NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES


17 de fevereiro de 2020

ESCÂNDALO NO JUDICIÁRIO

Por que alguns juízes de primeira instância tentaram prejudicar o repórter João Lippert e alguns desembargadores e ministros mantiveram a condenação injusta do repórter João Lippert?

Por que a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg permitiu publicar seu nome em uma matéria caluniosa e difamatória no Jornal de Gramado contra o repórter João Lippert? Por que a mesma promotora não investigou o crime de extorsão mediante sequestro sofrido pelo repórter João Lippert e ainda o processou por denunciação caluniosa?

Qual a razão de o juiz criminal Paulo de Tarso Carpena Lopes ter requerido perícia médica no Instituto Psiquiátrico Forense do repórter João Lippert?

Por qual razão a juíza Patrícia Krebs Tonet condenou o repórter João Lippert, mesmo sendo o mesmo inocente e mesmo o crime de extorsão mediante sequestro nunca ter sido investigado?

Resposta para todas as perguntas acima: QUEIMA DE ARQUIVO E EM PROTEÇÃO ÀS AUTORIDADES DENUNCIADAS PELO REPÓRTER JOÃO LIPPERT COMO O EX-JUIZ FÁBIO KOFF JÚNIOR, DA QUAL A DENÚNCIA FOI ARQUIVADA PELO JUZ CORREGEDOR LUCIANO ANDRÉ LOSEKANN, QUE APÓS ISTO FOI PROMOVIDO AO CNJ; BEM COMO EM PROTEÇÃO AO HOJE EX-REITORES DA ULBRA, RUBEN EUGEN BECKER, LEANDRO EUGÊNIO BECKER E PEDRO MENEGAT, E O SEQUESTRADOR TIRONE LEMOS MICHELIN

Desta forma, praticamente todas as autoridades denunciadas pelo repórter João Lippert, além de universidades como a Feevale, são suspeitas de saberem de alguma forma de todos os crimes cometidos a mando dos ex-reitores da ULBRA contra o repórter João Lippert e também sobre os outros crimes cometidos pelos ex-reitores, como o roubo de recursos da União, o não pagamento de funcionários da ULBRA e de empréstimos bancários somando aproximadamente R$ 2 bilhões.

E POR QUE OS NA ÉPOCA REITORES DA ULBRA FORAM DENUNCIADO NA RECEITA FEDERAL?

EDITANDO VÍDEO



14 de fevereiro de 2020

Advogados, promotoras públicas, magistrados, delegados e ex-delegados e outras autoridades, empresários e outras pessoas que causaram danos morais e financeiros ao repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, além de cometerem crimes contra o mesmo como difamações e ameaças, todos são suspeitos de conivência com o crime de extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert e que foi cometido por Tirone Lemos Michelin que apontou os na época reitores da ULBRA como mandantes, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat; bem como todos suspeitos de conivência com o impedimento da implantação da Universidade IESES em Glorinha, impedimento da implantação da Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul e Gramado e destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo. O crime de extorsão mediante sequestro nunca foi investigado e nunca foi provado onde estava Tirone Lemos Michelin no dia do crime: 23 de janeiro de 1999.



06 de fevereiro de 2020

A Televisão TVS enviou 12 mil e-mails para o Exterior, para empresas, órgãos governamentais, órgãos da justiça e instituições de ensino em relação à comprovação da não investigação do crime de extorsão mediante sequestro que sofreu o repórter João Lippert em 1999, cometido por Tirone Lemos Michelin, segundo o próprio a mando dos reitores da ULBRA Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat com envolvimento do advogado da ULBRA na época Domingos Moreira Góes, da qual a denúncia foi arquivada em apenas sete dias pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg; em relação à condenação indevida feita pela juíza Patrícia Krebs Tonet contra o repórter por denunciação caluniosa sem que nunca tenha havido a investigação do crime; bem como em relação à matéria caluniosa publicada pelo Jornal de Gramado contra João Lippert e o Instituto IESES sem qualquer investigação, tendo o nome da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg na matéria para dar credibilidade às falsas acusações. Documentos oficias da Delegacia de Gramado de da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas confirmam a inexistência de investigações.
A sentença da juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet foi comprada pelo hoje ex-reitores da ULBRA, como uma vingança contra o repórter João Lippert pela denúncia que o mesmo fez contra a ULBRA e os então reitores na Receita Federal por suspeita de crimes financeiros.

Algumas pessoas que residem próximas à atual sede da Televisão TVS em Canoas, com a falsa matéria publicada pelo Jornal de Gramado em mãos, passaram a ofender e ameaçar o repórter João Lippert e até mesmo destruir patrimônios da Televisão TVS.

AGORA TUDO SERÁ RESOLVIDO NA JUSTIÇA!



03 de fevereiro de 2020

APÓS 22 ANOS de perseguições, agonia e sofrimento, finalmente advogados do repórter João Lippert ingressam na justiça com pedidos de prisões preventivas contra os ex-reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, bem como contra Tirone Lemos Michelin, pelo crime de extorsão meditante sequestro.
Outras dez pessoas estão envolvidas.



31 de janeiro de 2020

MAIS E-MAILS PARA EMPRESAS, ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS E ÓRGÃOS DA JUSTIÇA DO EXTERIOR!

