NOTÍCIAS PARA OS CINCO CONTINENTES


14 de janeiro de 2020

TUDO A MANDO DOS EX-REITORES

Promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg deixou seu nome ser colocado em matéria caluniosa e difamatória contra o repórter João Lippert no Jornal de Gramado em 1999, possivelmente para dar credibilidade às falsas acusações divulgadas na matéria, taxando o repórter João Lippert de estelionatário.

Clique e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gramado

Clique e veja documento da Delegacia de Gramado que não comprova não haver nenhuma investigação

O principal suspeito de ter formatado o texto da matéria, a mando dos na época reitores da ULBRA, é o advogado Domingos Moreira Góes, que na época atuava para a ULBRA como advogado e coordenador do departamento jurídico.

Outros advogados são suspeitos de envolvimento na formatação da matéria: Pedro da Silva Reis, Elizon D'Aquino Costa, Augusto César Cardoso e Clóvis Voese (ex-acionista do Instituto IESES).

Após isto, a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg foi promovida de Gramado para Canoas, onde não investigou a denúncia do crime de extorsão mediante sequestro feita pelo repórter João Lippert e ainda usou a denúncia para o processar por denunciação caluniosa. A promotora envolveu uma defensora pública Ivanise Maciel Deckamann, outras promotoras e outras autoridades, para agirem contra o repórter João Lippert. Tanto é que a juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet condenou o repórter João Lippert no referido processo, mesmo o crime nunca tendo sido investigado, mesmo sem provas de que a denúncia teria sido caluniosa.

Clique e veja documento da 3ª Delegacia de Canoas que comprova não ter Inquérito e investigação a respeito do crime de extorsão mediante sequestro

Diversas autoridades de promotoras até ministros, agiram no processo contra o repórter João Lippert, passando por cima da própria Lei em favor do sequestrador Tirone Lemos Michelin e dos mandantes do crime Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênico Becker e Pedro Menegat, e também em favor de promotoras e magistrados denunciados pelo repórter João Lippert.

O repórter João Lippert denunciou a ULBRA e seus reitores à Receita Federal em 2006 e isso deu início a uma investigação de cerca de dois anos, que resultou no indiciamento dos reitores, a perda da universidade e vários bens e condenação em primeira instância de Ruben Eugen Becker e sua filha Ana Becker Giacomazzi a 5 anos e 3 meses no regime semiaberto.

Clique e veja as matérias do indiciamento de Ruben Eugen Becker

Clique e veja a matéria sobre a condenação de Ruben Eugen Becker e filha

Clique e veja as matérias do indiciamento de Leandro Eugênio Becker

Clique e veja as matérias do indiciamento de Pedro Menegat

Com a condenação, mesmo que indevida, consta o nome do repórter João Lippert no roll de culpados do Rio Grande do Sul, razão pela qual com documentos que comprovam que o crime nunca foi investigado, João Lippert está requerendo que seu nome seja retirado e ainda quer uma retratação pública da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg e do Ministério Público nos principais jornais do Rio Grande do Sul, além de indenização a João Lippert e familiares, bem como ao Instituto IESES.

EDITANDO VÍDEO



13 de janeiro de 2020

MOMENTO DE INDENIZAÇÕES

Prefeito de Glorinha em 1999, Darci Lima da Rosa, impediu a implantação da Universidade IESES. Ele é suspeito de ter recebido cerca de RS 3 milhões de reais da Universidade ULBRA e seus reitores na época, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat. Darci Lima da Rosa ainda é suspeito de conivência com o crime de extorsão mediante sequestro sofrido pelo repórter João Lippert 23 de janeiro de 1999. Assim sendo, o prefeito de Glorinha se aliou à quadrilha dos na época reitores da ULBRA, indiciados pela Polícia Federal por vários crimes, sendo Ruben Eugen Becker considerado pelos federal como “o chefe da quadrilha” sendo condenado em primeira instância por lavagem de dinheiro, além de ter deixado a ULBRA com dívida superior a R$ 2 bilhões de reais. Em 2006, o repórter João Lippert denunciou a ULBRA e seus então reitores à Rececita Federal por suspeita de crimes financeiros, gerando toda a investigação sobre a ULBRA e seus reitores, que acabaram perdendo a ULBRA.

