NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES

OBS 01: o aviso “não seguro” que aparece nos navegadores de Internet ao abrir o site da Televisão TVS, pode ser unicamente em razão das denúncias que a Televisão TVS faz contra empresários, advogados, políticos, autoridades e órgãos da justiça. Navegue sem moderação!

OBS 02: alguém pode estar tentando boicotar a monetização dos vídeos da Televisão TVS no Youtube. Suspeitos: Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker, Pedro Menegat, Domingos Moreira Góes, Pedro da Silva Reis, promotoras públicas, juízes, juízes corregedores e desembargadores denunciados pelo repórter João Lippert.

OBS 03: podem estar tentando prender o repórter João Lippert com o objetivo de impedir que o mesmo concorra à prefeitura de Canoas em 2020 pelo PEB – Partido Ecumênico Brasileiro, do qual João Lippert é fundador e presidente. Clique aqui e saiba mais.


Canoas, 17 de maio de 2019.

AINDA AGUARDANDO DECISÃO DO STJ

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"Mais de cem pessoas estão aguardando minha condenação no STJ por um crime que não cometi, por ter denunciado para investigação um crime que sofri que nunca foi investigado. Entre estas pessoas estão juízes, juízas, desembargadores, promotoras públicas, empresários da rede hoteleira e de ensino, locadores de imóveis e outros. Se isto não acontecer, me aguardem. Se isto acontecer, da mesma forma, me aguardem." - João Lippert
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Hoje, dia 17/05/2019, exatamente até às 11hs30, os ministros do Superior Tribunal de Justiça em Brasília, ainda não deram parecer sobre o Agravo Regimental da defesa do repórter João Lippert. Este processo tem como relator o ministro Jorge Mussi, que primeiramente não reconheceu o recurso da defesa do repórter. Nesta decisão de não reconhecimento, a pena foi colocada equivocadamente em regime fechado, sendo que é semi-aberto.

A pena em primeira instância foi sentenciada pela juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet, após ter o repórter João Lippert denunciado a juíza na Corregedoria Geral da Justiça por ter abandonado a sala de audiência durante depoimento das partes. A condenação foi vingança e possivelmente venda de sentença. Uma pena incabível, inaceitável e abusiva em um processo que já estava prescrito. Uma pena com base na denúncia feita pela repórter João Lippert por ter sofrido uma extorsão mediante sequestro. Crime este que nunca foi investigado e mesmo assim, procederam com condenação contra o repórter por denúncia caluniosa. Isto é inadmissível. Não é assim que funciona a Constituição Federal Brasileira.

De outro lado, é possível que alguns juízes, juízas, desembargadores, promotoras públicas e juízes aposentados, representados na Corregedoria pelo repórter João Lippert, bem como alguns defensores públicos do Tribunal de Justiça de Porto Alegre que não atenderam o repórter nem pessoalmente nem via telefone, ou mesmo ox ex-reitores da Ulbra indiciados por vários crimes sendo o ex-reitor Ruben Eugen Becker apontado por um delegado federal como possível chefe de quadrilha, possam ter pressionado ou estarem pressionando o ministro Jorge Mussi em Brasília, no sentido de manter a condenação indevida contra o repórter João Lippert.

Em relação a isto, diz o repórter João Lippert. “Se esta condenação indevida for mantida, obrigando-me a cumprir uma pena mesmo inocente, vou ingressar imediatamente com pedido de revisão criminal no processo. Porém, já tenho informações de fonte segura que poderei ser assassinado no instituto penal. Uma briga de apenados na hora do sol, por exemplo. No entanto, quero ver onde vão conseguir dinheiro para pagar indenização aos meus filhos e minha esposa. Neste sentido, estando em um plano espiritual, vou até o inferno, para onde me mandou ir o hoje ex-juiz Fábio Koff Júnior, para bloquear a vida destes senhores, seus familiares e amigos, que tanto mal nos fizeram. Protejam-se contra picadas de mosquitos.”

A Televisão TVS está acompanhando caso a caso!

Clique aqui e leia o relato do sequestro.

Clique aqui e veja a denúncia do sequestro.


Clique aqui e veja o laudo.


Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.


Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha.


Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.


Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.

EDITANDO VÍDEO


Canoas, 15 de maio de 2019.
(Atualização em 16/05/2019)

VIA SACRA DE JOÃO LIPPERT PARA AUDIÊNCIA SEM CONCILIAÇÃO

A audiência de conciliação com a Universidade Feevale e o repórter João Lippert aconteceu no dia 14 de maio de 2019. O atual reitor da Feevale, Cleber Prodanov, autor na ação, não compareceu para a audiência de conciliação, somente dois advogados. Sem conciliação, nova audiência será agendada. Caso para a próxima audiência o reitor da Feevale seja intimado e novamente não compareça, será requerida a condução do mesmo.

De outro lado, houve duas tentativas de interferência na audiência.

A PRIMEIRA TENTATIVA
Tentaram impedir que o repórter João Lippert participasse da audiência, para ser alegado que o mesmo não compareceu. Às 16hs05 o repórter João Lippert chegou ao Foro de Canoas para a audiência das 16hs30, acompanhado de sua esposa Dionéia da Rosa e sua filha Chiara Lippert. Ao dirigirem-se para à sala de audiência da 4ª Vara Cível, o repórter foi informado por uma funcionária que a audiência seria no 3º andar na sala 330. Contudo, ao chegar no local indicado, uma funcionária informou ao repórter que a audiência seria no subsolo e que era para ele ir até o subsolo e aguardar ser chamado. Ao chegar no subsolo, o repórter João Lippert se informou com a telefonista do Foro, que tem sua sala no subsolo, e a mesma informou ao repórter que o mesmo deveria aguardar ali mesmo no corredor até ser chamado. O repórter João Lippert aguardou no corredor do subsolo por aproximadamente vinte minutos, até que começaram a chamar as partes de uma audiência das 16hs e uma funcionária perguntou ao repórter se ele era João Lippert e assim informou que a audiência do repórter era em outra sala do subsolo e o levou até a referida sala. Chegando lá, a funcionária viu que não haveria nenhuma audiência ali e disse que a audiência era no 3º andar na sala 330. Com isto, o repórter atrasou-se em cerca de meia hora para a audiência e comunicou todo este ocorrido à conciliadora.