Cidade do Porto e Lisboa em Portugal receberam na madrugada de 31/01/2020, 2.000 e-mails em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada no Jornal de Gramado contra o repórter João Lippert e em relação a não investigação do crime de extorsão mediante sequestro. Da mesma forma, para a Espanha foram enviados 1.000 e-mails.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação

Clique e veja documento da 3ª Delegacia de Canoas que comprova não ter Inquérito e investigação sobre o crime de extorsão mediante sequestro

Na matéria caluniosa publicada no Jornal de Gramado, com amparo da promotora púbica Fernanda Ruttke Dillenburg, além de taxarem o repórter João Lippert de estelionatário sem qualquer prova e sem qualquer investigação, afirmaram que centenas de pessoas haviam sido prejudicadas, das quais não constam os nomes, até um senhor paulista que locou um espaço para fazer cópias na Unidade de Ensino IESES Sapucaia do Sul dando R$ 5 mil reais para garantir a locação. Porém, diferente do que alegam falsamente na matéria, quando a escola foi indevidamente embargada e fechada pelo juiz do trabalho na época de Sapucaia do Sul, André Reverbel Fernandes, o valor total foi devolvido àquele senhor.

A matéria foi para desmoralizar o repórter João Lippert e o Instituto IESES, para assim impedir a implantação da instituição no Brasil.

Primeiramente impediram a implantação da Universidade IESES em Glorinha, envolvendo o prefeito daquela cidade Darci Lima da Rosa e um suposto diretor do Jornal Correio do Povo na época.

A Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo foi totalmente destruída por cerca de oitenta homens, a golpes de picaretas e marretas.

Tudo envolvendo os na época reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, bem como o sequestrador Tirone Lemos Michelin, o advogado da ULBRA na época Domingos Moreira Góes, a Universidade Feevale, além de outras duas universidades no Rio Grande do Sul e até mesmo autoridades.

De outro lado, cabe salientar que o sequestrador Tirone Lemos Michelin nunca compareceu em audiência com o repórter João Lippert. Na audiência que aconteceu no dia 12/04/2018 no Foro de Canoas, João Lippert havia comunicado à juíza Marise Moreira Bortowski que Michelin não iria comparecer na audiência e requereu condução do mesmo. A juíza ignorou e o que aconteceu é que Michelin novamente não compareceu.

Em audiência no Foro de Porto Alegre, em relação ao processo criminal contra o repórter João Lippert por ter denunciado o que o crime de extorsão mediante sequestro que sofreu e nunca foi investigado, a juíza criminal de Porto Alegre naquela audiência, que também não compareceu Michelin nem seu procurador, a mesma foi ofensiva com o repórter João Lippert, dizendo que o mesmo acabaria preso se continuasse com “essas ideias mirabolantes”.

Ainda em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado, além dos na época reitores da ULBRA, da promotora Fernanda Ruttke Dillenburg e da defensora Ivanise Maciel Deckmann, são suspeitos de terem formatado a matéria os advogados Domingos Moreira Góes e os advogados Ivo Ravanello, Elizon D'Aquino Costa, Augusto César Cardoso, Clóvis Voese, Pedro da Silva Reis e Marina Reis Melara. Todos ainda são suspeitos de terem ficado com o cheque emitido para pagamento do show de Zezé Di Camargo & Luciano, da mídia na Rádio Pop Rock de Gramado e com os três cheques para pagamento de uma área de terra em Gramado onde seria implantado o Templo TESES.



30 de janeiro de 2020

Ministro Joel Ilan Paciornik da 4ª Câmara Criminal do STJ em Brasília, considerou abusivo e sem fundamento o aumento da pena em processo criminal contra o repórter João Lippert, instaurado pelo Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, através da promotora pública Lisandra Demari. A condenação indevida foi feita pela juíza do Foro de Canoas Patrícia Krebs Tonet.

Diz o repórter João Lippert. “Neste caso, como em outros, ou a juíza sofre de problemas mentais ou é criminosa.”



28 de janeiro de 2020

ALGUÉM FEZ XIXI, COCÔ, VOMITOU E CUSPIU FORA DO VASO SANITÁRIO DA JUSTIÇA E AGORA ALGUÉM VAI TER QUE LIMPAR ESSA PORCARIA TODA

O repórter João Manoel Lippert e seus familiares deverão receber a maior indenização já paga pelo Estado do Rio Grande do Sul, além de outras indenizações de particulares.

De outro lado, para o Estado da Flórida nos Estados Unidos, a Televisão TVS já enviou mil e-mails nesta madrugada do dia 28/01/2020, também em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada no Jornal de Gramado contra o repórter João Lippert e o Instituto IESES e em relação a não investigação do crime de extorsão mediante sequestro que sofreu João Lippert. E mesmo sem qualquer investigação, o repórter João Lippert foi acusado de denunciação caluniosa e condenado injustamente pela juíza Patrícia Krebs Tonet, baseando-se apenas em falsos depoimentos. Ambos os casos iniciados pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg e pelos hoje ex-reitores da ULBRA, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, além de outros cúmplices e coniventes.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação

Clique e veja documento da 3ª Delegacia de Canoas que comprova não ter Inquérito e investigação sobre o crime de extorsão mediante sequestro

Tudo para desmoralizar João Lippert e impedir a implantação do Instituto IESES no Brasil.