“E aí? Recebeu o valor de R$ 12 milhões para o município de Glorinha em 2018 ou foi mais um golpe no município?”



11 de janeiro de 2020

MOMENTO DE INDENIZAÇÕES

Repórter cinematográfico e presidente da Televisão TVS, João Lippert, está encaminhando à justiça, requerimento para que seu nome seja removido do roll de culpados do Estado do Rio Grande do Sul. O requerimento é com base em documentos oficiais da Delegacia de Gramado e da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, além de outros fatos. Se não houve investigação do crime de extorsão mediante sequestro, como pode haver condenação do repórter por denunciação caluniosa? João Lippert ainda quer uma retratação por escrito da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg e do Ministério Público Estadual nos principais jornais do Rio Grande do Sul, bem como indenização por danos morais para si, para sua família e para o Instituto IESES.



09 de janeiro de 2020

INDENIZAÇÃO

Advogados do repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, com provas em mãos, vão ingressar na justiça contra o Estado do Rio Grande do Sul, por atos cometidos pelo Ministério Público Estadual através de algumas promotoras públicas como Fernanda Ruttke Dillenburg.

A promotora Fernanda Ruttke Dillenburg afirmou em matéria caluniosa e difamatória publicada pelo Jornal de Gramado, que juntamente com a Polícia Civil de Gramado, estava há meses investigando João Lippert, taxando-o na matéria de estelionatário sem qualquer prova. Em documento oficial, o delegado de Gramado na época, afirmou que não havia nenhuma investigação, ocorrência ou diligência em relação a João Lippert.

A mesma promotora, após arquivar em apenas sete dias a denúncia que fez o repórter João Lippert do crime de extorsão mediante sequestro que sofreu, a promotora processou o repórter por denunciação caluniosa. Isto sem que o crime se quer tenha sido investigado. Em documento oficial, a 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, comprovou que não há nenhum inquérito em que João Lippert seja vítima do crime de extorsão mediante sequestro, ou seja, não houve investigação.

Outras promotoras, uma defensora pública, alguns juízes e juízas, além de alguns desembargadores e até alguns ministros, movimentaram-se no processo contra João Lippert, em defesa das autoridades envolvidas e dos verdadeiros criminosos, o sequestrador Tirone Lemos Michelin e os mandantes do crime (segundo Michelin no ato do crime) Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat.

CLIQUE E VEJA A MATÉRIA DO JORNAL DE GRAMADO

CLIQUE E VEJA O DOCUMENTO DA DELEGACIA DE GRAMADO

CLIQUE E VEJA O DOCUMENTO DA 3ª DELEGACIA DE CANOAS



07 de dezembro de 2019


“Destruição de escolas, crimes cometidos por juízes, promotoras, delegados, faltar com a verdade
na justiça e outros crimes, são tão graves quanto o terrorismo.” – João Lippert



25 de dezembro de 2019

HORA DA PROVA

É chegado o momento da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg provar na justiça o que disse na matéria caluniosa e difamatória publicada no Jornal de Gramado em 1999 contra o repórter João Lippert.

Clique aqui e veja a matéria caluniosa e difamatória do Jornal de Gramado, onde a promotora afirma que o repórter João Lippert havia sido investigado e o taxa de estelionatário.

Clique aqui e veja o documento do delegado de Gramado dizendo que não houve nenhuma investigação a respeito de João Lippert

Também é chegado o momento de todas as demais pessoas e até mesmo autoridades, provarem na justiça as calúnias e difamações que fizeram contra o repórter João Lippert, presidente da Televisão TVS - A Televisão Sobrenatural do Brasil.