A SEGUNDA TENTATIVA
Apensar do reitor da Feevale Cleber Prodanov não ter comparecido na audiência, seus advogados queriam que a conciliadora colocasse no termo de audiência que o reitor se fez presente. Com isto, o repórter João Lippert alegou que o reitor não se fazia presente e, portanto, não poderia constar no documento que o mesmo estava. Os advogados do Google também se manifestaram neste sentido. Assim, a conciliadora refez o termo de audiência colocando que o reitor da Feevale Cleber Prodanov não compareceu, mas esteva representado por seus advogados Dr. Victor Lazaro Frietzen Junior e Dra. Ramona Rangel de Souza.

São suspeitos das tentativas de interferência: a Universidade Feevale, seu atual reitor Cleber Prodanov, seu ex-reitor Lauro Tisher, os advogados da Feevale e do reitor Dr. Victor Lazaro Frietzen Junior e Dra. Ramona Rangel de Souza, o ex-juiz Fábio Koff Júnior, o ex-advogado da Ulbra Domingos Moreira Góes, os ex-reitores da Ulbra Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, Pedro da Silva Reis, a promotora Fernanda Ruttke Dillenburg, a juíza que condenou o repórter indevidamente e com pena abusiva Patrícia Pereira Krebs Tonet, a juíza Marilena Mello Gonçalves que afirmou que todas as denúncias do repórter João Lippert foram infundadas e ainda absolveu Heleno da Rosa Pinheiro em um processo criminal por ameaça contra o repórter João Lippert, pessoa àquela que era agente penitenciário e já havia sido condenado por cumplicidade com assaltantes.

Também são suspeitos de interferênciana "Via Sacra do repórter João Lippert no Foro de Canoas", alguns familiares da locadora da atual sede da Televisão TVS, que moveu duas ações de despejo indevidas contra a Televisão TVS e contra o repórter João Lippert, bem como o advogado da mesma, Dr. Leonardo Paludo, que em sala de audiência foi desrespeitoso falando muito alto para com a vice-presidente da Televisão TVS Bruna Dartora.

A Televisão TVS está acompanhando o caso!


Canoas, 13 de maio de 2019.

“Amanhã, dia 14/05/2019 às 16hs30 no Foro de Canoas, vou me encontrar em sala de audiência com alguns dos homens que mandaram destruir a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo. A escola foi destruída por mais de oitenta vândalos, bandidos da pior espécie. Destruíram a pauladas e com picaretas um espaço sagrado de ensino. Deve estar em sala de audiência, advogados, o atual e o ex-reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov e Lauro Tisher, além de Domingos Moreira Góes e Tirone Lemos Michelin, homens que se uniram à Feevale para destruírem a escola. Mesmo sem te sido intimado para a audiência, sendo minha pessoa parte na ação, irei comparecer.” – João Lippert, presidente do Instituto IESES, da Fundação & Mantenedora TESES e da Televisão TVS.


Canoas, 12 de maio de 2019.

ALGUNS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA, ALÉM DE OUTRAS PESSOAS, TAMBÉM SÃO SUSPEITOS DE ESTAREM ENVOLVIDOS NO CRIME DE EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO DO REPÓRTER JOÃO LIPPERT, NA ÉPOCA DIRETOR GERAL DO INSTITUTO IESES, HOJE PRESIDENTE DA INSTITUIÇÃO.

Marli que era secretária de Volnei Lauermann Falckembach e trabalhava na central de laboratórios no prédio 01 da Ulbra em Canoas, Gilson e Edmilson, que eram técnicos na Ulbra, foram as pessoas que comunicaram João Lippert várias vezes que o mesmo tinha que assistir a uma palestra do então reitor Ruben Eugen Becker no evento em um salão da Ulbra com um pró-reitor de Portugal.

Naquele evento, Ruben Eugen Becker disse ao microfone: “Trouxeram-me uma notícia hoje que quase caí da cadeira. Temos um inimigo dentro da ULBRA. Para este inimigo da ULBRA eu peço. Que Deus tenha piedade e cuide dos nossos amigos. Porque dos nossos inimigos cuidamos nós.”

Aproximadamente uma semana antes do evento, João Lippert havia levado ao conhecimento da Vigilância Sanitária de Canoas, aos cuidados da diretora na época, Rosa Maria Groenwald, o vazamento de formol em um dos tanques de cadáveres humanos da Ulbra.

Entretanto, João Lippert não era um inimigo da Ulbra. João Lippert levou o caso ao conhecimento da Vigilância Sanitária por ser um caso de saúde pública que não havia sido solucionado pelos então reitores da Ulbra e pelo coordenador geral dos laboratórios Volnei, mesmo tendo João Lippert levado o caso ao conhecimento dos mesmos várias vezes durante seis meses antes de comunicar a Vigilância Sanitária. A contaminação de formol chegando ao lençol freático, poderia contaminar e até mesmo matar alunos e funcionários da Ulbra ou até mesmo os próprios reitores da universidade.

Após aquele evento e palavras de Ruben Eugen Becker, João Lippert foi demitido da Ulbra e foi publicado no Jornal de Gramado (veja aqui), que as fórmulas vendidas por João Lippert para a Ulbra eram falsas.

João Lippert ainda sofreu o crime de extorsão mediante sequestro, cometido pelo funcionário da Ulbra na época, Tirone Lemos Michelin, que apontou no ato do crime como mandantes, os reitores da Ulbra.