Ainda está envolvido o Banco ABN Amro, a Universidade Feevale e outras duas universidades no Rio Grande do Sul, servidores do município de Glorinha e do Jornal do Correio do Povo em 1999, a defensora pública Ivanise Maciel Deckmann, o advogado na época da ULBRA Domingos Moreira Góes e os advogados Ivo Ravanello, Elizon D'Aquino Costa, Augusto César Cardoso, Clóvis Voese, Pedro da Silva Reis e Marina Reis Melara, proprietários de imóveis em Canoas que moveram ações indevidas de despejo contra o repórter João Lippert e a Televisão TVS, além de outras pessoas, empresas e autoridades.

Além do boicote ao Instituto IESES, também não queriam a Televisão TVS em Canoas e muitos boicotes foram feitos contra a empresa, sendo a própria Prefeitura de Canoas uma das suspeitas de envolvimento, além de ameaças até mesmo de morte contra o repórter João Lippert.

Advogados da fundação que suportaria o custo das obras do Instituto IESES no Brasil, já formataram processos indenizatórios e criminais.

Em relação a isto, diz o repórter João Lippert: “Pode até ser que eu não esteja mais vivo até lá. Mas meus filhos, minha atual esposa e minha neta vão estar. Não se destrói uma família só porque os chefes da quadrilha não tiveram a capacidade para enfrentar uma concorrência no ensino. Os próprios federais apontaram Ruben Eugen Becker como chefe da quadrilha, indiciado pela Polícia Federal por vários crimes e condenado em primeira instância a 5 anos e 3 meses de prisão em regime semiaberto juntamente com sua filha Ana Becker Giacomazzi.”

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.

Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.

Clique aqui e veja as matérias sobre os crimes de Michelin.



27 de janeiro de 2020

FALO COM QUALQUER PESSOA DESTA MÁFIA INTERNACIONAL OU SEUS CÚMPLICES
SOMENTE ATRAVÉS DA JUSTIÇA

A Televisão TVS na madrugada de hoje, 27/01/2020, enviou 1.000 e-mails para o Uruguai em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado em 1999 contra o repórter João Lippert e o Instituto IESES.

Na matéria consta o nome da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg como autoridade que havia requerido investigação em relação a João Lippert o IESES. Isto para dar credibilidade às falsas alegações. O delegado de Gramado na época, comprovou em documento oficial, que não havia nenhuma investigação.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação

Através do editor-chefe do Jornal de Gramado Ilton Muller, a promotora e os reitores da ULBRA na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, colocaram o nome e foto do repórter João Lippert, bem como o nome de seus filhos e de sua ex-esposa na imprensa e chamaram-no de estelionatário na imprensa, sem qualquer prova.

De outro lado, possivelmente estão envolvidos no crime de extorsão mediante sequestro que sofreu o repórter João Lippert em 1999, Ronald José Reboredo Suarez, ex-representante do ABN Amro Bank (ou ainda no cargo) e seu representante no Brasil Antônio César Bassetti.

O Banco ABN Amro já está intimado pela justiça a prestar esclarecimento a respeitos do golpe financeiro que sofreu o Instituto IESES no valor aproximado de U$ 150 milhões, com envolvimento da ULBRA e seus então reitores, segundo o negociador e lobista da ULBRA na época, Arnildo Shildt. Na época, os reitores da ULBRA já roubavam dinheiro do Governo, porque não roubariam do IESES. A dívida da ULBRA com o Governo e com trabalhadores passa de R$ 2 bilhões, razão pela qual os reitores perderam seus cargos, a universidade, escolas e bens pessoais móveis e imóveis.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.

Clique aqui e veja as matérias sobre a condenação de Ruben Becker e filha.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.

Clique aqui e veja as matérias sobre os crimes de Michelin.

Também estão envolvidos os advogados Domingos Moreira Góes, Elizon D'Aquino Costa, Augusto César Cardoso, Clóvis Voese, Pedro da Silva Reis e Mariana Reis Melara que são suspeitos de terem formatado a matéria caluniosa publicada pelo Jornal de Gramado.

Todo este golpe em conluio com a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg também foi para impedir a implantação do Instituto IESES no Brasil.



25 de janeiro de 2020

PARIS PODE TER RECEBIDO A MATÉRIA CALUNIOSA CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT

Empresas governamentais, empresas privadas e órgãos da justiça de Paris na França, receberam da Televisão TVS nesta madrugada do dia 26/01/2020, mil e-mails em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada contra o repórter João Lippert no Jornal de Gramado. A matéria foi paga pela ULBRA e seus reitores na época Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat com amparo da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg e do editor-chefe do Jornal de Gramado, Ilton Muller.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação



25 de janeiro de 2020

22 ANOS DE VINGANÇA DOS EX-REITORES E DE ALGUNS BANDIDOS ESCONDIDOS DEBAIXO DE SUAS TOGAS, INFILTRADOS NA JUSTIÇA BRASILEIRA!