16 de dezembro de 2019

HORA DA PROVA

Técnico em laboratório, repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, quer que a Universidade ULBRA e a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg provem na justiça tudo o que afirmaram na imprensa, através de matéria caluniosa publicada pelo Jornal de Gramado no ano de 1999, onde taxaram João Lippert de estelionatário, afirmando que a Polícia Civil vinha investigando João Lippert durante meses a pedido da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg. Em documento, o delegado de Gramado na época, afirmou não ter nenhum feito policial ou investigação em nome de João Lippert. Provando ainda mais serem falsas as informações na matéria e da própria promotora.

CLIQUE AQUI E VEJA A MATÉRIA CALUNIOSA DO JORNAL DE GRAMADO

CLIQUE AQUI E VEJA O DOCUMENTO DO DELEGADO DE GRAMADO

JOÃO LIPPERT QUER QUE A PROMOTORA PÚBLICA FERNANDA RUTTKE DILLENBURG PROVE NA JUSTIÇA, COM DOCUMENTOS E DEMAIS MEIOS DE PROVA, ONDE A MESMA ESTAVA NO DIA DA EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO QUE SOFREU O REPÓRTER JOÃO LIPPERT (23 DE JANEIRO DE 1999). JOÃO LIPPERT TAMBÉM QUER QUE A PROMOTORA PÚBLICA SEJA EXPULSA DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL EM RAZÃO DE NÃO INVESTIGAR AS DENÚNCIAS DO REPÓRTER JOÃO LIPPERT E AINDA ACUSÁ-LO FALSAMENTE DE DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA FALTANDO COM A VERDADE NA JUSTIÇA. Instituições da justiça não são locais para abrigar ou proteger criminosos. A promotora abriu caminho para o crime de extorsão mediante sequestro e para a destruição das escolas do Instituto IESES. Além de não investigar o crime de extorsão mediante sequestro denunciado pelo repórter João Lippert em 2006, a promotora ainda usou a denúncia para processá-lo por denunciação caluniosa, colocando o sequestrador e os mandantes do crime como vítimas.

CLIQUE AQUI E VEJA O DOCUMENTO DA 3ª DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL DE CANOAS/RS, QUE COMPROVA QUE NÃO HÁ INQUÉRITO DE INVESTIGAÇÃO DO CRIME DE EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO EM QUE JOÃO LIPPERT SEJA VÍTIMA

O repórter João Lippert também quer que o sequestrador Tirone Lemos Michelin seja intimado pela justiça e prove onde o mesmo estava no dia do crime de extorsão mediante sequestro sofrido por João Lippert: 23 de janeiro de 1999.

JUÍZA PATRÍCIA PEREIRA KREBS TONET CARDOSO, QUE CONDENOU INDEVIDAMENTE O REPÓRTER JOÃO LIPPERT, DEVERÁ ESCLARECER E PROVAR NA JUSTIÇA ONDE A MESMA ESTEVE, POR QUANTO TEMPO E COM QUEM SE REUNIU OU SE ENCONTROU, AO ABANDONAR A SALA DE AUDIÊNCIA E O FORO DE CANOAS EM 15/09/2015 NO FORO DE CANOAS QUANDO ESTAVA PRESENTE O REPÓRTER JOÃO LIPPERT, SEU FILHO ROBSON RICARDO LIPPERT DEPONDO, O DEFENSOR PÚBLICO, A PROMOTORA PÚBLICA E O ADVOGADO DE TIRONE LEMOS MICHELIN. A JUÍZA ESTEVE REUNIDA COM TIRONE LEMOS MICHELIN? DOMINGOS MOREIRA GÓES? EX-JUIZ FÁBIO KOFF JÚNIOR? DESEMBARGADOR ANDRÉ REVERBEL FERNANDES?