Em um processo criminal instaurado pelo Ministério Público Estadual de Canoas por ter João Lippert denunciado a extorsão mediante sequestro que sofreu, obrigaram o repórter João Lippert a realizar uma perícia médica no Instituto Psiquiátrico Forense. Naquele processo o Ministério Público colocou como vítimas o sequestrador e os mandantes do crime. O juiz que determinou a perícia foi Paulo de Tarso Carpena Lopes e a juíza que procedeu com sentença condenatória indevida, abusiva e sem investigação do crime foi Patrícia Pereira Krebs Tonet.

Cabe salientar, que além da Universidade Feevale, também podem ter se envolvidas com a Ulbra contra João Lippert, a Universidade Unisinos e a Universidade Uri, além do apicultor Adi Possato.

De outro lado, nesta semana, o repórter João Lippert deverá ir à Brasília para uma reunião com o ministro Jorge Mussi do Superior Tribunal de Justiça e outros ministros.


Canoas, 10 de maio de 2019.

O CONVÊNIO ENTRE A UNIVERSIDADE ULBRA E O MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL, FOI UMA PORTA DE ENTRADA PARA A ULBRA ESTAR DENTRO DO PODER JUDICIÁRIO E MONITORAR PROCESSOS DO REPÓRTER JOÃO LIPPERT!

O convênio entre a Universidade Ulbra e o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul foi firmado em novembro de 1999. O convênio foi assinado pelo Procurador Geral de Justiça na época Cláudio Barros Silva e por Pedro Menegat e Tirone Lemos Michelin representando a Ulbra/Celsp/CDT.

O convênio foi firmado dez meses após o crime de extorsão mediante sequestro sofrido pelo repórter João Lippert. Extorsão mediante sequestro cometida por Tirone Lemos Michelin, que apontou no ato do crime os então reitores da Ulbra como mandantes, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat. Leia o relato do sequestro NESTE LINK.

Este convênio confirma as palavras de Michelin no ato do sequestro, que afirmou que não adiantava João Lippert procurar a justiça, pois os então reitores tinham várias autoridades a seu favor. Este convênio confirma isto, pois todas as denúncias e comunicados do repórter João Lippert feitos ao Ministério Público Estadual foram sempre arquivadas e sem investigação, além de ter o repórter sido processado pelo Ministério Público Estadual trinta e seis vezes. Destes processos, trinta e quatro já estão arquivados, um com condenação indevida está com recurso no Tribunal de Justiça em Porto Alegre e outro está com recurso no Superior Tribunal de Justiça em Brasília.

Como se vê no convênio assinado nas cláusulas 01 e 02 e que pode ser acessado NESTE LINK, com o convênio a Ulbra passou a ter acesso ao Poder Judiciário, podendo assessorar o Ministério Público, interferir, analisar, averiguar e investigar ações públicas para instrução de processos, elaborar laudos técnicos após inspeção de objeto de perícia, indicar peritos ao Ministério Público, dar ciência ao Ministério Público de casos de violação de direitos coletivos, dar cursos e palestras.

Neste caso, juntando este convênio, as ameaças ditas por Michelin no ato da extorsão mediante sequestro, todos os boicotes que o repórter João Lippert e suas empresas sofreram desde 1998, os processos contra o repórter João Lippert, as condenações indevidas, a realização do laudo pericial do repórter no Instituto Psiquiátrico Forense, bem como o fato do ex-colega de trabalho de João Lippert, o técnico em dissecação de cadáveres da Ulbra, Gilson, ter dito a João Lippert que os reitores da Ulbra queriam assassinar João Lippert e levar o corpo para a Ulbra para dissecação, entende-se que o convênio entre a Ulbra e o Ministério Público Estadual também foi firmado para este propósito: para condenar o repórter João Lippert e o prender para poder assassiná-lo . Ainda segundo Gilson, o corpo do repórter seria transportado em uma ambulância branca de marca Chrevrolet, que a Ulbra costumava utilizar para buscar cadáveres em asilos e hospitais, e quem dirigiria a ambulância seria o técnico Edimilson. Gilson ainda alertou João Lippert para tomar cuidado, que teriam pessoas o vigiando.

Gilson, Edimilson, Volney que era coordenador dos laboratórios da Ulbra, os ex-reitores Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, além do ex-advogado da Ulbra Domingos Moreira Góes, deverão prestar esclarecimento à justiça.

Antes de ingressar na Ulbra em 1994, João Lippert tinha um laboratório em Gravataí na Fazenda Itacolomi onde coletava própolis, geléia real e apitoxina (veneno da abelha) e pesquisava um anestésico injetável à base de apitoxina para ser utilizado na área de odontologia. Após algumas matérias com as pesquisas de João Lippert serem divulgadas na RBS TV, SBT RS e Recordo RS, João Lippert foi visitado pelo pró-reitor de administração na Ulbra Pedro Menegat, e convidado a dar continuidade às suas pesquisas na Ulbra em Canoas. Para desocupar a Fazenda Itacolomi, onde a Ulbra queria implantar um campus, João Lippert aceitou ingressar na Ulbra e continuar suas pesquisas. A Ulbra adquiriu uma casa na Rua Peru 785 para João Lippert, mas nunca transferiu para o nome do mesmo, da qual João Lippert sofreu uma reintegração de posse fora de prazo e sem apresentação de mandato com força policial a mando por determinação do juiz na época Fábio Koff Júnior e cumprimento do juiz Paulo César Fillippon.

Todas estas informações e outras seriam passadas aos defensores públicos do Tribunal de Justiça em Porto Alegre que aturam em processo do repórter João Lippert, mas tais defensores nunca atenderam o repórter João Lippert, ficando o atendimento sempre na promessa. Os defensores também deverão prestar esclarecimentos à justiça.


Canoas, 09 de maio de 2019.

PEDIDO DE FALÊNCIA DA ULBRA E SUA MANTENEDORA AELBRA

Advogados do IESES – Instituto Educacional Sagrado Espírito Santo Ltda, através de seu presidente João Lippert e acionistas, devem requerer nas próximas semanas na justiça, a falência da ULBRA – Universidade Luterana do Brasil e de sua mantenedora AELBRA.