Ao ver meu patrimônio destruído, o Instituto IESES, e meus filhos atacados pela máfia internacional da ULBRA e seus cúmplices, como a Universidade Feevale e o advogado Domingos Moreira Góes, além de provocações e ameaças de morte, só não me tornei um criminoso graças às Entidades Mediúnicas que estão ao meu lado.

Assista os vídeos mediúnicos da Televisão TVS. Casos verídicos. Em breve.

De outro lado, Genebra na Suíça recebeu 500 e-mails da Televisão TVS em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado contra o repórter João Lippert e o Instituto IESES.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação



24 de janeiro de 2020

“DOCUMENTOS DA JUSTIÇA PROVAM QUE NADA FOI INVESTIGADO A RESPEITO DOS CRIMES QUE FUI INJUSTAMENTE ACUSADO.”- JOÃO LIPPERT

A Televisão TVS enviou para universidades, empresas, órgãos governamentais e órgãos da justiça do Canadá, 1.000 e-mails em relação à matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado contra o repórter João Lippert e o Instituto IESES. Da mesma forma, 1.500 e-mais foram enviados ao Japão e 500 e-mails à Luxemburgo.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação



23 de janeiro de 2020

PROVAS INCONTESTÁVEIS

A TVS – A Televisão Sobrenatural do Brasil já enviou 2.300 e-mails para os Estados Unidos, para universidades, empresas, órgãos governamentais e outros, para onde possivelmente foi enviada a matéria caluniosa e difamatória pulicada pelo Jornal de Gramado contra o repórter João Lippert e o Instituto IESES.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação



21 de janeiro de 2020

TERÁ INÍCIO UMA FASE DE INTIMAÇÕES E ESCLARECIMENTOS

Quem faltar com a verdade na justiça, estará cometendo um crime.
Faltar com a verdade na justiça é crime previsto em Lei no Artigo 342 do Código Penal!

ARTIGO 342 CP: "Fazer afirmação falsa, ou negar ou calar a verdade como testemunha, perito, tradutor, contador ou intérprete em processo judicial,
ou administrativo, inquérito policial ou em juízo arbitral:" Pena - Reclusão, de 2 a 4 anos e multa
(Pena com a redação dada pela Lei nº 12.850/13).



22 de janeiro de 2020

O que houve? O que deu errado? Por que não investigaram? Os reitores e a ULBRA não pagaram as propinas ou tudo fazia parte de um plano diabólico?

O que deu errado? Os chefes da máfia internacional não pagaram a propina para a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg em relação à matéria caluniosa publicado pelo Jornal de Gramado? Não pagaram a propina para a defensora pública Ivanise Maciel Deckmann? Não pagaram a propina para a juíza Patrícia Krebs Tonet pela minha condenação indevida e para não investigar a extorsão mediante sequestro?

Mais de cem pessoas “puxa-sacos” dos hoje ex-reitores da ULBRA e coniventes com o crime de extorsão mediante sequestro, agiram contra minha pessoa, minha família e o Instituto IESES.



19 de janeiro de 2020

"Que Deus protege nossos amigos, dos nossos inimigos cuidamos nós" - Palavras do ex-reitor da ULBRA, Ruben Eugen Becker.

Com as provas em mãos e documentos da justiça, a Televisão TVS está transmitindo cerca de dez mil e-mails para os cinco continentes, sobre o grande golpe e grande farsa de alguns homens da justiça contra o repórter João Lippert e sua família, que fizeram parcerias com chefe de quadrilha: Ruben Eugen Becker.



14 de janeiro de 2020

TUDO A MANDO DOS EX-REITORES

Promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg deixou seu nome ser colocado em matéria caluniosa e difamatória contra o repórter João Lippert no Jornal de Gramado em 1999, possivelmente para dar credibilidade às falsas acusações divulgadas na matéria, taxando o repórter João Lippert de estelionatário.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que comprova não haver nenhuma investigação

O principal suspeito de ter formatado o texto da matéria, a mando dos na época reitores da ULBRA, é o advogado Domingos Moreira Góes, que na época atuava para a ULBRA como advogado e coordenador do departamento jurídico.

Outros advogados são suspeitos de envolvimento na formatação da matéria: Pedro da Silva Reis, Elizon D'Aquino Costa, Augusto César Cardoso e Clóvis Voese (ex-acionista do Instituto IESES).

Após isto, a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg foi promovida de Gramado para Canoas, onde não investigou a denúncia do crime de extorsão mediante sequestro feita pelo repórter João Lippert e ainda usou a denúncia para o processar por denunciação caluniosa. A promotora envolveu uma defensora pública Ivanise Maciel Deckamann, outras promotoras e outras autoridades, para agirem contra o repórter João Lippert. Tanto é que a juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet condenou o repórter João Lippert no referido processo, mesmo o crime nunca tendo sido investigado, mesmo sem provas de que a denúncia teria sido caluniosa.

Clique e veja documento da 3ª Delegacia de Canoas que comprova não ter Inquérito e investigação a respeito do crime de extorsão mediante sequestro

Diversas autoridades de promotoras até ministros, agiram no processo contra o repórter João Lippert, passando por cima da própria Lei em favor do sequestrador Tirone Lemos Michelin e dos mandantes do crime Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênico Becker e Pedro Menegat, e também em favor de promotoras e magistrados denunciados pelo repórter João Lippert.