13 de dezembro de 2019

INCABÍVEL A CORRUPÇÃO TAMBÉM CHEGAR NO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

Julgamento no Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília em relação aos procedimentos da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, tem ausência justificada do presidente daquele órgão e de uma conselheira. O repórter João Lippert está requerendo acesso aos documentos que justificam as ausências.

O julgamento foi feito pela sessão 19ª e não 18º, como anteriormente determinado no processo, bem como, o julgamento não teve comunicado prévio nos autos do processo. O resultado do julgamento apareceu na consulta processual no dia 12 de dezembro do corrente ano, porém, foi publicado com data atrasada constando dia 11 de dezembro de 2019 às 20hs26 (fora do horário forense).

Ao Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília, além de outros documentos e comprovações, o repórter João Lippert enviou a comprovação da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas de que o crime de extorsão mediante sequestro que o mesmo foi vítima não fora investigado, apontando que não consta naquela delegacia nenhum Inquérito Policial, Ocorrência Policial ou Feitos Policiais onde João Lippert seja vítima do crime. A denúncia do crime de extorsão mediante sequestro feita por João Lippert ao Ministério Público Estadual de Canoas e arquivada em apenas sete dias pela promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg sem qualquer investigação.
ATO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DA FUNÇÃO.

CLIQUE AQUI E VEJA OS DOCUMENTOS - DELEGACIA CANOAS

João Lippert também enviou ao Conselho Nacional do Ministério Público, a comprovação da perseguição da promotora Fernanda Ruttke Dillenburg ao repórter desde 1999, quando a promotora aparece em matéria caluniosa do Jornal de Gramado em que João Lippert é taxado de estelionatário, afirmando que a promotora teria requerido investigação a respeito do mesmo. Em documento, o delegado de Gramado na época afirma que nada havia de feitos policiais ou investigação a respeito de João Lippert.

CLIQUE AQUI E VEJA OS DOCUMENTOS - DELEGACIA GRAMADO

Com base em tudo isto, no resultado do julgamento, na ausência do presidente e conselheira e nas contradições no acompanhamento processual, na próxima semana, o repórter João Lippert deverá ter uma audiência com o relator do processo, em Brasília ou através de videoconferência.



02 de dezembro de 2019

MAIS UM FATO É LEVADO AO CONHECIMENTO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO EM BRASÍLIA

Promotora Fernanda Ruttke Dillenburg persegue o repórter João Lippert desde o ano de 1999, quando foi publicada matéria caluniosa e difamatória no Jornal de Gramado contra João Lippert, seus filhos e esposa na época, contra o Instituto IESES e sócios da instituição.

Este fato em detalhes também foi encaminhado ao Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília.

Clique aqui e veja a petição do repórter João Lippert ao CNMP.

Clique aqui e veja a matéria caluniosa do Jornal de Gamado com nome da Promotora Pública Fernanda Ruttke Dillenburg.

Clique aqui e veja o documento da Delegacia de Gramado em 2005, onde o Delegado afirma não ter nenhum feito policial contra João Lippert.

Clique aqui e veja o vídeo do voo do helicóptero do IESES sob a Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo antes da mesma ser totalmente destruída em 1999 a mando dos reitores da ULBRA na época Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat e do advogado Domingos Moreira Góes, bem como da Universidade Feevale.



30 de novembro de 2019

NÃO EXISTE O INQUÉRITO POLICIAL
NÃO EXISTIU INVESTIGAÇÃO

Após o repórter João Lippert requerer por escrito à 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, número e cópias na íntegra de Inquérito Policial em que João Lippert constasse como vítima do crime de extorsão mediante sequestro, a 3ª Delegacia de Polícia Civil, através do Escrivão Vitor Hugo dos Santos, respondeu que não há nenhum Inquérito neste sentido.

Já no dia em que o requerimento foi protocolado, a funcionária da Delegacia não conseguiu localizar no sistema da Polícia Civil, Inquérito em que o repórter João Lippert fosse vítima.