Canoas, 06 de maio de 2019.

DESAPARECIMENTO DE TIRONE LEMOS MICHELIN

Homem que cometeu o crime de extorsão mediante sequestro contra o repórter João Lippert em 23 de janeiro de 1999. Segundo informações de fonte segura, há mais de seis meses Tirone Lemos Michelin não aparece no lugar em que morava em Porto Alegre, The Place Studio, bem como não aparece na Grande Oriente Maçonaria, que costuma frequentar. Segundo matérias da imprensa, Michelin foi ministro de relações exteriores da Grande Oriente.

Também está desaparecido do Rio Grande do Sul, o sobrinho do repórter João Lippert, José Luís Lippert da Silva, que presenciou o crime de extorsão mediante sequestro em 1999 e posteriormente passou a trabalhar para a Ulbra TV e faltou com a verdade em depoimento na justiça.

As principais pessoas envolvidas no crime de extorsão mediante sequestro estão desaparecendo. Será que Tirone Lemos Michelin e José Luís Lippert da Silva finalmente iriam à justiça falar a verdade e por isto desapareceram com os mesmos? Assim sendo, como é que no STJ em Brasília, o ministro Jorge Mussi ou os ministros da turma, vão manter uma condenação indevida com pena abusiva contra João Lippert, em relação a um crime que nunca foi investigado?



Canoas, 04 de maio de 2019.
(Atualização em 05 de maio de 2019)

JÁ ESTÁ COMPROVADO: JUÍZA DEU VÁRIOS TIROS NOS PÉS
AGORA VOU ACERTAR AS CONTAS COM OS EX-REITORES DA ULBRA E COM TODOS QUE ME PREJUDICARAM

Dentro da verdadeira justiça do Brasil e na Constituição Federal Brasileira deverá ser julgada a juíza PATRÍCIA PEREIRA KREBS TONET por dar uma condenação abusiva. Em um processo já prescrito, Além do mais, o crime denunciado para investigação pelo repórter João Lippert NUNCA foi investigado, ou seja, a extorsão mediante sequestro que o mesmo sofreu em 23 de janeiro de 1999.

Neste caso, o repórter João Lippert não poderia nem mesmo ser condenado, porque no processo criminal contra o repórter não fora provado pelo Ministério Público Estadual que o mesmo fez uma denúncia caluniosa. O Ministério Público Estadual, através de algumas promotoras públicas, apenas alegou ter ocorrido investigação, mas não apresentou documentos da investigação, acareações, depoimentos do repórter João Lippert como vítima, depoimentos dos acusados na condição de réus. Em depoimentos à justiça, as supostas vítimas do Ministério Público confirmaram que nunca responderam inquérito policial ou processos em relação ao crime de extorsão mediante sequestro. Aliás, a denúncia para investigação feita por João Lippert foi arquivada em apenas sete dias do protocolo pela promotora FERNANDA RUTTKE DILLENBURG. Como o crime denunciado não foi investigado, o repórter João Lippert jamais poderia ter sido condenado, ainda mais com uma pena aumentada unicamente para que o processo não fosse considerado prescrito, pois já estava.

A juíza PATRÍCIA PEREIRA KREBS TONET, antes da referida sentença, foi representada pelo repórter João Lippert à Corregedoria Geral da Justiça do Rio Grande do Sul por ter abandonado sala de audiência quando as partes e testemunhas estavam depondo, além de outros atos indevidos cometido pela juíza em outro processo contra o repórter João Lippert. Processo este do qual o repórter já foi absolvido pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.

Portanto, além da suspeita de venda de sentença, a condenação também pode ter sido motivada por vingança em relação à representação da juíza da Corregedoria, embora tenha sido arquivada, bem como vingança em relação a outros magistrados, magistradas e promotoras públicas representadas pelo repórter João Lippert por atos indevidos, além de um grande “diz que me disse” entre autoridades do Judiciário e empresários de influência e poder econômico para comprar sentenças. Assim, tanto a instauração do inquérito policial quanto o ajuizamento da ação pública e posterior condenação do repórter João Lippert, foram baseadas em "diz que me disse" e não baseadas em provas fundamentadas.

E agora senhores?

Autoridades e não autoridades escolhidas “a dedo” pelos reitores da ULBRA na época, RUBEN EUGEN BECKER, LEANDRO EUGÊNIO BECKER e PEDRO MENEGAT, para agirem contra o repórter João Lippert.

DOMINGOS MOREIRA GÓES: advogado da Ulbra articulador de todos os crimes praticados contra alunos, contra o governo e contra o repórter João Lippert, ex-funcionário da Ulbra, diretor geral do IESES, hoje presidente da instituição. O advogado teria recebido promessas de altos salários da Ulbra para ser articulador das tramas dos na época ex-reitores da Ulbra. Entretanto, não teve tempo hábil para receber os altos salários. Domingos teria recebido somente um veículo novo.

FÁBIO KOFF JÚNIOR: o primeiro juiz a ter sido corrompido para ser o juiz articulador da quadrilha ou da máfia da Ulbra. Foi juiz da 1ª Vara Cível do Foro de Canoas e hoje está aposentado. Teria tido o apoio de seu pai, também juiz, Fábio André Koff, hoje falecido. Fábio Koff Júnior seria a juiz responsável por interferir junto a outros magistrados, promotoras públicas e até desembargadores contra o repórter João Lippert e, provavelmente, em outros casos de interesse dos na época reitores da Ulbra.