O repórter João Lippert denunciou a ULBRA e seus reitores à Receita Federal em 2006 e isso deu início a uma investigação de cerca de dois anos, que resultou no indiciamento dos reitores, a perda da universidade e vários bens e condenação em primeira instância de Ruben Eugen Becker e sua filha Ana Becker Giacomazzi a 5 anos e 3 meses no regime semiaberto.

Clique e veja as matérias do indiciamento de Ruben Eugen Becker

Clique e veja a matéria sobre a condenação de Ruben Eugen Becker e filha

Clique e veja as matérias do indiciamento de Leandro Eugênio Becker

Clique e veja as matérias do indiciamento de Pedro Menegat

Com a condenação, mesmo que indevida, consta o nome do repórter João Lippert no roll de culpados do Rio Grande do Sul, razão pela qual com documentos que comprovam que o crime nunca foi investigado, João Lippert está requerendo que seu nome seja retirado e ainda quer uma retratação pública da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg e do Ministério Público nos principais jornais do Rio Grande do Sul, além de indenização a João Lippert e familiares, bem como ao Instituto IESES.



13 de janeiro de 2020

MOMENTO DE INDENIZAÇÕES

Prefeito de Glorinha em 1999, Darci Lima da Rosa, impediu a implantação da Universidade IESES. Ele é suspeito de ter recebido cerca de RS 3 milhões de reais da Universidade ULBRA e seus reitores na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat. Darci Lima da Rosa ainda é suspeito de conivência com o crime de extorsão mediante sequestro sofrido pelo repórter João Lippert 23 de janeiro de 1999. Assim sendo, o prefeito de Glorinha se aliou à quadrilha dos na época reitores da ULBRA, indiciados pela Polícia Federal por vários crimes, sendo Ruben Eugen Becker considerado pelos federal como “o chefe da quadrilha” sendo condenado em primeira instância por lavagem de dinheiro, além de ter deixado a ULBRA com dívida superior a R$ 2 bilhões de reais. Em 2006, o repórter João Lippert denunciou a ULBRA e seus então reitores à Rececita Federal por suspeita de crimes financeiros, gerando toda a investigação sobre a ULBRA e seus reitores, que acabaram perdendo a ULBRA.

“E aí? Recebeu o valor de R$ 12 milhões para o município de Glorinha em 2018 ou foi mais um golpe no município?”



11 de janeiro de 2020

MOMENTO DE INDENIZAÇÕES

Repórter cinematográfico e presidente da Televisão TVS, João Lippert, está encaminhando à justiça, requerimento para que seu nome seja removido do roll de culpados do Estado do Rio Grande do Sul. O requerimento é com base em documentos oficiais da Delegacia de Gramado e da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, além de outros fatos. Se não houve investigação do crime de extorsão mediante sequestro, como pode haver condenação do repórter por denunciação caluniosa? João Lippert ainda quer uma retratação por escrito da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg e do Ministério Público Estadual nos principais jornais do Rio Grande do Sul, bem como indenização por danos morais para si, para sua família e para o Instituto IESES.



09 de janeiro de 2020

INDENIZAÇÃO

Advogados do repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, com provas em mãos, vão ingressar na justiça contra o Estado do Rio Grande do Sul, por atos cometidos pelo Ministério Público Estadual através de algumas promotoras públicas como Fernanda Ruttke Dillenburg.

A promotora Fernanda Ruttke Dillenburg afirmou em matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado, que juntamente com a Polícia Civil de Gramado, estava há meses investigando João Lippert, taxando-o na matéria de estelionatário sem qualquer prova. Em documento oficial, o delegado de Gramado na época, afirmou que não havia nenhuma investigação, ocorrência ou diligência em relação a João Lippert.

A mesma promotora, após arquivar em apenas sete dias a denúncia que fez o repórter João Lippert do crime de extorsão mediante sequestro que sofreu, a promotora processou o repórter por denunciação caluniosa. Isto sem que o crime se quer tenha sido investigado. Em documento oficial, a 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, comprovou que não há nenhum inquérito em que João Lippert seja vítima do crime de extorsão mediante sequestro, ou seja, não houve investigação.

Outras promotoras, uma defensora pública, alguns juízes e juízas, além de alguns desembargadores e até alguns ministros, movimentaram-se no processo contra João Lippert, em defesa das autoridades envolvidas e dos verdadeiros criminosos, o sequestrador Tirone Lemos Michelin e os mandantes do crime (segundo Michelin no ato do crime) Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat.

CLIQUE E VEJA A MATÉRIA DO JORNAL DE GRAMADO

CLIQUE E VEJA O DOCUMENTO DA DELEGACIA DE GRAMADO

CLIQUE E VEJA O DOCUMENTO DA 3ª DELEGACIA DE CANOAS



07 de dezembro de 2019


“Destruição de escolas, crimes cometidos por juízes, promotoras, delegados, faltar com a verdade
na justiça e outros crimes, são tão graves quanto o terrorismo.” – João Lippert



25 de dezembro de 2019

HORA DA PROVA

É chegado o momento da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg provar na justiça o que disse na matéria caluniosa e difamatória publicada no Jornal de Gramado em 1999 contra o repórter João Lippert.

