM, emissora de televisão comunitária do Grupo RBS, filmou toda a destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo em 1999, através do jornalista André Haar. A escola foi totalmente destruída por mais de oitenta homens.

Entretanto, quando solicitado na época à RBS TV, que tinha como presidente Nelson Pacheco Sirotsky, as imagens da destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, funcionários da RBS TV alegaram que as imagens haviam sido destruídas.

Quem teria avisado a TV COM sobre a destruição da escola?

Na época, o Jornal Zero Hora, empresa também do Grupo RBS, mesmo tendo o registro em cartório de matéria sobre a destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, negou-se em publicar a matéria.

Todos os suspeitos de cumplicidade e conivência com a destruição da escola IESES em Novo Hamburgo e com o crime de extorsão mediante sequestro que sofreu o repórter João Lippert, diretor geral do IESES em 1999 e hoje presidente da instituição, serão intimados a prestarem esclarecimentos pessoais à justiça.

O proprietário do prédio da escola em Novo Hamburgo Arno Schimit e familiares do mesmo, são suspeitos de envolvimento na destruição da escola através dos reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat.

As imagens da destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo podem ter sido eliminadas pela RBS TV a pedido dos reitores da ULBRA na época, do na época juiz Fábio Koff Júnior que ameaçou o repórter João Lippert via telefone e o acusou de ter problemas mentais, do na época juiz do trabalho de Sapucaia do Sul André Reverbel Fernandes que embargou e fechou a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, ou ainda a pedido do advogado da ULBRA na época Domingos Moreira Góes.

O atual presidente da RBS TV, tal como o atual reitor da Universidade Feevale, nega-se em receber o repórter João Lippert para tratar do assunto.