FERNANDA RUTTKE DILLENBURG: a primeira promotora pública corrompida para atuar em favor da quadrilha ou máfia da Ulbra. Atuou no Ministério Público Estadual de Gramado, onde permitiu colocar seu nome em uma matéria caluniosa do Jornal de Gramado contra João Lippert e o Instituto IESES, onde dentre diversas ofensas e calúnias, alegava que havia investigação contra João Lippert e o Instituto IESES, quando na verdade não havia nenhuma investigação. Após este feito, a promotora passou a atuar no Ministério Público Estadual de Canoas, onde arquivou todas as denúncias feitas pelo repórter João Lippert para investigação e ainda instaurou processo criminal contra o repórter por ter denunciado o crime de extorsão mediante sequestro que sofreu em 23 de janeiro de 1999. Provavelmente recebeu altos valores e promessas de altos cargos. O alto cargo a promotora não recebeu.

PAULO DE TARSO CARPENA LOPES: juiz que determinou que o repórter João Lippert realizasse perícia média no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre. Isto sem que o juiz ouvisse o repórter em depoimento e sem determinar acompanhamento médico devido o estado de saúde que se encontrava o repórter. O advogado nomeado para acompanhar João Lippert não apareceu para a perícia e alegou na OAB nunca ter sido intimado pelo juiz.

ANDRÉ REVERBEL FERNANDES: hoje é desembargador do TRT4 em Porto Alegre, mas quando juiz do trabalho em Sapucaia do Sul, embargou e fechou a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, pouco tempo após João Lippert ter sofrido a extorsão mediante sequestro. Razão pela qual André Reverbel Fernandes é suspeito de envolvimento no crime.

IVANISE MACIEL DECKMANN: defensora pública que ao invés de defender o repórter João Lippert, agiu contra o mesmo, tentando desestabilizá-lo, ofendendo-o e gritando com o mesmo, alegando que o juiz Fábio Koff Júnior nunca havia telefonado e o ameaçado, dentre outras alegações descabidas. Segundo a defensora, a mesma havia sido nomeada pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg para atuar no processo, o que por Lei não poderia, pois somente quem nomeia defensores é o magistrado. Ivanise Maciel Deckmann teria recebido promessas de altos cargos no Judiciário. No entanto, não chegou a ganhar o alto cargo, pois continua como defensora pública em Canoas.

TIRONE LEMOS MICHELIN: pessoa que sequestrou João Lippert em 1999 para fazer exigências e ameaças, que o mesmo afirmou serem dos reitores da Ulbra na época. Michelin trabalhou para a Ulbra como procurador ou negociador e foi governador do Rotary Clube Distrito 4680. Cargo este possivelmente comprado pelos reitores da Ulbra para tentar fugir do crime de extorsão mediante sequestro. Michelin também foi ministro de relações exteriores do Grande Oriente (loja maçônica). Alguns dias antes da destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo, Michelin e Domingos estiveram na escola e Michelin fez sinal de que voltaria depois. Dias depois a escola foi totalmente destruída.

Tirone Lemos Michelin respondeu e ainda responde ações na justiça, tendo sido condenado em algumas delas. Michelin responde processo de cobrança em Porto Alegre (001/1.17.0130955-7), processo de execução fiscal (001/1.18.0034949-2), ação indenizatória no Foro de Canoas (008/1.13.0007068-0), ação ordinária juntamente com a Ulbra na Justiça Federal Seção Judiciária de São Paulo (0001353-35.1999.4.03.6000) e execução fiscal na Vara Federal no Rio de Janeiro (0518151-36.2010.4.02.5101).

CLIQUE AQUI E VEJA AS MATÉRIAS SOBRE OS CRIMES E CONDENAÇÕES DE TIRONE LEMOS MICHELIN

VOLNEY LAUERMANN FALCKENBACH: coordenador geral dos laboratórios da Ulbra na época, que desviava soro fisiológico da Basa de Caxias do Sul. Volney teria sido demitido da Ulbra, não pelo desvio do soro, mas por ter chamado o pró-reitor de administração da Ulbra na época, Pedro Menegat, de “cagão”, mas recuperaria o cargo caso seguisse os passos de João Lippert para descobrir tudo sobre o Instituto IESES.

JOÃO ROSADO MALDONADO: pessoa que seguia os passos de João Lippert para saber tudo sobre o Instituto IESES. Para tal, João Rosado Maldonado usava a desculpa de querer instalar um restaurante dentro da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul. João Rosado Maldonado, inclusive, ligou de seu celular para o reitor da Ulbra na época, na presença do filho de Maldonado, e João Lippert falou com Ruben Eugen Becker a respeito da extorsão mediante sequestro. Becker alegou que estava em Brasília e que ao retornar falaria com João Lippert, mas nunca entrou em contato.

Estas são somente algumas das pessoas e autoridades envolvidas pelos hoje ex-reitores da Ulbra para agirem contra o repórter João Lippert. Tinham os reitores na época, grande poder econômico e grande poder de influência. Hoje nem reitores são mais. O repórter João Lippert os denunciou em 2006 à Receita Federal por suspeita de crimes financeiros e após cerca de dois anos de investigação da Receita Federal e da Polícia Federal, foram descobertos vários crimes praticados pelos mesmos como lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, sonegação, corrupção no ensino e outros. Perderam a Ulbra.

Clique aqui e veja a denúncia na Receita Federal!
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Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat!


Canoas, 03 de maio de 2019.

NOTÍCIA DO DIA

O juiz do trabalho de Sapucaia do Sul André Reverbel Fernandes, hoje desembargador, pode ter determinado o embargo da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul a pedido do na época juiz Fábio Koff Júnior ou de seu pai, juiz aposentado Fábio André Koff, hoje falecido.
O desembargador Sérgio Grassi Beck é suspeito de ter determinado a incineração do processo 008/1.05.0000643-0 do repórter João Lippert contra a Ulbra a pedido do na época juiz Fábio Koff Júnior ou de seu pai, juiz aposentado Fábio André Koff, hoje falecido.
A juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet é suspeita de ter dado três sentenças condenatórias indevidas contra o repórter João Lippert, com aumento abusivo de pena para evitar prescrição, a pedido do ex-juiz Fábio Koff Júnior ou de seu pai, juiz aposentado Fábio André Koff, hoje falecido.