Clique aqui e veja a matéria caluniosa e difamatória do Jornal de Gramado, onde a promotora afirma que o repórter João Lippert havia sido investigado e o taxa de estelionatário.

Clique aqui e veja o documento do delegado de Gramado dizendo que não houve nenhuma investigação a respeito de João Lippert

Também é chegado o momento de todas as demais pessoas e até mesmo autoridades, provarem na justiça as calúnias e difamações que fizeram contra o repórter João Lippert, presidente da Televisão TVS - A Televisão Sobrenatural do Brasil.



16 de dezembro de 2019

HORA DA PROVA

Técnico em laboratório, repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, quer que a Universidade ULBRA e a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg provem na justiça tudo o que afirmaram na imprensa, através de matéria caluniosa publicada pelo Jornal de Gramado no ano de 1999, onde taxaram João Lippert de estelionatário, afirmando que a Polícia Civil vinha investigando João Lippert durante meses a pedido da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg. Em documento, o delegado de Gramado na época, afirmou não ter nenhum feito policial ou investigação em nome de João Lippert. Provando ainda mais serem falsas as informações na matéria e da própria promotora.

CLIQUE AQUI E VEJA A MATÉRIA CALUNIOSA DO JORNAL DE GRAMADO

CLIQUE AQUI E VEJA O DOCUMENTO DO DELEGADO DE GRAMADO

JOÃO LIPPERT QUER QUE A PROMOTORA PÚBLICA FERNANDA RUTTKE DILLENBURG PROVE NA JUSTIÇA, COM DOCUMENTOS E DEMAIS MEIOS DE PROVA, ONDE A MESMA ESTAVA NO DIA DA EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO QUE SOFREU O REPÓRTER JOÃO LIPPERT (23 DE JANEIRO DE 1999). JOÃO LIPPERT TAMBÉM QUER QUE A PROMOTORA PÚBLICA SEJA EXPULSA DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL EM RAZÃO DE NÃO INVESTIGAR AS DENÚNCIAS DO REPÓRTER JOÃO LIPPERT E AINDA ACUSÁ-LO FALSAMENTE DE DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA FALTANDO COM A VERDADE NA JUSTIÇA. Instituições da justiça não são locais para abrigar ou proteger criminosos. A promotora abriu caminho para o crime de extorsão mediante sequestro e para a destruição das escolas do Instituto IESES. Além de não investigar o crime de extorsão mediante sequestro denunciado pelo repórter João Lippert em 2006, a promotora ainda usou a denúncia para processá-lo por denunciação caluniosa, colocando o sequestrador e os mandantes do crime como vítimas.

CLIQUE AQUI E VEJA O DOCUMENTO DA 3ª DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL DE CANOAS/RS, QUE COMPROVA QUE NÃO HÁ INQUÉRITO DE INVESTIGAÇÃO DO CRIME DE EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO EM QUE JOÃO LIPPERT SEJA VÍTIMA

O repórter João Lippert também quer que o sequestrador Tirone Lemos Michelin seja intimado pela justiça e prove onde o mesmo estava no dia do crime de extorsão mediante sequestro sofrido por João Lippert: 23 de janeiro de 1999.

JUÍZA PATRÍCIA PEREIRA KREBS TONET CARDOSO, QUE CONDENOU INDEVIDAMENTE O REPÓRTER JOÃO LIPPERT, DEVERÁ ESCLARECER E PROVAR NA JUSTIÇA ONDE A MESMA ESTEVE, POR QUANTO TEMPO E COM QUEM SE REUNIU OU SE ENCONTROU, AO ABANDONAR A SALA DE AUDIÊNCIA E O FORO DE CANOAS EM 15/09/2015 NO FORO DE CANOAS QUANDO ESTAVA PRESENTE O REPÓRTER JOÃO LIPPERT, SEU FILHO ROBSON RICARDO LIPPERT DEPONDO, O DEFENSOR PÚBLICO, A PROMOTORA PÚBLICA E O ADVOGADO DE TIRONE LEMOS MICHELIN. A JUÍZA ESTEVE REUNIDA COM TIRONE LEMOS MICHELIN? DOMINGOS MOREIRA GÓES? EX-JUIZ FÁBIO KOFF JÚNIOR? DESEMBARGADOR ANDRÉ REVERBEL FERNANDES?



13 de dezembro de 2019

INCABÍVEL A CORRUPÇÃO TAMBÉM CHEGAR NO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

Julgamento no Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília em relação aos procedimentos da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, tem ausência justificada do presidente daquele órgão e de uma conselheira. O repórter João Lippert está requerendo acesso aos documentos que justificam as ausências.

O julgamento foi feito pela sessão 19ª e não 18º, como anteriormente determinado no processo, bem como, o julgamento não teve comunicado prévio nos autos do processo. O resultado do julgamento apareceu na consulta processual no dia 12 de dezembro do corrente ano, porém, foi publicado com data atrasada constando dia 11 de dezembro de 2019 às 20hs26 (fora do horário forense).