Mais uma prova de que a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg não investigou o crime de extorsão mediante sequestro denunciado pelo repórter ao Ministério Público Estadual de Canoas no ano de 2006. A denúncia foi arquivada em apenas sete dias do protocolo e a promotora instaurou processo criminal contra o repórter João Lippert por denunciação caluniosa, colocando o sequestrador Tirone Lemos Michelin e os mandantes do crime Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat (ex-reitores da ULBRA) como vítimas, bem como o advogado da ULBRA na época Domingos Moreira Góes como uma das testemunhas contra o repórter.

Um grande golpe da promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg para proteger os verdadeiros criminosos, que pode ter lhe rendido altos recursos financeiros e promessas de altos cargos, envolvendo ao longo de cerca de treze anos, alguns empresários, alguns advogados, alguns defensores, outras promotoras públicas, alguns magistrados, alguns desembargadores e até mesmo alguns ministros.

Sem investigação do crime de extorsão mediante sequestro, ninguém nem mesmo uma autoridade, pode afirmar que o repórter João Lippert fez uma denúncia caluniosa. Portanto, não poderia o mesmo ser condenado no processo criminal.
E AGORA?

Clique aqui e veja a petição do repórter João Lippert ao CNMP.

Clique aqui e veja os documentos da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas/RS.



29 de novembro de 2019

CORPO DE GUGU LIBERATO É VELADO PELA FAMÍLIA NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO

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26 de novembro de 2019

INQUÉRITO NÃO LOCALIZADO

Com base nas palavras de funcionária da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas/RS, não foi localizado nenhum Inquérito Policial em que o repórter João Lippert seja vítima do crime de extorsão mediante sequestro. Com isto, João Lippert comparecerá na 3ª Delegacia de Polícia ainda nesta semana para requerer documento que confirme a não localização do Inquérito e inexistência do mesmo. Suspeita fortíssima de que tudo não passou de um jogo da promotora pública Fernanda Rutkke Dillbenburg e outros para proteger o sequestrador e os mandantes do crime. Extorsão mediante sequestro ocorrida em 23 de janeiro de 1999: crime nunca investigado.



18 de novembro de 2019

FORTES SUSPEITAS DE FALCATRUA COMETIDAS POR ALGUNS SERVIDORES PÚBLICOS DA POLÍCIA CIVIL E DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL, AMBOS DE CANOAS/RS, EM PROCESSO CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT.

CRIME SEM INVESTIGAÇÃO!

Repórter e presidente da Televisão TVS, João Lippert, requereu nesta data, 18/11/2019, por escrito na 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, cópia integral de Inquérito Policial em relação ao crime de extorsão mediante sequestro, onde no Inquérito João Lippert seja a vítima do crime e Tirone Lemos Michelin, Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat os réus. Funcionária da Delegacia procurou pelo Inquérito no sistema, mas não localizou, razão pela qual o requerimento do repórter foi encaminhado ao chefe dos cartórios da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas, Vitor Hugo dos Santos. Até o momento a promotora pública Fernanda Ruttke Dillenburg, que foi responsável pela investigação da extorsão mediante sequestro, não apresentou nem sequer o número do Inquérito Policial nem mesmo para o Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília. Logo, todos os indícios apontam para a inexistência do Inquérito Policial, confirmando que a investigação do crime nunca aconteceu.



09 de novembro de 2019

LULA ESTÁ LIVRE E FAZ CRÍTICAS À LAVA JATO!

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23 de outubro de 2019

AS IMPLACÁVEIS PERSEGUIÇÕES DE AUTORIDADES, EMPRESÁRIOS E OUTRAS PESSOAS CONTRA O REPÓRTER JOÃO LIPPERT, QUE ENVOLVE EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO, AMEAÇAS, DESTRUIÇÃO DE ESCOLAS, BOICOTES E A VIDA POLÍTICA E MEDIÚNICA DO REPÓRTER, FORAM PARAR NOS DIREITOS HUMANOS NA ONU.