Fábio Koff Júnior e Fábio André Koff atendiam pedidos dos reitores da Ulbra, hoje ex-reitores, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, bem como o advogado da Ulbra Domingos Moreira Góes. Fábio Koff Júnior, quando juiz no Foro de Canoas, ameaçou o repórter João Lippert via telefone.

O juiz Paulo de Tarso Capena Lopes, que determinou que o repórter João Lippert realizasse perícia médica no Instituto Forense, disse para um advogado que haviam colocado ele em uma “fria”. O juiz deverá esclarecer na justiça suas palavras e apontar nomes. O advogado também deverá prestar esclarecimentos.

De outro lado, em relação ao Superior Tribunal de Justiça, após o protocolo do Agravo Regimental por parte da defesa do repórter João Lippert na data de ontem, 02/05/2019, hoje o processo está com o Ministério Público Federal.


Canoas, 02 de maio de 2019.

ÚLTIMO SUSPIRO
AGRAVO REGIMENTAL

Defensoria pública em Brasília protocolou nesta data, 02/05/2019 às 14hs47, no STJ - Superior Tribunal de Justiça, o Agravo Regimental em defesa do repórter João Lippert.

Em relação a isto, diz o repórter João Lippert: “Será que o ministro Jorge Mussi ou os ministros vão julgar o crime de extorsão mediante sequestro? Será que o ministro Jorge Mussi ou os ministros vão julgar a ameaça via telefone feita pelo juiz na época Fábio Koff Júnior? Será que o ministro Jorge Mussi ou os ministros vão julgar a reintegração de posse indevida determinada pelo na época juiz Fábio Koff Júnior? Será que o ministro Jorge Mussi ou os ministros vão julgar o embargo da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul feito pelo juiz André Reverbel Fernandes? Será que o ministro Jorge Mussi ou os ministros vão julgar a destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo? Será que o ministro Jorge Mussi ou os ministros vão julgar a incineração do meu processo? Será que o ministro Jorge Mussi ou os ministros vão julgar o aumento abusivo da pena indevida em um processo prescrito e sem investigação dos crimes? Será que o ministro Jorge Mussi ou os ministros vão reduzir a pena abusiva e determinar a prescrição do processo ou vão manter a condenação indevida?”


Canoas, 02 de maio de 2019.

QUEM É O MINISTRO DO STJ, JORGE MUSSI, RELATOR DO PROCESSO CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT?

CLIQUE AQUI PARA VER OS VÍDEOS

O CRIME DE EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO SOFRIDO E DENUNCIADO PELO REPÓRTER JOÃO LIPPERT PARA SER INVESTIGADO,
NUNCA FOI INVESTIGADO.

COMO É POSSÍVEL O REPÓRTER JOÃO LIPPERT SER CONDENADO POR DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA, SE O CRIME NÃO FOI INVESTIGADO?

COMO É POSSÍVEL SER MANTIDA UMA SENTENÇA CONDENATÓRIA INDEVIDA (POSSÍVEL VENDA DE SENTENÇA COMPRADA POR JUÍZES DENUNCIADOS) E AINDA COM PENA ABUSIVA, AUMENTADA PARA EVITAR A PRESCRIÇÃO DO PROCESSO?

MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL ALEGOU TER SIDO INVESTIGADO O CRIME, MAS NÃO HÁ QUALQUER DOCUMENTO COMPROBATÓRIO NOS AUTOS, PROVANDO ASSIM ESTAR ALGUNS MEMBROS DA INSTITUIÇÃO FALTANDO COM A VERDADE NA JUSTIÇA. ALGUNS MESES APÓS A EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO, O MINISTÉRIO PÚBLICO FEZ CONVÊNIO COM A ULBRA, PARA CONDENAR O REPÓRTER JOÃO LIPPERT. CLIQUE AQUI PARA VER O CONVÊNIO E QUEM ASSINOU

MANTENDO A CONDENAÇÃO INJUSTA, O REPÓRTER JOÃO LIPPERT NÃO PODERÁ CONCORRER À PREFEITURA DE CANOAS EM 2020, COMO HAVIA ANUNCIADO.


Canoas, 26 de abril de 2019.

QUEM É O MINISTRO JORGE MUSSI, RELATOR DO PROCESSO CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT?


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DEFENSORES DO REPÓRTER JOÃO LIPPERT TEM DEZ DIAS PARA PROTOCOLAR NOVO RECURSO PARA SER ANALISADO PELO RELATOR OU PELA TURMA DE MINISTROS.

ESTE PROCESSO RESPONDE O REPÓRTER JOÃO LIPPERT POR TER DENUNCIADO AO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL DE CANOAS PARA INVESTIGAÇÃO, A EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO QUE SOFREU EM 23 DE JANEIRO DE 1999. CRIME PRATICADO POR TIRONE LEMOS MICHELIN, QUE APONTOU NO ATO DO CRIME COMO MANDANTES OS REITORES DA ULBRA NA ÉPOCA, RUBEN EUGEN BECKER, LEANDOR EUGÊNIO BECKER E PEDRO MENEGAT. O CRIME NUNCA FOI INVESTIGADO PELO MINSTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL, NEM POR NENHUM OUTRO ÓRGÃO DA JUSTIÇA. MESMO ASSIM, O REPÓRTER JOÃO LIPPERT FOI PROCESSADO E CONDENADO EM PRIMEIRA INSTÂNCIA, COM SENTENÇA MANTIDA NA SEGUNDA INSTÂNCIA.


Canoas, 26 de abril de 2019.

OPS...

Em despacho, ministro do STJ, Jorge Mussi, equivocou-se em relação à pena – indevida - do repórter João Lippert. Nos próximos dias será protocolado recurso pela defesa de João Lippert, onde a pena deverá ser alterada.