Ao Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília, além de outros documentos e comprovações, o repórter João Lippert enviou a comprovação da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas de que o crime de extorsão mediante sequestro que o mesmo foi vítima não fora investigado, apontando que não consta naquela delegacia nenhum Inquérito Policial, Ocorrência Policial ou Feitos Policiais onde João Lippert seja vítima do crime. A denúncia do crime de extorsão mediante sequestro feita por João Lippert ao Ministério Público Estadual de Canoas e arquivada em apenas sete dias pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg sem qualquer investigação.
ATO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DA FUNÇÃO.

CLIQUE AQUI E VEJA OS DOCUMENTOS - DELEGACIA CANOAS

João Lippert também enviou ao Conselho Nacional do Ministério Público, a comprovação da perseguição da promotora Fernanda Ruttke Dillenburg ao repórter desde 1999, quando a promotora aparece em matéria caluniosa do Jornal de Gramado em que João Lippert é taxado de estelionatário, afirmando que a promotora teria requerido investigação a respeito do mesmo. Em documento, o delegado de Gramado na época afirma que nada havia de feitos policiais ou investigação a respeito de João Lippert.

CLIQUE AQUI E VEJA OS DOCUMENTOS - DELEGACIA GRAMADO

Com base em tudo isto, no resultado do julgamento, na ausência do presidente e conselheira e nas contradições no acompanhamento processual, na próxima semana, o repórter João Lippert deverá ter uma audiência com o relator do processo, em Brasília ou através de videoconferência.



02 de dezembro de 2019

MAIS UM FATO É LEVADO AO CONHECIMENTO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO EM BRASÍLIA

Promotora Fernanda Ruttke Dillenburg persegue o repórter João Lippert desde o ano de 1999, quando foi publicada matéria caluniosa e difamatória no Jornal de Gramado contra João Lippert, seus filhos e esposa na época, contra o Instituto IESES e sócios da instituição.

Este fato em detalhes também foi encaminhado ao Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília.

Clique aqui e veja a petição do repórter João Lippert ao CNMP.

Clique aqui e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gamado com nome da Promotora Pública Fernanda Ruttke Dillenburg.

Clique aqui e veja o documento da Delegacia de Gramado em 2005, onde o Delegado afirma não ter nenhum feito policial contra João Lippert.

Clique aqui e veja o vídeo do voo do helicóptero do IESES sob a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo antes da mesma ser totalmente destruída em 1999 a mando dos reitores da ULBRA na época Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat e do advogado Domingos Moreira Góes, bem como da Universidade Feevale.



30 de novembro de 2019

NÃO EXISTE O INQUÉRITO POLICIAL
NÃO EXISTIU INVESTIGAÇÃO

Após o repórter João Lippert requerer por escrito à 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, número e cópias na íntegra de Inquérito Policial em que João Lippert constasse como vítima do crime de extorsão mediante sequestro, a 3ª Delegacia de Polícia Civil, através do Escrivão Vitor Hugo dos Santos, respondeu que não há nenhum Inquérito neste sentido.

Já no dia em que o requerimento foi protocolado, a funcionária da Delegacia não conseguiu localizar no sistema da Polícia Civil, Inquérito em que o repórter João Lippert fosse vítima.

Mais uma prova de que a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg não investigou o crime de extorsão mediante sequestro denunciado pelo repórter ao Ministério Público Estadual de Canoas no ano de 2006. A denúncia foi arquivada em apenas sete dias do protocolo e a promotora instaurou processo criminal contra o repórter João Lippert por denunciação caluniosa, colocando o sequestrador Tirone Lemos Michelin e os mandantes do crime Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat (ex-reitores da ULBRA) como vítimas, bem como o advogado da ULBRA na época Domingos Moreira Góes como uma das testemunhas contra o repórter.

Um grande golpe da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg para proteger os verdadeiros criminosos, que pode ter lhe rendido altos recursos financeiros e promessas de altos cargos, envolvendo ao longo de cerca de treze anos, alguns empresários, alguns advogados, alguns defensores, outras promotoras públicas, alguns magistrados, alguns desembargadores e até mesmo alguns ministros.

Sem investigação do crime de extorsão mediante sequestro, ninguém nem mesmo uma autoridade, pode afirmar que o repórter João Lippert fez uma denúncia caluniosa. Portanto, não poderia o mesmo ser condenado no processo criminal.
E AGORA?

Clique aqui e veja a petição do repórter João Lippert ao CNMP.

Clique aqui e veja os documentos da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas/RS.



29 de novembro de 2019

CORPO DE GUGU LIBERATO É VELADO PELA FAMÍLIA NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO

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26 de novembro de 2019

INQUÉRITO NÃO LOCALIZADO

Com base nas palavras de funcionária da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas/RS, não foi localizado nenhum Inquérito Policial em que o repórter João Lippert seja vítima do crime de extorsão mediante sequestro. Com isto, João Lippert comparecerá na 3ª Delegacia de Polícia ainda nesta semana para requerer documento que confirme a não localização do Inquérito e inexistência do mesmo. Suspeita fortíssima de que tudo não passou de um jogo da promotora pública Fernanda Rutkke Dillbenburg e outros para proteger o sequestrador e os mandantes do crime. Extorsão mediante sequestro ocorrida em 23 de janeiro de 1999: crime nunca investigado.