04 de outubro de 2019

Televisão TVS no Santuário do Sagrado Coração de Jesus
junto ao Túmulo do Padre Reus
São Leopoldo/RS - Brasil



06 de outubro de 2019

ESTÁ NA JUSTIÇA DE PORTUGAL

O golpe de R$ 2,5 milhões aplicados contra a Arquidiocese de Porto Alegre aplicado pelo vice-cônsul de Portugal na época, Adelino Pinto, com envolvimento do homem que sequestrou o repórter João Lippert em 1999, Tirone Lemos Michelin, tem a suspeita de que 50% do valor tenham ido parar nas contas bancárias da ULBRA e seus ex-reitores Ruben Eugen Becker, Leandro Eugênio Becker e Pedro Menegat, homens indiciados pela Polícia Federal por vários crimes e do ex-advogado da ULBRA Domingos Moreira Góes, que fazia articulações dentro do Judiciário e que juntamente com a Universidade Feevale, está envolvido na destruição da Unidade de Ensino IESES Novo Hamburgo.

Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Ruben Eugen Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Leandro Eugênio Becker.
Clique aqui e veja as matérias sobre indiciamento de Pedro Menegat.
Clique aqui e veja as matérias sobre o golpe na Arquediocese e outras matérias sobre crimes de Michelin.

O processo em relação a este caso está tramitando em Portugal e o valor a ser ressarcido à Arquidiocese de Porto Alegre já passa de R$ 5 milhões.

O crime de extorsão mediante sequestro cometido contra o repórter João Lippert ainda não foi investigado pela justiça por ter autoridades envolvidas. Como disse a ex-ministra Eliana Calmon, alguns colegas do Conselho Nacional de Justiça alegavam que “é inconstitucional investigar juiz”.

O processo contra Tirone Lemos Michelin e o processo contra o ex-juiz Fábio Koff Júnior foram arquivados em Porto Alegre e Sapucaia do Sul, por ter autoridades envolvidas, como juízes e desembargadores.



04 de outubro de 2019

Televisão TVS na Sociedade Espírita Allan Kardec
Porto Alegre/RS - Brasil



02 de outubro de 2019

REPÓRTER JOÃO LIPPERT DEVERÁ CONCORRER À PREFEITO DE CANOAS NAS ELEIÇÕES DE 2020!

Em 2010 João Lippert concorrer a deputado estadual e em 2012 João Lippert deveria ter concorrido à prefeito de Canoas, porém, após boicote na eleição, teve que concorrer à vereador. É suspeita de envolvimento no boicote, a promotora Fernanda Ruttke Dillenburg e outros servidores públicos.

CLIQUE AQUI E VEJA O MATERIAL DE CAMPANHA DE JOÃO LIPPERT NAS ELEIÇÕES 2010

CLIQUE AQUI E VEJA O MATERIAL DE CAMPANHA DE JOÃO LIPPERT NAS ELEIÇÕES 2012



02 de outubro de 2019

REPÓRTER CINEMATOGRÁFICO E PRESIDENTE DA TELEVISÃO
TVS, JOÃO LIPPERT, BUSCA APOIO HUMANITÁRIO INTERNACIONAL DA ONU.

O crime de extorsão mediante sequestro contra o repórter João Lippert em 23 de janeiro de 1999, a destruição das escolas do IESES, as perseguições, tentativas de condenação indevidas, prejuízos incalculáveis, tudo isto poderá ser considerado o maior golpe do ano de 2019.
Golpe inclusive contra o ensino no Brasil e discriminação
à crença.



28 de setembro de 2019

Televisão TVS na Catedral Mãe de Deus
Porto Alegre/RS - Brasil



25 de setembro de 2019

Conheça a ONU em Genebra na Suíça






12 de setembro de 2019

Televisão TVS no Santuário do Rosário
Porto Alegre/RS - Brasil