Segundo informações da defesa, a pena do repórter João Lippert no primeiro grau, foi aumentada com base apenas em “diz que me disse” e não em provas concretas para tal. Entende-se que foi um “diz que me disse” de algumas autoridades do Judiciário e do Ministério Público Estadual, bem como das supostas vítimas, seus cúmplices e outros.

Cabe salientar, que a juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet já havia sido representada pelo repórter João Lippert na Corregedoria Geral da Justiça e no Conselho Nacional de Justiça, quando deu esta sentença indevida contra o repórter, quando o processo já estava prescrito.

O repórter João Lippert tem conhecimento de que o STJ trata apenas da pena e não do mérito do processo, porém, cabe salientar que o crime de extorsão mediante sequestro sofrido e denunciado pelo repórter João Lippert NUNCA foi investigado. Assim como também NUNCA foi investigada a ameaça feita via telefone pelo na época Fábio Koff Júnior ao repórter, tão pouco a reintegração de posse indevida da residência de João Lippert, o impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha, o embargo da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul, destruição total da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo e o impedimento da implantação do Templo TESES em Gramado.

Neste caso, não é cabível condenar alguém sem que o crime em questão tenha sido devidamente investigado e apresentadas provas. E foi para ser investigado, que o repórter João Lippert fez suas denúncias ao Ministério Público e outros órgãos da justiça.

A Televisão TVS está acompanhando o caso.


Canoas, 25 de abril de 2019.

MINISTRO DO STJ, JORGE MUSSI, ALÉM DE DESCONHECER O RECURSO DO REPÓRTER JOÃO LIPPERT, AINDA COLOCOU A PENA ERRADA EM SEU ACÓRDÃO.

FOI UM GRAVÍSSIMO ERRO OU FOI PROPOSITAL?

JORGE MUSSI FOI UM DOS MINISTROS QUE VOTOU A FAVOR DA REDUÇÃO DE PENA DO EX-PRESIDENTE LULA.


Canoas, 22 de abril de 2019.

PENÚLTIMO SUSPIRO

Em relação ao processo criminal que responde o repórter e presidente da TVS João Lippert, por ter denunciado à justiça a extorsão mediante sequestro que sofreu em 23 de janeiro de 1999, amanhã, dia 23 de abril de 2019, o defensor público que atua na defesa de João Lippert no Superior Tribunal de Justiça em Brasília, terá acesso ao teor completo da decisão monocromática do ministro Jorge Mussi e será ingressado com todos os recursos cabíveis.

O repórter João Lippert trabalhou na Ulbra – Universidade Luterana do Brasil em Canoas como pesquisador nas áreas humana e veterinária de 1994 a 1998. Após divergências pelos procedimentos da administração da Ulbra na época, João Lippert pediu demissão cerca de dez vezes e somente em 1998 foi demitido sem justa causa, deixando mais setenta mil pessoas sem os produtos naturais que eram produzidos no laboratório apícola da Ulbra sob responsabilidade de João Lippert.

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Em 1996 no Japão, João Lippert havia recebido proposta para administrar no Brasil, o IESES – Instituto Educacional Sagrado Espírito Santo e na época, por estar trabalhando na Ulbra, recusou a proposta.

Deste modo, ao sair da Ulbra, João Lippert entrou em contato com aqueles senhores e passou a administrar o Instituto IESES como diretor geral no Brasil. Hoje, através de alteração contratual em tramitação, João Lippert passou a ser presidente da instituição.

Entretanto, o IESES teve impedida a implantação da Universidade IESES em Glorinha com envolvimento do prefeito Darci Lima da Rosa, teve a Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul embargada e fechada pelo juiz do trabalho de Sapucaia do Sul André Reverbel Fernandes – hoje desembargador no TRT4 em Porto Alegre, e teve a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo totalmente destruída cerca de cinco dias após uma reunião em Novo Hamburgo agendada pelo advogado na época da Ulbra Domingos Moreira Góes e três advogados da Universidade Feevale que exigiram a paralização das obras da escola em no máximo doze horas e caso contrário outras medidas seriam tomadas.

Pouco tempo antes do embargo da escola em Sapucaia do Sul, João Lippert sofreu o crime de extorsão mediante sequestro em 23 de janeiro de 1999. O crime foi cometido por Tirone Lemos Michelin, pessoa que trabalhava para a Ulbra. Dentre as ameaças e exigências feitas pelo sequestrador, o mesmo apontou como mandantes do crime os reitores da Ulbra na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat e afirmou que os então reitores não permitiriam a implantação do Instituto IESES. Michelin ainda disse que a Ulbra era uma máfia internacional e que faziam gente desaparecer. Michelin exigiu que João Lippert e sua família desocupassem a casa em que residiam, que deveria ter sido passada pela Ulbra para o nome de João Lippert, mas a Ulbra não o fez. Michelin exigiu a devolução para a Ulbra de todas as fitas VHS gravadas por João Lippert com as pesquisas feitas pelo mesmo dentro da Ulbra. Michelin exigiu a devolução para a Ulbra da quantia de R$ 50 mil reais, paga a João Lippert pela Ulbra pelas fórmulas naturais desenvolvidas por João Lippert com princípios ativos de própolis, geléia real e apitoxina (veneno da abelha). Michelin disse que não adiantava João Lippert procurar a justiça para denunciar o crime, pois os reitores tinham várias autoridades prontas para não darem andamento a qualquer denúncia de João Lippert.

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Confirmando as exigências feitas no ato da extorsão mediante sequestro, como João Lippert não cedeu às mesmas, a Ulbra tentou cobrar na justiça o valor exigido no sequestro mais juros e correção monetária de dez anos no processo nº 008/1.05.0000643-0, conseguiu através de reintegração de posse retirar João Lippert e sua família do imóvel a Rua Peru 785 em Canoas, impediu a implantação das Unidades de Ensino IESES Sapucaia do Sul e Novo Hamburgo e manteve uma implacável perseguição com boicotes a qualquer negócio que João Lippert tentasse realizar, como o show de Zezé Di Camargo & Luciano e implantação do Templo TESES em Gramado, onde cheques de acionistas da Fundação & Mantenedora TESES nunca foram devolvidos, sendo suspeitos de terem ficado com os cheques Pedro da Silva Reis, Domingos Moreira Góes e Leandro Eugênio Becker.