18 de novembro de 2019

FORTES SUSPEITAS DE FALCATRUA COMETIDAS POR ALGUNS SERVIDORES PÚBLICOS DA POLÍCIA CIVIL E DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL, AMBOS DE CANOAS/RS, EM PROCESSO CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT.

CRIME SEM INVESTIGAÇÃO!

Repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, requereu nesta data, 18/11/2019, por escrito na 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, cópia integral de Inquérito Policial em relação ao crime de extorsão mediante sequestro, onde no Inquérito João Lippert seja a vítima do crime e Tirone Lemos Michelin, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat os réus. Funcionária da Delegacia procurou pelo Inquérito no sistema, mas não localizou, razão pela qual o requerimento do repórter foi encaminhado ao chefe dos cartórios da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, Vitor Hugo dos Santos. Até o momento a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, que foi responsável pela investigação da extorsão mediante sequestro, não apresentou nem sequer o número do Inquérito Policial nem mesmo para o Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília. Logo, todos os indícios apontam para a inexistência do Inquérito Policial, confirmando que a investigação do crime nunca aconteceu.



09 de novembro de 2019

LULA ESTÁ LIVRE E FAZ CRÍTICAS À LAVA JATO!

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23 de outubro de 2019

AS IMPLACÁVEIS PERSEGUIÇÕES DE AUTORIDADES, EMPRESÁRIOS E OUTRAS PESSOAS CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT, QUE ENVOLVE EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO, AMEAÇAS, DESTRUIÇÃO DE ESCOLAS, BOICOTES E A VIDA POLÍTICA E MEDIÚNICA DO REPÓRTER, FORAM PARAR NOS DIREITOS HUMANOS NA ONU.



04 de outubro de 2019

Televisão TVS no Santuário do Sagrado Coração de Jesus
junto ao Túmulo do Padre Reus
São Leopoldo/RS - Brasil



06 de outubro de 2019

ESTÁ NA JUSTIÇA DE PORTUGAL

O golpe de R$ 2,5 milhões aplicados contra a Arquidiocese de Porto Alegre aplicado pelo vice-cônsul de Portugal na época, Adelino Pinto, com envolvimento do homem que sequestrou o repórter João Lippert em 1999, Tirone Lemos Michelin, tem a suspeita de que 50% do valor tenham ido parar nas contas bancárias da ULBRA e seus ex-reitores Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, homens indiciados pela Polícia Federal por vários crimes e do ex-advogado da ULBRA Domingos Moreira Góes, que fazia articulações dentro do Judiciário e que juntamente com a Universidade Feevale, está envolvido na destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.
Clique aqui e veja as matérias sobre o golpe na Arquediocese e outras matérias sobre crimes de Michelin.

O processo em relação a este caso está tramitando em Portugal e o valor a ser ressarcido à Arquidiocese de Porto Alegre já passa de R$ 5 milhões.

O crime de extorsão mediante sequestro cometido contra o repórter João Lippert ainda não foi investigado pela justiça por ter autoridades envolvidas. Como disse a ex-ministra Eliana Calmon, alguns colegas do Conselho Nacional de Justiça alegavam que “é inconstitucional investigar juiz”.

O processo contra Tirone Lemos Michelin e o processo contra o ex-juiz Fábio Koff Júnior foram arquivados em Porto Alegre e Sapucaia do Sul, por ter autoridades envolvidas, como juízes e desembargadores.



04 de outubro de 2019

Televisão TVS na Sociedade Espírita Allan Kardec
Porto Alegre/RS - Brasil



02 de outubro de 2019

REPÓRTER JOÃO LIPPERT DEVERÁ CONCORRER À PREFEITO DE CANOAS NAS ELEIÇÕES DE 2020!

Em 2010 João Lippert concorrer a deputado estadual e em 2012 João Lippert deveria ter concorrido à prefeito de Canoas, porém, após boicote na eleição, teve que concorrer à vereador. É suspeita de envolvimento no boicote, a promotora Fernanda Ruttke Dillenburg e outros servidores públicos.

CLIQUE AQUI E VEJA O MATERIAL DE CAMPANHA DE JOÃO LIPPERT NAS ELEIÇÕES 2010

CLIQUE AQUI E VEJA O MATERIAL DE CAMPANHA DE JOÃO LIPPERT NAS ELEIÇÕES 2012



02 de outubro de 2019

REPÓRTER CINEMATOGRÁFICO E PRESIDENTE DA TELEVISÃO
TVS, JOÃO LIPPERT, BUSCA APOIO HUMANITÁRIO INTERNACIONAL DA ONU.

O crime de extorsão mediante sequestro contra o repórter João Lippert em 23 de janeiro de 1999, a destruição das escolas do IESES, as perseguições, tentativas de condenação indevidas, prejuízos incalculáveis, tudo isto poderá ser considerado o maior golpe do ano de 2019.
Golpe inclusive contra o ensino no Brasil e discriminação
à crença.



28 de setembro de 2019

Televisão TVS na Catedral Mãe de Deus
Porto Alegre/RS - Brasil



25 de setembro de 2019

Conheça a ONU em Genebra na Suíça






12 de setembro de 2019

Televisão TVS no Santuário do Rosário
Porto Alegre/RS - Brasil