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Cansado de tantos boicotes que continuaram desde o sequestro, em 2006 João Lippert denunciou o crime de sequestro que sofreu ao Ministério Público Estadual de Canoas. A denúncia ficou aos cuidados da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, que em apenas sete dias do protocolo arquivou a denúncia e ainda instaurou processo criminal contra João Lippert por denunciação caluniosa, SEM QUE TIVESSE HAVIDO QUALQUER INVESTIGAÇÃO DO CRIME. Também estava aos cuidados da promotora a denúncia contra o na época juiz Fábio Koff Júnior pelo abuso de autoridade, intimidação e ameaça que cometeu via telefone contra João Lippert, usando o telefone do Foro de Canoas, quando o juiz era julgador de um processo que João Lippert era autor. A denúncia também foi arquivada e juntada ao processo contra João Lippert e da mesma forma SEM QUE TIVESSE HAVIDO QUALQUER INVESTIGAÇÃO DO CRIME. Também NÃO FOI INVESTIGADO o embargo da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul feita pelo juiz e hoje desembargador André Reverbel Fernandes, nem a destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo com envolvimento da Ulbra e da Feevale. João Rosado Maldonado, ex-vice-presidente da Celsp, mantenedora da Ulbra, disse a João Lippert que o reitor Ruben Eugen Becker havia “PASSADO UMA RASTEIRA” em João Lippert em Sapucaia do Sul.

Após mais de onze anos de tramitação do processo sem que o crime de extorsão mediante sequestro tenha sido investigado, tendo sido João Lippert obrigado ainda a realizar um laudo forense no decurso, que apontou ser João Lippert plenamente capaz de seus atos, a juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet condenou o repórter João Lippert aumentando absurdamente a pena para evitar a prescrição do processo, que estava prescrito há cerca de seis meses. ISTO SEM QUALQUER PROVA CONTRA JOÃO LIPPERT, POIS PARA PROVAR QUE AS DENÚNCIAS FEITA PELO MESMO ERA CALUNIOSA, OS CRIMES DENUNCIADOS PELO REPÓRTER TERIAM QUE TER SIDO INVESTIGADOS E COMPROVADOS QUE NÃO ACONTECERAM. MAS AS INVESTIGAÇÕES NUNCA FORAM FEITAS E COM ISTO FALTOU COM A VERDADE NA JUSTIÇA O MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL, POIS ATRAVÉS DE SEUS PROMOTORES ALEGOU TER SIDO TUDO INVESTIGADO, MESMO SEM QUALQUER DOCUMENTAÇÃO NO PROCESSO QUE COMPROVASSE A INVESTIGAÇÃO. De outro lado, quando procedeu com a sentença, a juíza já havia sido representada por João Lippert à Corregedoria Geral da Justiça em Porto Alegre e ao Conselho Nacional de Justiça em Brasília por maus procedimentos em outro processo contra João Lippert, como por exemplo abandono de sala de audiência durante depoimentos. Assim, além da suspeita de venda de sentença, a juíza agiu por VINGANÇA por ter sido denunciada.

Infelizmente os desembargadores Rogério Gesta Leal, Newton Brasil de Leão, Júlio César Finger e Almir Porto da Rocha Filho, se uniram a esta perseguição contra o repórter João Lippert e mantiveram a condenação indevida da juíza. Após tentativas de impedimento de que recurso da defesa de João Lippert fosse encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça em Brasília, após Agravo, o processo foi remetido ao STJ. Porém, o ministro relator Jorge Mussi, como já dito em outra notícia, negou o recurso. Agora, serão ingressados com todos os demais recursos cabíveis. Suspeita-se que as autoridades envolvidas neste caso, como magistrados e desembargadores, tenham pressionado o ministro assim como fizeram no Instituto Psiquiátrico Forense em Porto Alegre. Quando o repórter João Lippert realizava a perícia médica, um dos peritos relatou que autoridades estavam ligando para os médicos e os pressionando, alegando que o repórter era insano. Porém, os médicos foram íntegros e corretos e atestaram que João Lippert é plenamente capaz de seus atos.

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Por fim, diz o repórter João Lippert. “SE FOR MANTIDA ESTA CONDENAÇÃO INDEVIDA, FORJADA, VINGATIVA E COMPRADA, VOU CUMPRIR A PENA. PORÉM, NÃO VOU SOZINHO. VOU INGRESSAR COM REVISÃO CRIMINAL. TERÃO QUE INVESTIGAR OS CRIMES. SENTENÇA ESTA POSSIVELMENTE COMPRADA PELOS HOJE EX-REITORES DA ULBRA, QUE DENUNCIEI À RECEITA FEDERAL EM 2006 POR LAVAGEM DE DINHEIRO E OUTROS CRIMES E PERDERAM A UNIVERSIDADE ULBRA, OU PELO EX-JUIZ FÁBIO KOFF JÚNIOR OU SEU PAI, HOJE FALECIDO, FÁBIO ANDRÉ KOFF OU PELO DESEMBARGADOR DO TRABALHO ANDRÉ REVERBEL FERNANDES OU AINDA PELO DESEMBARGADOR SÉRGIO GRASSI BECK, SUSPEITO DE MANDAR INCINERAR MEU PROCESSO CONTRA A ULBRA. ENTRETANTO, SE MANTIVEREM ESTA CONDENAÇÃO INDEVIDA, ME SENTIREI SEQUESTRADO DOS MEUS DIREITOS PELA JUSTIÇA BRASILEIRA E PODERÃO FAZER ISTO PARA QUE EU NÃO POSSA CONCORRER A PREFEITO DE CANOAS EM 2020.”

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